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16 de jul. de 2026
REGISTROS DE MAMÍFEROS: DESIGUALDADES DE ORIGEM GEOPOLÍTICA...SÓ PREJUDICA A CIÊNCIA!
REPRODUZIDO DE :
https://agencia.fapesp.br/maioria-das-especies-de-mamiferos-descobertas-no-sul-desde-1990-esta-depositada-no-norte/58688
DESTAQUES:
1) André Julião | Agência FAPESP – A maioria das novas espécies de mamíferos que foram descritas nos últimos 35 anos está depositada em instituições de países do chamado Norte Global, apesar de a imensa maioria delas ter sido descoberta em países pobres ou em desenvolvimento do hemisfério Sul, segundo um levantamento realizado por cientistas brasileiros e publicado na revista NPJ Biodiversity.
2) A pesquisa analisou 1.116 novas espécies de mamíferos descritas entre 1990 e 2025 e concluiu que 95% delas eram nativas de países do chamado Sul Global – conjunto de países emergentes da América Latina, África, Ásia e Caribe, com características socioeconômicas semelhantes, incluindo o Brasil –, apesar de 60% dos seus holótipos (nome dado aos exemplares que servem de referência para a descrição científica da espécie) estarem depositados em países ricos da Europa e da América do Norte, principalmente. Por outro lado, apenas 22% das espécies nativas do Norte descritas nesse mesmo período têm seus holótipos guardados fora do país de origem – ainda assim em instituições desse mesmo domínio geopolítico, que pode englobar países como Austrália e Nova Zelândia.
Segundo os autores, os resultados mostram como desigualdades geopolíticas e socioeconômicas impactam a atividade científica e o conhecimento da biodiversidade.
3) Mais de 90% de todos os holótipos de mamíferos armazenados no Norte Global são de espécimes coletados em um país diferente daquele onde está atualmente depositado. No Sul Global, por sua vez, menos de 8% dos holótipos de mamíferos estão depositados em países diferentes de onde foram coletados.
4) "Os números para mamíferos nos surpreenderam. Mesmo que antigos colonizadores tivessem o costume de extrair material biológico de suas ex-colônias, nós não esperávamos observar valores tão altos nas décadas recentes. O problema do "neocolonialismo científico" [ASPAS DO REPONSÁVEL POR ESTE BLOG] é mais acentuado nos mamíferos do que em outros grupos de animais”, avalia Mario Moura, professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e primeiro autor do estudo.
OBS.: ESSE TAL "NEOCOLONIALISMO CIENTÍFICO" EU INTERPRETO COMO RESULTADO DE UM MAIOR DESENVOLVIMENTO DAS INSTITUIÇÕES DE PESQUISA NOS PAÍSES DO HEMISFÉRIO NORTE.
15 de jul. de 2026
"EL NIÑO" COM MAIOR INTENSIDADE GERANDO ATITUDES PREVENTIVAS. TEORIA E PRÁTICA (?!)
NO BRASIL É ASSIM: NO ANO DE ELEIÇÕES, PLANOS GRANDIOSOS E BENÉFICOS A TODOS E EM TUDO... SÃO PROMETIDOS!
REPRODUZIDO DE:
https://oeco.org.br/salada-verde/coalizao-brasil-aponta-adaptacao-e-uso-sustentavel-da-terra-como-resposta-ao-super-el-nino/
DESTAQUES:
1) Com a previsão da chegada de um novo el niño forte, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura publicou um documento direcionado aos candidatos às eleições de 2026 defendendo o uso sustentável da terra, com a adoção, pelo agronegócio brasileiro, de boas práticas produtivas, ampliação da recuperação de áreas degradadas e o fortalecimento da adaptação climática.
2) De acordo com a Coalizão, o cenário crítico reforçado com a nova análise da Administração Atmosférica e Oceânica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) – que indica que há 81% de chances de o El Niño se tornar muito forte entre outubro e dezembro –, deve impulsionar a agenda a adaptação climática, focando em uma direção estratégica que reduza as vulnerabilidades do setor produtivo.
14 de jul. de 2026
DIFERENTES TRAGÉDIAS COM UMA MESMA ORIGEM: FALTA DE AÇÕES PREVENTIVAS
EUROPA: Onda de calor extremo no oeste da Europa causou mais de 10 mil mortes adicionais entre os dias 22 e 28 de junho. A EuroMOMO, rede europeia de monitoramento de mortalidade, relata que mais de 90% das vítimas tinham 65 anos ou mais, com óbitos concentrados em países como França, Espanha, Alemanha e Reino Unido.
Mais de 90% das vítimas tinham 65 anos ou mais, idosos vulneráveis à insolação e ao agravamento de doenças respiratórias ou cardiovasculares. Somente a Alemanha registrou pelo menos 5.120 óbitos relacionados.
VENEZUELA: Número de mortos por terremotos na Venezuela chega a 4.490.
INCENDIOS FLORESTAIS:
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