Total de visualizações de página

4 de out. de 2026

MAIS CO2 ...AUMENTA O AQUECIMENTO

REPRODUZIDO DE: https://oc.eco.br/terra-esta-esquentando-mais-rapido-mostra-relatorio-da-onu/ DESTAQUES: 1) DO OC – Em 2025, o desequilíbrio energético da Terra atingiu o maior nível desde o início dos registros, em 1960. Na prática, isso significa que o planeta não apenas continua acumulando calor — esse processo também está acelerando. As informações fazem parte do relatório “Estado do Clima Global 2025”, divulgado nesta segunda-feira (23) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência das Nações Unidas. Um estudo publicado em 6 de março por cientistas do Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático, na Alemanha, já havia apontado, com alto grau de precisão estatística, que o aquecimento global ficou mais rápido na última década. 2) Concentração de gases de efeito estufa bate recorde Em 2024, último ano com dados consolidados, a concentração de CO₂ teve o maior crescimento anual desde o início das medições modernas, em 1957. “Esse aumento foi impulsionado pelas contínuas emissões de CO₂ fóssil, pelos incêndios e pela redução da eficácia dos sumidouros terrestres e oceânicos”, explica o relatório. O uso de combustíveis fósseis — petróleo, carvão e gás — é o principal impulsionador global das mudanças climáticas. O desmatamento piora o problema. As concentrações de metano e óxido nitroso, outros importantes gases de efeito estufa, também atingiram níveis recordes em 2024. Dados preliminares indicam que os níveis desses três gases continuaram a aumentar em 2025. 3) O aumento da temperatura em 2025 foi o maior sem a influência do El Niño O ano passado foi o segundo ou o terceiro mais quente em 176 anos de observações, dependendo da base de dados analisada. O fato de 2025 ter ficado atrás de 2024 — o ano mais quente já registrado, com 1,55 °C acima da média pré-industrial (1850–1900) — não contradiz a intensificação e a aceleração do aquecimento global. Fenômenos climáticos naturais também influenciam a temperatura, como El Niño e La Niña. O primeiro tende a elevar temporariamente a temperatura média global e esteve ativo em 2024; o segundo provoca um resfriamento temporário.

3 de out. de 2026

CASTORES NA ARGENTINA: CONSTRUTORES DE NOVOS AMBIENTES!

REPRODUZIDO DE: https://www.xataka.com.br/meio-ambiente/em-1946-a-argentina-soltou-20-castores-na-terra-do-fogo-agora-eles-se-tornaram-a-maior-alteracao-paisagistica-a-glaciacao DESTAQUES: Resumo. Em 1946, a Argentina introduziu 20 castores canadenses na Terra do Fogo com o intuito de criar uma indústria de peles. Embora a atividade comercial não tenha prosperado, a espécie proliferou sem controle e colonizou todo o arquipélago, alcançando o território chileno. Com mais de 206 mil represas já construídas, a presença desses animais transformou profundamente o ecossistema local, provocando a maior alteração na paisagem da região desde a última glaciação. Em novembro de 1946, os 20 castores foram soltos junto ao rio Claro, a nordeste do lago Fagnano. A mídia da época explicava que tudo isso acontecia "com o objetivo de enriquecer nossa fauna". Por razões que não estão totalmente claras, a indústria de peles nunca chegou a decolar. E talvez tenha sido por isso que os castores prosperaram: em poucas décadas, colonizaram praticamente todas as bacias do arquipélago (e ambos os lados da fronteira chileno-argentina). E o que isso significa? Costuma-se falar em "70.000 represas", mas esse número é insuficiente. O dado vem de um estudo da Universidade de Buenos Aires que contabilizou 70.682. No entanto, eles analisaram apenas a metade argentina da ilha principal. Quando todo o arquipélago foi mapeado a partir de imagens aéreas, o número total chegou a 206.203.

2 de out. de 2026

MANGUEZAIS PRODUZINDO MAIS GÁS METANO NO AQUECIMENTO GLOBAL

REPRODUZIDO DE: https://www.brasildefato.com.br/2026/10/01/aumento-das-temperaturas-faz-manguezais-emitirem-mais-metano-gas-superior-em-danos-ao-carbonico-aponta-pesquisa-da-usp/ EMISSÃO 6X MAIOR Aumento das temperaturas faz manguezais emitirem mais metano, gás superior em danos ao carbônico, aponta pesquisa da USP DESTAQUES: Simulando um cenário de aquecimento global, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) estudaram como o aumento da temperatura pode alterar o solo de manguezais, que são considerados um dos mais importantes ecossistemas para enfrentar as mudanças climáticas. Ao contrário do esperado, que era mais emissão de gás carbônico (CO₂), o experimento indicou uma liberação muito maior de gás metano (CH₄), molécula 30 vezes mais danosa para o clima da Terra.