brenogrisi-ecologiaemfoco
Contribuindo para entendermos a Natureza, respeitá-la e continuarmos vivendo!
Total de visualizações de página
16 de ago. de 2026
A MAIOR FLORESTA TEMPERADA INTACTA DO DO MUNDO, ESTÁ NO ALASCA
REPRODUZIDO DE
https://www.canalrural.com.br/alem-do-agro/2026/08/14/com-quase-69-mil-km2-entre-ilhas-fiordes-geleiras-e-arvores-gigantes-uma-floresta-temperada-permanece-praticamente-intacta-em-uma-das-regioes-mais-selvagens-do-planeta/
DESTAQUES:
1) Com quase 69 mil km², a Tongass National Forest, no sudeste do Alasca, concentra ilhas, fiordes, geleiras e florestas centenárias em escala extraordinária. Ela é a maior floresta nacional dos Estados Unidos e protege parte da maior floresta temperada intacta do planeta, cercada por rios de salmão e áreas remotas.
2) Por que a Tongass National Forest é tão extensa e incomum?
A dimensão começa pelo mapa: a Tongass National Forest cobre cerca de 16,7 milhões de acres, aproximadamente 67,6 mil km². O território ocupa grande parte do sudeste do Alasca e envolve ilhas do Arquipélago Alexander, canais marinhos e montanhas costeiras.
A descrição oficial da área a apresenta como a maior floresta nacional dos Estados Unidos dentro da maior floresta temperada intacta do mundo. Essa escala reúne mata antiga, gelo e mar numa única região administrada.
3) Como ilhas, fiordes e geleiras dividem esse território?
A enorme área não forma um bloco contínuo de árvores. O relevo mistura arquipélagos, fiordes e montanhas, enquanto geleiras e campos de gelo ocupam parte do terreno. Por isso, a paisagem muda rapidamente entre encostas arborizadas, canais de água salgada e superfícies cobertas por gelo.
Esse desenho também ajuda a explicar o isolamento de muitas áreas. Em vez de uma floresta cortada por uma malha uniforme de cidades e estradas, a Tongass acompanha uma costa fragmentada, com ilhas e vales separados por água, montanhas e extensões de vegetação antiga.
15 de ago. de 2026
VIDA URBANA. SERES HUMANOS NÃO ESTÃO FÍSICA E PSICOLOGICAMENTE ESTRUTURADOS PARA SE AJUSTAR COM PERFEIÇÃO ...
...E TEREM PLENA SAÚDE!
REPRODUZIDO DE:
https://jornal.usp.br/atualidades/poluicao-sonora-de-veiculos-aumenta-risco-de-doencas-de-alzheimer-e-parkinson/
DESTAQUES:
1) Ruídos provenientes de meios de transporte, como carros, ônibus e trens, estão associados a um maior risco de doenças neurológicas. Pesquisadores dinamarqueses estudaram a exposição prolongada a esse tipo de barulho e identificaram uma relação com o aumento do risco das doenças de Alzheimer e de Parkinson.
No Brasil, onde, segundo dados do IBGE, 87,4% da população vive em áreas urbanas, escapar da poluição sonora é impossível para muitas pessoas, principalmente em cidades como São Paulo. Idosos, que já apresentam maior predisposição a essas doenças, e pessoas que vivem próximas a rodovias ou ferrovias estão entre as mais expostas.
expostas.
2) Os efeitos no cérebro.
A exposição crônica à poluição sonora pode afetar diferentes regiões do cérebro. No caso da doença de Alzheimer, entre as áreas envolvidas estão os lobos temporais, relacionados à formação de memórias, e o córtex pré-frontal, responsável por funções como a tomada de decisões, como explica Sonia Brucki, professora da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e coordenadora do Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital das Clínicas da FMUSP.
3) Outro possível efeito é a desregulação de substâncias produzidas naturalmente pelo organismo. Alterações na amígdala cerebral, que a neurologista descreve como responsável pela regulação das emoções, podem interferir na produção e no funcionamento de neurotransmissores como a dopamina. Segundo a professora, alterações nesse sistema podem prejudicar funções relacionadas à aprendizagem, à memória e ao controle motor, mecanismos envolvidos em doenças neurodegenerativas como o Parkinson.
4) Também é importante nesse processo o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, responsável, entre outras funções, pela regulação da produção de cortisol. “Essas vias neuroendócrinas estão associadas a estados de ansiedade, que também pioram o aprendizado e o comprometimento da memória”, explica Sonia.
As consequências também podem estar relacionadas ao acúmulo das proteínas tau e beta-amiloide no cérebro. Quando essas proteínas se acumulam de forma anormal, estão associadas ao desenvolvimento da doença de Alzheimer.
5) A poluição sonora também está relacionada à poluição atmosférica produzida por motores a combustão, que, por sua vez, também pode aumentar o risco de demência. Por isso, a presença de árvores pode contribuir para reduzir os efeitos da poluição sonora. Além da importância ambiental, elas “bloqueiam a passagem do som”, explica a professora Sonia Brucki.
14 de ago. de 2026
BIOPIRATARIA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA
DESTAQUES:
1) Pequeno, venenoso e com uma coloração azul que chama atenção em meio à floresta. Uma população do sapo-ponta-de-flecha "Adelphobates galactonotus", espécie encontrada apenas no Brasil, acabou despertando não apenas o interesse da ciência, mas também de colecionadores de animais exóticos no exterior.
2) O anfíbio apresenta uma impressionante variedade de cores. Dependendo da população, pode ter o dorso amarelo, laranja, vermelho, azul, marrom e até apresentar outras tonalidades e padrões.
Entre elas está um morfotipo azul encontrado na Amazônia brasileira. A coloração incomum tornou esses animais especialmente desejados no mercado internacional de pets exóticos.
O interesse foi tamanho que exemplares retirados ilegalmente da natureza no Brasil cruzaram o Atlântico, passaram pela Europa e chegaram aos Estados Unidos.
3) A história só foi interrompida por uma apreensão no Aeroporto Internacional de Miami.
Ao inspecionar a carga e a documentação apresentada, agentes do U.S. Fish and Wildlife Service (USFWS), órgão responsável pela proteção da fauna silvestre nos Estados Unidos, encontraram 22 sapos com a coloração azul, além de exemplares vermelhos e alaranjados.
4) Segundo o USFWS, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) normalmente autorizava a exportação da espécie apenas para instituições científicas. O órgão norte-americano afirma ainda que os espécimes exportados para fins científicos não eram vivos e que o Brasil nunca havia autorizado a exportação do raro morfotipo azul.
Assinar:
Postagens (Atom)




