Contribuindo para entendermos a Natureza, respeitá-la e continuarmos vivendo!
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8 de out. de 2024
PRIMEIRA VEZ EM QUE NESTE "BLOG" DESTAQUEI A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA LPF-LAVOURA, PECUÁRIA, FLORESTA ...
... EM 8 DE JUNHO DE 2013
http://ecologiaemfoco.blogspot.com/2013/06/grande-conquista-vista-em-prol-do.html?m=1
DESTAQUES:
1) O projeto combina pecuária moderna e preservação da Floresta Amazônica. Com orientação de cientistas renomados, ele consegue aumentar a produtividade de fazendas de gado e, ao mesmo tempo, proteger ou até recuperar áreas de floresta.
2) Nessa postagem é evidenciada a mudança de atitudes das autoridades que viram no município de Paragominas (estado do Pará), com alto índice de desmatamento, a necessidade de parar tal degradação da floresta amazônica, incentivando e cobrando dos pecuaristas, que adotadsem esse sistema, na época, apenas promissor!
3) Frutos de tal mudança vêm sendo colhidos.
4) Para sair da crise, os criadores assinaram um pacto com o Ministério Público para reduzir derrubadas e fazer o cadastramento ambiental das propriedades. Com apoio da Prefeitura e entidades não governamentais, as medidas foram adotadas e, em 2010, Paragominas foi o primeiro município a ser retirado da lista negra do desmatamento.
5) Fora da lista negra, o desafio era encontrar uma maneira mais racional e sustentável de criar gado na região. Para isso, Paragominas resolveu pedir socorro para alguns dos maiores especialistas do Brasil em gado e em floresta. O primeiro a chegar foi o biólogo Ricardo Rodrigues, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo.
6) Primeiro, os técnicos elaboram um mapa de cada propriedade, trabalho minucioso, feito em parceria como a ONG The Nature Conservancy (TNC). Baseado em imagens de satélite e dados coletados no campo, o levantamento indica as áreas que estão dentro da lei ambiental e os lugares onde a mata precisa ser recuperada.
7) Lourival Del Pupo é o dono da fazenda Santa Maria, que tem 3,2 mil hectares. Ele explica que para se adequar ao Código Florestal, a propriedade está recuperando algumas faixas de preservação permanente em volta de rios e lagoas, áreas que deveriam estar cobertas por mata ciliar.
DESMORONAMENTO NAS MARGENS DO RIO SOLIMÕES...
IMPORTANTE: OBSERVAR A OUSADIA EM SE ESTABELECER NA MARGEM DO RIO VISIVELMENTE SEM CONSOLIDAÇÃO E DESMATADO!
https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/deslizamento-de-terra-atinge-regiao-do-rio-solimoes-no-amazonas-veja-video/
ABELHAS E PESQUISADORES E DEFENSORES DE SUA EXISTÊNCIA E MUITO IMPORTANTE FUNÇÃO PARA A NATUREZA...
...E LOGICAMENTE, PARA NÓS HUMANOS!!!
ONG Bee or not to be e Apis Flora reúnem, em solenidade honrosa, pesquisadores da USP, autoridades, startups, entidades do setor e da educação em noite de homenagens e apresentações de dança e da orquestra sinfônica da cidade
No próximo dia 15 de outubro, às 19 horas, o Theatro Pedro II será palco de um momento histórico para a cidade. Ribeirão Preto será reconhecida como “Cidade Amiga das Abelhas”. A homenagem acontece pelo protagonismo e reconhecimento internacional de mais de 60 anos de trabalhos dedicados à causa das abelhas, além de comemoração à data do Dia Nacional das Abelhas (3 de outubro). O evento é gratuito e aberto ao púbico.
Promovido pela Organização de Proteção às Abelhas Bee or not to be e a empresa Apis Flora, o evento reunirá cientistas, professores, criadores de abelhas, empresários, startups, autoridades e defensores da causa. O objetivo da noite é valorizar personalidades e instituições que contribuem para a preservação e estudo das abelhas. A solenidade também contará com apresentações de dança e música, com a participação especial da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e do Corpo Estável de Balé da Alma.
Durante a cerimônia, será destacada a importância histórica da cidade, que justifica o predicado de “Cidade Amiga das Abelhas”. Serão diversas homenagens, com destaque ao grupo científico constituído na USP-RP, nos departamentos de Genética e Biologia, representado pelos professores aposentados Prof. Dr. Lionel Segui Gonçalves e Prof. Dr. Ademilson Espencer Egea Soares, e pelo Prof. Dr. David de Jong, atual chefe do departamento de pesquisas com abelhas da USP.
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