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24 de fev. de 2026
PANTANAL. A MAIOR PLANÍCIE ALAGADA DO MUNDO COM SEU FELINO DE DESTAQUE: A ONÇA-PINTADA
A onça-pintada (português brasileiro) ou jaguar (português europeu) (nome científico: Panthera onca), também conhecida como onça-preta (no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família dos felídeos (Felidae) encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, sendo o maior do continente americano. Apesar da semelhança com o leopardo (Panthera pardus), a onça-pintada é evolutivamente mais próxima do leão (Panthera leo). Ocorre desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, mas está extinta em diversas partes dessa região atualmente.
ACESSAR (vídeo)
https://globoplay.globo.com/v/14367998/
DESTAQUE:
Entre chuva e expectativa, a equipe vivencia um momento inesquecível: uma onça-pintada surge em meio à vegetação, caminhando, nadando e caçando com toda sua habilidade, afinal, o rio não é obstáculo para esse excelente nadador e dono da mordida mais potente entre os felinos.
Para o repórter Paulo Augusto, foi um encontro extraordinário. Depois de 15 anos no Terra da Gente, ele encontrou pela primeira vez uma onça-pintada totalmente livre na natureza, em um espetáculo emocionante mesmo debaixo de chuva e trovões. Uma experiência única em meio à imensidão do Pantanal.
22 de fev. de 2026
ENDOGAMIA POR REDUÇÃO DE HABITAT CAUSANDO LEUCISMO EM MACACO-PREGO (?!)
REPRODUZIDO DE:
https://oeco.org.br/salada-verde/pesquisadores-registram-caso-inedito-de-macaco-prego-leucistico-no-ceara/
"O leucismo é uma anomalia genética rara que causa a perda parcial ou total da pigmentação (melanina) na pelagem ou plumagem de animais, resultando em uma cor branca ou pálida, enquanto olhos, bico e patas mantêm a coloração normal (IA)".
DESTAQUE:
Pesquisadores documentaram pela primeira vez um macaco-prego com leucismo, alteração que deixa o animal com pelos brancos. O registro foi feito ao acaso no Parque Nacional de Ubajara, no Ceará, enquanto os cientistas verificaram gravadores acústicos instalados na área protegida. O leucismo pode ser causado por mutações genéticas e gerou um alerta dos cientistas sobre possíveis impactos que populações pequenas podem sofrer com a fragmentação do habitat e a reprodução entre parentes próximos (endogamia, como chama a ciência).
O animal leucístico trata-se de um filhote de macaco-prego (Sapajus libidinosus), primata de distribuição ampla no país, em especial nas regiões nordeste. O registro é o primeiro também para o gênero, Sapajus, composto por um total de sete espécies distintas de macaco-prego.
O caso foi relatado em um artigo científico publicado no início de fevereiro no periódico Primates, com acesso aberto.
21 de fev. de 2026
IMPORTÂNCIA DAS ÁRVORES GIGANTES DA AMAZÔNIA
REPRODUZIDO DE:
https://clickpetroleoegas.com.br/pesquisadores-alertam-para-um-risco-oculto-na-amazonia-dados-ineditos-indicam-que-poucas-arvores-gigantes-concentram-quase-todo-o-carbono-da-floresta-fpsv/
DESTAQUES:
1) Um estudo revela que poucas árvores concentram a maior parte do carbono da floresta amazônica, levantando alertas sobre impactos silenciosos no clima, na biodiversidade e nas políticas florestais do Peru
A floresta amazônica é frequentemente descrita como um dos maiores aliados do planeta no combate às mudanças climáticas. No entanto, novas evidências científicas indicam que essa função vital pode estar mais ameaçada do que se imaginava. Um estudo recente mostra que as maiores árvores da Amazônia peruana armazenam uma quantidade desproporcionalmente maior de carbono, desempenhando um papel central na capacidade da floresta de atuar como sumidouro de carbono.
A informação foi divulgada por Live Science, com base em um artigo científico publicado na revista Frontiers in Forests and Global Change. Segundo os pesquisadores, justamente essas árvores gigantes, fundamentais para o equilíbrio climático, são as que enfrentam maior risco de exploração madeireira no Peru.Política
2) Atualmente, cerca de 60% do território peruano é coberto por florestas, sendo a maior parte localizada na região amazônica. Essa área representa aproximadamente 11% de toda a floresta amazônica, o que torna o país um ator estratégico na conservação ambiental global. Ainda assim, a legislação florestal vigente permite a extração seletiva de árvores quando atingem um diâmetro mínimo, que varia entre 41 e 61 centímetros (16 a 24 polegadas), dependendo da espécie.
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