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18 de ago. de 2026

FAZENDA DE CRIAÇÃO DE POLVOS?! JAMAIS!!!

POLVOS SÃO SERES SENCIENTES!
GOOGLE- Gemini: "Seres sencientes são aqueles que têm a capacidade de sentir sensações, emoções e experiências de forma consciente, como dor, prazer, medo, alegria e afeto. Essa condição vai além da simples vida biológica e inclui a percepção do sofrimento e do bem-estar". A planejada e polêmica primeira fazenda comercial de polvos do mundo, que seria construída pela empresa Nueva Pescanova no porto de Las Palmas, nas Ilhas Canárias (Espanha), foi oficialmente cancelada em meados de 2026 após forte pressão de ambientalistas, cientistas e batalhas regulatórias.O Projeto e a Polêmica. Anunciado em 2021, o projeto pretendia produzir cerca de 3 mil toneladas de carne de polvo por ano (o equivalente a quase 1 milhão de animais abatidos anualmente).Investimento: Orçado em 65 milhões de euros (cerca de R$ 400 milhões).Justificativa da empresa: A alegação era de que o cultivo em cativeiro diminuiria a pressão da pesca predatória sobre os estoques selvagens nos oceanos.IMPORTANTE! Críticas: Cientistas e ativistas apontaram que os polvos são animais solitários, altamente inteligentes, sencientes (capazes de sentir dor e tédio) e que o confinamento em tanques causaria sofrimento severo, estresse e automutilação.O Fim do Projeto. Após anos de resistência internacional, protestos globais e impasses com as autoridades portuárias locais sobre licenças e exigências ambientais, a empresa multinacional desistiu da empreitada em julho de 2026, encerrando temporariamente a tentativa de industrializar a criação em cativeiro dessa espécie.GRANDE VITÓRIA!!!

BRASIL EM INVESTIMENTOS EM CIÊNCIA: UM GIGANTE ADORMECIDO ? OU...

...A CULPA É DO DNA?!
BREVE PAUSA SOBRE TEMÁTICA DE MEIO AMBIENTE! REPRODUZIDO DE: https://jornal.usp.br/especiais/especial-a-ciencia-no-desenvolvimento-do-pais/
ESTA PUBLICAÇÃO ACIMA E VÁRIAS OUTRAS. DESTAQUES: 1) Os parágrafos destacados abaixo são uma introdução ao conteúdo deste especial, que reúne artigos de cientistas e pesquisadores, publicados no Jornal da USP, refletindo sobre a pouca atenção que os governos brasileiros dão à Ciência & Tecnologia e sobre o potencial que o setor possui para impulsionar o desenvolvimento do País. 2) Ciência e tecnologia compõem o DNA do modo de produção da vida material, dos mecanismos econômicos que apontam para a prosperidade. São emuladores do futuro e fonte de apreensão, já que nem todos os países conseguem acessá-las do mesmo modo e nem todas as pessoas são beneficiadas por seus resultados da mesma maneira.” (Trecho de artigo de Glauco Arbix, professor titular do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e coordenador do Observatório do Instituto de Estudos Avançados, ambos da USP). 3) "Olhem para o que aconteceu na Coreia do Sul. Lá, a política científica exigiu investimentos de curto prazo que geraram uma reação em cadeia que, a longo prazo (falo de 20 anos apenas), ajudou a população a ultrapassar a linha da pobreza. Os gestores do espaço do lado de lá vislumbraram um sistema de riqueza baseado em conhecimento. Essa visão evoca a imagem de uma política científica onipresente em todas as necessidades sociais de interesse público e (principalmente) privado capaz de gerar mudanças necessárias para um crescimento econômico real.” (Trecho de artigo de Ernane Xavier da Costa, professor livre-docente da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP-Pirassununga). 4) "Enquanto o Brasil investe apenas cerca de 1% de seu PIB em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), […] a Coreia do Sul já passa de 4%, a União Europeia pretende alcançar 3% em 2020 e os Estados Unidos já investem mais de 2,5%. Para alcançarem esses porcentuais, tais países contam com a participação decisiva de empresas, que investem em P&D para transformar conhecimento em produto. De 2011 a 2017, o Brasil passou do 47° ao 69° lugar no Índice Global de Inovação: desceu 22 posições.” (Trecho de artigo de Ildeu de Castro Moreira, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e Luiz Davidovich,presidente da Academia Brasileira de Ciências – ABC).

17 de ago. de 2026

MILHÕES DE TONELADAS DE SARGAÇO NO LITORAL DO CARIBE E MÉXICO...

... SE NÃO SE CONSEGUE EVITAR, SÓ RESTA DESCOBRIR COMO MANEJAR! ESTE RELATO É LONGO! Em julho, o sargaço somou cerca de 27 milhões de toneladas no Atlântico, Caribe e Golfo do México, enquanto o litoral mexicano recebeu volumes capazes de chegar a 9 mil toneladas por dia. Em Quintana Roo, empresas estimaram queda de 30% nas vendas no primeiro semestre por causa do problema. REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/caribe-e-mexico-enfrentam-27-milhoes-de-toneladas-de-sargaco-no-atlantico-em-julho-enquanto-praias-ficam-cobertas-por-algas-em-decomposicao-vendas-caem-ate-30-em-areas-ctl01/
DESTAQUES: 1) Em julho, o sargaço somou cerca de 27 milhões de toneladas no Atlântico, Caribe e Golfo do México, enquanto o litoral mexicano recebeu volumes capazes de chegar a 9 mil toneladas por dia. Em Quintana Roo, empresas estimaram queda de 30% nas vendas no primeiro semestre por causa do problema. 2) O sargaço voltou a atingir proporções extraordinárias no Atlântico, Caribe e Golfo do México em julho de 2026, quando pesquisadores estimaram aproximadamente 27 milhões de toneladas métricas da alga espalhadas pela região. No litoral, o cenário é diferente daquele observado em mar aberto: grandes massas chegam às praias, entram em decomposição, alteram a cor da água e criam problemas ambientais, turísticos e operacionais para comunidades costeiras. 3) O sargaço voltou a atingir proporções extraordinárias no Atlântico, Caribe e Golfo do México em julho de 2026, quando pesquisadores estimaram aproximadamente 27 milhões de toneladas métricas da alga espalhadas pela região. No litoral, o cenário é diferente daquele observado em mar aberto: grandes massas chegam às praias, entram em decomposição, alteram a cor da água e criam problemas ambientais, turísticos e operacionais para comunidades costeiras. 4) Manguezais, corais e ervas marinhas ficam sob pressão Próximo à costa, grandes volumes de sargaço podem sufocar raízes de manguezais e dificultar a entrada da luz necessária a organismos e vegetações submarinas. Corais e ervas marinhas também ficam expostos aos efeitos de uma camada que altera as condições físicas e químicas do ambiente. Quando as algas começam a se decompor, o consumo de oxigênio agrava o problema. Uma estrutura que em alto-mar pode sustentar vida passa a produzir efeitos adversos quando se acumula em excesso nas áreas costeiras, demonstrando como o impacto depende da quantidade e da localização do material.