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15 de abr. de 2024

BRASIL: DIVISOR GEOGRÁFICO DO MUNDO!!!

Como se nada mais importante o IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística tivesse que mostrar ao mundo como anda o país, eis o que o novo governo decidiu fazer
DESTAQUES Lançado em evento, na terça-feira (09/04) na Casa G 20, no Rio de Janeiro (RJ), o mapa-múndi, elaborado pelo IBGE, foi entregue pelo Presidente Marcio Pochmann ao Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, ao Senador Randolfe Rodrigues, ao Secretário de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e ao ministro da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta. A entrega ao presidente Lula foi em audiência, no dia 21 de março, no Palácio Alvorada, em Brasília. Ministros e parlamentares receberam o mapa das mãos de Marcio Pochmann, nessa semana, em visita ao Congresso Nacional. O mapa-múndi tem a marcação dos países que compõem o G20 e dos que possuem representação diplomática brasileira, além de algumas informações básicas sobre o Brasil, como população e área, entre outros dados. Para o IBGE, a produção do mapa ocorre em consonância com o momento em que o Brasil está presidindo o G20 e é uma oportunidade de mostrar uma forma singular do país ser visto em relação a esse grupo de países e ao restante do mundo.

12 de abr. de 2024

"TUDO CONTINUA COMO ANTES"...

https://ecoa.org.br/queimadas-explodem-no-cerrado-e-na-amazonia-em-marco/
DESTAQUES 1) Número de focos registrados no Cerrado é o maior desde 1999. Queimadas na Amazônia foram 256% maiores do que a média esperada para o período. 2) Os biomas brasileiros continuaram a sofrer com as chamas em março, mesmo sendo mês chuvoso em algumas regiões do Brasil. Com exceção do Pampa, todos os outros biomas apresentaram número de queimadas acima da média esperada para o período, com destaque para o Cerrado e a Amazônia. 3) Na Amazônia, o INPE registrou 2.654 focos de calor, segundo maior valor da série histórica, só perdendo para 2019, quando foram computados mais de 3000 focos. Puxado pelos incêndios no Amapá e Roraima, o número registrado pelo INPE em março para o bioma foi 156% maior do que a média esperada para o mês (1034 focos) e 160% maior do que março de 2023 (1019 focos registrados). 4) Na Caatinga, o Instituto computou 175 focos de calor, número 28% maior do que a média para o mês (136 focos). 5) No Pantanal, foram registrados 176 focos de calor, número 151% maior do que o esperado para março neste bioma (70 focos). 6) Na Mata Atlântica, que vive seu período de chuvas, foram registrados 612 focos de calor no período, valor 24% maior do que a média do mês (493 focos). 7) Ao contrário dos outros biomas, o Pampa teve uma redução significativa no número de queimadas registradas. Em março de 2024, foram computados 25 focos apenas, valor 56% menor do que a média para o período (57 focos).

8 de abr. de 2024

…MAIS PROVÁVEIS INDICADORES DE QUE DEGRADAÇÃO NA AMAZÔNIA CONTINUA

Um alerta muito importante: degradação mais preocupante do que desmatamento! REPRODUZIDO DE https://www.diariodocentrodomundo.com.br/amazonia-degradacao-afeta-area-tres-vezes-maior-que-desmatamento/
DESTAQUES 1) Mesmo com a retomada de políticas públicas ambientais – que resultaram em sucessivas reduções de desmatamento na Amazônia – a degradação avança e já acumula alertas para quase 163 mil quilômetros quadrados (km²) do mesmo bioma. 2) O número é três vezes maior do que os quase 58,5 km² alcançados por alertas de desmatamento registrados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), na plataforma Terra Brasilis, até março deste ano. 3) De acordo com o pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), David Lapola, a degradação florestal é mais complexa que o próprio desmatamento, representa uma ameaça grave ao cumprimento das metas brasileiras estabelecidas em acordos internacionais para a manutenção da estabilidade climática. Camuflados por frágeis vegetações, distúrbios ambientais causados pelo homem avançam sobre a biodiversidade, longe do alcance das imagens de satélite e do monitoramento governamental. 4) Lapola, que coordenou o estudo The drivers and impacts of Amazon forest degradation, publicado na revista Science em 2023 , afirma que, diferente do desmatamento, que faz com que a floresta deixe de existir e dê lugar a outras paisagens como o pasto, a degradação afeta os serviços ecossistêmicos da floresta de forma mais sutil e em prazo mais longo. Na prática, transforma a floresta por dentro com a substituição de espécies tanto da flora, quanto da fauna. Árvores maiores dão lugar a árvores com estruturas menores, menos biomassa e menor capacidade de cumprir os serviços ecossistêmicos. 5) Na publicação, Lapola analisa dados do período de 2001 a 2018 e antecipa que a degradação avança mais rápido e já atinge mais que o desmatamento, na Floresta Amazônica. “O problema é que os efeitos da degradação são iguais ao do desmatamento. Em algumas pesquisas, há autores que apontem danos maiores até”, afirma. São consequências como menor capacidade de reter o CO2, interferência no ciclo hidrológico com menos chuvas e aumento da temperatura, por exemplo.