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3 de out. de 2026

CASTORES NA ARGENTINA: CONSTRUTORES DE NOVOS AMBIENTES!

REPRODUZIDO DE: https://www.xataka.com.br/meio-ambiente/em-1946-a-argentina-soltou-20-castores-na-terra-do-fogo-agora-eles-se-tornaram-a-maior-alteracao-paisagistica-a-glaciacao DESTAQUES: Resumo. Em 1946, a Argentina introduziu 20 castores canadenses na Terra do Fogo com o intuito de criar uma indústria de peles. Embora a atividade comercial não tenha prosperado, a espécie proliferou sem controle e colonizou todo o arquipélago, alcançando o território chileno. Com mais de 206 mil represas já construídas, a presença desses animais transformou profundamente o ecossistema local, provocando a maior alteração na paisagem da região desde a última glaciação. Em novembro de 1946, os 20 castores foram soltos junto ao rio Claro, a nordeste do lago Fagnano. A mídia da época explicava que tudo isso acontecia "com o objetivo de enriquecer nossa fauna". Por razões que não estão totalmente claras, a indústria de peles nunca chegou a decolar. E talvez tenha sido por isso que os castores prosperaram: em poucas décadas, colonizaram praticamente todas as bacias do arquipélago (e ambos os lados da fronteira chileno-argentina). E o que isso significa? Costuma-se falar em "70.000 represas", mas esse número é insuficiente. O dado vem de um estudo da Universidade de Buenos Aires que contabilizou 70.682. No entanto, eles analisaram apenas a metade argentina da ilha principal. Quando todo o arquipélago foi mapeado a partir de imagens aéreas, o número total chegou a 206.203.

2 de out. de 2026

MANGUEZAIS PRODUZINDO MAIS GÁS METANO NO AQUECIMENTO GLOBAL

REPRODUZIDO DE: https://www.brasildefato.com.br/2026/10/01/aumento-das-temperaturas-faz-manguezais-emitirem-mais-metano-gas-superior-em-danos-ao-carbonico-aponta-pesquisa-da-usp/ EMISSÃO 6X MAIOR Aumento das temperaturas faz manguezais emitirem mais metano, gás superior em danos ao carbônico, aponta pesquisa da USP DESTAQUES: Simulando um cenário de aquecimento global, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) estudaram como o aumento da temperatura pode alterar o solo de manguezais, que são considerados um dos mais importantes ecossistemas para enfrentar as mudanças climáticas. Ao contrário do esperado, que era mais emissão de gás carbônico (CO₂), o experimento indicou uma liberação muito maior de gás metano (CH₄), molécula 30 vezes mais danosa para o clima da Terra.

1 de out. de 2026

O ESTADO DA PARAÍBA NO "MAPA E CRONOLOGIA" DA VIDA PULSANTE NA TERRA...

...IMPRESSIONANTE! REPRODUZIDO DE: https://jornal.usp.br/ciencias/rochas-da-paraiba-confirmam-fraco-campo-magnetico-da-terra-durante-explosao-da-vida/
DESTAQUES: 1) As rochas do Nordeste do Brasil ajudaram cientistas em uma descoberta fundamental sobre o comportamento e a evolução do núcleo da Terra. Evidências geológicas do enxame de diques de Itabaiana, localizado na Paraíba e formado há cerca de 525 milhões de anos, combinadas a dados obtidos em rochas vulcânicas do Canadá, sugerem que o surgimento da vida complexa ocorreu sob um escudo magnetosférico muito mais frágil do que o atual. 2) Os dados desafiam a teoria de que a formação do núcleo interno teria restabelecido rapidamente a proteção magnética do planeta, cerca de 550 milhões de anos atrás. Em vez disso, o estudo indica a existência de um geodínamo instável: o movimento do ferro líquido em convecção no núcleo externo do planeta, que funciona como o motor gerador do campo magnético da Terra, tinha reversões frequentes de polaridade durante um período crucial para a diversificação dos animais. DAÍ, O QUE PODE TER ACONTECIDO... Essa baixa intensidade magnética reduziu a blindagem contra radiações espaciais, o que pode ter influenciado a evolução biológica e as transformações atmosféricas da Terra primitiva. “O campo magnético terrestre sofreu uma forte queda em intensidade a partir de cerca de 750 milhões de anos atrás, mais ou menos quando a vida complexa se estabeleceu no planeta. Alguns pesquisadores sugerem uma relação direta entre o colapso do campo e o surgimento da vida complexa, inclusive com o início da mobilidade dos organismos e da sua capacidade de explorar o substrato, já que o campo blinda a superfície terrestre das partículas carregadas que vêm do espaço e têm efeitos nocivos para a vida”, explica Ricardo Trindade, professor e pesquisador do Departamento de Geofísica do IAG, ao Jornal da USP.