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8 de nov. de 2026
TRÁFICO DE ANIMAIS NA AMAZÔNIA
REPRODUZIDO DE:
https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2026/11/06/consumo-de-carne-de-caca-e-comercio-ilegal-de-animais-silvestres-persistem-no-amazonas-e-em-rotas-de-fronteira-aponta-estudo.ghtml
DESTAQUES:
1) O tráfico de animais silvestres continua sendo um problema na Amazônia, impulsionado por diferentes formas de exploração da fauna, é o que revela o estudo "Human Ecology". O levantamento reuniu dezenas de pesquisas para traçar as principais rotas do tráfico de fauna na Amazônia brasileira, apontando a tríplice fronteira com Colômbia e Peru como uma das zonas mais vulneráveis e críticas do estado.
Conforme apontam os pesquisadores no estudo, o comércio ilegal de fauna silvestre no bioma é impulsionado prioritariamente por quatro finalidades:
consumo alimentar (carne de caça);
usos mágico-religiosos;
práticas medicinais;
colecionismo como forma de pet.
2) O peso do Amazonas e a pressão sobre as espécies.
No Amazonas, o uso alimentar da fauna silvestre está profundamente enraizado em contextos locais e culturais. Espécies frequentemente comercializadas em mercados públicos e feiras da região incluem:
Mamíferos: como a paca, a anta e o queixada.
Répteis e quelônios: como o jacaré-açu, a tartaruga-da-amazônia e o tracajá
Peixes ornamentais e de corte: com rotas internacionais expressivas que partem de rios amazonenses rumo a mercados globais.
3) Segundo os dados levantados pela pesquisa, cerca de 25,5% das espécies registradas nos comércios ilegais avaliados constam em listas oficiais de ameaça de extinção do ICMBio. Os autores ressaltam que "peixes e mamíferos de grande porte figuram entre os grupos mais vulneráveis à pressão da caça e da captura desregulada".
7 de nov. de 2026
"FEBRE EM ANFÍBIOS E RÉPTEIS" (?!)
REPRODUZIDO DE:
https://jornal.usp.br/ciencias/anfibios-e-repteis-com-febre-cientistas-estudam-como-variacao-termica-do-ambiente-favorece-febre-comportamental/
DESTAQUES:
1) Animais ectotérmicos, como anfíbios e répteis, dependem de fontes externas de calor para regular a temperatura corporal. Quando enfrentam uma infecção, podem procurar ambientes mais quentes para elevar o calor do corpo e favorecer a resposta imunológica. Esse comportamento é conhecido como febre comportamental.
Um estudo conduzido por pesquisadores da USP e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e publicado em importante revista científica investigou como a variação térmica do ambiente influencia essa estratégia de defesa. Os resultados apontaram que ambientes com maior variação de temperatura ao longo do dia estão associados a respostas de febre comportamental mais intensas. A análise também identificou diferenças entre anfíbios e répteis, e mostrou que a reação varia conforme o tipo de agente infeccioso.
2) Febre comportamental
A febre é um mecanismo de defesa natural do organismo para combater infecções. Quando agentes infecciosos são identificados, o corpo eleva sua temperatura. Essa reação pode dificultar a multiplicação de alguns patógenos e facilitar os mecanismos de defesa.
Os animais endotérmicos, como mamíferos e aves, produzem calor por meio do próprio metabolismo e conseguem conservar essa temperatura, mesmo diante de mudanças no ambiente. Durante uma infecção, o organismo consegue desenvolver a febre como parte da resposta imunológica. Já os animais ectotérmicos precisam recorrer a outra estratégia para desenvolver esse mecanismo de defesa.
3) Quando esses animais estão infectados por algum patógeno, eles podem alterar seu comportamento e procurar locais mais quentes para elevar a temperatura corporal. Essa reação é definida como febre comportamental e pode contribuir para a defesa contra ameaças.
“Se um sapo está infectado por uma bactéria, para expressar essa resposta febril, ele precisa encontrar um canto mais quente do ambiente dele. Se está em uma poça d’água, ele precisa ir para uma rocha que está um pouquinho mais quente”, exemplifica Danilo Giacometti, professor no Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências (IB) da USP e um dos autores do artigo.
6 de nov. de 2026
BASEANDO-SE NA HISTÓRIA BREVE E COM RESULTADOS NEGATIVOS DA EXPLORAÇÃO DO MANGANÊS NO ESTADO DO AMAPÁ SERÁ QUE SEU POVO DEVE SE PREOCUPAR AGORA COM A EXPLORAÇÃO DO PETRÓLEO?!
EXPLORAÇÃO DO MANGANÊS (ASPECTOS BÁSICOS):
https://share.gemini.google/eXfDgrYPQMhx
O CASO DO MANGANÊS NA SERRA DO NAVIO, ESTADO DO AMAPÁ:
https://www.scielo.br/j/hcsm/a/KfYbrscwfwdcdCS6FZBMB7y/abstract/?lang=pt
DESTAQUE:
Resumo.
O texto discute as conseqüências ambientais e socioeconômicas de um grande empreendimento de extração mineral na Amazônia brasileira. Entre 1957 e 1998, a Indústria e Comércio de Minérios S. A. (ICOMI) explorou manganês no Amapá, em Serra do Navio, uma das maiores minas desse minério no mundo. Foi o primeiro e o mais durável empreendimento mineral de grande escala e intensivo de capital na região amazônica brasileira. O texto apresenta um perfil biofísico e socioeconômico do Amapá, caracterizando-o como fronteira de expansão da sociedade nacional. Discute o volume da produção, as características da companhia mineradora, mostrando seu sucesso comercial, os principais impactos ambientais do empreendimento, especialmente o desmatamento, o status da qualidade de água e a recuperação ambiental da área minerada, concluindo que esses impactos foram localizados e moderados. Na conclusão, são apresentados os resultados de um exercício de mensuração dos níveis de bem-estar socioeconômico da população do Amapá entre 1953 e 1993: as melhoras foram sensíveis.
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