brenogrisi-ecologiaemfoco
Contribuindo para entendermos a Natureza, respeitá-la e continuarmos vivendo!
Total de visualizações de página
20 de abr. de 2026
NOVA ESPÉCIE DE PLANTA DESCRITA NA CAATINGA: E ASSIM...
...CONTINUAMOS DESCOBRINDO ALGO NOVO EM BIOMA QUE PENSÁVAMOS CONHECER TUDO!!!
A Machaerium guidone pode ser encontrada predominantemente na Caatinga. Além do Piauí, ela ocorre nos estados da Bahia, Ceará, Maranhão e Minas Gerais. De acordo com os pesquisadores, a ampla ocorrência da planta sugere que ela esteja distante do risco de extinção.
Identificação: Descrita no Kew Bulletin por Valner Jordão, Daniela Sampaio e Fabiana Filardi, a espécie foi coletada na região do Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí.
16 de abr. de 2026
INDICAÇÕES/SUPOSIÇÕES DE FUTURO NADA PROMISSOR NA AMAZÔNIA
REPRODUZIDO DE:
https://agencia.fapesp.br/secas-mais-longas-e-mudancas-nas-chuvas-ja-ocorrem-na-amazonia-apontam-pesquisas/57792
DESTAQUES:
1) Luciana Constantino | Agência FAPESP – A Amazônia brasileira já começa a registrar cenários até então projetados para as próximas décadas, com estações secas mais longas e alteração no padrão de chuvas, apontam dois estudos recém-publicados liderados por cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O quadro pode se intensificar rapidamente, elevando riscos à biodiversidade, ao reabastecimento de reservatórios naturais de água e ao funcionamento da floresta se não houver políticas integradas e iniciativas de combate às mudanças climáticas.
2) Os trabalhos, baseados em modelos climáticos que incorporam a dinâmica regional, também funcionam como um alerta para este ano e o próximo, quando há a possibilidade de um “super El Niño”. Caracterizado pelo aquecimento do oceano Pacífico na faixa equatorial, o fenômeno pode, em sua versão mais intensa, elevar a temperatura em mais de 2 °C acima da média, provocando grandes alterações na circulação atmosférica e no regime de chuvas em escala global.
3) O resultado de uma das pesquisas indica prolongamento da estação seca na Amazônia de quatro para até seis meses, com aumento de déficit hídrico superando -150 milímetros (mm) no período. Publicado no International Journal of Climatology, o artigo aponta maior instabilidade climática e mais eventos extremos fora do padrão sazonal, além de crescimento da degradação da floresta associada ao fogo.
4) O outro trabalho, que está na edição de março da Perspectives in Ecology and Conservation, analisa a seca registrada entre 2023 e 2024 na Amazônia, período em que o Brasil também foi fortemente afetado pelo El Niño. Os achados mostram um crescimento médio de 9% nas áreas queimadas e 19% nos alertas de degradação florestal, com até 4,2 milhões de hectares impactados por fogo no pico da seca. Evidenciam, assim, que o ciclo seca-fogo-degradação está se fortalecendo, reduzindo a capacidade do ecossistema de se restabelecer.
5) "Há alguns anos, quando começamos a discutir cenários climáticos para a Amazônia, muitas vezes esse futuro era visto como algo distante nas conjunturas mais pessimistas. Porém, estamos observando que os extremos de anomalia mais pessimistas estão acontecendo no presente. Quando comparamos os dados de hoje com as projeções, vemos o quão crítica vai ficando essa situação à medida que incluímos cenários pessimistas na análise climática”, resume a engenheira ambiental e sanitarista Débora Dutra, doutoranda em sensoriamento remoto no Inpe e primeira autora dos dois artigos.
15 de abr. de 2026
LEUCENA: NO COMEÇO DE SUA INTRODUÇÃO NO NORDESTE BRASILEIRO, DIZIA-SE QUE SERIA A SALVAÇÃO COMO ALIMENTO DO GADO...
...HOJE, UMA PRAGA INVASORA QUE DEVE SER EXTINTA!!!
Quando a leucena (Leucaena leucocephala) foi introduzida no Brasil, nos anos 70 – especialmente no Mato Grosso do Sul -, para servir de forragem para animais e ajudar na fixação de nitrogênio no solo, não se imaginava que ela se adaptaria tão bem e se transformaria num dos piores pesadelos para a vegetação nativa, em todos os biomas do país.
A leucena vem substituindo a flora sub-arbórea e arbórea no nordeste do Brasil, semelhante a outra espécie alienígena: a algaroba, Prosopis juliflora, árvore de uso múltiplo para a região semiárida brasileira.
Mas a leucena libera um composto químico, a mimosina, que inibe a germinação e impede o crescimento de outras espécies ao redor.
Como a árvore chegou no Brasil? - O especialista em ecologia e em árvores Milton Longo, explica que a planta chegou ao Brasil na década de 1970. Nativa do México, a espécie foi introduzida em Mato Grosso do Sul e outros estados como uma alternativa para alimentar o gado. E em Campo Grande, capital do estado do Mato Grosso do Sul, em 2025 uma lei estabelece multa de R$ 1000 para quem descumprir a lei que proíbe seu plantio.
Assinar:
Comentários (Atom)



