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29 de abr. de 2026
ÁGUA E DNA. AS DUAS MOLÉCULAS QUE SUSTENTAM A VIDA
ONDE ADQUIRIR:
https://www.amazon.com.br/dp/B0GYVH8H7D
DESTAQUES:
1) Água e DNA: As Duas Moléculas que Sustentam a Vida é uma obra científica escrita por três pesquisadores brasileiros com trajetórias publicadas nas áreas de genética, engenharia ambiental e saúde pública. Em 17 capítulos organizados em cinco partes, o livro percorre a origem da água no cosmos, a biologia molecular das células humanas, a epigenética, as doenças ligadas à água contaminada, a crise hídrica global e o futuro da gestão da água no planeta.
2) Escrito para ser lido por qualquer pessoa, independentemente de formação acadêmica, sem abrir mão do rigor científico que o tema exige. Uma obra para quem quer entender a ciência que sustenta a vida, a saúde e o futuro do planeta.
3) Água e DNA: As Duas Moléculas que Sustentam a Vida é uma obra científica escrita por três pesquisadores brasileiros com trajetórias publicadas nas áreas de genética, engenharia ambiental e saúde pública. Em 17 capítulos organizados em cinco partes, o livro percorre a origem da água no cosmos, a biologia molecular das células humanas, a epigenética, as doenças ligadas à água contaminada, a crise hídrica global e o futuro da gestão da água no planeta.
4) O que você vai encontrar neste livro:
• A origem cósmica da água e do DNA e como eles tornaram possível a vida na Terra
• Como a água age diretamente no funcionamento do genoma humano
• Epigenética: como a água e o ambiente ligam e desligam genes
• Doenças causadas por água contaminada e o que a ciência diz sobre prevenção
• Saneamento básico como direito humano e questão de saúde pública
• A crise hídrica global: geopolítica, escassez e o papel de cada cidadão
• Tecnologias de tratamento e reuso de água
• Florestas, aquíferos e serviços ambientais: o elo entre ecossistemas e água limpa
• O futuro da água: inovação, governança e sobrevivência da espécie.
26 de abr. de 2026
RESGATANDO O "ESTOQUE" DE UMA DAS AVES MAIS TRAFICADAS DO BRASIL
REPRODUZIDO DE:
https://theconversation.com/de-volta-a-floresta-resgate-reabilitacao-e-reintroducao-de-animais-silvestres-tambem-e-estrategia-de-conservacao-280694
DESTAQUES:
1) Todos os anos, milhões de animais silvestres são retirados de seus habitats naturais no Brasil, seja por tráfico ilegal, maus-tratos, acidentes ou captura para criação como animal de estimação. Segundo dados da Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas), esse número pode chegar a 38 milhões de indivíduos por ano.
Esse fenômeno, muitas vezes invisível no cotidiano urbano, tem impactos profundos. A retirada contínua de espécies compromete cadeias ecológicas, altera dinâmicas populacionais e contribui para processos de extinção. Especialmente em um país que abriga uma das maiores biodiversidades do planeta.
2) Depois do resgate.
Quando um animal silvestre é resgatado de uma situação de risco, o retorno à natureza não é imediato e nem simples. No caso das aves, por exemplo, um dos grupos mais afetados pelo tráfico no Brasil, o processo envolve uma série de etapas que vão além do cuidado clínico. Isso porque elas frequentemente apresentam comprometimentos físicos e comportamentais decorrentes do confinamento, da alimentação inadequada e da perda de estímulos naturais.
3) Já a reintrodução é reconhecida como uma estratégia importante dentro das políticas de conservação da biodiversidade. Quando bem conduzida, contribui para a recomposição de populações locais, restaurações de funções ecológicas e manutenção da diversidade biológica.
22 de abr. de 2026
AMAZÔNIA: NOSSO CALCANHAR DE AQUILES ?!
REPRODUZIDO DE:
https://agencia.fapesp.br/incendios-secas-e-tempestades-de-vento-tornam-vegetacao-da-amazonia-menos-diversa/57819
DESTAQUES:
1) Luciana Constantino | Agência FAPESP – Mesmo após incêndios, secas severas e tempestades de ventos, a vegetação de florestas degradadas na Amazônia demonstra alta capacidade de regeneração, incluindo espécies arbóreas. A recuperação, no entanto, ocorre sob novas condições ecológicas, com perda de diversidade e aumento de vulnerabilidade a novos distúrbios.
Pesquisa publicada na segunda-feira (20/04) na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), uma das revistas científicas mais citadas no mundo, mostra que há substituição de espécies vulneráveis por outras generalistas, mais resistentes. Indica, assim, segundo os autores, a formação de florestas homogêneas, mas não uma tendência à savanização, como parte da literatura científica vinha apontando. Esse processo reforça a resiliência do bioma.
2) Por outro lado, o estudo, realizado com base em 20 anos de monitoramento de campo e liderado por brasileiros, destaca que as áreas recuperadas são mais vulneráveis a eventos extremos cada vez mais frequentes no bioma e aos impactos do desmatamento e das mudanças climáticas. Além de intensificar secas e incêndios, o aquecimento global prejudica os serviços ecossistêmicos, como a regulação de água e a captura de carbono.
3) A principal mensagem do nosso estudo é que, mesmo altamente degradadas, as florestas conseguem se recuperar. No entanto, estão muito vulneráveis a novos distúrbios. Elas são resilientes, mas, mesmo assim, é preciso preservar. No sítio experimental, temos o controle e o fogo não ocorre mais na área, o que não é possível fazer na Amazônia toda”, pondera à Agência FAPESP o biólogo Leandro Maracahipes, primeiro autor do artigo juntamente com o engenheiro florestal Paulo Brando.
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