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26 de set. de 2026

DESMATAMENTOS NA AMAZÔNIA: SEMPRE QUE OCORRE ELEIÇÃO, DADOS ANTIGOS E NOVOS SÃO MOSTRADOS

AS OSCILAÇÕES CONTINUAM OCORRENDO! DADOS REPRODUZIDOS DE: https://imazon.org.br/imprensa/ano-de-2025-comeca-com-aumento-de-68-no-desmatamento-da-amazonia
DESTAQUES: 1) "Esses números evidenciam uma crescente pressão sobre a Amazônia e servem como um sinal de alerta para a necessidade de fortalecer as ações de monitoramento na região. Para reverter esse cenário, é fundamental intensificar a fiscalização, ampliar as operações de combate aos crimes ambientais e fortalecer políticas que incentivem a proteção e o uso sustentável da floresta”, afirma a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim. Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon e mostram que Mato Grosso liderou a devastação em janeiro deste ano, concentrando 45% do total detectado. Roraima (23%) e Pará (20%) aparecem em seguida, e juntos, eles somam 88% da redução de vegetação registrada na Amazônia. 2) A pesquisadora Larissa alerta que, além desse crescimento, também é preocupante a perda em áreas protegidas concentrada em algumas regiões. “Um exemplo é que apesar do Amazonas ter sido o quinto estado que mais desmatou em janeiro de 2025, a maioria das unidades de conservação que mais desmataram estão localizadas neste estado “, explica. Além disso, o estudo identificou que sete das dez terras indígenas mais afetadas pelo desmatamento estão total ou parcialmente dentro de Roraima, evidenciando a vulnerabilidade das TIs no estado. “A destruição dessas terras impacta diretamente os povos originários, que dependem da floresta para sua sobrevivência, além de comprometer a manutenção da biodiversidade de fauna e flora e a regulação climática. É preciso uma ação em conjunto dos órgãos responsáveis para atuar nos locais apontados como mais críticos”, ressalta Larissa. 3) Degradação florestal em janeiro é a terceira maior desde 2009. A degradação, caracterizada pela derrubada parcial da vegetação, que ocorre devido às queimadas e extração madeireira, atingiu 355 km² no primeiro mês do ano de 2025, afetando um território maior que o município Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. A área ainda é 21 vezes superior à impactada no mesmo período do ano passado, quando 16 km² foram acometidos. O dado é o terceiro maior da série histórica para o mês, ficando atrás apenas de janeiro de 2015 (389 km²) e de 2011 (376 km²).

25 de set. de 2026

ELEFANTES EM CATIVEIRO, MAS SALVOS DA MALDADE DOS HUMANOS!

Confira esta notícia: https://www.cnnbrasil.com.br/curiosidades/elefante-sandro-passou-40-anos-em-um-zoologico-e-ao-chegar-em-mato-grosso-fez-tres-elefantas-pararem-tudo/ Elefante Sandro passou 40 anos em um zoológico e, ao chegar em Mato Grosso, fez três elefantas pararem tudo. Profissionais que cuidam dos animais explicam que as fêmeas conseguiram detectar a presença do novo integrante por meio das vibrações sonoras.
DESTAQUES: 1) O elefante Sandro, um dos animais mais antigos e especiais do Parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros”, em Sorobaca, agora vive no SEB (Zoológico Municipal para o Santuário de Elefantes Brasil), na Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso. A transferência aconteceu na semana passada, e algumas fêmeas do local já perceberam a chegada do novo companheiro. 2) Um vídeo publicado nas redes sociais do Santuário Global para Elefantes mostra as elefantas Bambi, Maia e Guillermina caminhando com as trombas erguidas, em um sinal de reconhecimento pela chegada de Sandro no ambiente, mesmo a 50 metros de distância. Na publicação, o santuário explica que elas conseguiriam detectar a presença do novo elefante por meio de vibrações sonoras, mesmo que ele não emitisse nenhum som audível. 3) "Os elefantes são sensíveis e têm a capacidade de se comunicar de maneiras sutis que os humanos não conseguem perceber. Sandro não encontrará as elefantas — pelo menos não até que todos estejam acomodados e saudáveis. Ele está instalado no recinto onde Baby (outra fêmea) cumpriu quarentena anteriormente, de modo que ele e os outros elefantes conseguem se ver se se posicionarem da maneira certa", diz a publicação. 4) "Os elefantes são sensíveis e têm a capacidade de se comunicar de maneiras sutis que os humanos não conseguem perceber. Sandro não encontrará as elefantas — pelo menos não até que todos estejam acomodados e saudáveis. Ele está instalado no recinto onde Baby (outra fêmea) cumpriu quarentena anteriormente, de modo que ele e os outros elefantes conseguem se ver se se posicionarem da maneira certa", diz a publicação. 5) História do elefante Sandro. Resgatado de um circo, Sandro chegou ao Quinzinho de Barros em 18 de agosto de 1982, com aproximadamente 10 anos de idade. Em 1995, passou a dividir o recinto com a elefanta Haisa também vinda de circo e trazida para Sorocaba com o objetivo de formarem um casal. Embora nunca tenham tido filhotes, os dois conviveram por 25 anos, até a morte de Haisa, em 18 de novembro de 2020. Conhecido por seu temperamento brincalhão, curioso e muito inteligente, o elefante também se destacava pelo grande apetite: consumia diariamente 250 quilos de alimentos, distribuídos em cinco refeições balanceadas com capim triturado, brotos macios, frutas, sucos e, no calor, água de coco gelada para se refrescar.

24 de set. de 2026

BIOMA MATA ATLÂNTICA COM PERDAS GIGANTESCAS!

"MAPBIOMAS" REVELA: A Mata Atlântica perdeu 9,7 milhões de hectares de vegetação madura entre 1985 e 2025, segundo a Coleção 11 do MapBiomas divulgada em setembro de 2026. Principais dados do levantamento • Perda de vegetação madura: Foram 9,7 milhões de hectares de mata nativa antiga eliminados em 41 anos. A redução líquida total de vegetação nativa no período foi de cerca de 5 milhões de hectares. • Avanço da agropecuária: A área ocupada pela agricultura dobrou no bioma, crescendo 11 milhões de hectares no mesmo intervalo. • Regeneração (vegetação secundária): O bioma ganhou mais de 8 milhões de hectares de vegetação nova que voltou a crescer após o desmatamento. Hoje, um em cada quatro hectares de vegetação nativa na Mata Atlântica é composto por essa mata secundária. • Pressão recente: Entre 2021 e 2025, o bioma perdeu 1,2 milhão de hectares de vegetação nativa, sendo que 60% dessa perda (700 mil hectares) atingiu áreas de vegetação secundária em regeneração.