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4 de ago. de 2026
DERRETIMENTO DAS GELEIRAS NA NORUEGA FAVORECENDO (ENGORDANDO) URSOS
REPRODUZIDO DE:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo
OBSERVAÇÕES INICIAIS:
1) Muitas perguntas são veiculadas por leitores e que mereceriam atenção.
2) Os dados sobre o derretimento são seguros?
3) As amostragens de todo o processo envolvido nessa "saudabilidade dos ursos" são precisas?
4) Muito importante esta observação desta publicação e que destaco:
Eles (os pesquisadores) acreditam que os ursos de Svalbard se adaptaram à recente perda de gelo consumindo mais presas terrestres, como renas e morsas.
MAIS DESTAQUES:
1) Durante o período em que a pesquisa foi realizada, o aumento das temperaturas globais elevou o número de dias sem gelo por ano na região em quase 100, a um ritmo de aproximadamente quatro dias por ano.
2)Pesquisadores pesaram e mediram 770 ursos adultos em Svalbard entre 1992 e 2019 e descobriram que eles haviam ficado significativamente mais gordos.Os cientistas esperavam o contrário, mas os ursos polares do arquipélago norueguês de Svalbard ficaram mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, apesar do derretimento do gelo marinho ter aumentado constantemente devido às mudanças climáticas.
3) As morsas estão oficialmente protegidas na Noruega desde a década de 1950, depois que a caça as levou à beira de extinção.
Essa proteção impulsionou sua população e, ao que parece, tem proporcionado uma nova fonte de alimento rico em gorduras para os ursos polares.
"Hoje há muito mais morsas para eles caçarem", afirma Aars, pesquisador.
"Também é possível que eles consigam caçar focas com mais eficiência".
Aars explicou que, se as focas têm acesso a áreas menores de gelo marinho, elas se congregam nessas áreas, facilitando a caça em grupo pelos ursos.
3 de ago. de 2026
LONGA MIGRAÇÃO DE PEIXE NA AMAZÔNIA
REPRODUZIDO DE:
https://revistaoeste.com/oestegeral/2026/07/31/por-mais-de-11-mil-quilometros-na-amazonia-cientistas-acompanham-a-maior-migracao-ja-registrada-entre-peixes-de-agua-doce/
DESTAQUES:
1) Como um peixe consegue cruzar quase toda a dourada amazônica? A resposta está em um ciclo de vida extraordinário. Esse grande bagre percorre milhares de quilômetros entre os Andes e a foz do Rio Amazonas para nascer, crescer e se reproduzir.
O que é a dourada amazônica?
A longa viagem impressiona porque a dourada amazônica é um dos maiores bagres da América do Sul. Também chamada de Brachyplatystoma rousseauxii, ela pode atingir cerca de 2 metros de comprimento.
Esse peixe vive apenas em água doce e depende de rios conectados para completar seu ciclo. Na Brachyplatystoma rousseauxii, cada fase da vida acontece em uma região diferente da Amazônia.
2) Como acontece essa migração gigantesca?
Agora que o peixe foi apresentado, vale entender seu percurso. Os ovos são liberados próximos aos Andes, onde as larvas seguem naturalmente pela correnteza até áreas próximas da foz do Amazonas.
3) Depois de crescerem, os jovens iniciam uma viagem de retorno que pode ultrapassar 11.000 quilômetros durante todo o ciclo de vida. Essa distância é considerada a maior migração conhecida entre peixes exclusivamente de água doce.
4) Por que essa viagem é tão importante?
Esse deslocamento permite que cada fase da vida ocorra em ambientes favoráveis. As áreas próximas ao estuário oferecem grande quantidade de alimento, enquanto as regiões andinas apresentam condições adequadas para a reprodução.
5) Os principais benefícios desse ciclo incluem:
Alimentação variada: os juvenis encontram diferentes fontes de alimento ao longo do rio.
Reprodução eficiente: os adultos retornam às áreas onde nasceram para desovar.
Equilíbrio ecológico: grandes bagres ajudam a manter a cadeia alimentar dos rios.
Importância econômica: a espécie sustenta parte da pesca comercial em diversos países amazônicos.
1 de ago. de 2026
ADAPATAÇÃO EM AVE: VOAVA MAS AGORA NADA!
REPRODUZIDO DE:
https://www.brasil247.com/tendencias/2026/07/24/o-cormorao-das-galapagos-das-ilhas-isabela-e-fernandina-que-virou-foco-de-ornitologos-ao-apresentar-diferencas-marcantes-de-tamanho-das-asas-e-propulsao-subaquatica-em-relacao-aos-tradicionais-cormoro/
DESTAQUES:
1) Nas rochas vulcânicas da ilha Fernandina, o cormorão-das-Galápagos (Nannopterum harrisi) observa o oceano Pacífico sem jamais alçar voo. Esta espécie única de ave marinha desenvolveu asas atrofiadas ao longo de milênios de isolamento geográfico no arquipélago equatoriano. A abundância de alimentos no litoral e a ausência de predadores terrestres criaram condições ideais para uma transformação anatômica singular na história da biologia.
2) Por que o cormorão-das-Galápagos perdeu a capacidade de voar?
O isolamento insular do arquipélago de Galápagos permitiu que a espécie redefinisse suas prioridades de sobrevivência ao longo de gerações. Sem a ameaça de predadores naturais em terra firme, a energia gasta na manutenção de grandes músculos peitorais deixou de ser uma vantagem adaptativa. As águas frias da corrente de Humboldt trouxeram fartura de peixes, polvos e lagostas bem ao longo da costa, tornando o voo desnecessário para a busca diária por alimento marinho.
A NATUREZA IMPRIMIU MUDANÇA. DEU CERTO, PERPETUOU.
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