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14 de ago. de 2026

BIOPIRATARIA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

DESTAQUES: 1) Pequeno, venenoso e com uma coloração azul que chama atenção em meio à floresta. Uma população do sapo-ponta-de-flecha "Adelphobates galactonotus", espécie encontrada apenas no Brasil, acabou despertando não apenas o interesse da ciência, mas também de colecionadores de animais exóticos no exterior. 2) O anfíbio apresenta uma impressionante variedade de cores. Dependendo da população, pode ter o dorso amarelo, laranja, vermelho, azul, marrom e até apresentar outras tonalidades e padrões. Entre elas está um morfotipo azul encontrado na Amazônia brasileira. A coloração incomum tornou esses animais especialmente desejados no mercado internacional de pets exóticos. O interesse foi tamanho que exemplares retirados ilegalmente da natureza no Brasil cruzaram o Atlântico, passaram pela Europa e chegaram aos Estados Unidos. 3) A história só foi interrompida por uma apreensão no Aeroporto Internacional de Miami. Ao inspecionar a carga e a documentação apresentada, agentes do U.S. Fish and Wildlife Service (USFWS), órgão responsável pela proteção da fauna silvestre nos Estados Unidos, encontraram 22 sapos com a coloração azul, além de exemplares vermelhos e alaranjados.
4) Segundo o USFWS, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) normalmente autorizava a exportação da espécie apenas para instituições científicas. O órgão norte-americano afirma ainda que os espécimes exportados para fins científicos não eram vivos e que o Brasil nunca havia autorizado a exportação do raro morfotipo azul.

12 de ago. de 2026

...E NÓS, SERES HUMANOS, CONTINUAMOS VÍTIMAS FRÁGEIS NA ATUAL DÉCADA DOS VÍRUS!!!

REPRODUZIDO DE: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/08/12/oms-indica-que-surto-de-ebola-esta-fora-de-controle-com-mortes-que-nao-estavam-na-lista-de-rastreamento.ghtml
DESTAQUES: 1) A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quarta-feira (12) para a rápida disseminação do surto de Ebola na República Democrática do Congo (RDC), com um número crescente de mortes ocorrendo fora das unidades de tratamento e sem registro prévio nas listas de rastreamento. O cenário aponta para a existência de cadeias de transmissão ainda desconhecidas e levou o site oficial da ONU a definir a situação como uma transmissão "fora de controle". Embora o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, não tenha utilizado essa expressão em sua fala a jornalista em Genebra, ele afirmou que o surto avança em ritmo alarmante e pode se tornar ainda mais grave do que a epidemia que atingiu a África Ocidental entre 2014 e 2016. 2) Até o momento, foram registrados 4.449 casos confirmados e 2.061 mortes em cinco províncias e 53 zonas de saúde. A província de Ituri concentra cerca de 90% dos casos e 80% dos óbitos. A transmissão permanece ativa em cidades como Bunia, Rwampara, Nizi e Lita. 3) IMPORTANTE: O fenômeno sugere que o vírus esteja circulando por cadeias de transmissão que ainda não foram detectadas pelas autoridades. O dado considerado mais preocupante pela OMS é a quantidade de pessoas que estão morrendo nas próprias comunidades, longe dos hospitais e das unidades de tratamento. Muitas dessas vítimas também não estavam entre os contatos previamente identificados pelas equipes de saúde. 4) Transmissão ocorre em momentos de maior vulnerabilidade. Segundo Tedros, boa parte dos novos contágios acontece quando familiares cuidam de pessoas infectadas dentro de casa ou durante os preparativos para os funerais. Por isso, a realização de sepultamentos seguros e dignos é considerada uma das principais medidas para interromper a circulação do vírus.

11 de ago. de 2026

LIXO RADIOATIVO NO OCEANO!

REPRODUZIDO DE: https://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2026-08-11/cientistas-encontram-200-mil-barris-de-lixo-radioativo-no-oceano.html DESTAQUES: Mais de 200 mil barris de lixo radioativo foram encontrados no fundo do oceano por cientistas. Os resíduos foram jogados por diferentes países europeus entre as décadas de 1970 e 1980 e depositados em águas internacionais em cerca de 14.500 quilômetros quadrados a mais de 4.700 metros. Durante expedições do projeto NODSSUM, feitas em 2025 e 2026, mais 3.500 barris foram somados à lista de tonéis encontrados no fundo do Atlântico Norte. O objetivo do projeto não é retirar os barris do oceano, mas sim acompanhar e entender o que acontece com os resíduos e com a vida marinha próxima aos recipientes. A área estudada fica a cerca de 1.200 quilômetros a oeste de La Rochelle, na França, e foi escolhida porque concentra uma grande quantidade desses barris.