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3 de nov. de 2026

MINERAÇÃO DO OURO EM MOÇAMBIQUE, ÁFRICA, EXPLORANDO TRABALHO INFANTIL

ACESSAR: https://youtu.be/BUVwWA4srM4?feature=shared
DESTAQUES GOOGLE-Gemini): 1) IMPORTANTE: O envolvimento de crianças na mineração de ouro na província de Manica, Moçambique, é uma das formas mais graves e documentadas de trabalho infantil no país. Classificado pelas Nações Unidas e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como uma das Piores Formas de Trabalho Infantil, o problema combina extrema vulnerabilidade social, riscos à saúde e exploração laboral. 2) A mineração de ouro em Manica — província situada no centro de Moçambique, fazendo fronteira com o Zimbábue — é uma das atividades econômicas mais importantes da região, mas também uma das que enfrenta maiores desafios socioambientais. 3) Contexto Geológico. A região de Manica está inserida no Cinturão de Greenstone de Macequece (parte do Cráton do Zimbábue), uma das formações geológicas mais antigas e ricas em minerais da África. O ouro ocorre predominantemente de forma aluvionar (nos leitos dos rios e depósitos de aluvião) e em veios de quartzo associados a rochas metamórficas. 4) Mineração Artesanal e o Garimpo. Importância Social: Após a agricultura, a mineração artesanal de ouro (garimpo) é o setor que mais emprega no centro de Moçambique, sustentando dezenas de milhares de famílias locais.

2 de nov. de 2026

ALERTA FEITO EM 2021

REPRODUZIDO DE: https://ecoa.org.br/eventos-climaticos-extremos-na-america-do-sul/
DESTAQUES: 1) Este Projeto de monitoramento de eventos climáticos extremos, originalmente criado em 2021, visava contribuir para o entendimento das consequências da crise hídrica/climática na bacia do rio Prata dos anos 2020/21. A bacia é o principal território econômico para Bolívia, Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil. 2) No Brasil a bacia do Prata tem como seus territórios principais as bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. A crise hídrica, perceptível com a redução das chuvas entre 2020 e 2021, causou graves impactos ambientais, sociais e econômicos para os países, dentre os quais podemos listar os destrutivos incêndios no Pantanal, as perdas de produção agrícola e a redução de geração elétrica nas represas. De algum modo ela seguiu em 2022/23 provocando perdas de quase 50% na produção de grãos na Argentina, ao tempo em que no território brasileiro a normalização das chuvas enchia as represas para geração de energia e permitia uma safra agrícola dentro do esperado. Agora retomamos o trabalho de monitoramento, mas ampliando para a América do Sul, um grande território interconectado por suas características físicas e biológicas, o que contribui para melhor percepção das mudanças climáticas e a necessidade de medidas preventivas e mitigatórias partilhadas entre os países que a compõem. 3) 24 set. 2024. Maior seca em 60 anos força racionamento de energia no Equador. Apagão se soma a planos do governo equatoriano para cortes noturnos de energia elétrica de oito horas em todo país em quatro dias da semana. 4) 23 ago. 2024. Rios amazônicos registram baixa histórica um mês antes do pico da estiagem No Amazonas, 20 cidades estão em emergência, e 21 na mesma situação no Acre, onde estiagem permite atravessar a pé rio na fronteira com Peru. A seca na Amazônia neste ano vai repetindo situações drásticas registradas em 2023, quando a região viveu uma estiagem histórica. Tudo indica que a falta de chuvas e a baixa dos rios vai ser pior em 2024, com efeitos devastadores para pessoas, fauna e flora, que não se recuperam da tragédia climática do ano passado.

1 de nov. de 2026

BREVE PAUSA PARA PENSAR SOBRE TRISTES “SUPOSIÇÕES” (?!)

REPRODUZIDO DE: https://www.bbc.com/future/article/20261028-predatory-birds-the-size-of-a-small-aircraft-once-flocked-the-skies-some-of-them-ate-humans
Após o asteroide que dizimou os dinossauros, aves gigantes se tornaram predadoras de topo por dezenas de milhões de anos – e os humanos estavam entre suas presas. DESTAQUES: 1) Uma criança de nossos ancestrais, com apenas três anos de idade e ainda com os dentes nascendo, vagava pela grama ondulante da savana sul-africana há 2,8 milhões de anos. O jovem "Australopithecus africanus" não sabia que estava sendo observado de cima. Sem aviso, uma enorme ave de rapina mergulhou. Ela agarrou o filhote e o matou. Aviso: Alguns leitores podem achar detalhes desta história perturbadores. Não se sabe ao certo que tipo de ave comeu o bebê humano primitivo, que ficou conhecido como a "criança de Taung" [fóssil encontrado]. Mas as marcas de perfuração abaixo de suas órbitas oculares são consistentes com as garras de águia, que caçam suas presas dessa maneira, muitas vezes armazenando parte da presa em uma árvore e levando o restante de volta para o ninho. 2) A Idade da Pedra foi uma época perigosa para se viver. A megafauna passou a dominar o mundo. Os primeiros humanos conviviam com mamutes, mastodontes, preguiças-gigantes, tigres-dentes-de-sabre – e enormes aves devoradoras de crianças. 3) Durante dezenas de milhões de anos, entre a extinção dos dinossauros não-aviários e a Grande Era Glacial, os céus foram governados por esses gigantes. Seu reinado pode ter moldado o curso da evolução humana de maneiras profundas e muitas vezes negligenciadas. Acredita-se que alguns tenham deixado sua marca em lendas de pássaros raptores de crianças, lendas essas que sobreviveram em culturas ao redor do mundo, muito tempo depois da própria extinção dessas aves.