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9 de fev. de 2026
MAIOR USINA NUCLEAR DO MUNDO EM FUNCIONAMENTO NUM DOS PAÍSES MAIS SUSCETÍVEIS A TERREMOTOS?!
SIM: NO JAPĀO!!!
DE ACORDO COM RELATO DO "GEMINI" (GOOGLE):
Sim, exatamente. O Japão reativou hoje, 9 de fevereiro de 2026, a usina de Kashiwazaki-Kariwa, considerada a maior central nuclear do mundo em capacidade instalada.
Esta é uma notícia histórica para o setor energético japonês por marcar a primeira vez que a TEPCO (operadora da usina e da fatídica usina de Fukushima) volta a operar um reator desde o desastre de 2011.
Aqui estão os pontos principais sobre essa retomada:
1. O que aconteceu agora?
• Reativação bem-sucedida: Após uma tentativa frustrada em janeiro de 2026 (que foi interrompida devido a um alarme falso no sistema de barras de controle), o reator Unidade 6 foi finalmente reiniciado às 14h (horário local).
• Fim do hiato: A usina estava parada há cerca de 15 anos. Embora não tenha sido danificada pelo tsunami de 2011, ela foi desligada para revisões de segurança e enfrentou anos de barreiras regulatórias e técnicas.
2. Por que reativar agora?
• Demanda por IA: O Japão enfrenta um aumento drástico no consumo de eletricidade, impulsionado principalmente pela expansão de data centers e pelo desenvolvimento de tecnologias de Inteligência Artificial.
• Metas Climáticas: O governo vê a energia nuclear como peça-chave para atingir a neutralidade de carbono e reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados.
• Cenário Político: A reativação ocorre logo após a vitória eleitoral da primeira-ministra Sanae Takaichi, que defende abertamente o uso da energia nuclear para fortalecer a economia nacional.
IMPORTANTE:
Apesar do avanço técnico, a usina ainda enfrenta resistência de parte da população local, preocupada com a segurança sísmica da região e com o histórico da TEPCO.
DAÍ ALGUMAS PERGUNTAS INEVITÁVEIS:
1) Governo japonês não teria opçāo menos arriscada para substituir energia de combustíveis fósseis?
2) Outras fontes de energia, solar, eólica, maremotriz combinadas com limitaçōes no uso de combustíveis fósseis.
3) Elaborar eficiente e eficaz plano de contingência caso ocorra tragédia semelhante a da usina de Fukushima.
8 de fev. de 2026
LENTAMENTE ESPANHA E PORTUGAL APROXIMANDO-SE DA ÁFRICA
REPRODUZIDO DE:
https://clickpetroleoegas.com.br/espanha-e-portugal-tem-suas-praias-lentamente-se-deslocando-em-direcao-a-africa-em-um-movimento-geologico-btl96/
DESTAQUES:
1) Espanha e Portugal estão girando no sentido horário por causa da convergência entre placas Eurasiática e Africana, com aproximação de 4 a 6 milímetros por ano. GNSS e dados sísmicos ajudam a mapear limites difusos, apontar falhas ocultas e entender por que o Mediterrâneo tende a fechar em milhões de anos.
2) Espanha e Portugal estão se deslocando em direção à África em um ritmo tão lento que não altera o mapa na vida de ninguém hoje, mas suficiente para reescrever o Mediterrâneo em escala geológica. O movimento acontece em milímetros por ano, e o que parece “só teoria” já é medido com precisão milimétrica.
3) O ponto central é que Espanha e Portugal não acompanham exatamente o mesmo padrão de rotação do restante da Europa. A Península Ibérica gira no sentido horário, e isso é interpretado como efeito de uma convergência tectônica que empurra o sudoeste europeu para um futuro de colisão continental.
7 de fev. de 2026
JÁ SABEMOS SOBRE AS TENDÊNCIAS AOS EXTREMOS CLIMÁTICOS…
...EM EXCESSO: CHUVAS, NEVASCAS, SECAS, TORNADOS, TEMPERATURAS ELEVADAS!!!
REPRODUZIDO DE:
https://oeco.org.br/colunas/janeiro-de-2026-e-os-sinais-inegaveis-do-colapso-da-natureza/
DESTAQUES:
1) Todo começo de ano as notícias sobre eventos climáticos extremos tomam as mídias e o início de 2026 não foi diferente. Dá pra dizer que foi mais um mês comum no calendário do colapso climático mundial, mas para quem está lendo os sinais foi um alerta urgente. Em diferentes continentes, eventos extremos revelaram, mais uma vez, que estamos vivendo a crise climática em tempo real e que a resposta global precisa ser real, imediata e justa.
Na África Austral, inundações devastadoras atingiram países como Moçambique, África do Sul, Zimbábue e Essuatíni, deixando centenas de vidas perdidas e incontáveis outras pessoas desabrigadas. Em alguns lugares do continente, regiões inteiras foram submersas após chuvas intensas em poucos dias, um fenômeno amplificado pelo aquecimento dos oceanos e pela presença do padrão climático La Niña, que intensifica extremos. Especialistas indicam que eventos de chuva extrema como esses se tornaram muito mais prováveis e mais intensos devido ao aquecimento global causado pelas emissões de gases do efeito estufa ampliadas pelo modo de vida humano. Aqui no Brasil tivemos fortes chuvas também, mas chuva por aqui já virou notícia velha, então ninguém fala mais como antes, a não ser que seja uma catástrofe como foi o Rio Grande do Sul.
2) Ao mesmo tempo, tempestades severas e chuvas torrenciais castigaram partes da Europa, incluindo França, Portugal, Espanha e Grécia, com inundações e deslizamentos de terra. A tempestade Kristin matou pelo menos três pessoas e deixou mais de 800.000 moradores do centro e norte de Portugal sem eletricidade. No outro lado do mundo, tempestades na Nova Zelândia causaram deslizamentos de terra após precipitações recordes em diversas localidades da Ilha Norte, até esse momento com 6 pessoas desaparecidas.
E não foi apenas chuva. Na América do Norte, a forte tempestade de inverno de janeiro de 2026 trouxe neve recorde, ventos fortes e gelo pesado em grande parte dos Estados Unidos e Canadá, interrompendo voos e deixando milhões sem energia. Ao vivo víamos árvores colapsar pelo frio extremo. Na América do Sul, ainda em janeiro, incêndios florestais no centro-sul do Chile consumiram dezenas de milhares de hectares, forçando mais de 50 mil pessoas a evacuarem e matando dezenas de outras.
3) O diagnóstico é claro, e o prazo para resposta é curto: medidas drásticas de mitigação, redução rápida das emissões de carbono e políticas robustas de adaptação são urgentes, não opcionais. Ações climáticas que considerem justiça social, apoio às populações vulneráveis e resiliência de ecossistemas devem estar no centro das políticas públicas e privadas.
DE CRUCIAL IMPORTÂNCIA:
Esses eventos intensos acontecem em lugares geograficamente distantes, mas suas causas são profundamente interdependentes. O planeta não respeita fronteiras políticas: a queima de combustíveis fósseis em um país influencia padrões climáticos no outro; as emissões acumuladas em décadas afetam a circulação atmosférica global; as decisões de política energética em um continente reverberam em vidas e ecossistemas do outro lado do mundo.
Essa interdependência planetária exige que pensemos a crise climática como um desafio coletivo e integrado. Uma onda de calor ou um evento de chuva extrema em um país é parte de um mesmo sistema climático global desequilibrado e, portanto, parte de uma responsabilidade compartilhada.
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