brenogrisi-ecologiaemfoco
Contribuindo para entendermos a Natureza, respeitá-la e continuarmos vivendo!
Total de visualizações de página
31 de jul. de 2026
AGORA, MUITO MAIS DO QUE ANTES DO INTENSO PROCESSO DE "INCHAÇO" DAS NOSSAS METRÓPOLES...
...A ARBORIZAÇÃO URBANA É FATOR PREOCUPANTE!
REPRODUZIDO DE:
https://oeco.org.br/analises/as-arvores-nao-falham-as-cidades-sim/
MUITOS PONTOS IMPORTANTES SÃO RELATADOS NESTA PUBLICAÇÃO.
A cada período chuvoso, as imagens se repetem: árvores caídas bloqueiam ruas, atingem veículos, interrompem o fornecimento de energia e, infelizmente, provocam feridos e mortes. A reação costuma ser imediata: culpa-se a árvore. Mas essa é apenas a face visível de um problema muito mais profundo.
As árvores não passaram a cair porque se tornaram mais frágeis. O ambiente urbano, sim, tornou-se muito mais hostil. E o clima mudou, e muito.
Vivemos uma nova realidade climática. O aquecimento global vem aumentando a frequência e a intensidade dos eventos extremos. Episódios de El Niño e La Niña cada vez mais intensos alternam longos períodos de seca com tempestades violentas, rajadas de vento e chuvas concentradas em poucas horas. As árvores passam meses submetidas ao estresse hídrico, acumulando danos muitas vezes invisíveis. Quando chegam as tempestades, basta a combinação de solo encharcado, ventos intensos e copas desequilibradas para que muitas não resistam.
NA PUBLICAÇÃO ACIMA DESTACADA HÁ PONTOS FUNDAMENTAIS QUE, INFELIZMENTE, AS AUTORIDADES MUNICIPAIS RESPONSÁVEIS NÃO SE CONSCIENTIZAM DE QUE PRECISAM AGIR!
DESRESPEITO À VIDA!!!
30 de jul. de 2026
O PICO EXTREMO DO "EL NIÑO" EM 2026...
O pico mais alto do El Niño deste ano é esperado entre os meses de outubro, novembro e dezembro, conforme projeções do Centro de Previsão Climática da NOAA e da MetSul Meteorologia.Previsão e IntensidadePeríodo do pico: Trimestre de outubro a dezembro de 2026, quando o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial atingirá seu patamar máximo.Probabilidade: Chance de 81% de o fenômeno atingir a intensidade de "muito forte" ou "super El Niño".Duração estimada: O evento deve persistir ativo pelo menos até o início de 2027.Impactos Esperados. Região Sul: Chuvas volumosas e temporais mais expressivos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.Centro-Norte: Riscos de seca acentuada, ondas de calor e maior incidência de incêndios florestais na Amazônia e áreas centrais do país.
REPRODUZIDO DE:
https://share.google/rT9w01TDmsAPG3MEI
29 de jul. de 2026
DECOMPOR ISOPOR?!?!
REPRODUZIDO DE:
https://ods.fapesp.br/lagarta-que-ataca-soja-e-algodao-abriga-fungos-capazes-de-degradar-isopor/13866
DESTAQUES:
1) Frances Jones | Agência FAPESP – Uma lagarta de mariposa apontada pelo agronegócio como uma das pragas mais agressivas a atingir plantações de soja, algodão e milho pode abrigar em seu intestino fungos e bactérias capazes de degradar isopor. Artigo publicado em maio na revista BMC Microbiology por pesquisadores de duas universidades públicas paulistas apresentou os resultados do estudo que investigou a microbiota intestinal da lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera), popularmente conhecida como lagarta-do-algodão, lagarta-da-espiga-do-milho ou lagarta-da-vagem, e o seu papel na degradação desse tipo de plástico.
2) O estudo foi liderado por cientistas do Laboratório de Biologia Molecular da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que tem uma linha de pesquisa já bem consolidada sobre bactérias presentes nos intestinos de insetos, em colaboração com pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro. Eles identificaram quatro fungos presentes no intestino de lagartas da espécie Helicoverpa armigera e demonstraram o potencial de cada um deles de degradar o poliestireno expandido (nome técnico do isopor), um polímero derivado do petróleo, que não se degrada naturalmente no ambiente – e por isso é uma fonte de poluição plástica.
3) “Os estudos publicados por nosso grupo são provavelmente os primeiros do Brasil sobre fungos da microbiota intestinal de insetos envolvidos na degradação de poliestireno”, afirma o biólogo Flavio Henrique Silva, professor do Departamento de Genética e Evolução da UFSCar, autor correspondente do artigo e orientador do trabalho de iniciação científica de Gabrieli Seiscentos Cardenas, apoiado pela FAPESP, que deu origem à publicação. A pesquisa foi realizada no âmbito do projeto de Auxílio à Pesquisa Regular “Sphenophorus levis e Helicoverpa armigera como fontes de microrganismos degradadores de poliestireno”.
4) Os pesquisadores isolaram quatro fungos da microbiota intestinal das lagartas: Aspergillus sp., Talaromyces sp. e duas espécies de Penicillium. Os cientistas então colocaram os esporos desses fungos sobre uma película superfina de poliestireno por 60 dias. Análise por microscopia eletrônica de varredura revelou que os fungos cresceram, interagiram e alteraram a superfície do polímero. “Se o fungo foi capaz de crescer sobre esse filme, é porque ele usou essa película como fonte de carbono, ou seja, fonte de alimento. Dois deles são mais eficientes [Aspergillus e Talaromyces], enquanto os outros dois realizam modificações mais sutis nos filmes”, comenta Silva.
5) O artigo Helicoverpa armigera (Lepidoptera, Noctuidae) as a reservoir of potential polystyrene-degrading fungi pode ser lido em link.springer.com/article/10.1186/s12866-026-05021-8
Assinar:
Postagens (Atom)




