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15 de ago. de 2026
VIDA URBANA. SERES HUMANOS NÃO ESTÃO FÍSICA E PSICOLOGICAMENTE ESTRUTURADOS PARA SE AJUSTAR COM PERFEIÇÃO ...
...E TEREM PLENA SAÚDE!
REPRODUZIDO DE:
https://jornal.usp.br/atualidades/poluicao-sonora-de-veiculos-aumenta-risco-de-doencas-de-alzheimer-e-parkinson/
DESTAQUES:
1) Ruídos provenientes de meios de transporte, como carros, ônibus e trens, estão associados a um maior risco de doenças neurológicas. Pesquisadores dinamarqueses estudaram a exposição prolongada a esse tipo de barulho e identificaram uma relação com o aumento do risco das doenças de Alzheimer e de Parkinson.
No Brasil, onde, segundo dados do IBGE, 87,4% da população vive em áreas urbanas, escapar da poluição sonora é impossível para muitas pessoas, principalmente em cidades como São Paulo. Idosos, que já apresentam maior predisposição a essas doenças, e pessoas que vivem próximas a rodovias ou ferrovias estão entre as mais expostas.
expostas.
2) Os efeitos no cérebro.
A exposição crônica à poluição sonora pode afetar diferentes regiões do cérebro. No caso da doença de Alzheimer, entre as áreas envolvidas estão os lobos temporais, relacionados à formação de memórias, e o córtex pré-frontal, responsável por funções como a tomada de decisões, como explica Sonia Brucki, professora da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e coordenadora do Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital das Clínicas da FMUSP.
3) Outro possível efeito é a desregulação de substâncias produzidas naturalmente pelo organismo. Alterações na amígdala cerebral, que a neurologista descreve como responsável pela regulação das emoções, podem interferir na produção e no funcionamento de neurotransmissores como a dopamina. Segundo a professora, alterações nesse sistema podem prejudicar funções relacionadas à aprendizagem, à memória e ao controle motor, mecanismos envolvidos em doenças neurodegenerativas como o Parkinson.
4) Também é importante nesse processo o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, responsável, entre outras funções, pela regulação da produção de cortisol. “Essas vias neuroendócrinas estão associadas a estados de ansiedade, que também pioram o aprendizado e o comprometimento da memória”, explica Sonia.
As consequências também podem estar relacionadas ao acúmulo das proteínas tau e beta-amiloide no cérebro. Quando essas proteínas se acumulam de forma anormal, estão associadas ao desenvolvimento da doença de Alzheimer.
5) A poluição sonora também está relacionada à poluição atmosférica produzida por motores a combustão, que, por sua vez, também pode aumentar o risco de demência. Por isso, a presença de árvores pode contribuir para reduzir os efeitos da poluição sonora. Além da importância ambiental, elas “bloqueiam a passagem do som”, explica a professora Sonia Brucki.
14 de ago. de 2026
BIOPIRATARIA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA
DESTAQUES:
1) Pequeno, venenoso e com uma coloração azul que chama atenção em meio à floresta. Uma população do sapo-ponta-de-flecha "Adelphobates galactonotus", espécie encontrada apenas no Brasil, acabou despertando não apenas o interesse da ciência, mas também de colecionadores de animais exóticos no exterior.
2) O anfíbio apresenta uma impressionante variedade de cores. Dependendo da população, pode ter o dorso amarelo, laranja, vermelho, azul, marrom e até apresentar outras tonalidades e padrões.
Entre elas está um morfotipo azul encontrado na Amazônia brasileira. A coloração incomum tornou esses animais especialmente desejados no mercado internacional de pets exóticos.
O interesse foi tamanho que exemplares retirados ilegalmente da natureza no Brasil cruzaram o Atlântico, passaram pela Europa e chegaram aos Estados Unidos.
3) A história só foi interrompida por uma apreensão no Aeroporto Internacional de Miami.
Ao inspecionar a carga e a documentação apresentada, agentes do U.S. Fish and Wildlife Service (USFWS), órgão responsável pela proteção da fauna silvestre nos Estados Unidos, encontraram 22 sapos com a coloração azul, além de exemplares vermelhos e alaranjados.
4) Segundo o USFWS, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) normalmente autorizava a exportação da espécie apenas para instituições científicas. O órgão norte-americano afirma ainda que os espécimes exportados para fins científicos não eram vivos e que o Brasil nunca havia autorizado a exportação do raro morfotipo azul.
12 de ago. de 2026
...E NÓS, SERES HUMANOS, CONTINUAMOS VÍTIMAS FRÁGEIS NA ATUAL DÉCADA DOS VÍRUS!!!
REPRODUZIDO DE:
https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/08/12/oms-indica-que-surto-de-ebola-esta-fora-de-controle-com-mortes-que-nao-estavam-na-lista-de-rastreamento.ghtml
DESTAQUES:
1) A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quarta-feira (12) para a rápida disseminação do surto de Ebola na República Democrática do Congo (RDC), com um número crescente de mortes ocorrendo fora das unidades de tratamento e sem registro prévio nas listas de rastreamento. O cenário aponta para a existência de cadeias de transmissão ainda desconhecidas e levou o site oficial da ONU a definir a situação como uma transmissão "fora de controle". Embora o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, não tenha utilizado essa expressão em sua fala a jornalista em Genebra, ele afirmou que o surto avança em ritmo alarmante e pode se tornar ainda mais grave do que a epidemia que atingiu a África Ocidental entre 2014 e 2016.
2) Até o momento, foram registrados 4.449 casos confirmados e 2.061 mortes em cinco províncias e 53 zonas de saúde. A província de Ituri concentra cerca de 90% dos casos e 80% dos óbitos. A transmissão permanece ativa em cidades como Bunia, Rwampara, Nizi e Lita.
3) IMPORTANTE: O fenômeno sugere que o vírus esteja circulando por cadeias de transmissão que ainda não foram detectadas pelas autoridades.
O dado considerado mais preocupante pela OMS é a quantidade de pessoas que estão morrendo nas próprias comunidades, longe dos hospitais e das unidades de tratamento. Muitas dessas vítimas também não estavam entre os contatos previamente identificados pelas equipes de saúde.
4) Transmissão ocorre em momentos de maior vulnerabilidade.
Segundo Tedros, boa parte dos novos contágios acontece quando familiares cuidam de pessoas infectadas dentro de casa ou durante os preparativos para os funerais. Por isso, a realização de sepultamentos seguros e dignos é considerada uma das principais medidas para interromper a circulação do vírus.
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