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17 de fev. de 2026

FOTOGRAFIA DA NATUREZA +INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: BONS RESULTADOS? SEMPRE?!

REPRODUZIDO DE: https://oeco.org.br/colunas/a-fotografia-em-tempos-de-ia-transformacao-ou-extincao/ DESTAQUES: O simples pensamento: “vou pedir pra IA criar uma imagem com meus comandos”, pode à princípio ser inofensivo, mas o que acontecerá a longo prazo? Onde ficará o prazer de esperar a luz ideal, o tempo de se conectar com aquele momento vivido e todos os sentimentos e lembranças que se acumulam nas nossas memórias?
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15 de fev. de 2026

CRIME NO KREMLIN: UMA "ILUSTRAÇÃO" DO PODER DA EPIBATIDINA, DE RÃS DA AMAZONIA

REPRODUZIDO DE: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c363el2l885o
DESTAQUES: 1) O CRIME DENUNCIADO. A morte do líder da oposição russa Alexei Navalny em uma prisão na Sibéria dois anos atrás foi causada por um veneno criado a partir da toxina de uma rã-flecha, de acordo com informações divulgadas neste sábado (14/2) pelo Reino Unido. A conclusão veio da análise de amostras de material extraído do corpo de Navalny que revelaram a presença da toxina epibatidina, encontrada em rãs-flecha venenosas que habitam a América do Sul. Para o Ministério das Relações Exteriores britânico, não há explicação "inocente" para a presença da toxina nas amostras, sinalizando a responsabilidade do Kremlin no episódio. "Somente o governo russo tinha os meios, o motivo e a oportunidade de usar essa toxina letal contra Alexei Navalny durante seu encarceramento na Rússia", declarou Yvette Cooper, Secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, quando anunciava os achados na Conferência de Segurança de Munique. 2) EPIBATIDINA A epibatidina é um alcaloide neurotóxico extremamente potente, secretado pela pele de pequenas rãs venenosas nativas da América do Sul, da Amazônia e, especificamente, o Equador (gênero Epipedobates, como a Epipedobates anthonyi). E também a Phyllobates terribilis; foto abaixo. Esta substância ganhou destaque científico e noticiário recente devido à sua toxicidade, sendo mais de 100 a 200 vezes mais potente que a morfina como analgésico, mas com alta letalidade.
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JARARACA versus GAMBÁ: UMA LUTA QUE FAVORECEU ESSE MARSUPIAL

GAMBÁ. Espécies Comuns: No Brasil, os mais comuns são o de orelha-branca (Didelphis albiventris) e o de orelha-preta (Didelphis aurita). O gambá (ou saruê/timbu) é um predador natural da cobra jararaca e possui imunidade natural à sua peçonha, suportando picadas de serpentes venenosas como jararacas, cascavéis e corais. Essa resistência é fruto de uma "corrida armamentista evolutiva" de milhões de anos.
JARARACA. A jararaca-da-mata (nome científico: Bothrops jararaca) é uma serpente de até 1,6 m, encontrada no Brasil (da Bahia ao Rio Grande do Sul) e em regiões adjacentes no Paraguai e Argentina. EMBATE: JARARACA e GAMBÁ. Muita gente acha que o gambá foge da jararaca, mas é justamente o contrário. O gambá (Didelphis) é um dos poucos animais que possuem resistência natural ao veneno das serpentes do gênero Bothrops (jararacas). • Imunidade: O sangue do gambá contém proteínas que neutralizam as toxinas hemorrágicas do veneno da jararaca. Para ele, uma picada pode causar um inchaço leve, mas raramente é fatal.