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18 de jul. de 2026
BESOUROS COPRÓFAGOS (OS NOSSOS ROLA-BOSTA) E SEU IMPORTANTE PAPEL ECOSSISTÊMICO...
...EM DESTAQUE COM NOVAS PESQUISAS.
OBS.: INTRODODUÇÃO, POR INFORMAÇÃO DO GOOGLE-GEMINI:
https://gemini.google.com/share/b1e991e82e04?hl=pt
PUBLICAÇÃO DE:
https://www.ecycle.com.br/besouros-rola-bosta-consomem-grandes-quantidades-de-metano-e-reforcam-o-papel-da-biodiversidade-na-pecuaria/
A pesquisa concentrou-se em quatro espécies introduzidas na Austrália: Euoniticellus intermedius, Euoniticellus africanus, Euoniticellus fulvus e Onthophagus granulatus.
DESTAQUES:
1) Os besouros rola-bosta, conhecidos por reciclar matéria orgânica e melhorar a fertilidade do solo, acabam de ganhar destaque por outro serviço ecossistêmico de grande relevância. Um estudo conduzido por pesquisadores da Southern Cross University e da University of New England, na Austrália, constatou que esses insetos podem reduzir em até 85% as emissões de metano liberadas pelo esterco bovino, além de diminuir em 18% a pegada de carbono associada ao processo de decomposição. Os resultados ampliam a compreensão sobre a contribuição da biodiversidade para o enfrentamento das mudanças climáticas na agropecuária.
2) O experimento acompanhou, durante 90 dias, a decomposição de fezes bovinas em câmaras experimentais conhecidas como mesocosmos. Os pesquisadores compararam amostras colonizadas por quatro espécies de besouros coprófagos introduzidas no país com amostras mantidas livres desses insetos. Foram avaliadas as emissões de metano (CH₄), dióxido de carbono (CO₂) e óxido nitroso (N₂O), principais gases relacionados ao aquecimento global na atividade pecuária.
3) As análises revelaram que o esterco sem besouros apresentou picos significativos de emissão de metano nos dias 6 e 16 do experimento. Já as amostras ocupadas pelos insetos mantiveram fluxos próximos de zero durante praticamente todo o período de observação.
4)
17 de jul. de 2026
TUBARÕES NO LITORAL DO ESTADO DE PERNAMBUCO, NORDESTE DO BRASIL
OBSERVAÇÕES:
1) Foi criado pelo governo do estado de Pernambuco o CEMIT- Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões.
2) Tubarão-cabeça-chata: Cacharhinus leucas.
3) Tubarão-tigre: Galeocerdo cuvier.
Vídeo: https://youtu.be/ZOdqc2aZL4E?is=otXHN6Rke7eQDMYn
Nesse vídeo são importantes os registros de todos os fatos ocorridos, no tempo e no espaço.
Quanto às causas reais das ocorrências (incidentes, muitas com mortes) recomenda-se que se acompanhe os estudos que estão sendo realizados pelo CEMIT. Possíveis depoimentos de especialistas também são importantes para se ter uma avaliação segura sobre as ocorrências.
FURAR, PERFURAR, ATACAR, PROTEGER-SE: FUNÇÕES QUE EVOLUÍRAM NA NATUREZA COM GRANDE EFICIÊNCIA
FURAR E PERFURAR: Ambos os verbos significam fazer um orifício, mas furar é o ato genérico (e geralmente mais simples) de abrir uma passagem. Perfurar, por outro lado, indica uma ação mais profunda, técnica ou contínua.
REPRODUZIDO DE:
https://theconversation.com/do-espinho-ao-ferrao-as-ferramentas-de-perfuracao-da-natureza-287282
DESTAQUES:
1) A maioria das pessoas provavelmente não pensa na complexidade da natureza quando leva uma picada de abelha ou espeta o dedo em uma rosa. O ato perfurar algo com uma ferramenta afiada é incrivelmente comum no mundo natural. Exemplos de ferramentas de perfuração podem ser encontrados em toda parte: em mamíferos, cobras, pássaros, peixes, insetos, caracóis, águas-vivas, plantas, fungos, bactérias e até em vírus. Sua proliferação leva a uma contradição: se todas essas ferramentas de perfuração fazem essencialmente a mesma coisa, por que elas têm aparências, e às vezes comportamentos, tão diferentes?
2)É essa contradição que despertou minha curiosidade como cientista que estuda biomecânica, um campo que utiliza a física para compreender a diversidade biológica. Nos últimos 10 anos, os integrantes do meu laboratório e eu examinamos a física da perfuração na tentativa de compreender a ampla diversidade de ferramentas de perfuração que aparecem no mundo natural.
Em um artigo recente, analisamos 143 espécies e descobrimos uma relação maravilhosamente complexa entre a forma de uma ferramenta de perfuração e a finalidade para a qual ela é utilizada.
3) Nem todas as ferramentas de perfuração, no entanto, querem ser removidas.
O cholla saltador (Cylindropuntia fulgida) é um cacto que se reproduz por meio da disseminação de clones. Quando os animais roçam no cacto, parte dele fica presa neles, se desprende da planta principal e pega carona. Por fim, o cacto “passageiro” eventualmente cai e se torna um novo indivíduo. A razão pela qual o cholla consegue se agarrar tão bem é que seus espinhos são cobertos por farpas voltadas para trás, que garantem que eles fiquem presos na pele de quem os carrega.
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