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6 de out. de 2026

PARA REFLEXÃO: QUE QUALIDADE DE VIDA TERÁ A HUMANIDADE QUE SE REPRODUZ COMO COELHOS?!

ESTATÍSTICA (REPRODUZIDA DO GOOGLE-Gemini): Países mais populosos:  1. Índia: ~1,44 bilhão  2. China: ~1,41 bilhão  3. Estados Unidos: ~340 milhões  4. Indonésia: ~278 milhões  5. Paquistão: ~240 milhões Distribuição regional: A Ásia concentra mais de 50% da população global, enquanto a África é a região de crescimento demográfico mais rápido. Projeções da ONU: Estima-se que a população mundial atingirá 9 bilhões por volta de 2037 e deve atingir o pico próximo a 10,3 bilhões durante a década de 2080. OS QUATRO PRINCÍPIOS BÁSICOS DA SUSTENTABILIDADE: 1) PRODUÇÃO: fundamentada no conceito de cadeia alimentar. No caso da alimentação dos seres humanos, alguns questionamentos, como por exemplo em termos energéticos, priorizar cereais a carnes? 2) BIOGEOCICLAGEM: nós seres humanos devemos reduzir o consumo [Mahatma Gandhi: a Terra provê o suficiente para manter a necessidade de todos os seres humanos, mas não sua gula]; reaproveitar e reciclar, preservando a boa qualidade dos solos e das águas. 3) BIODIVERSIDADE: respeitar e conservar a variabilidade peculiar de cada ecossistema e que a Natureza nos oferece, pois tal biodiversidade é que mantém como positivas as chances de sobrevivência dos seres humanos. Nos dias atuais, com o aumento do aquecimento global, acompanhado de extremos climáticos, uma rica biodiversidade aumenta as chances de sobrevivência da biota como como um todo. 4) CONTROLE POPULACIONAL: o crescimento populacional humano gera diversas consequências, tais como necessidade de aumento da produção de alimentos (em algumas situaçőes esgotando recursos naturais), forçando populações a se estabelecerem em locais suscetíveis a fragilidades geomorfológicas, intempéries, algumas com consequências trágicas...enfim com a maioria dos seres humanos com baixas e até deprimente qualidade de vida. Ganha conotação muito especial as consequências trágicas dos terremotos, intempéries extremas que vêm se abatendo nas aglomeraçōes em centros urbanos com alta densidade populacional, ocupaçǒes indevidas nas margens de rios, sopés e altos de morros, onde as chances de sobrevivência nos cataclismos são mínimas!!! SEGUEM ABAIXO ALGUMAS ILUSTRAÇÕES DE COMO VIVEM MUITOS DE NÓS, SERES HUMANOS, COM A PERGUNTA: é assim que devemos nos acostumar a "desfrutar da vida"?!

PANTANAL: A MAIOR PLANÍCIE ALAGADA DO MUNDO SOB FORTE PROCESSO DE AQUECIMENTO...E SECA?!

REPRODUZIDO DE: https://revistapesquisa.fapesp.br/pantanal-e-o-bioma-brasileiro-que-mais-aqueceu-e-perdeu-chuvas-em-40-anos/ DESTAQUES: 1) A maior planície alagável do mundo está secando e ficando mais quente a um ritmo acelerado. Em quatro décadas, o Pantanal, o menor bioma brasileiro, foi o que mais aqueceu e teve a maior redução na quantidade de chuvas. Essa dupla tendência, de mais calor e de menos pluviosidade, é visível em todos os ecossistemas nacionais – da Amazônia, no Norte, que engloba quase metade da área do país, ao Pampa, no Rio Grande do Sul, ainda que nesse bioma de forma bem menos perceptível. Mas ela é mais acentuada no Pantanal, que se estende por aproximadamente 150 mil quilômetros quadrados (km²), 1,8% do território nacional. 2) Entre 1985 e 2024, a temperatura média no bioma subiu 0,47 grau Celsius (ºC) por década, segundo dados da primeira edição do “MapBiomas atmosfera”, levantamento lançado em novembro do ano passado por uma plataforma colaborativa de mais de 70 organizações não governamentais (ONG), universidades e startups de tecnologia. Em quatro décadas, o aumento acumulado no Pantanal chega a quase 1,9 ºC. Não é por acaso que os dois estados que mais esquentaram durante o período de 40 anos coberto pelo trabalho foram Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. A temperatura média anual subiu 0,40 ºC por década no primeiro e 0,35 ºC no segundo. 3) O ritmo de crescimento do aquecimento no Pantanal é 60% superior ao calculado no mesmo período para o Brasil como um todo (de 0,29 ºC por década) e os biomas Amazônia (0,29 ºC) e Cerrado (0,31 ºC), que abrangem quase três quartos da área nacional. A velocidade de subida dos termômetros no Pantanal é ainda cerca do dobro da apresentada na Caatinga e na Mata Atlântica e mais do que o triplo da do Pampa nos 40 anos analisados (ver quadro abaixo). O Pantanal abrange 25% das áreas sul-mato-grossenses e 7% das mato-grossenses. A principal atividade econômica em suas terras é a pecuária, presente na região há 200 anos. As pastagens ocupam aproximadamente 15% de seu território. 4) Os biomas próximos do centro do continente, como o Pantanal e o Cerrado, estão longe da influência moderadora do oceano e aquecem mais rapidamente do que os ecossistemas mais perto da costa atlântica”, comenta Luciana Rizzo, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP) e coordenadora do “MapBiomas atmosfera”. De acordo com o relatório, a temperatura média no Pantanal foi de 26,2 ºC entre 1985 e 2024, maior do que a do Brasil (24,6ºC) e a dos demais biomas. Os dados de temperatura usados no trabalho derivaram da base europeia ERA5, do Serviço de Mudança Climática Copernicus. O sistema reúne e valida uma série de informações meteorológicas monitoradas na superfície e na atmosfera por diferentes fontes (satélites, balões, aeronaves, sensores) e gera uma reanálise da evolução histórica do clima. O Copernicus é um dos serviços internacionais que acompanham a evolução do aquecimento global e divulgou em janeiro de 2026 que o ano passado foi o terceiro mais quente da história recente.

5 de out. de 2026

MURALHA VERDE NO SAHEL (ÁFRICA)...

...AINDA MUITAS PERGUNTAS: SERÁ EXECUTADA EM SUA PLENITUDE? QUEM CUIDARÁ DE SUA PERMANÊNCIA? TRARÁ SÓ BONS FESULTADOS? REPRODUZIDO DE: https://www.canalrural.com.br/alem-do-agro/2026/08/21/ha-20-anos-lancaram-uma-muralha-verde-de-8-000-km-e-agora-querem-restaurar-100-milhoes-de-hectares-ate-2030/
DESTAQUES: 1) Em 2007, a União Africana lançou a Grande Muralha Verde contra a degradação fundiária no Sahel. O plano deixou de ser apenas uma faixa de árvores: hoje combina restauração de paisagens, produção rural e resiliência, com meta de recuperar 100 milhões de hectares até 2030 em vários países sahelianos africanos. 2) Como nasceu a Grande Muralha Verde no Sahel? A Grande Muralha Verde surgiu como resposta à degradação das terras no Sahel. Lançada em 2007, a iniciativa buscava criar uma faixa de vegetação atravessando o continente e conter os efeitos associados à desertificação em áreas vulneráveis. A União Africana hoje descreve o programa como uma estratégia mais ampla de restauração e desenvolvimento resiliente. A mudança é importante porque recuperar terras secas exige combinar vegetação, manejo de solo, agricultura e condições de vida, e não apenas plantar árvores em linha. 3) Por que a Grande Muralha Verde deixou de ser só uma parede de árvores? A visão inicial de uma faixa contínua era simples de comunicar, mas os territórios do Sahel são diferentes entre si. Por isso, a Grande Muralha Verde passou a funcionar como um mosaico de intervenções, adaptando árvores, pastagens, cultivos e recuperação do solo às condições locais. Essa abordagem amplia o objetivo: restaurar uma paisagem significa recuperar funções do solo, apoiar produção e fortalecer a capacidade das comunidades de conviver com períodos secos. Em vez de uma barreira vegetal única, o programa trabalha com soluções distribuídas ao longo de vários países. PERGUNTA SOBRE UM BLOQUEIO DA POEIRA BENÉFICA PARA A AMAZÔNIA(?). Eis uma resposta (GOOGLE-Gemini): O reflorestamento no Sahel não vai impedir que essa poeira benéfica atinja outros continentes (como a Bacia Amazônica e as Américas). Existem dois motivos centrais para isso: 1. A principal fonte de poeira não fica no Sahel. A maior parte da poeira rica em fósforo que cruza o Atlântico para fertilizar a Amazônia e os oceanos vem da Depressão de Bodélé, localizada no Chade, no coração do deserto do Saara (ao norte do Sahel).