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7 de fev. de 2026

JÁ SABEMOS SOBRE AS TENDÊNCIAS AOS EXTREMOS CLIMÁTICOS…

...EM EXCESSO: CHUVAS, NEVASCAS, SECAS, TORNADOS, TEMPERATURAS ELEVADAS!!! REPRODUZIDO DE: https://oeco.org.br/colunas/janeiro-de-2026-e-os-sinais-inegaveis-do-colapso-da-natureza/
DESTAQUES: 1) Todo começo de ano as notícias sobre eventos climáticos extremos tomam as mídias e o início de 2026 não foi diferente. Dá pra dizer que foi mais um mês comum no calendário do colapso climático mundial, mas para quem está lendo os sinais foi um alerta urgente. Em diferentes continentes, eventos extremos revelaram, mais uma vez, que estamos vivendo a crise climática em tempo real e que a resposta global precisa ser real, imediata e justa. Na África Austral, inundações devastadoras atingiram países como Moçambique, África do Sul, Zimbábue e Essuatíni, deixando centenas de vidas perdidas e incontáveis outras pessoas desabrigadas. Em alguns lugares do continente, regiões inteiras foram submersas após chuvas intensas em poucos dias, um fenômeno amplificado pelo aquecimento dos oceanos e pela presença do padrão climático La Niña, que intensifica extremos. Especialistas indicam que eventos de chuva extrema como esses se tornaram muito mais prováveis e mais intensos devido ao aquecimento global causado pelas emissões de gases do efeito estufa ampliadas pelo modo de vida humano. Aqui no Brasil tivemos fortes chuvas também, mas chuva por aqui já virou notícia velha, então ninguém fala mais como antes, a não ser que seja uma catástrofe como foi o Rio Grande do Sul. 2) Ao mesmo tempo, tempestades severas e chuvas torrenciais castigaram partes da Europa, incluindo França, Portugal, Espanha e Grécia, com inundações e deslizamentos de terra. A tempestade Kristin matou pelo menos três pessoas e deixou mais de 800.000 moradores do ‍centro e norte de Portugal ‌sem eletricidade. No outro lado do mundo, tempestades na Nova Zelândia causaram deslizamentos de terra após precipitações recordes em diversas localidades da Ilha Norte, até esse momento com 6 pessoas desaparecidas. E não foi apenas chuva. Na América do Norte, a forte tempestade de inverno de janeiro de 2026 trouxe neve recorde, ventos fortes e gelo pesado em grande parte dos Estados Unidos e Canadá, interrompendo voos e deixando milhões sem energia. Ao vivo víamos árvores colapsar pelo frio extremo. Na América do Sul, ainda em janeiro, incêndios florestais no centro-sul do Chile consumiram dezenas de milhares de hectares, forçando mais de 50 mil pessoas a evacuarem e matando dezenas de outras. 3) O diagnóstico é claro, e o prazo para resposta é curto: medidas drásticas de mitigação, redução rápida das emissões de carbono e políticas robustas de adaptação são urgentes, não opcionais. Ações climáticas que considerem justiça social, apoio às populações vulneráveis e resiliência de ecossistemas devem estar no centro das políticas públicas e privadas. DE CRUCIAL IMPORTÂNCIA: Esses eventos intensos acontecem em lugares geograficamente distantes, mas suas causas são profundamente interdependentes. O planeta não respeita fronteiras políticas: a queima de combustíveis fósseis em um país influencia padrões climáticos no outro; as emissões acumuladas em décadas afetam a circulação atmosférica global; as decisões de política energética em um continente reverberam em vidas e ecossistemas do outro lado do mundo. Essa interdependência planetária exige que pensemos a crise climática como um desafio coletivo e integrado. Uma onda de calor ou um evento de chuva extrema em um país é parte de um mesmo sistema climático global desequilibrado e, portanto, parte de uma responsabilidade compartilhada.

5 de fev. de 2026

NOVAMENTE INICIATIVA CHINESA EM EVIDÊNCIA!

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/para-mover-agua-em-escala-continental-a-china-construiu-um-sistema-de-mais-de-2-700-km-de-canais-tuneis-e-aquedutos-fez-a-rota-central-fluir-por-1-400-km-apenas-pela-gravidade-vml97/
DESTAQUES: 1) Para mover água em escala continental, a China construiu um sistema de mais de 2.700 km de canais, túneis e aquedutos, fez a rota central fluir por 1.400 km, cruzou rios gigantes por baixo do leito e passou a transferir bilhões de metros cúbicos de água por ano do sul úmido para o norte árido do país. 2) Segundo documentos técnicos do Ministério dos Recursos Hídricos da China, relatórios de engenharia hidráulica publicados por universidades chinesas e balanços oficiais do próprio projeto, a Transposição Sul–Norte não é apenas a maior obra hídrica do século XXI, mas uma das maiores intervenções territoriais contínuas já realizadas pela engenharia moderna. Diferente de barragens isoladas ou canais regionais, trata-se de um sistema nacional permanente, concebido para redistribuir água em um país onde a geografia hídrica e a distribuição populacional nunca estiveram em equilíbrio. 3) Desde a concepção, o projeto foi pensado como infraestrutura estrutural, não emergencial. Ele parte do princípio de que o norte chinês, onde se concentram megacidades, polos industriais e grande parte da produção agrícola intensiva — simplesmente não possui água suficiente para sustentar seu próprio crescimento sem uma transferência massiva e contínua.

3 de fev. de 2026

SE REDUZIR USO DE PLÁSTICOS TEM SIDO INÚTIL...

...SÓ NOS RESTA COLETAR E RECICLAR! REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/ambicao-dos-estados-unidos-de-limpar-os-oceanos-ganha-forca-afch/
DESTAQUES: 1) Pressão do lixo plástico em rios e mares impulsiona tecnologias de captura e reciclagem em escala industrial, com foco em barreiras flutuantes, triagem e reaproveitamento. A poluição plástica que chega a rios e mares segue em alta no mundo, impulsionada por falhas estruturais na gestão de resíduos. 2) Mesmo diante desse cenário, iniciativas de engenharia ambiental tentam ganhar escala para reduzir o fluxo contínuo de lixo e retirar parte do material já acumulado nos ecossistemas aquáticos. Entre essas iniciativas está a The Ocean Cleanup, fundação criada em 2013 e sediada na Holanda, que ganhou projeção internacional ao apostar em soluções tecnológicas de grande porte. 3) Por meio de sistemas específicos, a organização atua tanto na interceptação de resíduos em rios quanto na remoção de plástico flutuante em áreas de acúmulo no oceano, como o Giro do Pacífico Norte. Dados divulgados pela própria entidade indicam que mais de 45 milhões de quilos de lixo já foram retirados de ambientes aquáticos em diferentes regiões do planeta. 4) Esse volume reúne operações realizadas em rios, zonas costeiras e missões em alto-mar, ao longo de mais de uma década. Em um balanço divulgado no fim de 2025, a organização informou que mais de 25 milhões de quilos foram removidos apenas naquele ano, ampliando significativamente o total acumulado. Embora não seja uma organização americana, os Estados Unidos aparecem com destaque no mapa de parcerias, testes operacionais e projetos em larga escala. 5) Poluição plástica e o caminho até o oceano. Relatórios de organismos internacionais mostram que a maior parte da poluição plástica tem origem em atividades realizadas em terra firme. Antes de chegar ao mar, esse material percorre rios, córregos e sistemas de drenagem urbana, acumulando-se ao longo do trajeto. Estimativas do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apontam que, todos os anos, entre 19 milhões e 23 milhões de toneladas de resíduos plásticos vazam para ecossistemas aquáticos. Como consequência direta, rios, lagos e mares passam a conviver com um fluxo permanente de detritos de difícil degradação.