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12 de jul. de 2026

INCÊNDIOS FLORESTAIS NA EUROPA: CONTINUAM GRAVES, MESMO COM ALEGADO PLANO PREVENTIVO

REPRODUZIDO DE: https://share.gemini.google/RMtCGZlcvKPS SELECIONEI ALGUNS POUCOS DESTAQUES: 1) A Europa tem enfrentado temporadas de incêndios florestais históricas e severas. Para lidar com essa realidade, o continente vem mudando o foco: em vez de apenas focar na supressão (apagar o fogo), a prioridade máxima agora é a gestão integrada do risco e a prevenção. 2) A abordagem europeia divide-se em três pilares principais: tecnologia de monitoramento espacial, gestão inteligente do território (paisagens resilientes) e cooperação transfronteiriça. 3) PONTOS ESTRATÉGICOS BÁSICOS: 1. Monitoramento Espacial e Inteligência Artificial. 2. Gestão de Ecossistemas e Paisagens Resilientes. 3. Estratégia de Prontidão e Resposta: rescEU. RESUMINDO: A Virada de Chave: A Comissão Europeia adotou uma abordagem integrada que une prevenção ecológica, conscientização pública e tecnologia de ponta. O entendimento atual é claro: não se trata apenas de ter mais aviões para apagar incêndios, mas de preparar o território para que os mega-incêndios não ganhem escala.

11 de jul. de 2026

GELEIRAS DERRETENDO: AGORA A ÚLTIMA DA INDONÉSIA

REPRODUZIDO DE: https://oeco.org.br/externo/ultima-geleira-da-indonesia-pode-desaparecer-ainda-em-2026/
DESTAQUES: 1) A última geleira remanescente da Indonésia pode desaparecer até o fim de 2026 ou no início de 2027, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (7) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). Em 2025, a cobertura de gelo em Puncak Jaya, conhecida como Pirâmide Carstensz, na ilha indonésia de Papua, correspondia a apenas 2% da área registrada em 1988. O desaparecimento é mais um sinal da pressão que o aquecimento global exerce sobre as massas de gelo do planeta. Um artigo publicado no ano passado na revista Nature mostrou que cerca de 73% da perda de gelo nas montanhas ao redor do mundo ocorreu somente entre 2000 e 2023. 2) A geleira tropical de Papua faz parte do Pacífico Sudoeste, região que também abriga as geleiras da Nova Zelândia. Segundo a OMM, a Nova Zelândia registrou uma redução de 42% no volume de geleiras do país entre 2005 e 2023, sendo que apenas entre abril de 2022 e março de 2023 houve uma diminuição de 6,5%. O derretimento de geleiras reduz a disponibilidade de água doce para as populações que dependem do degelo, contribui para o aumento do nível do mar e reduz a área da superfície terrestre que reflete grande parte da radiação solar, processo essencial para manutenção do equilíbrio climático do planeta. 3) O ano de 2025 foi o segundo mais quente já registrado na região, com temperatura média 0,37°C acima da média de 1991-2020. Na comparação com o período de 1961-1990, a anomalia chegou a 0,75°C. A temperatura média da superfície do mar também foi a segunda mais alta já registrada, ligeiramente abaixo do recorde de 2024. Esse aquecimento favorece ondas de calor marinhas, que, segundo o relatório, estão se tornando mais frequentes, mais duradouras e mais intensas em todo o sudoeste do Pacífico.

9 de jul. de 2026

PLANETA COM BIODIVERSIDADE INTERCONTINENTAL: AVE MIGRATÓRIA EM AÇÃO!

REPRODUZIDO DE: https://conexaoplaneta.com.br/blog/ave-migratoria-do-hemisferio-norte-sanhaco-vermelho-e-avistado-pela-primeira-vez-no-ceara/
DESTAQUES: 1) Quando chega o inverno no Hemisfério Norte, uma pequena ave, de plumagem avermelhada, voa milhares e milhares de quilômetros, em busca de clima mais quente, em terras da América Central e do Sul. Ela é o sanhaço-vermelho (Piranga rubra), um visitante sazonal, que no Brasil, já foi documentado algumas vezes, mas apenas em áreas da Amazônia. Todavia, para surpresa de pesquisadores, um sanhaço-vermelho foi observado – fotografado e filmado – no município de Guaramiranga, na Serra do Baturité, no Ceará. “Este registro é importante porque é o primeiro fora da Amazônia brasileira, e o primeiro para a região Nordeste, e consequentemente para o estado do Ceará”, diz Marco Aurélio Crozariol, pesquisador e especialista em aves do Museu de História Natural do Ceará (UECE), em entrevista ao Conexão Planeta. 2) Ao lado de outros pesquisadores da ONG Aquasis, Marco Aurélio é um dos coautores do artigo científico, que descreve o encontro com o sanhaço-vermelho, publicado na revista internacional Cotinga. “O registro amplia muito a área de distribuição da espécie, e nos traz maior conhecimento sobre o trajeto que essa ave faz durante o período de migração.” 3) Milhares de quilômetros até a chegada ao Brasil. Não há como saber a origem exata do sanhaço-vermelho avistado em Guaramiranga. Mas ele deve ter voado aproximadamente uns 8 mil km, entre os Estados Unidos e o Ceará. 4) O gênero Piranga tem nove espécies conhecidas pela ciência, e cinco delas são documentadas no Brasil. Uma delas é o sanhaço-escarlate (Piranga olivacea), que foi flagrado, pela primeira vez em Fernando de Noronha, em 2025.