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1 de out. de 2026
O ESTADO DA PARAÍBA NO "MAPA E CRONOLOGIA" DA VIDA PULSANTE NA TERRA...
...IMPRESSIONANTE!
REPRODUZIDO DE:
https://jornal.usp.br/ciencias/rochas-da-paraiba-confirmam-fraco-campo-magnetico-da-terra-durante-explosao-da-vida/
DESTAQUES:
1) As rochas do Nordeste do Brasil ajudaram cientistas em uma descoberta fundamental sobre o comportamento e a evolução do núcleo da Terra. Evidências geológicas do enxame de diques de Itabaiana, localizado na Paraíba e formado há cerca de 525 milhões de anos, combinadas a dados obtidos em rochas vulcânicas do Canadá, sugerem que o surgimento da vida complexa ocorreu sob um escudo magnetosférico muito mais frágil do que o atual.
2) Os dados desafiam a teoria de que a formação do núcleo interno teria restabelecido rapidamente a proteção magnética do planeta, cerca de 550 milhões de anos atrás. Em vez disso, o estudo indica a existência de um geodínamo instável: o movimento do ferro líquido em convecção no núcleo externo do planeta, que funciona como o motor gerador do campo magnético da Terra, tinha reversões frequentes de polaridade durante um período crucial para a diversificação dos animais.
DAÍ, O QUE PODE TER ACONTECIDO...
Essa baixa intensidade magnética reduziu a blindagem contra radiações espaciais, o que pode ter influenciado a evolução biológica e as transformações atmosféricas da Terra primitiva. “O campo magnético terrestre sofreu uma forte queda em intensidade a partir de cerca de 750 milhões de anos atrás, mais ou menos quando a vida complexa se estabeleceu no planeta. Alguns pesquisadores sugerem uma relação direta entre o colapso do campo e o surgimento da vida complexa, inclusive com o início da mobilidade dos organismos e da sua capacidade de explorar o substrato, já que o campo blinda a superfície terrestre das partículas carregadas que vêm do espaço e têm efeitos nocivos para a vida”, explica Ricardo Trindade, professor e pesquisador do Departamento de Geofísica do IAG, ao Jornal da USP.
30 de set. de 2026
INSETOS: PEQUENOS NO TAMANHO E GIGANTES NA SUSTENTABILIDADE
TUDO ISSO SEM CONTAR OS INSETOS POLINIZADORES, ENTRE ESTES OS PRODUTORES DE MEL
Para muitos vertebrados, os insetos são mais do que uma fonte de alimento. Como "pequenos seres que movem o mundo", os insetos desempenham funções cruciais — como proteção, saneamento e abrigo — em diversos ecossistemas, segundo um novo estudo.
O estudo, publicado na *Nature Reviews Biodiversity* na quarta-feira, esclarece as várias maneiras pelas quais os insetos sustentam os vertebrados, abrangendo desde aves e morcegos até répteis, anfíbios e mamíferos.
Quase três quartos dos vertebrados terrestres e de água doce alimentam-se de invertebrados, de acordo com o artigo, sendo que os insetos frequentemente constituem uma grande parte de suas dietas.
REPRODUZIDO DE:
THE GUARDIAN.
Insetos desempenham um papel crucial nos ecossistemas, além de fornecerem alimento, mostra nova pesquisa.
Os insetos oferecem proteção, saneamento e até abrigo para vertebrados, tornando-os uma prioridade para os esforços de conservação.
29 de set. de 2026
MAIS UMA NOVA ESPÉCIE DE ANFÍBIO DESCOBERTA NO BRASIL
REPRODUZIDO DE:
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/nova-especie-de-ra-de-vidro-e-descoberta-em-goias-analise-foi-dificultada-pelo-tamanho-da-especie-e-area-de-dificil-acesso/
DESTAQUES:
1) Uma nova espécie de rã-de-vidro foi identificada em Luziânia, em Goiás, por pesquisadores. As dificuldades para analisar a Vitreorana micaelae ocorreram devido ao local de difícil acesso e ao pequeno tamanho da espécie, que tem pouco mais de dois centímetros.
2) A pesquisa foi realizada por cientistas da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Universidade de Brasília (UnB). O artigo foi publicado na revista científica ZooKeys.
Após uma análise que envolveu diferentes áreas do conhecimento, como morfologia, bioacústica, genética molecular e trabalho de campo, os pesquisadores concluíram que a espécie se tratava da 11ª espécie do gênero Vitreorana. Dentre as espécies do gênero, apenas quatro são encontradas no território brasileiro, sendo esta a segunda que ocorre exclusivamente no Cerrado.
3) A pesquisa foi realizada por cientistas da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Universidade de Brasília (UnB). O artigo foi publicado na revista científica ZooKeys.
Após uma análise que envolveu diferentes áreas do conhecimento, como morfologia, bioacústica, genética molecular e trabalho de campo, os pesquisadores concluíram que a espécie se tratava da 11ª espécie do gênero Vitreorana. Dentre as espécies do gênero, apenas quatro são encontradas no território brasileiro, sendo esta a segunda que ocorre exclusivamente no Cerrado.
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