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27 de mai. de 2026
NA CIDADE DE NATAL, ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, MORRE MULHER COM SUSPEITA DE INTOXICAÇÃO POR COMER PEIXE...
...POSSIVELMENTE A BARRACUDA:
existem várias espécies de barracudas (gênero Sphyraena) no Brasil. Elas habitam principalmente as águas costeiras, recifes de coral e áreas oceânicas das regiões Nordeste, Sudeste e Sul.
A barracuda é um predador marinho voraz conhecido como o "torpedo dos mares". Ela caça de emboscada, usando sua camuflagem prateada e velocidade explosiva de até 40 km/h para surpreender e devorar peixes menores. Possui mandíbulas poderosas e duas fileiras de dentes afiados para dilacerar suas presas.
Embora as barracudas sejam predadores vorazes e possam ocasionalmente comer o peixe-leão, elas não os caçam rotineiramente, principalmente por causa dos espinhos venenosos do peixe-leão.
Wikipedia:
Em áreas de mergulho, é comum observar barracudas esperando por mergulhadores para que capturem e ofereçam o peixe-leão como presa.
GEMINI-GOOGLE (IA)- INFORMAÇÕES:
Consumo Humano e o Perigo da Ciguatera.
Embora a carne da barracuda seja apreciada em algumas regiões, comer espécimes grandes (especialmente a Grande Barracuda) oferece um risco sério de Ciguatera.
A ciguatera é uma toxina acumulada na carne do peixe através da cadeia alimentar (proveniente de microalgas dos recifes de corais). Essa toxina não é destruída pelo cozimento, congelamento ou fritura e pode causar uma intoxicação alimentar grave em humanos.
SINTOMAS DA INTOXICAÇÃO
https://g.co/gemini/share/032f98649a4a
26 de mai. de 2026
SOLOS SALINOS NO NORDESTE BRASILEIRO SEMPRE INVIABILIZARAM PLANTIOS. MAS...
...NÃO MAIS SERÃO!
REPRODUZIDO DE:
https://movimentoeconomico.com.br/ciencia/2026/05/22/pesquisa-abre-caminho-para-producao-agricola-em-solo-salobro-do-semiarido/
DESTAQUES:
1) Pesquisa abre caminho para produção agrícola em solo salobro do semiárido.
2) Arqueias extremófilas isoladas da erva-sal aumentam tolerância do milho ao sal e abrem caminho para bioinoculantes em solos salinizados do semiárido nordestino.
3) Milho, feijão e hortaliças podem manter o desempenho produtivo em áreas irrigadas com água salobra no semiárido nordestino com a aplicação de arqueias extremófilas, microrganismos isolados das raízes da erva-sal (Atriplex nummularia), planta naturalmente adaptada à salinidade e utilizada na fitorremediação de solos salinos, capazes de aumentar a tolerância das plantas ao excesso de sal.
A descoberta é de uma pesquisa conduzida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em parceria com a Brandeis University, dos Estados Unidos, publicada no periódico Environmental Microbiome. As arqueias pertencem a um domínio próprio de seres vivos, distinto das bactérias, com elevada resistência a condições químicas severas, e colonizam a rizosfera, a região do solo junto às raízes marcada por intensas trocas químicas e biológicas.
4) O Brasil possui cerca de 16 milhões de hectares de solos afetados por sais, com mais da metade concentrada no Semiárido nordestino, segundo levantamentos da Embrapa. Entre 20% e 25% das áreas irrigadas da região já apresentam problemas de salinidade ou drenagem, impactando culturas como milho, feijão, algodão e sorgo.
Para o pesquisador Itamar Melo, da Embrapa Meio Ambiente, que coordenou o estudo, solos salinizados acabam excluídos da produção agrícola por falta de tecnologias eficazes de recuperação. “O problema não se restringe ao Semiárido, onde cerca de 30% das áreas irrigadas são atingidas pela salinização. Está presente em várias regiões do Brasil e do mundo”, afirmou.
5) Tolerância do milho ao ambiente salobro.
Nos experimentos conduzidos em ambiente controlado, as arqueias reduziram os efeitos tóxicos do sal, permitindo que o milho mantivesse crescimento mais vigoroso e maior tolerância fisiológica em comparação com plantas não tratadas. A análise por qPCR confirmou a colonização bem-sucedida, e a abundância desses microrganismos na rizosfera do milho aumentou proporcionalmente ao avanço da salinidade no solo. O sequenciamento do genoma completo identificou genes associados à produção de fitormônios, como auxinas, e de osmoprotetores, substâncias que auxiliam no equilíbrio hídrico celular em ambientes salinos.
6)IMPORTANTE! Salinidade do solo: um problema global.
Relatórios da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) apontam que 1,38 bilhão de hectares apresentam algum grau de salinidade e outro 1 bilhão está sob risco. Entre 20% e 50% das áreas irrigadas do planeta sofrem perdas de fertilidade e produtividade.
Estimativas mais conservadoras indicam que cerca de 833 milhões de hectares já são afetados de forma moderada a severa. Um mapeamento da ONU associa a salinização do solo a impactos diretos sobre a segurança alimentar, estimando que cerca de 1,5 bilhão de pessoas vivem em regiões onde o fenômeno ameaça a estabilidade da produção de alimentos.
25 de mai. de 2026
AMAZÔNIA: DESMATAMENTOS DE ÁREAS IMPORTANTES PARA CONSERVAÇÃO DE AVES
REPRODUZIDO DE:
https://portalamazonia.com/meio-ambiente/desmatamento-areas-aves-amazonia/
DESTAQUE:
As chamadas Áreas Importantes para a Conservação das Aves (IBAs), identificadas como essenciais para a preservação da biodiversidade, perderam mais de 1,8 mil km² de florestas no bioma amazônico entre 2023 e 2025, segundo análise da InfoAmazonia. A perda de vegetação ameaça espécies raras e compromete funções fundamentais da floresta, como a dispersão de sementes e o equilíbrio da cadeia alimentar.
O gavião-real é uma águia rara, uma das maiores aves de rapina das Américas, e gosta de fazer o ninho no topo das árvores. Conhecido cientificamente como Harpia harpyja, pode ter asas com mais de dois metros de envergadura. As garras são comparadas às de um urso, podendo ser ainda maiores e mais grossas. Para sobreviver, alimenta-se principalmente de mamíferos como preguiças e macacos, além de outros vertebrados de médio porte. Caçando no alto das copas, ele depende de grandes árvores e extensas áreas intactas de floresta para encontrar alimento. ... - Veja mais em https://portalamazonia.com/meio-ambiente/desmatamento-areas-aves-amazonia/
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