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3 de ago. de 2026
LONGA MIGRAÇÃO DE PEIXE NA AMAZÔNIA
REPRODUZIDO DE:
https://revistaoeste.com/oestegeral/2026/07/31/por-mais-de-11-mil-quilometros-na-amazonia-cientistas-acompanham-a-maior-migracao-ja-registrada-entre-peixes-de-agua-doce/
DESTAQUES:
1) Como um peixe consegue cruzar quase toda a dourada amazônica? A resposta está em um ciclo de vida extraordinário. Esse grande bagre percorre milhares de quilômetros entre os Andes e a foz do Rio Amazonas para nascer, crescer e se reproduzir.
O que é a dourada amazônica?
A longa viagem impressiona porque a dourada amazônica é um dos maiores bagres da América do Sul. Também chamada de Brachyplatystoma rousseauxii, ela pode atingir cerca de 2 metros de comprimento.
Esse peixe vive apenas em água doce e depende de rios conectados para completar seu ciclo. Na Brachyplatystoma rousseauxii, cada fase da vida acontece em uma região diferente da Amazônia.
2) Como acontece essa migração gigantesca?
Agora que o peixe foi apresentado, vale entender seu percurso. Os ovos são liberados próximos aos Andes, onde as larvas seguem naturalmente pela correnteza até áreas próximas da foz do Amazonas.
3) Depois de crescerem, os jovens iniciam uma viagem de retorno que pode ultrapassar 11.000 quilômetros durante todo o ciclo de vida. Essa distância é considerada a maior migração conhecida entre peixes exclusivamente de água doce.
4) Por que essa viagem é tão importante?
Esse deslocamento permite que cada fase da vida ocorra em ambientes favoráveis. As áreas próximas ao estuário oferecem grande quantidade de alimento, enquanto as regiões andinas apresentam condições adequadas para a reprodução.
5) Os principais benefícios desse ciclo incluem:
Alimentação variada: os juvenis encontram diferentes fontes de alimento ao longo do rio.
Reprodução eficiente: os adultos retornam às áreas onde nasceram para desovar.
Equilíbrio ecológico: grandes bagres ajudam a manter a cadeia alimentar dos rios.
Importância econômica: a espécie sustenta parte da pesca comercial em diversos países amazônicos.
1 de ago. de 2026
ADAPATAÇÃO EM AVE: VOAVA MAS AGORA NADA!
REPRODUZIDO DE:
https://www.brasil247.com/tendencias/2026/07/24/o-cormorao-das-galapagos-das-ilhas-isabela-e-fernandina-que-virou-foco-de-ornitologos-ao-apresentar-diferencas-marcantes-de-tamanho-das-asas-e-propulsao-subaquatica-em-relacao-aos-tradicionais-cormoro/
DESTAQUES:
1) Nas rochas vulcânicas da ilha Fernandina, o cormorão-das-Galápagos (Nannopterum harrisi) observa o oceano Pacífico sem jamais alçar voo. Esta espécie única de ave marinha desenvolveu asas atrofiadas ao longo de milênios de isolamento geográfico no arquipélago equatoriano. A abundância de alimentos no litoral e a ausência de predadores terrestres criaram condições ideais para uma transformação anatômica singular na história da biologia.
2) Por que o cormorão-das-Galápagos perdeu a capacidade de voar?
O isolamento insular do arquipélago de Galápagos permitiu que a espécie redefinisse suas prioridades de sobrevivência ao longo de gerações. Sem a ameaça de predadores naturais em terra firme, a energia gasta na manutenção de grandes músculos peitorais deixou de ser uma vantagem adaptativa. As águas frias da corrente de Humboldt trouxeram fartura de peixes, polvos e lagostas bem ao longo da costa, tornando o voo desnecessário para a busca diária por alimento marinho.
A NATUREZA IMPRIMIU MUDANÇA. DEU CERTO, PERPETUOU.
31 de jul. de 2026
AGORA, MUITO MAIS DO QUE ANTES DO INTENSO PROCESSO DE "INCHAÇO" DAS NOSSAS METRÓPOLES...
...A ARBORIZAÇÃO URBANA É FATOR PREOCUPANTE!
REPRODUZIDO DE:
https://oeco.org.br/analises/as-arvores-nao-falham-as-cidades-sim/
MUITOS PONTOS IMPORTANTES SÃO RELATADOS NESTA PUBLICAÇÃO.
A cada período chuvoso, as imagens se repetem: árvores caídas bloqueiam ruas, atingem veículos, interrompem o fornecimento de energia e, infelizmente, provocam feridos e mortes. A reação costuma ser imediata: culpa-se a árvore. Mas essa é apenas a face visível de um problema muito mais profundo.
As árvores não passaram a cair porque se tornaram mais frágeis. O ambiente urbano, sim, tornou-se muito mais hostil. E o clima mudou, e muito.
Vivemos uma nova realidade climática. O aquecimento global vem aumentando a frequência e a intensidade dos eventos extremos. Episódios de El Niño e La Niña cada vez mais intensos alternam longos períodos de seca com tempestades violentas, rajadas de vento e chuvas concentradas em poucas horas. As árvores passam meses submetidas ao estresse hídrico, acumulando danos muitas vezes invisíveis. Quando chegam as tempestades, basta a combinação de solo encharcado, ventos intensos e copas desequilibradas para que muitas não resistam.
NA PUBLICAÇÃO ACIMA DESTACADA HÁ PONTOS FUNDAMENTAIS QUE, INFELIZMENTE, AS AUTORIDADES MUNICIPAIS RESPONSÁVEIS NÃO SE CONSCIENTIZAM DE QUE PRECISAM AGIR!
DESRESPEITO À VIDA!!!
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