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26 de ago. de 2026
CRISE HÍDRICA NO ORIENTE MÉDIO ...
...CIDADES SERÃO ABANDONADAS?!
ACESSAR PARA INFORMAÇÕES MAIS DETALHADAS:
https://gemini.google.com/share/1ab5fa0e0137?hl=pt
DESTAQUES:
1) O Oriente Médio abriga algumas das regiões mais estressadas hidricamente do planeta, combinando secas extremas agravadas pelas mudanças climáticas, superexploração de aquíferos e má gestão de recursos.
2) Irã (Teerã e Vilas Rurais): O caso mais crítico em grande escala. Milhares de vilarejos no interior do Irã já foram totalmente abandonados nas últimas décadas devido à secagem de poços e rios (os chamados "refugiados climáticos"). O governo iraniano chegou a alertar sobre a possibilidade real de transferir a capital ou evacuar áreas de Teerã (uma metrópole de cerca de 18 milhões de habitantes) devido ao esgotamento de seus reservatórios e à subsidência (afundamento do solo).
3) Iraque (Região da Mesopotâmia): Cidades e comunidades agrícolas ao longo dos rios Tigre e Eufrates enfrentam declínio severo. O secamento dos pântanos do sul do Iraque e o represamento dos rios por países vizinhos (como a Turquia) forçaram o abandono de dezenas de vilas rurais e migrações em massa para as periferias de grandes cidades.
4) Jordânia: Considerado um dos países mais secos do mundo, enfrenta escassez crônica até em sua capital, Amã, onde o abastecimento residencial chega a ser liberado apenas uma vez por semana em certos períodos.
5) Por que as megacidades ainda resistem?
Embora vilas rurais estejam desaparecendo, cidades costeiras e ricas evitam o abandono total apelando para a tecnologia:
Dessalinização massiva: Países do Golfo Pérsico (como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Catar) dependem quase 100% de usinas de dessalinização de água do mar.
Reuso e Alta Tecnologia: Países como Israel reciclam quase 90% de suas águas residuais para a agricultura e utilizam irrigação por gotejamento intensiva.
A médio e longo prazo, especialistas alertam que, se não houver governança regional e transição ecológica, áreas do interior da região correm alto risco de desertificação e abandono definitivo.
25 de ago. de 2026
RIO EUFRATES ESTÁ SECANDO!!!
Este "blog" passando dos 900 mil acessos: rumo ao 1 milhão - na esperança de que melhores notícias sobre nosso planeta nos tragam Saúde e Paz!!!
O avanço das mudanças climáticas trouxe à tona, mais uma vez, uma antiga profecia bíblica ligada ao Rio Eufrates, um dos recursos naturais mais importantes e simbólicos da história da humanidade. Considerado o rio mais longo da Ásia Ocidental, ele nasce no leste da Turquia, atravessa a Síria e o Iraque e, por fim, junta-se ao Rio Tigre antes de desaguar no Golfo Pérsico.
Juntamente com o Tigre, o Eufrates é um dos dos rios que definem a Mesopotâmia, sendo o mais longo e um dos mais historicamente importantes rios da Ásia Ocidental.
REPRODUZIDO DE: Google-Gemini:
O Rio Eufrates está enfrentando um processo severo e acelerado de secagem. O volume de água do rio caiu drasticamente nos últimos anos devido a uma combinação de fatores climáticos e intervenções humanas ao longo de seu curso na Turquia, Síria e Iraque.
Principais causas do dessecamento
* Mudanças Climáticas e Seca: A região do Crescente Fértil tem registrado temperaturas recordes e secas prolongadas, reduzindo drasticamente as chuvas e o derretimento de neve nas montanhas da Turquia, onde o rio nasce.
* Construção de Barragens: A Turquia construiu uma extensa rede de represas e usinas hidrelétricas (como a Represa de Atatürk) na cabeceira do rio, reduzindo significativamente a vazão de água que flutua para a Síria e o Iraque.
* Gestão Ineficiente de Recursos Hidricos: Métodos agrícolas desatualizados, irrigação por inundação e vazamentos em infraestruturas antigas aceleram o desperdício de água nos países a jusante.
* Supererrogação (fazer mais do que o necessário) e Poços Informais: Com a escassez na superfície, a retirada descontrolada de água subterrânea afetou o aquífero que também alimentava a bacia do rio.
Consequências Impactantes
* Crise Humanitária e Agrícola: Milhões de pessoas no Iraque e na Síria perderam o acesso à água potável e à irrigação para a agricultura, levando ao abandono de vilarejos rurais e migração forçada.
* Perda de Ilhas Culturais: Comunidades históricas, como os Árabes das Pântanos (Marsh Arabs) no sul do Iraque, viram seu ecossistema secular ser destruído pela salinização e falta de água.
* Surgimento de Sítios Arqueológicos: A queda acentuada do nível da água revelou estruturas antigas, ruínas pré-históricas e túneis arqueológicos que estavam submersos há décadas sob represas e reservatórios.
LENÇOIS MARANHENSES: JÁ TÊM MICROPLÁSTICOS!
REPRODUZIDO DE:
https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/08/24/estudo-sobre-poluicao-no-litoral-brasileiro-identifica-microplastico-em-praias-dos-lencois-maranhenses.ghtml
DESTAQUES:
1) Uma pesquisa realizada pelo projeto Micromar identificou a presença de partículas poluentes em praias dos Lençóis Maranhenses, uma das áreas naturais mais conhecidas do país.
O estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e analisou cerca de 4 mil amostras coletadas em mais de mil praias de 17 estados brasileiros. Esse é considerado o maior levantamento padronizado já realizado sobre microplásticos no litoral do Brasil.
Mesmo em regiões protegidas e de difícil acesso, como as praias do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, os pesquisadores encontraram fragmentos de plástico que não deveriam fazer parte daquele ambiente.
2) Resíduos podem ter vindo de outras regiões.
Os pesquisadores avaliam que os microplásticos podem ter chegado aos Lençóis Maranhenses por diferentes caminhos. Uma das hipóteses é que as partículas tenham sido transportadas pelo Rio Preguiças, que atravessa áreas próximas a cidades onde há descarte de materiais plásticos.
Outra possibilidade é que os fragmentos tenham viajado longas distâncias pelo oceano, já que o tamanho reduzido permite maior mobilidade desses resíduos.
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