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16 de out. de 2026

CAATINGA ÚNICO BIOMA TOTALMENTE DO BRASIL: SUAS COBRAS E SEUS EFICIENTES PREDADORES

REPRODUZIDO DE: https://youtu.be/lZ-oh7bf3d8?is=j52EqNsyKVK2SLKp
[Nota: o saruê é conhecido em grande parte do Nordeste do Brasil como timbu]. OBSERVAÇÃO ADICIONAL, IMPORTANTE: O SORO ANTIOFÍDICO, DESCOBERTA E PRODUÇÃO (informaçőes obtidas do GOOGLE-Gemini). 1) A produção do soro antiofídico é um processo rigoroso e complexo, que combina biotecnologia e extração biológica. No Brasil, o Instituto Butantan (uma descoberta do médico e sanitarista brasileiro, Vital Brazil Mineiro da Campanha) e outros laboratórios oficiais utilizam animais como serpentes (para a extração do veneno) e cavalos (para a produção dos anticorpos). 2) Cavalos saudáveis e monitorados recebem pequenas doses sucessivas de veneno, misturadas a substâncias imunoadjuvantes que estimulam a resposta imune sem causar danos à saúde do animal. Ao longo de semanas, o sistema imunológico do cavalo reconhece a toxina e produz uma alta quantidade de anticorpos específicos (imunoglobuninas) para neutralizá-la. 3) Quando o nível de anticorpos no sangue do cavalo atinge o pico ideal, é realizada a sangria de plasma. Apenas o plasma (a parte líquida do sangue, onde ficam os anticorpos) é retido. Os glóbulos vermelhos (hemácias) são separados e reinfundidos de volta no próprio cavalo (processo chamado de plasmaforese), evitando anemia e mantendo a saúde do animal. 4) O plasma passa por um tratamento químico e enzimático rigoroso no laboratório. As enzimas cortam a molécula do anticorpo, isolando apenas a parte funcional que neutraliza o veneno (F(ab')_2) e removendo a fração não essencial (Fc). Esse processo reduz dramaticamente o risco de reações alérgicas ou rejeições quando o soro for aplicado em seres humanos. 5) O soro purificado passa por múltiplos testes para verificar: Potência: Capacidade exata de neutralização do veneno. Esterilidade e Pirogenicidade: Garantia de ausência de bactérias, fungos ou toxinas causadoras de febre. Após ser aprovado, o soro é envasado em ampolas, rotulado e distribuído exclusivamente pelo Ministério da Saúde para o SUS (Sistema Único de Saúde),do Ministério da Saúde.

DITADO POPULAR BASEADO EM "SABEDORIA DE MACACO, EXPERIENTE"!

REPRODUZIDO DE: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2026/10/14/macaco-velho-nao-poe-a-mao-em-cumbuca-conheca-a-arvore-brasileira-que-deu-origem-ao-ditado-popular.ghtml
DESTAQUES: 1) Quem nunca ouviu que “macaco velho não põe a mão em cumbuca”? O ditado é conhecido em todo o país, e a origem dele está em uma árvore brasileira: a sapucaia ("Lecythis pisonis"). Segundo a literatura, a expressão vem do comportamento dos macacos diante do fruto da espécie, que tem formato de cumbuca e guarda castanhas muito apreciadas pelos primatas. 2) De acordo com a botânica Carol Ferreira, o fruto da sapucaia tem casca dura e lenhosa e se abre por uma tampa, chamada opérculo. Dentro dele ficam as castanhas, que são comestíveis e atraem macacos e morcegos. 3) Nome de origem tupi. O próprio nome da árvore também faz referência ao fruto. Sapucaia vem do tupi e significa “fruto que faz saltar os olhos” ou “o olho da cabeça se abre”, em alusão à tampa que se solta quando o fruto amadurece e deixa as sementes à mostra. A literatura registra que os macacos jovens enfiam a mão na cumbuca para pegar as castanhas e, na hora de tirá-la, ficam com a mão presa, já que ela está cheia de sementes. O comportamento seria reflexo da inexperiência. 4) Os macacos mais velhos, por sua vez, retiram uma castanha de cada vez, usando apenas a ponta dos dedos. Dizem que é daí que vem o ditado: o macaco experiente já aprendeu que quem quer tudo de uma vez pode acabar preso. CURIOSIDADE, DE "CARÁTER FILOSÓFICO" (FONTE: GOOGLE-Gemini): Na África macacos são capturados colocando-se alimento dentro de recipientes em que eles não conseguem retirar a mão de dentro da cabaça, garrafa ou pote de cerâmica com um gargalo estreito que é preso a uma árvore e nesse recipiente são colocados alimentos atraentes para os macacos, como sementes ou amendoins. 1. O macaco aproxima-se e enfia a mão aberta e vazia pelo gargalo do recipiente. 2. Ele pega um punhado do alimento, fechando a mão em um punho. 3. Como o punho fechado fica maior do que a abertura do gargalo, a mão fica presa. [O pobre animal seria assim capturado]. Conclusão: A parábola lembra que, para obter a liberdade ou mudar de rumo, às vezes é necessário desapegar e "soltar a mão".

15 de out. de 2026

MUITA CHUVA! AGORA SOB A FORMA DE TEMPORAIS. ESTAMOS PREPARADOS PARA ENFRENTAR?!

EM 14/10/26 EM SĀO PAULO,CAPITAL: Visão geral criada por IA Uma chuva de 42 mm em 40 minutos equivale a um acumulado de 42 litros de água por metro quadrado (m²), com uma intensidade de 63 mm/h. Esse fenômeno é classificado meteorologicamente como uma chuva muito forte (ou torrencial), com alto potencial de causar alagamentos rápidos em áreas urbanas.
OBSERVEM NESTE VÍDEO, QUE UM CIDADÃO REMOVE LIXO DE UMA ABERTURA DESTINADA AO ESCOAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL E O DEIXA NA CORRENTEZA E QUE CERTAMENTE VAI CONTINUAR CAUSANDO ALAGAMENTO MAIS ADIANTE (DAÍ, REPITO A PERGUNTA: ESTAMOS PREPARADOS?!) https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/10/14/cidade-de-sp-entra-em-estado-de-atencao-para-alagamentos.ghtml SUGESTÃO NESTE BLOG: ESTA PROBLEMÁTICA AMBIENTAL URBANA É DESTACADA COM CONHECIMENTOS DOS EXPERIENTES AUTORES: Luiz Ferreira da Silva e Manoel Malheiros Torinho, NA SEGUINTE OBRA (EU, BRENO M. GRISI, FIZ A APRESENTAÇÃO DESTE LIVRO):