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28 de jul. de 2026

AGROTÓXICO E DOENÇA DE PARKINSON

UMA AVALIAÇÃO DO PROBLEMA ABORDADA NO GOOGLE-GEMINI https://share.gemini.google/BEr77Yvch9RE PUBLICAÇÃO IMPORTANTE NO "pubmed": https://share.google/OxYmJArKnSxcp43eL
NESTA POSTAGEM, REPRODUZIDO DE: https://www.tuasaude.com/news/2026/07/27/um-trabalho-cientifico-mostra-que-pacientes-com-parkinson-apresentam-niveis-mais-elevados-de-pesticidas-organofosforados-no-organismo/ DESTAQUES: 1)Um trabalho científico encontrou metabólitos de pesticidas organofosforados com maior frequência na urina de pacientes com Parkinson do que em pessoas sem a doença. O resultado reforça a possível relação entre exposição prolongada a agrotóxicos e risco neurológico, especialmente entre trabalhadores agrícolas. Entretanto, não demonstra que o contato com essas substâncias seja a causa única do Parkinson, condição que envolve idade, predisposição genética e diferentes fatores ambientais. 2) O que o estudo encontrou nos pacientes. Os pesquisadores compararam pessoas com doença de Parkinson com pessoas saudáveis com histórico de possível exposição a pesticidas. Entre as amostras urinárias válidas, metabólitos dialquilfosfatos, formados após o organismo processar muitos organofosforados, foram detectados em 91,9% dos pacientes e em 24,2% dos controles. 3) Um trabalho científico encontrou metabólitos de pesticidas organofosforados com maior frequência na urina de pacientes com Parkinson do que em pessoas sem a doença. O resultado reforça a possível relação entre exposição prolongada a agrotóxicos e risco neurológico, especialmente entre trabalhadores agrícolas. Entretanto, não demonstra que o contato com essas substâncias seja a causa única do Parkinson, condição que envolve idade, predisposição genética e diferentes fatores ambientais.

26 de jul. de 2026

COMPONENTES VEGETAIS NOVOS EM FLORESTA CLÍMAX...

...AMEAÇAM MAS NÃO VENCEM! OBSERVAÇÃO INICIAL (EXTRAÍDA DO "GLOSSÁRIO DE ECOLOGIA"- Breno M. Grisi): COMUNIDADE CLÍMAX Forma estabilizada, da interação seres vivos-ambiente, em que esses componentes mantêm-se em harmonia e equilíbrio. Neste estádio clímax a composição em espécies é mantida razoavelmente constante no tempo. Tal estabilidade reflete uma situação dinâmica e nunca estática, de circunstâncias. (Ver CLÍMAX CLIMÁTICO; CLÍMAX EDÁFICO; CLÍMAX DE FOGO; CLÍMAX TOPOGRÁFICO; e CLÍMAX ZOÓTICO) REPRODUZIDO DE: https://www.esalq.usp.br/boletim/node/12800
DESTAQUES: 1) Espécies de árvores não nativas e invasoras são comuns em florestas tropicais em regeneração, especialmente nos primeiros anos após o abandono de áreas agrícolas. No entanto, um amplo estudo internacional liderado por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), mostra que a própria dinâmica natural dessas florestas é capaz de reduzir significativamente essa presença ao longo do tempo. 2) O grupo que finalizou o artigo publicado na Nature foi formado por pesquisadores da Esalq e da Universidade de Wageningen, na Holanda. Na prática, os pesquisadores analisaram dados de 1.561 áreas florestais em dez países da região neotropical, distribuídas em 58 cronossequências, ou seja, locais com diferentes idades de regeneração que funcionam como uma “linha do tempo” da floresta, permitindo entender como ela se desenvolve ao longo dos anos. Ao todo, foram avaliadas 3.735 espécies lenhosas, classificadas de acordo com sua origem e potencial invasor. 3) Os resultados indicam que espécies não nativas estão presentes em 81% das áreas estudadas, com maior ocorrência em florestas úmidas. Nos estágios iniciais da regeneração — entre 10 e 20 anos — essas espécies podem representar até 28% dos indivíduos e 22% da diversidade em florestas úmidas, evidenciando sua forte capacidade de colonização em ambientes abertos e perturbados. “Essas espécies são muito comuns no início da sucessão porque, em geral, são pioneiras, crescem rápido e se beneficiam de condições de alta luminosidade e distúrbio”, explica Resende. “Mas observamos que essa dominância diminui de forma consistente à medida que a floresta amadurece.”

25 de jul. de 2026

MAIS UM PROBLEMA NA BIODIVERSIDADE NA AMAZÔNIA...

REPRODUZIDO DE: https://midia-cdn.nexojornal.com.br/story/onca-pintada-femeas-amazonia-queda-da-populacao/ DESTAQUES: 1) Um dos principais refúgios para onça-pintada na Amazônia está sob uma ameaça silenciosa e ainda inexplicada: a redução do número de fêmeas. É o que revelam os dados de 17 anos de monitoramento com armadilhas fotográficas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas. O estudo, conduzido por pesquisadores do Instituto Mamirauá e da Panthera, aponta uma queda de 77% na densidade de fêmeas dentro da área protegida entre 2005 e 2022. Do outro lado, o número de machos aumentou, o que manteve estável o tamanho total da população do felino ao mesmo tempo em que mascara o problema que paira sobre o futuro da espécie. 2) "À primeira vista, a população parecia relativamente estável. Porém, de forma quase silenciosa, o número de fêmeas caiu drasticamente ao longo do tempo, enquanto o de machos aumentou, sendo a maioria deles provenientes de populações externas”, resume a pesquisadora Raíssa Sepulvida, da Panthera Brasil, uma das autoras do estudo. Essa mudança na dinâmica populacional compromete a renovação da população local, uma vez que são as fêmeas residentes que garantem a reprodução, explica a bióloga, e se as fêmeas e seus filhotes não forem devidamente protegidos, pode virar um quadro irreversível, alerta. 3) A Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá ocupa 1,1 milhão de hectares e integra um mosaico de áreas protegidas crítico para manutenção da biodiversidade. As florestas inundáveis de várzea da Amazônia, um dos principais ecossistemas protegidos pela RDS, são consideradas um dos principais refúgios para onça-pintada (Panthera onca) no país, com algumas das maiores densidades populacionais já registradas para a espécie.