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4 de jul. de 2026
AGROTÓXICOS E SEU LADO NEGATIVO DA PRODUÇÃO
OBS.: caso específico do "metil paration".
REPRODUZIDO DE:
https://revistacultivar.com.br/noticias/abelhas-rainhas-transferem-methyl-parathion-para-ovos
DESTAQUES:
1) IMPORTANTE:
O produto está proibido no Brasil desde 2016.
Qualquer uso atual da substância no país é considerado ilegal e enquadrado como crime ambiental e de saúde pública.
2) Abelhas operárias de Apis mellifera reduzem a entrada de pesticida na dieta da colônia, mas essa proteção perde eficiência sob exposição crônica. Quando esse mecanismo social entra em colapso, rainhas acumulam o composto nos ovários e transferem parte da carga química para ovos em desenvolvimento. O resultado aparece em estudo liderado por pesquisadores da Universidade da California, Davis com methyl parathion (DOI 10.1016/j.cub.2026.06.022).
3) A pesquisa avaliou o fluxo do organofosforado entre alimento, operárias, cera, rainhas, ovários e ovos. O methyl parathion entrou como composto modelo. O pesticida apresenta ação neurotóxica conhecida em abelhas e características físico-químicas próximas às de outros organofosforados.
3 de jul. de 2026
AVE RARA DA MATA ATLÂNTICA COM ESPERANÇAS DE RESGATE COM AUXÍLIO DE DRONES
REPRODUZIDO DE:
https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2026/06/30/drone-termico-ajuda-cientistas-a-localizar-uma-das-aves-mais-raras-da-mata-atlantica.ghtml
DESTAQUES:
1) Encontrar uma ave que vive escondida no alto das árvores, se desloca discretamente entre as copas e quase não emite vocalizações sempre foi um dos maiores desafios para quem estuda a fauna da Mata Atlântica. Agora, pesquisadores brasileiros testaram uma tecnologia que pode mudar esse cenário.
Uma expedição realizada na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Estação Veracel, no sul da Bahia, utilizou um drone equipado com câmera térmica para localizar o crejoá (Cotinga maculata), uma das aves mais raras e ameaçadas do país.
2) O equipamento detecta pequenas diferenças de temperatura entre os animais e a vegetação, permitindo identificar indivíduos praticamente invisíveis em meio ao dossel da floresta.
Ao longo de cinco dias de trabalho, foram realizados 19 voos experimentais sobre a mata. Além de registrar diferentes espécies, a equipe conseguiu localizar e filmar um indivíduo de crejoá — resultado considerado bastante promissor pelos pesquisadores para o desenvolvimento de uma nova metodologia de monitoramento.
A expedição foi coordenada pela SAVE Brasil em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e contou ainda com apoio da RPPN Estação Veracel.
3) O crejoá ocorre exclusivamente na Mata Atlântica e está classificado como Criticamente em Perigo de Extinção em nível global. A espécie sofreu um forte declínio nas últimas décadas, principalmente em razão da perda e fragmentação do habitat.
Além das ameaças ambientais, existe outra dificuldade: localizar a ave.
Ao contrário de muitas espécies florestais, o crejoá passa a maior parte do tempo nas copas mais altas das árvores, movimenta-se silenciosamente e não possui cantos intensos que facilitem sua identificação durante levantamentos em campo. Essas características tornam os métodos tradicionais de monitoramento muito mais complexos.
Segundo estimativas utilizadas nas avaliações das listas vermelhas nacional e internacional, a população da espécie pode estar entre 50 e 249 indivíduos maduros.
A SAVE Brasil ressalta, porém, que esse número representa uma estimativa baseada nas avaliações de risco e não resulta de uma contagem populacional direta — justamente uma das lacunas que a nova metodologia poderá ajudar a preencher.
2 de jul. de 2026
PRIMATA EM RISCO DE EXTINÇÃO SALVO NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, SUDESTE DO BRASIL...
...ASSIM TODOS ESPERAM!
DESTAQUES:
1) Segundo o supervisor do programa, Victor Vale, o animal aparentava ser uma fêmea grávida, o que torna o registro ainda mais relevante para a conservação da espécie.
O muriqui-do-norte está classificado como "Criticamente em Perigo (CR)" pela The International Union for Conservation of Nature (IUCN), ategoria que indica risco extremamente elevado de extinção na natureza.
A bióloga Andressa Hartuiq, que participou da expedição, afirmou que o encontro foi surpreendente, principalmente por ter ocorrido em um fragmento florestal de pequenas dimensões.
2) "Me chamou a atenção perceber que um animal daquelas dimensões consegue viver em um fragmento florestal e encontrar recursos. Isso é uma prova da beleza da adaptação evolutiva", avaliou.
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