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21 de mai. de 2026
PANTANAL: BIOMA EM CRISE CLIMÁTICA?!
REPRODUZIDO DE:
https://ecoa.org.br/pantanal-e-o-bioma-brasileiro-que-mais-aqueceu-e-perdeu-chuvas-em-40-anostemperatura-media-subiu-quase-19-oc-e-pluviosidade-diminui-10-milimetro-por-decada/
DESTAQUES:
1) A maior planície alagável do mundo está secando e ficando mais quente a um ritmo acelerado. Em quatro décadas, o Pantanal, o menor bioma brasileiro, foi o que mais aqueceu e teve a maior redução na quantidade de chuvas. Essa dupla tendência, de mais calor e de menos pluviosidade, é visível em todos os ecossistemas nacionais – da Amazônia, no Norte, que engloba quase metade da área do país, ao Pampa, no Rio Grande do Sul, ainda que nesse bioma de forma bem menos perceptível. Mas ela é mais acentuada no Pantanal, que se estende por aproximadamente 150 mil quilômetros quadrados (km²), 1,8% do território nacional.
2) Entre 1985 e 2024, a temperatura média no bioma subiu 0,47 grau Celsius (ºC) por década, segundo dados da primeira edição do “MapBiomas atmosfera”, levantamento lançado em novembro do ano passado por uma plataforma colaborativa de mais de 70 organizações não governamentais (ONG), universidades e startups de tecnologia. Em quatro décadas, o aumento acumulado no Pantanal chega a quase 1,9 ºC. Não é por acaso que os dois estados que mais esquentaram durante o período de 40 anos coberto pelo trabalho foram Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. A temperatura média anual subiu 0,40 ºC por década no primeiro e 0,35 ºC no segundo.
3) O ritmo de crescimento do aquecimento no Pantanal é 60% superior ao calculado no mesmo período para o Brasil como um todo (de 0,29 ºC por década) e os biomas Amazônia (0,29 ºC) e Cerrado (0,31 ºC), que abrangem quase três quartos da área nacional. A velocidade de subida dos termômetros no Pantanal é ainda cerca do dobro da apresentada na Caatinga e na Mata Atlântica e mais do que o triplo da do Pampa nos 40 anos analisados (ver quadro abaixo). O Pantanal abrange 25% das áreas sul-mato-grossenses e 7% das mato-grossenses. A principal atividade econômica em suas terras é a pecuária, presente na região há 200 anos. As pastagens ocupam aproximadamente 15% de seu território.
4) "Os biomas próximos do centro do continente, como o Pantanal e o Cerrado, estão longe da influência moderadora do oceano e aquecem mais rapidamente do que os ecossistemas mais perto da costa atlântica”, comenta Luciana Rizzo, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP) e coordenadora do “MapBiomas atmosfera”. De acordo com o relatório, a temperatura média no Pantanal foi de 26,2 ºC entre 1985 e 2024, maior do que a do Brasil (24,6ºC) e a dos demais biomas. Os dados de temperatura usados no trabalho derivaram da base europeia ERA5, do Serviço de Mudança Climática Copernicus. O sistema reúne e valida uma série de informações meteorológicas monitoradas na superfície e na atmosfera por diferentes fontes (satélites, balões, aeronaves, sensores) e gera uma reanálise da evolução histórica do clima. O Copernicus é um dos serviços internacionais que acompanham a evolução do aquecimento global e divulgou em janeiro de 2026 que o ano passado foi o terceiro mais quente da história recente.
5) Um artigo de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicado no final de novembro de 2025 na revista científica Atmosphere, chegou a resultados muito parecidos com os divulgados pelo MapBiomas. Feito também a partir de dados da ERA5, o estudo abrangeu um período ligeiramente maior, de 1979 a 2024, e apontou igualmente o Pantanal como o bioma brasileiro que mais sofre os efeitos da elevação de temperatura e da redução de precipitação.
19 de mai. de 2026
NOSSO CONHECIMENTO SOBRE FLORESTAS, ESTRUTURAS BIOLÓGICAS BÁSICAS, ÁGUA (DISPONIBILIDADE E MANEJO) SÃO VITAIS À VIDA NO NOSSO PLANETA
RESUMO OBTIDO DO GEMINI-GOOGLE:
https://g.co/gemini/share/68c4d6eda2b6
DESTAQUES:
1) A relação entre florestas e água é um dos pilares mais fundamentais da vida na Terra. Longe de serem apenas consumidoras de água, as florestas funcionam como verdadeiras "fábricas" e reguladoras dos recursos hídricos globais.
2) As florestas têm a capacidade de bombear água do solo para a atmosfera em volumes astronômicos. Uma única árvore de grande porte na Amazônia pode transpirar até mil litros de água em um único dia.
• Esse vapor d'água forma nuvens que são transportadas pelos ventos, criando os chamados rios voadores.
3) Infiltração: Em vez de a água da chuva correr rapidamente pela superfície, a vegetação desacelera as gotas e faz com que a água penetre lentamente no solo.
• Abastecimento de lençóis freáticos: Essa infiltração alimenta os aquíferos subterrâneos, garantindo que as nascentes e os rios continuem correndo mesmo durante as estações mais secas.
OBSERVAÇÃO:
No Capítulo 10 da publicação abaixo indicada (livro impresso) é destacado o papel de uma floresta nos "serviços ambientais" proporcionados a uma cidade em acelerado cresimento:
https://www.amazon.com/%C3%81gua-DNA-Mol%C3%A9culas-Sustentam-Portuguese/dp/B0H1RLV7Z7
COMPRA: diretamente da Amazon nos Estados Unidos.
18 de mai. de 2026
SALVANDO IMPORTANTE COMPONENTE VEGETAL HISTÓRICO, DE NOSSA FLORESTA NO SUL
REPRODUZIDO DE:
https://ndmais.com.br/meio-ambiente/corrida-para-salvar-dna-centenario-de-araucaria-gigante-entra-em-fase-decisiva-em-sc/
Corrida para salvar DNA centenário de araucária gigante entra em fase decisiva em SC.
DESTAQUES:
1) Cerca de 20 enxertos foram realizados com brotações da araucária gigante, em uma tentativa de preservar características genéticas raras da árvore histórica.
2) O DNA da quarta maior araucária do Brasil já está em laboratório e pode dar origem a novas mudas geneticamente idênticas à árvore original. Os pesquisadores iniciaram cerca de 20 enxertos com brotações retiradas da copa e aguardam os próximos 100 dias para descobrir se o material genético ainda está vivo.
3) Como funciona a clonagem da araucária gigante.
As brotações coletadas foram preparadas e enxertadas em mudas já existentes de araucária.
Segundo a Embrapa Florestas, se o procedimento tiver sucesso, essas brotações vão “dominar” a muda utilizada no enxerto e dar origem a uma nova planta clonada a partir da árvore centenária.
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