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28 de jun. de 2026

CUPINS: OS BONS INSETOS DA BIOGEOCICLAGEM NOS TRÓPICOS

REPRODUZIDO DE: https://jornal.usp.br/ciencias/como-cupins-que-comem-terra-viraram-os-decompositores-nao-microbianos-mais-importantes-dos-tropicos/ Como cupins que “comem terra” viraram os decompositores não-microbianos mais importantes dos trópicos. DESTAQUES: 1) Por consumirem matéria vegetal em vários estágios de decomposição no solo, representam os principais decompositores não microbianos nos trópicos e são a linhagem mais antiga de insetos sociais. Hoje, os cupins que se alimentam de solo representam mais da metade de todas as espécies de cupins. Aqueles considerados pragas são uma pequena fração dos demais cupins que se alimentam de madeira. 2) Tiago Carrijo, autor do estudo e docente da Universidade Federal do ABC (UFABC), explica que a mudança da dieta de madeira para solo provavelmente ocorreu de forma gradual. “Algumas populações passaram a explorar materiais cada vez mais decompostos até que determinadas linhagens se especializaram nesse novo recurso”, conta. Segundo Carrijo, a alimentação baseada em terra parece ter algumas vantagens. “O solo oferece uma enorme quantidade de recursos e relativamente pouca competição. Quando algumas linhagens conseguiram explorar esse ambiente, abriram-se novas oportunidades evolutivas que favoreceram a diversificação”. Foto: Tiago Carrijo/Arquivo pessoal
OBSERVAÇÃO (foto acima): MURUNDUM (ou MURUNDU) Monte de terra, comum em certos campos, com altura que pode alcançar os 3 m, contendo um ou mais termiteiros.

25 de jun. de 2026

NA AGRICULTURA NÃO DEVERIA EXISTIR PERDAS! EXEMPLO NA CHINA

"NA NATUREZA NADA SE OERDE. NADA SE CRIA. TUDO SE TRANSFORMA" Lei da Conservação da Massa, formulada pelo químico francês Antoine Lavoisier. OBSERVAÇÕES: 1) O primeiro destaque é economia de água. 2) Segue-se a utilização dos resíduos gerados pós-colheita do produto principal.Conhecidos como "restolhos". 3) Utilização de processos microbiológicos para aproveitamento dos elementos mineralógicos (nitrogênio, fósforo e outros) disponíveis naturalmente ou manipulados biotecnologicamente. 4) Aproveitamento de componentes dos produtos cultivados e que eram descartados como desprezíves; como é mostrado a seguir... REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/alem-do-ouro-e-das-terras-raras-a-china-tem-um-trunfo-na-manga-para-impulsionar-sua-economia-cascas-de-laranja-velhas/
DESTAQUES: 1) Quando se fala em riqueza na China, logo se pensa em ouro, terras raras e outros recursos naturais valiosos. Mas o que poucos sabem é que o país encontrou um verdadeiro “ouro” em algo improvável: cascas de laranja envelhecidas, conhecidas como chenpi. Essa tradição milenar, originária de Xinhui, transformou-se em uma indústria bilionária, impactando a economia local de forma surpreendente. 2) O distrito de Xinhui, na cidade de Jiangmen, província de Guangdong na China, tornou-se o epicentro da produção desse produto peculiar. Hoje, as cascas de laranja podem ser vendidas por preços astronômicos, chegando a US$ 9.650 por apenas 500 gramas. A indústria movimentou aproximadamente US$ 3,2 bilhões em 2023, representando um quarto do PIB de Jiangmen e gerando milhares de empregos. O que antes era um simples resíduo, agora é um dos elementos mais cobiçados da medicina tradicional chinesa e da gastronomia de luxo. 3) O segredo do sucesso na China O chenpi não é apenas uma moda passageira. Sua origem remonta à Dinastia Song (1127-1279), quando suas propriedades medicinais começaram a ser documentadas. Rico em antioxidantes e flavonoides, esse ingrediente fortalece o baço, melhora a digestão e beneficia o sistema respiratório. Além disso, estudos indicam que pode estabilizar a pressão arterial e ajudar na prevenção da obesidade. O diferencial do chenpi produzido em Xinhui, na China, está nas condições naturais da região. A confluência dos rios Xijiang e Tanjiang cria um solo único, enriquecendo as cascas com nutrientes que não são encontrados em outras localidades. Para garantir sua qualidade, as cascas precisam passar por um rigoroso processo de secagem ao sol durante pelo menos três anos, sendo cuidadosamente armazenadas ao longo do tempo. 4) O impacto econômico e o crescimento da indústria O crescimento da indústria do chenpi em Xinhui é impressionante. Em 2023, a comercialização das cascas de laranja movimentou cerca de 23 bilhões de yuans (US$ 3,2 bilhões), representando um quarto do PIB de Jiangmen. O setor não apenas aqueceu a economia local, mas também gerou milhares de empregos e oportunidades de negócio para empreendedores. 5) Um dos grandes responsáveis por essa ascensão foi Zhou Zhiwei, um empresário que deixou Hong Kong na década de 1990 para investir na produção de chenpi em sua cidade natal. Hoje, ele ocupa um cargo de destaque na Associação Industrial Xinhui Chenpi e movimenta anualmente mais de 163 toneladas desse ingrediente, consolidando Xinhui como a maior produtora mundial.

24 de jun. de 2026

MAIOR REGIÃO PANTANOSA DO MUNDO EM CRISE!

MapBiomas reforça colapso hídrico no Pantanal, com pior cenário em 40 anos. REPRODUZIDO DE: https://share.google/ka3cs4CHrg7d5u6fw