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28 de mai. de 2026

MILHÕES DESTRUINDO versus UM CONSTRUINDO...

...ESTE É O HOMEM DA FLORESTA! https://www.facebook.com/share/v/18uGmeMJqi/?mibextid=wwXIfr

ARARINHA-AZUL: MAIS UMA NOTÍCIA ANIMADORA!

REPRODUZIDO DE: https://conexaoplaneta.com.br/blog/operacao-do-icmbio-transfere-ararinhas-azuis-de-criadouro-em-curaca-para-centro-de-conservacao-em-petrolina/
DESTAQUES: 1) Uma operação coordenada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), na manhã desta quarta-feira (27/05), realizou a apreensão de 69 ararinhas-azuis e duas araras-maracanãs do Criadouro Ararinha-azul, em Curaçá, na Bahia. O objetivo da ação, respaldada por ação judicial e que contou com a participação das Polícias Federal e Militar, e do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) da Bahia, foi isolar as aves das demais contaminadas com o circovírus. 2) As ararinhas-azuis e as maracanãs foram levadas para o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UFSV), instituição especializada em manejo de fauna, localizada em Petrolina (PE). Lá elas passarão por um período de quarentena e por novos testes. Segundo nota divulgada pelo ICMBio, “a medida foi adotada após a confirmação de casos de circovírus entre as ararinhas-azuis e o descumprimento de medidas de biossegurança no criadouro, parceiro da organização alemã Associação para a Conservação dos Papagaios Ameaçados (ACTP, na sigla em inglês).” IMPORTANTE: no "link" acima disponibilizado são apresentados dados e informações sobre o vírus detectado nessas aves e as medidas tomadas para seu controle e salvaguarda da ararinha-azul.

SERÁ QUE ESSA ESPÉCIE DE AQUICULTURA AMEAÇA NOSSA BIODIVERSIDADE?!

https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/116610727/embrapa-se-posiciona-sobre-especies-aquicolas-que-constam-em-lista-de-exoticas-invasoras-da-comissao-nacional-de-biodiversidade
DESTAQUES 1) A Embrapa Pesca e Aquicultura redigiu nota técnica se posicionando com relação ao enquadramento de espécies aquícolas na Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras, no âmbito da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio). A instituição é contrária ao enquadramento automático e generalizado, sem estudos e critérios técnicos específicos e detalhados. A nota (que pode ser lida aqui) objetiva colaborar, do ponto de vista técnico, para que decisões sejam tomadas com equilíbrio, segurança científica e coerência com o atual contexto da aquicultura brasileira. 2) Assinada por seis pesquisadores, de diferentes áreas de atuação e funções na Embrapa, mostra a relevância crescente da aquicultura como atividade econômica no país. Com relação ao foco da lista da Conabio, a nota afirma que “no caso da aquicultura, o cultivo de organismos aquáticos em áreas distintas de sua distribuição natural envolve questões ambientais e legais complexas. Avaliações regulatórias envolvendo espécies aquícolas demandam rigor científico e análises proporcionais, considerando aspectos como histórico de cultivo, distribuição regional, grau de estabelecimento em vida livre e impactos efetivamente documentados”. 3) A nota foca em algumas espécies, considerando aspectos como relevância econômica, social e estratégica. O tambaqui é a principal espécie nativa brasileira, tendo alcançado mais de 120 mil toneladas produzidas e mais de R$ 1,5 bilhão em vendas em 2024. A Embrapa considera, em seu posicionamento, que “o tambaqui deve ser tratado como uma espécie estratégica para a aquicultura brasileira, não apenas por sua produção atual, mas também pelo potencial de agregação de valor, inovação tecnológica e fortalecimento da piscicultura de peixes nativos”. A importância da espécie é particularmente expressiva no Norte do país. 4) Com relação à tilápia, principal espécie da aquicultura nacional, a nota lembra que “além da elevada relevância econômica, a atividade possui importante papel social, envolvendo pequenos produtores, produção familiar, frigoríficos, fábricas de ração, alevinagem, transporte, processamento e comércio de pescado”. Em números, foram produzidas mais de 700 mil toneladas no ano passado, registrando um crescimento de quase 7% em relação a 2024. A tilápia hoje responde por cerca de 70% do peixe de cultivo brasileiro. O Brasil é o quarto maior produtor mundial da espécie.