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17 de ago. de 2026

MILHÕES DE TONELADAS DE SARGAÇO NO LITORAL DO CARIBE E MÉXICO...

... SE NÃO SE CONSEGUE EVITAR, SÓ RESTA DESCOBRIR COMO MANEJAR! ESTE RELATO É LONGO! Em julho, o sargaço somou cerca de 27 milhões de toneladas no Atlântico, Caribe e Golfo do México, enquanto o litoral mexicano recebeu volumes capazes de chegar a 9 mil toneladas por dia. Em Quintana Roo, empresas estimaram queda de 30% nas vendas no primeiro semestre por causa do problema. REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/caribe-e-mexico-enfrentam-27-milhoes-de-toneladas-de-sargaco-no-atlantico-em-julho-enquanto-praias-ficam-cobertas-por-algas-em-decomposicao-vendas-caem-ate-30-em-areas-ctl01/
DESTAQUES: 1) Em julho, o sargaço somou cerca de 27 milhões de toneladas no Atlântico, Caribe e Golfo do México, enquanto o litoral mexicano recebeu volumes capazes de chegar a 9 mil toneladas por dia. Em Quintana Roo, empresas estimaram queda de 30% nas vendas no primeiro semestre por causa do problema. 2) O sargaço voltou a atingir proporções extraordinárias no Atlântico, Caribe e Golfo do México em julho de 2026, quando pesquisadores estimaram aproximadamente 27 milhões de toneladas métricas da alga espalhadas pela região. No litoral, o cenário é diferente daquele observado em mar aberto: grandes massas chegam às praias, entram em decomposição, alteram a cor da água e criam problemas ambientais, turísticos e operacionais para comunidades costeiras. 3) O sargaço voltou a atingir proporções extraordinárias no Atlântico, Caribe e Golfo do México em julho de 2026, quando pesquisadores estimaram aproximadamente 27 milhões de toneladas métricas da alga espalhadas pela região. No litoral, o cenário é diferente daquele observado em mar aberto: grandes massas chegam às praias, entram em decomposição, alteram a cor da água e criam problemas ambientais, turísticos e operacionais para comunidades costeiras. 4) Manguezais, corais e ervas marinhas ficam sob pressão Próximo à costa, grandes volumes de sargaço podem sufocar raízes de manguezais e dificultar a entrada da luz necessária a organismos e vegetações submarinas. Corais e ervas marinhas também ficam expostos aos efeitos de uma camada que altera as condições físicas e químicas do ambiente. Quando as algas começam a se decompor, o consumo de oxigênio agrava o problema. Uma estrutura que em alto-mar pode sustentar vida passa a produzir efeitos adversos quando se acumula em excesso nas áreas costeiras, demonstrando como o impacto depende da quantidade e da localização do material.

16 de ago. de 2026

A MAIOR FLORESTA TEMPERADA INTACTA DO MUNDO, ESTÁ NO ALASCA

REPRODUZIDO DE https://www.canalrural.com.br/alem-do-agro/2026/08/14/com-quase-69-mil-km2-entre-ilhas-fiordes-geleiras-e-arvores-gigantes-uma-floresta-temperada-permanece-praticamente-intacta-em-uma-das-regioes-mais-selvagens-do-planeta/
DESTAQUES: 1) Com quase 69 mil km², a Tongass National Forest, no sudeste do Alasca, concentra ilhas, fiordes, geleiras e florestas centenárias em escala extraordinária. Ela é a maior floresta nacional dos Estados Unidos e protege parte da maior floresta temperada intacta do planeta, cercada por rios de salmão e áreas remotas. 2) Por que a Tongass National Forest é tão extensa e incomum? A dimensão começa pelo mapa: a Tongass National Forest cobre cerca de 16,7 milhões de acres, aproximadamente 67,6 mil km². O território ocupa grande parte do sudeste do Alasca e envolve ilhas do Arquipélago Alexander, canais marinhos e montanhas costeiras. A descrição oficial da área a apresenta como a maior floresta nacional dos Estados Unidos dentro da maior floresta temperada intacta do mundo. Essa escala reúne mata antiga, gelo e mar numa única região administrada. 3) Como ilhas, fiordes e geleiras dividem esse território? A enorme área não forma um bloco contínuo de árvores. O relevo mistura arquipélagos, fiordes e montanhas, enquanto geleiras e campos de gelo ocupam parte do terreno. Por isso, a paisagem muda rapidamente entre encostas arborizadas, canais de água salgada e superfícies cobertas por gelo. Esse desenho também ajuda a explicar o isolamento de muitas áreas. Em vez de uma floresta cortada por uma malha uniforme de cidades e estradas, a Tongass acompanha uma costa fragmentada, com ilhas e vales separados por água, montanhas e extensões de vegetação antiga.

15 de ago. de 2026

VIDA URBANA. SERES HUMANOS NÃO ESTÃO FÍSICA E PSICOLOGICAMENTE ESTRUTURADOS PARA SE AJUSTAR COM PERFEIÇÃO ...

...E TEREM PLENA SAÚDE! REPRODUZIDO DE: https://jornal.usp.br/atualidades/poluicao-sonora-de-veiculos-aumenta-risco-de-doencas-de-alzheimer-e-parkinson/
DESTAQUES: 1) Ruídos provenientes de meios de transporte, como carros, ônibus e trens, estão associados a um maior risco de doenças neurológicas. Pesquisadores dinamarqueses estudaram a exposição prolongada a esse tipo de barulho e identificaram uma relação com o aumento do risco das doenças de Alzheimer e de Parkinson. No Brasil, onde, segundo dados do IBGE, 87,4% da população vive em áreas urbanas, escapar da poluição sonora é impossível para muitas pessoas, principalmente em cidades como São Paulo. Idosos, que já apresentam maior predisposição a essas doenças, e pessoas que vivem próximas a rodovias ou ferrovias estão entre as mais expostas. expostas. 2) Os efeitos no cérebro. A exposição crônica à poluição sonora pode afetar diferentes regiões do cérebro. No caso da doença de Alzheimer, entre as áreas envolvidas estão os lobos temporais, relacionados à formação de memórias, e o córtex pré-frontal, responsável por funções como a tomada de decisões, como explica Sonia Brucki, professora da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e coordenadora do Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital das Clínicas da FMUSP. 3) Outro possível efeito é a desregulação de substâncias produzidas naturalmente pelo organismo. Alterações na amígdala cerebral, que a neurologista descreve como responsável pela regulação das emoções, podem interferir na produção e no funcionamento de neurotransmissores como a dopamina. Segundo a professora, alterações nesse sistema podem prejudicar funções relacionadas à aprendizagem, à memória e ao controle motor, mecanismos envolvidos em doenças neurodegenerativas como o Parkinson. 4) Também é importante nesse processo o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, responsável, entre outras funções, pela regulação da produção de cortisol. “Essas vias neuroendócrinas estão associadas a estados de ansiedade, que também pioram o aprendizado e o comprometimento da memória”, explica Sonia. As consequências também podem estar relacionadas ao acúmulo das proteínas tau e beta-amiloide no cérebro. Quando essas proteínas se acumulam de forma anormal, estão associadas ao desenvolvimento da doença de Alzheimer. 5) A poluição sonora também está relacionada à poluição atmosférica produzida por motores a combustão, que, por sua vez, também pode aumentar o risco de demência. Por isso, a presença de árvores pode contribuir para reduzir os efeitos da poluição sonora. Além da importância ambiental, elas “bloqueiam a passagem do som”, explica a professora Sonia Brucki.