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19 de mai. de 2026
NOSSO CONHECIMENTO SOBRE FLORESTAS, ESTRUTURAS BIOLÓGICAS BÁSICAS, ÁGUA (DISPONIBILIDADE E MANEJO) SÃO VITAIS À VIDA NO NOSSO PLANETA
RESUMO OBTIDO DO GEMINI-GOOGLE:
https://g.co/gemini/share/68c4d6eda2b6
DESTAQUES:
1) A relação entre florestas e água é um dos pilares mais fundamentais da vida na Terra. Longe de serem apenas consumidoras de água, as florestas funcionam como verdadeiras "fábricas" e reguladoras dos recursos hídricos globais.
2) As florestas têm a capacidade de bombear água do solo para a atmosfera em volumes astronômicos. Uma única árvore de grande porte na Amazônia pode transpirar até mil litros de água em um único dia.
• Esse vapor d'água forma nuvens que são transportadas pelos ventos, criando os chamados rios voadores.
3) Infiltração: Em vez de a água da chuva correr rapidamente pela superfície, a vegetação desacelera as gotas e faz com que a água penetre lentamente no solo.
• Abastecimento de lençóis freáticos: Essa infiltração alimenta os aquíferos subterrâneos, garantindo que as nascentes e os rios continuem correndo mesmo durante as estações mais secas.
OBSERVAÇÃO:
No Capítulo 10 da publicação abaixo indicada (livro impresso) é destacado o papel de uma floresta nos "serviços ambientais" proporcionados a uma cidade em acelerado cresimento:
https://www.amazon.com/%C3%81gua-DNA-Mol%C3%A9culas-Sustentam-Portuguese/dp/B0H1RLV7Z7
COMPRA: diretamente da Amazon nos Estados Unidos.
18 de mai. de 2026
SALVANDO IMPORTANTE COMPONENTE VEGETAL HISTÓRICO, DE NOSSA FLORESTA NO SUL
REPRODUZIDO DE:
https://ndmais.com.br/meio-ambiente/corrida-para-salvar-dna-centenario-de-araucaria-gigante-entra-em-fase-decisiva-em-sc/
Corrida para salvar DNA centenário de araucária gigante entra em fase decisiva em SC.
DESTAQUES:
1) Cerca de 20 enxertos foram realizados com brotações da araucária gigante, em uma tentativa de preservar características genéticas raras da árvore histórica.
2) O DNA da quarta maior araucária do Brasil já está em laboratório e pode dar origem a novas mudas geneticamente idênticas à árvore original. Os pesquisadores iniciaram cerca de 20 enxertos com brotações retiradas da copa e aguardam os próximos 100 dias para descobrir se o material genético ainda está vivo.
3) Como funciona a clonagem da araucária gigante.
As brotações coletadas foram preparadas e enxertadas em mudas já existentes de araucária.
Segundo a Embrapa Florestas, se o procedimento tiver sucesso, essas brotações vão “dominar” a muda utilizada no enxerto e dar origem a uma nova planta clonada a partir da árvore centenária.
15 de mai. de 2026
JACUTINGA: MAIS UMA DE NOSSAS AVES EM RECUPERAÇÃO
REPRODUZIDO DE:
https://dcmais.com.br/campos-gerais/jacutinga-volta-a-se-reproduzir-na-natureza-apos-reintroducao-nos-campos-gerais/
DESTAQUES:
1) O esforço contínuo da Klabin na conservação da biodiversidade alcançou um marco importante com a identificação do primeiro ovo de Jacutinga (Aburria jacutinga) em vida livre, após a reintrodução da espécie na região dos Campos Gerais, no Paraná. O registro, feito pelo Parque Ecológico Klabin (PEK), reforça a efetividade das ações da Companhia para restaurar populações de aves ameaçadas e contribuir com a saúde dos ecossistemas da Mata Atlântica.
2) Em 2022, o PEK liderou uma ação de reintrodução de Jacutingas, espécie considerada em perigo de extinção na região, com a soltura de 30 indivíduos em áreas protegidas da Klabin. “A postura do ovo por uma fêmea reintroduzida aponta que as aves estão retomando seu ciclo reprodutivo na natureza, etapa essencial para a recuperação populacional da espécie”, afirma Paulo Henrique Schmidlin, Coordenador de Biodiversidade da Klabin. A Jacutinga desempenha papel essencial na saúde da Mata Atlântica por atuar como importante dispersora de sementes, contribuindo para a manutenção e regeneração do ecossistema.
3) Compromisso com a sustentabilidade
O Parque Ecológico Klabin tem histórico relevante na recuperação de espécies ameaçadas. Em 2018, o Parque apoiou a reintrodução de Antas (Tapirus terrestris) no Rio de Janeiro, iniciativa que resultou no nascimento do primeiro filhote da espécie na região em mais de 100 anos. Em ação recente, o PEK também realizou a soltura de Papagaios-do-peito-roxo (Amazona vinacea) na região, espécie igualmente ameaçada nos Campos Gerais.
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