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4 de jun. de 2026

...E DESCOBERTAS DE NOVAS ESPÉCIES CONTINUA...

...AGORA UMA ARANHA NA ÁFRICA! REPRODUZIDO DE: https://conexaoplaneta.com.br/blog/aranha-fluorescente-esta-entre-dezenas-de-novas-especies-descobertas-em-hotspot-de-biodiversidade-da-africa/
DESTAQUES: 1) Um grilo-predador-encouraçado, uma lagarta-cobre e uma incrível aranha-caranguejo-coroada fluorescente são algumas das novas espécies encontradas durante uma expedição científica ao Planalto de Lisima, em Angola, região que abriga nascentes de quatro dos maiores sistemas fluviais da África: o Congo, o Okavango, o Zambeze e o Cuanza – e considerada um hotspot mundial de biodiversidade, até agora, pouquíssimo estudado. Além das espécies acimas, foram descobertas ainda oito de libélulas, três de gafanhotos e aproximadamente 60 de mariposas e borboletas que eram desconhecidas para a ciência. 2) Embora seja tão importante em termos de conservação, durante décadas conflitos armados e minas terrestres fizeram com que pesquisadores se mantivessem distantes dessa área remota. Mas em fevereiro de 2026, um grupo de 16 especialistas angolanos e de outros países iniciaram um levantamento da fauna e flora da região – o Cassai Life Atlas, promovido pelo The Wilderness Project.
3) A espetacular biodiversidade de Lisima. O foco principal do levantamento eram animais de pequeno porte, como insetos, répteis, anfíbios e mamíferos, como morcegos, além de plantas. “O planalto arenoso de Lisima libera algumas das águas doces mais límpidas ​​da África, o que se reflete nas libélulas e donzelinhas da região, com várias espécies altamente especializadas que não são encontradas em nenhum outro lugar”, revela Klaas-Douwe Dijkstra, especialista em libélulas e pesquisador do Centro de Biodiversidade Naturalis, da Holanda.

3 de jun. de 2026

MAIS UMA ESPÉCIE INVASORA NAS ÁGUAS FLÚVIO-MARINHAS TROPICAIS...

DESTAQUES: 1) Apresenta uma coloração acastanhada ou por vezes esverdeada na parte de cima da carapaça e branca por baixo e nas pinças. Na carapaça ostenta quatro saliências laterais. A largura da carapaça é ligeiramente maior do que o seu comprimento e as pernas são quase duas vezes a largura da carapaça, podendo atingir os 10 cm. Os juvenis são muito pequenos e não apresentam praticamente nenhuns pelos nas patas dianteiras. 2) Espécie invasora em território nacional. É nativa do leste asiático e tem causado um enorme impacto em diversos países onde foi introduzida, sendo por isso considerada invasora. Atualmente, a distribuição da espécie inclui o Mar do Norte, o Mar Báltico e, na Península Ibérica, nomeadamente nas bacias hidrográficas do Tejo e do Minho, em Portugal, e na bacia do rio Guadalquivir em Espanha. Apresenta um ciclo de vida catádromo, reproduz-se em águas salobras, mas passam a maior parte do seu ciclo de vida em ambiente dulciaquícola. 3) Alimenta-se de uma grande variedade de alimentos, é uma espécie oportunista com hábitos omnívoros. Geralmente, conforme a disponibilidade alimentar do habitat, a sua dieta poderá incorporar tanto plantas como animais.

2 de jun. de 2026

IMPOR LIMITES AO DESERTO DO SAARA: ANTES TARDE DO QUE NUNCA!!!

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/11-paises-africanos-correm-contra-o-avanco-do-saara-com-uma-muralha-verde-de-8-mil-km-bilhoes-de-dolares-em-apoio-internacional-e-a-missao-quase-impossivel-de-restaurar-100-milhoes-de-asaf04/
DESTAQUES: 1) Iniciativa africana de restauração ecológica reúne países do Sahel, recursos internacionais e técnicas adaptadas ao clima seco em uma tentativa de recuperar terras degradadas e reduzir impactos da desertificação sobre comunidades rurais. A Grande Muralha Verde é uma iniciativa de restauração ambiental em andamento na faixa do Sahel, região semiárida situada ao sul do deserto do Saara. 2) SAHEL. Visão geral criada por IA. O Sahel é uma vasta faixa semiárida de aproximadamente (5.400km) que se estende de leste a oeste na África, servindo como uma zona de transição ecológica entre o deserto do Saara, ao norte, e as savanas da África subsaariana, ao sul. Atualmente, a região é considerada um dos epicentros mundiais de crises geopolíticas e humanitárias. 3) Criado pela União Africana em 2007, o projeto busca recuperar áreas degradadas, fortalecer comunidades rurais e reduzir os efeitos da desertificação em uma zona que se estende do Senegal, no Atlântico, até Djibuti, no Chifre da África. Embora tenha ficado conhecida pela imagem de uma barreira de árvores, a iniciativa passou a reunir ações mais amplas de recuperação do solo, manejo da água, agricultura sustentável e geração de renda. 4) A estrutura oficial da Agência Pan-Africana da Grande Muralha Verde reúne 11 países: Burkina Faso, Chade, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal e Sudão. 5) Hoje, segundo organismos ligados à ONU, a Grande Muralha Verde funciona como um conjunto de paisagens restauradas, adaptadas às condições de cada território e às necessidades das comunidades locais. Na prática, as ações combinam árvores nativas, arbustos resistentes à seca, áreas de pastagem, sistemas agroflorestais, recuperação de nascentes e técnicas de retenção de água no solo.