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1 de ago. de 2026

ADAPATAÇÃO EM AVE: VOAVA MAS AGORA NADA!

REPRODUZIDO DE: https://www.brasil247.com/tendencias/2026/07/24/o-cormorao-das-galapagos-das-ilhas-isabela-e-fernandina-que-virou-foco-de-ornitologos-ao-apresentar-diferencas-marcantes-de-tamanho-das-asas-e-propulsao-subaquatica-em-relacao-aos-tradicionais-cormoro/
DESTAQUES: 1) Nas rochas vulcânicas da ilha Fernandina, o cormorão-das-Galápagos (Nannopterum harrisi) observa o oceano Pacífico sem jamais alçar voo. Esta espécie única de ave marinha desenvolveu asas atrofiadas ao longo de milênios de isolamento geográfico no arquipélago equatoriano. A abundância de alimentos no litoral e a ausência de predadores terrestres criaram condições ideais para uma transformação anatômica singular na história da biologia. 2) Por que o cormorão-das-Galápagos perdeu a capacidade de voar? O isolamento insular do arquipélago de Galápagos permitiu que a espécie redefinisse suas prioridades de sobrevivência ao longo de gerações. Sem a ameaça de predadores naturais em terra firme, a energia gasta na manutenção de grandes músculos peitorais deixou de ser uma vantagem adaptativa. As águas frias da corrente de Humboldt trouxeram fartura de peixes, polvos e lagostas bem ao longo da costa, tornando o voo desnecessário para a busca diária por alimento marinho. A NATUREZA IMPRIMIU MUDANÇA. DEU CERTO, PERPETUOU.

31 de jul. de 2026

AGORA, MUITO MAIS DO QUE ANTES DO INTENSO PROCESSO DE "INCHAÇO" DAS NOSSAS METRÓPOLES...

...A ARBORIZAÇÃO URBANA É FATOR PREOCUPANTE!
REPRODUZIDO DE: https://oeco.org.br/analises/as-arvores-nao-falham-as-cidades-sim/ MUITOS PONTOS IMPORTANTES SÃO RELATADOS NESTA PUBLICAÇÃO. A cada período chuvoso, as imagens se repetem: árvores caídas bloqueiam ruas, atingem veículos, interrompem o fornecimento de energia e, infelizmente, provocam feridos e mortes. A reação costuma ser imediata: culpa-se a árvore. Mas essa é apenas a face visível de um problema muito mais profundo. As árvores não passaram a cair porque se tornaram mais frágeis. O ambiente urbano, sim, tornou-se muito mais hostil. E o clima mudou, e muito. Vivemos uma nova realidade climática. O aquecimento global vem aumentando a frequência e a intensidade dos eventos extremos. Episódios de El Niño e La Niña cada vez mais intensos alternam longos períodos de seca com tempestades violentas, rajadas de vento e chuvas concentradas em poucas horas. As árvores passam meses submetidas ao estresse hídrico, acumulando danos muitas vezes invisíveis. Quando chegam as tempestades, basta a combinação de solo encharcado, ventos intensos e copas desequilibradas para que muitas não resistam. NA PUBLICAÇÃO ACIMA DESTACADA HÁ PONTOS FUNDAMENTAIS QUE, INFELIZMENTE, AS AUTORIDADES MUNICIPAIS RESPONSÁVEIS NÃO SE CONSCIENTIZAM DE QUE PRECISAM AGIR! DESRESPEITO À VIDA!!!

30 de jul. de 2026

O PICO EXTREMO DO "EL NIÑO" EM 2026...

O pico mais alto do El Niño deste ano é esperado entre os meses de outubro, novembro e dezembro, conforme projeções do Centro de Previsão Climática da NOAA e da MetSul Meteorologia.Previsão e IntensidadePeríodo do pico: Trimestre de outubro a dezembro de 2026, quando o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial atingirá seu patamar máximo.Probabilidade: Chance de 81% de o fenômeno atingir a intensidade de "muito forte" ou "super El Niño".Duração estimada: O evento deve persistir ativo pelo menos até o início de 2027.Impactos Esperados. Região Sul: Chuvas volumosas e temporais mais expressivos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.Centro-Norte: Riscos de seca acentuada, ondas de calor e maior incidência de incêndios florestais na Amazônia e áreas centrais do país. REPRODUZIDO DE: https://share.google/rT9w01TDmsAPG3MEI