Total de visualizações de página

2 de abr. de 2025

A HISTÓRIA QUE SE REPETE...DEGRADAÇÃO DA AMAZÔNIA

REPRODUZIDO DE: https://www.poder360.com.br/poder-sustentavel/degradacao-na-amazonia-legal-bate-recorde-e-cresce-482-em-2025/
DESTAQUE A degradação florestal na Amazônia Legal atingiu 33.807 km² no ciclo de desmatamento de 2025, um aumento de 482% em relação ao período anterior, quando a área degradada foi de 5.805 km². O dado representa o maior número já registrado na série histórica do calendário, segundo informações do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento), do Imazon.
DESTAQUE A degradação é impulsionada principalmente por queimadas e extração madeireira, atividades que fragilizam a vegetação e abrem caminho para o desmatamento. A área afetada equivale, aproximadamente, ao território de Porto Velho (34.091 km²), a maior capital brasileira em extensão territorial.

26 de mar. de 2025

MST versus PLANTIO DE EUCALIPTO: MST É CONTRA PORQUE MADEIRA NÃO SE COME! E LIVROS DE QUE LHES SERVIRÃO?!

REPRODUZIDO DE. https://www.poder360.com.br/opiniao/a-insanidade-do-mst-contra-o-eucalipto/
DESTAQUES: 1) “Eu não como eucalipto”. Das frases cretinas que já escutei na vida, essa é a mais estúpida. Nós também não comemos livros. A frase tem servido como grito de mobilização do MST para, há alguns anos, criminosamente, depredar áreas florestais exploradas pela indústria nacional de celulose e papel. Em nome da “justiça social”, queimam árvores e destroem laboratórios de biotecnologia. 2)A última ação do MST foi em 13 de março de 2025, quando cerca de 1.000 pessoas invadiram, novamente, uma área da empresa Suzano Papel e Celulose, em Aracruz, no Espírito Santo. Protagonizada pela tal “Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra”, defendem novos assentamentos rurais em lugar da produção de celulose. Para reafirmar sua insanidade, na passeata vitoriosa que realizaram por dentre as plantações florestais da Suzano, os invasores carregavam uma faixa com os dizeres: “Eucalipto não enche o prato”. Cadernos escolares também não. 3) Plantar árvores, em qualquer circunstância e em qualquer lugar, faz bem à sociedade. E o Brasil tem plantado muitas árvores pelos campos afora. Para se ter uma ideia dessa quantidade, todos os dias a silvicultura nacional planta 1,8 milhão de árvores. Vou repetir: 1 milhão e 800 mil árvores. Diariamente. [...] 4) Sua elevada produtividade lhe rendeu uma antiga má fama: a de secar o solo onde é plantado. Trata-se de um mito: todos os centros de pesquisa em silvicultura comprovam que o consumo de água da planta de eucalipto é semelhante ao das demais espécies. A diferença é que, como ele cresce muito rápido, utiliza bastante água por intervalo de tempo exigindo, em decorrência, um bom manejo de recursos hídricos no local da plantação. 5) Se você perguntar a um produtor florestal chileno, norte-americano, canadense ou sueco, que se encontram entre os gigantes da silvicultura mundial, qual seu sonho de consumo, ele fatalmente responderá: quero um eucalipto para mim. Acontece que nossas florestas plantadas crescem mais que o dobro das de nossos concorrentes. 6) O eucalipto tem outra vantagem. Suas fibras de celulose são curtas (nos pinheiros, são longas) tornando-o o queridinho para a fabricação de papéis especiais chamados "tissue", como guardanapos, toalhas, produtos higiênicos e hospitalares, lenços de pele e que tais. É a fibra do eucalipto que garante aquela maciez desejada aos "tissues". 7) Ah, nós também não comemos papel higiênico. Mas não vivemos sem ele.

21 de mar. de 2025

ÁGUA DE AQUÍFERO: MAIS UMA CIDADE A SUGAR DE RESERVA ESTRATÉGICA!

As fontes superficiais não são tratadas devidamente. E o mais "prático" é abandoná-las e sugar as águas subterrâneas! REPRODUZIDO DE: https://sampi.net.br/bauru/noticias/2891315/politica/2025/03/no-futuro-bauru-pode-ser-100-abastecida-por-aguas-subterraneas
DESTAQUE 1) Futuramente, Bauru poderá ser 100% abastecida pelas águas subterrâneas oriundas dos aquíferos Guarani e Bauru. Com a oferta cada vez mais escassa do Rio Batalha, a possibilidade de a captação deste manancial deixar de ser viável, em termos ambientais, econômicos e de eficiência, não é descartada pelo projeto "Soluções Integradas de Água para Cidades Resilientes" (Sacre), que estuda o município desde 2022 a fim de traçar estratégias para reduzir a vulnerabilidade das cidades e do campo frente às crises hídricas e à emergência climática. 2) Coordenador do Sacre e professor titular do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP) Ricardo Hirata explica que o projeto — apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), com previsão de ser concluído em 2027 — conduz diversos estudos, um dos quais para apontar as vantagens destes campos de poços em áreas onde o Aquífero Guarani é mais profundo. 3) Hirata explica que, nas áreas onde há maior concentração de poços, o nível do aquífero tem caído de três a quatro metros por ano. Além disso, na parte Oeste da cidade, coincidentemente onde estão a lagoa de captação do Batalha e a população que depende da água fornecida pelo rio, o Guarani possui apenas 40 metros de espessura.