Contribuindo para entendermos a Natureza, respeitá-la e continuarmos vivendo!
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12 de ago. de 2026
...E NÓS, SERES HUMANOS, CONTINUAMOS VÍTIMAS FRÁGEIS NA ATUAL DÉCADA DOS VÍRUS!!!
REPRODUZIDO DE:
https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/08/12/oms-indica-que-surto-de-ebola-esta-fora-de-controle-com-mortes-que-nao-estavam-na-lista-de-rastreamento.ghtml
DESTAQUES:
1) A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quarta-feira (12) para a rápida disseminação do surto de Ebola na República Democrática do Congo (RDC), com um número crescente de mortes ocorrendo fora das unidades de tratamento e sem registro prévio nas listas de rastreamento. O cenário aponta para a existência de cadeias de transmissão ainda desconhecidas e levou o site oficial da ONU a definir a situação como uma transmissão "fora de controle". Embora o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, não tenha utilizado essa expressão em sua fala a jornalista em Genebra, ele afirmou que o surto avança em ritmo alarmante e pode se tornar ainda mais grave do que a epidemia que atingiu a África Ocidental entre 2014 e 2016.
2) Até o momento, foram registrados 4.449 casos confirmados e 2.061 mortes em cinco províncias e 53 zonas de saúde. A província de Ituri concentra cerca de 90% dos casos e 80% dos óbitos. A transmissão permanece ativa em cidades como Bunia, Rwampara, Nizi e Lita.
3) IMPORTANTE: O fenômeno sugere que o vírus esteja circulando por cadeias de transmissão que ainda não foram detectadas pelas autoridades.
O dado considerado mais preocupante pela OMS é a quantidade de pessoas que estão morrendo nas próprias comunidades, longe dos hospitais e das unidades de tratamento. Muitas dessas vítimas também não estavam entre os contatos previamente identificados pelas equipes de saúde.
4) Transmissão ocorre em momentos de maior vulnerabilidade.
Segundo Tedros, boa parte dos novos contágios acontece quando familiares cuidam de pessoas infectadas dentro de casa ou durante os preparativos para os funerais. Por isso, a realização de sepultamentos seguros e dignos é considerada uma das principais medidas para interromper a circulação do vírus.
11 de ago. de 2026
LIXO RADIOATIVO NO OCEANO!
REPRODUZIDO DE:
https://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2026-08-11/cientistas-encontram-200-mil-barris-de-lixo-radioativo-no-oceano.html
DESTAQUES:
Mais de 200 mil barris de lixo radioativo foram encontrados no fundo do oceano por cientistas. Os resíduos foram jogados por diferentes países europeus entre as décadas de 1970 e 1980 e depositados em águas internacionais em cerca de 14.500 quilômetros quadrados a mais de 4.700 metros.
Durante expedições do projeto NODSSUM, feitas em 2025 e 2026, mais 3.500 barris foram somados à lista de tonéis encontrados no fundo do Atlântico Norte.
O objetivo do projeto não é retirar os barris do oceano, mas sim acompanhar e entender o que acontece com os resíduos e com a vida marinha próxima aos recipientes.
A área estudada fica a cerca de 1.200 quilômetros a oeste de La Rochelle, na França, e foi escolhida porque concentra uma grande quantidade desses barris.
E OS PRIMATAS DA ÁFRICA SOBREVIVERÃO AOS AVANÇOS DOS PLANTIOS DO DENDÊ (PALMA)?!
PRIMATAS NA ÁFRICA:
De acordo com o Grupo de Especialistas em Primatas da IUCN/SSC, existem atualmente 216 espécies de primatas na região africana. Desse total, 111 espécies vivem no continente africano e 105 são encontradas exclusivamente na ilha de Madagascar.
INFORMAÇÕES: Google-GEMINI:
A expansão de plantios industriais de palma (dendê) na África representa uma séria ameaça à sobrevivência de primatas. Pesquisas científicas indicam que grande parte das áreas ideais para o cultivo da palmeira no continente coincide com os habitats naturais de macacos, chimpanzés, gorilas e bonobos, resultando em desmatamento e perda de biodiversidade.
IMPACTOS DOS PLANTIOS NA ÁFRICA. Perda de habitat: A conversão de florestas tropicais em monoculturas destrói o espaço onde os primatas se abrigam e se alimentam.Sobreposição de áreas: Cerca de 60% das concessões de terras voltadas para a cultura de palma na África Ocidental e Central se sobrepõem a zonas habitadas por grandes símios.Fragmentação florestal: A abertura de estradas e plantações divide as populações animais, isolando os grupos e dificultando a reprodução.Aumento da caça: O desmatamento facilita o acesso de caçadores furtivos a áreas antes remotas, incrementando o comércio de carne de caça ("bushmeat").Países e Espécies Afetados. Regiões de risco: países como República Democrática do Congo, Gabão, Camarões e Libéria sofrem forte pressão de multinacionais investidores estrangeiros.Espécies vulneráveis: Chimpanzés, gorilas-das-costas-baixo e bonobos estão entre os animais maios afetados pela perda rápida de cobertura florestal.Estudos ambientais publicados pela BBC e por periódicos científicos alertam que equilibrar o desenvolvimento agrícola com a conservação da fauna silvestre na África é um dos grandes desafios atuais para a proteção dos primatas.
E POR QUÊ OU PRA QUÊ DENDÊ?!
O Azeite de dendê é extremamente versátil e possui diferentes aplicações práticas nos setores alimentício, cultural e industrial.
CULINÁRIA. No Brasil é essencial no preparo de acarajé, vatapá, caruru e moquecas.
O óleo de palma refinado entra na composição de margarinas, pães, biscoitos, sorvetes e chocolates.
APLICAÇÕES INDUSTRIAIS E COSMÉTICAS.
Presente na formulação de sabonetes, cremes hidratantes, xampus e batons devido às propriedades emolientes.Produtos de limpeza: Utilizado como matéria-prima na fabricação de detergentes e sabões em barra.Biocombustível: Empregado na produção de biodiesel e fontes de energia renovável.
10 DE AGOSTO: DIA MUNDIAL DO LEÃO...
...PREOCUPAÇÕES!
IMPORTANTE:
Dados atuais (Google-Gemini):
O abate e a taxa de troféu de um leão custam entre US$ 12.500 e US$ 50.000 (com pele e carcaça inclusas), enquanto um leão vivo pode gerar mais de US$ 500.000 ao longo da vida em safáris fotográficos e ecoturismo.
ALGUNS DESTAQUES EM:
https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2022/08/dia-mundial-do-leao-5-fatos-sobre-o-rei-da-selva
Um dos animais mais conhecidos da fauna africana, o leão tem uma data própria dedicada a ele. O Dia Mundial do Leão é comemorado todo dia 10 de agosto, e serve de alerta para se conhecer mais esse animal.
Com o nome científico de Panthera leo, o leão pertence à família dos felídeos e é um mamífero caracterizado por sua dieta carnívora, como informa a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), entidade que reúne organizações não-governamentais e sociedade civil organizada na defesa dos habitats naturais no mundo todo.
Quais são as principais ameaças aos leões?
De acordo com dados da Lista Vermelha da IUCN, o leão é considerado vulnerável à extinção e suas populações estão diminuindo – acredita-se que os números tenham caída 43% entre 1993 e 2014. A ONG Panthera, dedicada a proteger os grandes felinos, estima uma população de 20 mil leões no mundo.
De acordo com a IUCN, as causas mais importantes do declínio são a matança indiscriminada em defesa da vida humana e do gado; a perda de habitat e de esgotamento da base de presas; a caça furtiva e o comércio de carne de animais selvagens; além do comércio de ossos e outras partes do corpo do leão, tidos como medicinais em certos países da África.
10 de ago. de 2026
MUDANÇA CLIMÁTICA. NO BRASIL NÃO HAVIA NOTÍCIAS SOBRE TORNADOS
https://arede.info/cotidiano/665671/fenomenos-climaticos-por-que-o-sul-do-brasil-registra-tantos-tornados
DESTAQUES:
1) O Sul do Brasil está entre as regiões mais favoráveis à ocorrência de tornados na América do Sul. O fenômeno está relacionado principalmente ao encontro de massas de ar com características diferentes e às condições de instabilidade da atmosfera.
De acordo com informações do Rota Geográfica, o ar quente e úmido que chega do norte do continente encontra massas de ar frio que avançam da Argentina e de regiões polares.
2) Quando essas massas de ar se encontram, a atmosfera pode ficar bastante instável. Outro fator importante é a mudança na velocidade e na direção dos ventos conforme a altitude, fenômeno conhecido como cisalhamento.
Essa combinação pode fazer com que enormes tempestades começarem a girar, formando supercélulas. Em determinadas condições, essa rotação consegue alcançar o solo, dando origem a um tornado.
3) Além do Sul do Brasil, áreas do Paraguai, Uruguai e norte da Argentina também estão entre as regiões mais favoráveis à ocorrência de tempestades severas na América do Sul.
O Rio Grande do Sul registrou dois tornados em apenas nove dias e os Campos Gerais também foi atingido neste final de semana.
9 de ago. de 2026
NENHUMA SURPRESA...
...PÁSSAROS E ABELHAS SÃO DE VITAL IMPORTÂNCIA AOS CERRADOS!!!
REPRODUZIDO:
https://planetacampo.canalrural.com.br/cerrado/estudo-mostra-que-beija-flores-e-abelhas-garantem-a-diversidade-genetica-de-plantas-do-cerrado/
DESTAQUES:
1) Beija-flores e abelhas desempenham um papel fundamental na sobrevivência e na reprodução das canelas-de-ema (Vellozia), um dos grupos de plantas mais característicos das montanhas do Cerrado, em vegetações conhecidas como campos rupestres.
2) Como mostrou um artigo publicado na revista Annals of Botany, a presença desses animais polinizadores garante a formação de sementes saudáveis e a diversidade genética das populações, mesmo em espécies capazes de realizar a autofecundação (ou seja, de se reproduzir usando o próprio pólen).
3) Os autores analisaram 13 espécies de canela-de-ema (arbusto do Cerrado) que vivem lado a lado nos campos rupestres da Serra do Cipó (MG), uma das regiões com maior diversidade de plantas do Brasil.
O gênero Vellozia reúne cerca de 265 espécies distribuídas principalmente por montanhas brasileiras e é um dos símbolos mais marcantes dessa vegetação. As flores das canelas-de-ema são geralmente grandes, vistosas e apresentam tons que vão do branco ao roxo intenso.
8 de ago. de 2026
ATRAIA A NATUREZA PARA PERTO DE VOCÊ! ...
... JÁ QUE VOCÊ VEM SE AFASTANDO DELA!!!
NUM CANTINHO DA NOSSA VARANDA DE APARTAMENTO NO 6 ANDAR, ALGUMAS POUCAS PLANTAS QUE NÃO SÃO VISITADAS NEM POR INSETOS! A POLINIZAÇÃO DAS FLORES DE UM TOMATE-CEREJA OCORRE PELA AÇÃO DO VENTO!
REPRODUZIDO DE:
https://youtu.be/JzpIQWtlbEc?is=rfbNRqN-_2sWH-IX
DESTAQUES:
Os jardins ganham uma atmosfera completamente diferente quando são visitados por pássaros. Além de levarem movimento, cores e canto para a área externa, essas aves desempenham um papel importante no equilíbrio ambiental, ajudando na polinização de flores, na dispersão de sementes e até no controle natural de insetos.
Saiba que não é preciso ter um quintal enorme ou morar no campo para receber essas visitas. Com algumas escolhas certeiras no paisagismo e pequenos cuidados no dia a dia, é possível transformar qualquer jardim, varanda ou quintal em um ambiente acolhedor para diferentes espécies. O segredo está em oferecer alimento, água, abrigo e segurança, sempre respeitando o comportamento natural das aves e evitando práticas que possam prejudicá-las.
NO "LINK" ACIMA SÃO DESTACADOS:
1. Invista em plantas que produzem flores e frutos.
2. Disponibilize água fresca diariamente.
3. Ofereça alimento da maneira correta.
4. Crie áreas de abrigo e proteção.
5. Evite o uso de pesticidas e produtos químicos.
6. Instale ninhos e mantenha o ambiente tranquilo.
7 de ago. de 2026
CONSUMO DE CARNES ALIVIA O CALOR?
OBSERVAÇÃO INICIAL DE CUNHO ECOLÓGICO: Na cadeia alimentar que a Natureza nos
proporcionou e que vem mantendo a vida no nosso planeta, os vegetais
(produtores) sintetizam matéria orgânica a partir de nutrientes do solo, água e
energia solar. Estes produtores são utilizados como alimento dos animais,
consumidores (herbívoros), que por sua vez são os alimentos dos animais ditos
carnívoros. Estes são a fonte natural de proteina animal que alimenta a nós,
seres humanos!
COREIA DO NORTE. Lá, essa normalidade natural é diferente: caninos são
importante fonte de proteína animal para pessoas, que talvez por tradição ou
algum artifício de cunho político (país comunista), os sacrificam e comem suas
carnes, por recomendação do governo. Sopa de carne de cachorro, caldo de galinha
e orientações sobre hidratação estão entre as recomendações divulgadas pela
Coreia do Norte para ajudar a população a enfrentar um calor de 36,7°C na Coreia
do Norte. O jornal oficial do Partido dos Trabalhadores da Coreia, Rodong
Sinmun, publicou uma reportagem sobre alimentos considerados adequados para a
estação. Entre as sugestões estavam frutas e vegetais, como melancia, pepino e
feijão-mungo, além de pratos mais calóricos, como sopa de carne de cachorro,
mingaus e outros alimentos tradicionais. IMPORTANTE OBSERVAR. Durante dias
quentes, o metabolismo do corpo muda. Proteínas e gorduras demandam mais energia
para serem digeridas, o que aumenta a produção interna de calor (termogênese) e
pode causar sensação de peso, moleza e enjoo. CONCLUINDO. Vejo esse tipo de
notícias vindas da Coreia do Norte, sendo as autoridades do governo sabedoras da
paixão dos povos do ocidente, na sua maioria, pelos cães, como seus companheiros
tendo por eles grande afeição, mesmo com sua curta existência, eles, os
governantes, parece se sentirem potentes ao aconselharem seus súditos a esse
procedimento repulsivo! Moralmente reprovável, sórdido! Sacrificar herbívoros,
hoje com prodimentos conforme relatado no GOOGLE-Gemini: "abate humanitário
consiste num conjunto de práticas que garantem a ausência de dor e o mínimo de
estresse aos animais de produção, desde o transporte até o momento da morte. A
legislação brasileira e órgãos internacionais (como a Organização Mundial da
Saúde Animal - WOAH) tornam essas técnicas obrigatórias na indústria de
alimentos".
LIXO EM DESERTO. ATACAMA, CHILE
UM COMPLEXO DE GRANDE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE ROUPAS E OUTROS ACESSÓRIOS (PROVAVELMENTE MUITOS SUPERFLUOS!) NÃO UTILIZADOS E DIFÍCIL DE TER DESTINO ÚTIL
REPRODUZIDO DE:
"Lixo do mundo': o gigantesco cemitério de roupa usada no deserto do Atacama.
REPRODUZIDO DE:
https://www.bbc.com/portuguese/internacional-60144656
DESTAQUES:
1) O calor é extenuante. Ao meu redor só há terra, areia e algumas aves de rapina que dão voltas pelo ar em busca de animais mortos. O silêncio é desolador.
São 11 da manhã de uma segunda-feira de dezembro. Estou no imenso deserto do Atacama, no norte do Chile, na altura da cidade de Iquique - situada a 1.800 km da capital Santiago.
Montanha de lixo com '18 andares de altura' garante sobrevivência de pobres na Índia.
A solução inovadora contra a montanha de lixo plástico que produzimos.
A alguns metros consigo avistar uma enorme montanha. Vamos nos aproximando pouco a pouco em um caminho improvisado e sem marcas de trilha.
2) A imagem vai ficando cada vez mais nítida. Sapatos, camisetas, casacos, vestidos, gorros, trajes de banho e até luvas para neve formam essa surpreendente montanha.
São peças inexplicavelmente abandonadas em pleno deserto. É roupa descartada pelos Estados Unidos, pela Europa e Ásia, enviada ao Chile para ser revendida.
3) Das 59 mil toneladas importadas todos os anos, grande parte (algo como 40 mil toneladas) não é vendida - acaba no lixo.
A maioria fica nas cercanias de Alto Hospicio, uma comunidade com altos níveis de pobreza e vulnerabilidade.
Em novembro, imagens desse lixão deram a volta ao mundo. Quisemos ir até lá para averiguar com profundidade o que está acontecendo.
4) Como funciona o mercado de roupa usada?
Caminhões carregados com fardos de roupa usada entram e saem da Zona Franca de Iquique, mais conhecida como Zofri.
Este paraíso das compras abriga um imenso parque industrial onde operam mais de mil empresas que comercializam seus produtos isentos de impostos.
Seu lugar estratégico no norte do Chile - a poucos quilômetros do porto do Iquique - transforma a área em um importante centro comercial para outros países latino-americanos como Argentina, Brasil, Peru e Bolívia.
6 de ago. de 2026
SE NA CIDADE DE SÃO PAULO, A MAIOR METRÓPOLE DA AMÉRICA DO SUL, TEM PRECIPITAÇÃO PLUVIAL ELEVADA... ESTARIA EM TEMPO DE FAZER COMO FOI FEITO EM CIDADE DO JAPÃO?!
CONTROLANDO INUNDAÇÕES EM MUITOS LOCAIS DA CIDADE!
TRANSCRITO DO GOOGLE-Gemini:
A cidade do Japão famosa por abrigar o maior sistema subterrâneo de armazenamento e vazão de água de chuva do mundo é Kasukabe, localizada na província de Saitama, no entorno da Grande Tóquio.
O complexo é chamado de Canal de Escoamento Subterrâneo Externo da Área Metropolitana (Metropolitan Area Outer Underground Discharge Channel), popularmente conhecido como G-Cans. A principal câmara desse reservatório é chamada de "Templo Subterrâneo" devido aos seus 59 pilares gigantescos de concreto.
Como funciona o sistema:
Capacidade e estrutura: Fica a cerca de 50 metros abaixo do solo, composto por 5 poços verticais gigantescos conectados por 6,4 km de túneis.
Objetivo: Durante fortes tempestades e tufões, a água das cheias dos rios locais é desviada para esses reservatórios subterrâneos.
Escoamento: Bombas de altíssima potência drenam a água acumulada e a descarregam com segurança no rio Edogawa, protegendo a região metropolitana de Tóquio contra inundações graves.
Outras cidades japonesas, como Osaka (com o reservatório de Hiranogawa) e a própria capital Tóquio (com a Bacia do Rio Kanda), também possuem reservatórios subterrâneos semelhantes para contenção de águas pluviais.
POR QUÊ NA CIDADE DE SÃO PAULO CHOVE MUITO MAS O SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA CONTINUA BAIXO?
UMA ABORDAGEM DO PROBLEMA EM:
https://oeco.org.br/noticias/a-contabilidade-da-agua/
EIS RESPOSTA DO GOOGLE-Gemini, uma explanação restrita ao problema em termos micro-regional.
Destaco que em termos macroclimáticos certamente teríamos também que buscar respostas relacionadas aos "rios voadores".
ABORDAGEM NO GOOGLE-Gemini:
A aparente contradição entre temporais na cidade de São Paulo e os níveis baixos dos reservatórios (como o Sistema Cantareira) deve-se a fatores geográficos, hidrológicos e operacionais:
1. A chuva cai no lugar "errado" (Localização das Bacias).
A água que abastece a Região Metropolitana de São Paulo vem de represas situadas a dezenas de quilômetros da capital.
O Sistema Cantareira, por exemplo, fica na divisa entre o interior de São Paulo e o Sul de Minas Gerais (represas Jaguari e Jacareí).
Pancadas de chuva intensas na Zona Sul, na Avenida Paulista ou no Centro da capital caem dentro do perímetro urbano e não alimentam os rios e nascentes que enchem os grandes reservatórios do sistema.
2. Impermeabilização do solo urbano
Na cidade de São Paulo, o asfalto, o concreto e a falta de áreas verdes impedem que a água infiltre no solo. O volume de água escoado vai para a rede de drenagem e deságua em rios urbanos (como o Pinheiros e o Tietê), gerando alagamentos e enxurradas em vez de recarregar aquíferos ou ser aproveitada para o abastecimento público.
3. Absorção do solo nas cabeceiras (A chuva precisa "encharcar" antes).
Nas áreas onde ficam as represas, após longos períodos de estiagem, o solo fica extremamente seco. As primeiras chuvas são absorvidas pela terra para reidratar o solo e abastecer o lençol freático. Apenas quando o solo atinge o ponto de saturação é que a água começa a correr para os rios e, finalmente, chegar aos reservatórios.
4. Calor extremo e evaporação.
Temperaturas elevadas aumentam o ritmo de evaporação das represas e elevam o consumo de água pela população. Níveis altos de evaporação diminuem os ganhos de dias de chuva pontuais.
5. Balanço entre Entrada e Retirada de Água.
O volume dos reservatórios depende do saldo diário entre o que entra (vazão dos rios afluentes) e o que é retirado para tratar e distribuir para mais de 20 milhões de habitantes. Se a vazão de retirada for maior do que o volume que chega às represas, o nível do sistema continua em queda ou estagnado, mesmo em dias chuvosos.
5 de ago. de 2026
QUEIMADAS FARÃO PARTE CONSTANTE DE MUITOS PAÍSES (?!)
REPRODUZIDO DE:https://oeco.org.br/colunas/a-era-do-fogo-o-alerta-que-vem-da-franca/
DESTAQUES:
1) Mais do que uma sucessão de desastres isolados, a Era do Fogo representa uma nova condição do Sistema Terra, na qual os incêndios deixam de ser eventos predominantemente locais e passam a atuar como forças permanentes de transformação dos ecossistemas, dos territórios, das economias e da segurança das sociedades.
Os incêndios que atingem a França em julho de 2026 constituem uma expressão dramática dessa mudança. No sudoeste do país, especialmente nas áreas de florestas de pinheiros próximas a Bordeaux e à Bacia de Arcachon, o fogo avançou sobre áreas rurais, cidades, zonas turísticas e atividades econômicas.
2) Entre França e Espanha, conta-se quase meio milhão de desabrigados. A dimensão do acontecimento demonstra que já não se trata apenas de combater uma frente de fogo. O que está em curso é uma crise territorial sistêmica, na qual clima, água, vegetação, ocupação humana, infraestrutura, saúde pública e economia são atingidos simultaneamente.
3) Em determinado momento, a intensidade do incêndio francês produziu um pirocumulonimbus, uma nuvem de tempestade gerada pelo próprio calor das chamas. Esse fenômeno pode provocar fortes rajadas, descargas elétricas e novos focos, fazendo com que o incêndio deixe de responder apenas às condições meteorológicas externas e passe também a modificar localmente a atmosfera que o envolve. Foi apontado como o primeiro episódio desse tipo documentado na França.
4) Esse é um dos traços mais inquietantes da Era do Fogo: em situações extremas, os incêndios liberam energia suficiente para superar a capacidade convencional de controle. Bombeiros, aeronaves e equipamentos continuam indispensáveis, mas encontram limites físicos diante de chamas alimentadas por temperaturas superiores a 40 °C, baixa umidade, ventos instáveis e grandes quantidades de material combustível.
5) O fenômeno demonstra que um período úmido pode estimular o crescimento de gramíneas e vegetação fina. Quando seguido por estiagem e calor intenso, esse material se transforma em combustível abundante. A elevação da temperatura retira umidade das plantas e dos solos, aumenta a inflamabilidade da paisagem e amplia a velocidade de propagação das chamas.
6) Forma-se, assim, um ciclo de retroalimentação: mais aquecimento produz maior ressecamento; o ressecamento favorece o fogo; o fogo provoca degradação, perda de cobertura vegetal e emissões; e a degradação reduz a capacidade dos ecossistemas de resistir aos eventos seguintes. Solos perdem matéria orgânica, fertilidade e capacidade de infiltração e espécies sensíveis desaparecem e podem ser substituídas por vegetações mais baixas, secas e inflamáveis.
O resultado não é apenas uma paisagem temporariamente queimada. É a possibilidade de conversão duradoura de um ecossistema em outro mais degradado, homogêneo e vulnerável a novos incêndios.
4 de ago. de 2026
DERRETIMENTO DAS GELEIRAS NA NORUEGA FAVORECENDO (ENGORDANDO) URSOS
REPRODUZIDO DE:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo
OBSERVAÇÕES INICIAIS:
1) Muitas perguntas são veiculadas por leitores e que mereceriam atenção.
2) Os dados sobre o derretimento são seguros?
3) As amostragens de todo o processo envolvido nessa "saudabilidade dos ursos" são precisas?
4) Muito importante esta observação desta publicação e que destaco:
Eles (os pesquisadores) acreditam que os ursos de Svalbard se adaptaram à recente perda de gelo consumindo mais presas terrestres, como renas e morsas.
MAIS DESTAQUES:
1) Durante o período em que a pesquisa foi realizada, o aumento das temperaturas globais elevou o número de dias sem gelo por ano na região em quase 100, a um ritmo de aproximadamente quatro dias por ano.
2)Pesquisadores pesaram e mediram 770 ursos adultos em Svalbard entre 1992 e 2019 e descobriram que eles haviam ficado significativamente mais gordos.Os cientistas esperavam o contrário, mas os ursos polares do arquipélago norueguês de Svalbard ficaram mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, apesar do derretimento do gelo marinho ter aumentado constantemente devido às mudanças climáticas.
3) As morsas estão oficialmente protegidas na Noruega desde a década de 1950, depois que a caça as levou à beira de extinção.
Essa proteção impulsionou sua população e, ao que parece, tem proporcionado uma nova fonte de alimento rico em gorduras para os ursos polares.
"Hoje há muito mais morsas para eles caçarem", afirma Aars, pesquisador.
"Também é possível que eles consigam caçar focas com mais eficiência".
Aars explicou que, se as focas têm acesso a áreas menores de gelo marinho, elas se congregam nessas áreas, facilitando a caça em grupo pelos ursos.
3 de ago. de 2026
LONGA MIGRAÇÃO DE PEIXE NA AMAZÔNIA
REPRODUZIDO DE:
https://revistaoeste.com/oestegeral/2026/07/31/por-mais-de-11-mil-quilometros-na-amazonia-cientistas-acompanham-a-maior-migracao-ja-registrada-entre-peixes-de-agua-doce/
DESTAQUES:
1) Como um peixe consegue cruzar quase toda a dourada amazônica? A resposta está em um ciclo de vida extraordinário. Esse grande bagre percorre milhares de quilômetros entre os Andes e a foz do Rio Amazonas para nascer, crescer e se reproduzir.
O que é a dourada amazônica?
A longa viagem impressiona porque a dourada amazônica é um dos maiores bagres da América do Sul. Também chamada de Brachyplatystoma rousseauxii, ela pode atingir cerca de 2 metros de comprimento.
Esse peixe vive apenas em água doce e depende de rios conectados para completar seu ciclo. Na Brachyplatystoma rousseauxii, cada fase da vida acontece em uma região diferente da Amazônia.
2) Como acontece essa migração gigantesca?
Agora que o peixe foi apresentado, vale entender seu percurso. Os ovos são liberados próximos aos Andes, onde as larvas seguem naturalmente pela correnteza até áreas próximas da foz do Amazonas.
3) Depois de crescerem, os jovens iniciam uma viagem de retorno que pode ultrapassar 11.000 quilômetros durante todo o ciclo de vida. Essa distância é considerada a maior migração conhecida entre peixes exclusivamente de água doce.
4) Por que essa viagem é tão importante?
Esse deslocamento permite que cada fase da vida ocorra em ambientes favoráveis. As áreas próximas ao estuário oferecem grande quantidade de alimento, enquanto as regiões andinas apresentam condições adequadas para a reprodução.
5) Os principais benefícios desse ciclo incluem:
Alimentação variada: os juvenis encontram diferentes fontes de alimento ao longo do rio.
Reprodução eficiente: os adultos retornam às áreas onde nasceram para desovar.
Equilíbrio ecológico: grandes bagres ajudam a manter a cadeia alimentar dos rios.
Importância econômica: a espécie sustenta parte da pesca comercial em diversos países amazônicos.
1 de ago. de 2026
ADAPATAÇÃO EM AVE: VOAVA MAS AGORA NADA!
REPRODUZIDO DE:
https://www.brasil247.com/tendencias/2026/07/24/o-cormorao-das-galapagos-das-ilhas-isabela-e-fernandina-que-virou-foco-de-ornitologos-ao-apresentar-diferencas-marcantes-de-tamanho-das-asas-e-propulsao-subaquatica-em-relacao-aos-tradicionais-cormoro/
DESTAQUES:
1) Nas rochas vulcânicas da ilha Fernandina, o cormorão-das-Galápagos (Nannopterum harrisi) observa o oceano Pacífico sem jamais alçar voo. Esta espécie única de ave marinha desenvolveu asas atrofiadas ao longo de milênios de isolamento geográfico no arquipélago equatoriano. A abundância de alimentos no litoral e a ausência de predadores terrestres criaram condições ideais para uma transformação anatômica singular na história da biologia.
2) Por que o cormorão-das-Galápagos perdeu a capacidade de voar?
O isolamento insular do arquipélago de Galápagos permitiu que a espécie redefinisse suas prioridades de sobrevivência ao longo de gerações. Sem a ameaça de predadores naturais em terra firme, a energia gasta na manutenção de grandes músculos peitorais deixou de ser uma vantagem adaptativa. As águas frias da corrente de Humboldt trouxeram fartura de peixes, polvos e lagostas bem ao longo da costa, tornando o voo desnecessário para a busca diária por alimento marinho.
A NATUREZA IMPRIMIU MUDANÇA. DEU CERTO, PERPETUOU.
31 de jul. de 2026
AGORA, MUITO MAIS DO QUE ANTES DO INTENSO PROCESSO DE "INCHAÇO" DAS NOSSAS METRÓPOLES...
...A ARBORIZAÇÃO URBANA É FATOR PREOCUPANTE!
REPRODUZIDO DE:
https://oeco.org.br/analises/as-arvores-nao-falham-as-cidades-sim/
MUITOS PONTOS IMPORTANTES SÃO RELATADOS NESTA PUBLICAÇÃO.
A cada período chuvoso, as imagens se repetem: árvores caídas bloqueiam ruas, atingem veículos, interrompem o fornecimento de energia e, infelizmente, provocam feridos e mortes. A reação costuma ser imediata: culpa-se a árvore. Mas essa é apenas a face visível de um problema muito mais profundo.
As árvores não passaram a cair porque se tornaram mais frágeis. O ambiente urbano, sim, tornou-se muito mais hostil. E o clima mudou, e muito.
Vivemos uma nova realidade climática. O aquecimento global vem aumentando a frequência e a intensidade dos eventos extremos. Episódios de El Niño e La Niña cada vez mais intensos alternam longos períodos de seca com tempestades violentas, rajadas de vento e chuvas concentradas em poucas horas. As árvores passam meses submetidas ao estresse hídrico, acumulando danos muitas vezes invisíveis. Quando chegam as tempestades, basta a combinação de solo encharcado, ventos intensos e copas desequilibradas para que muitas não resistam.
NA PUBLICAÇÃO ACIMA DESTACADA HÁ PONTOS FUNDAMENTAIS QUE, INFELIZMENTE, AS AUTORIDADES MUNICIPAIS RESPONSÁVEIS NÃO SE CONSCIENTIZAM DE QUE PRECISAM AGIR!
DESRESPEITO À VIDA!!!
30 de jul. de 2026
O PICO EXTREMO DO "EL NIÑO" EM 2026...
O pico mais alto do El Niño deste ano é esperado entre os meses de outubro, novembro e dezembro, conforme projeções do Centro de Previsão Climática da NOAA e da MetSul Meteorologia.Previsão e IntensidadePeríodo do pico: Trimestre de outubro a dezembro de 2026, quando o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial atingirá seu patamar máximo.Probabilidade: Chance de 81% de o fenômeno atingir a intensidade de "muito forte" ou "super El Niño".Duração estimada: O evento deve persistir ativo pelo menos até o início de 2027.Impactos Esperados. Região Sul: Chuvas volumosas e temporais mais expressivos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.Centro-Norte: Riscos de seca acentuada, ondas de calor e maior incidência de incêndios florestais na Amazônia e áreas centrais do país.
REPRODUZIDO DE:
https://share.google/rT9w01TDmsAPG3MEI
29 de jul. de 2026
DECOMPOR ISOPOR?!?!
REPRODUZIDO DE:
https://ods.fapesp.br/lagarta-que-ataca-soja-e-algodao-abriga-fungos-capazes-de-degradar-isopor/13866
DESTAQUES:
1) Frances Jones | Agência FAPESP – Uma lagarta de mariposa apontada pelo agronegócio como uma das pragas mais agressivas a atingir plantações de soja, algodão e milho pode abrigar em seu intestino fungos e bactérias capazes de degradar isopor. Artigo publicado em maio na revista BMC Microbiology por pesquisadores de duas universidades públicas paulistas apresentou os resultados do estudo que investigou a microbiota intestinal da lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera), popularmente conhecida como lagarta-do-algodão, lagarta-da-espiga-do-milho ou lagarta-da-vagem, e o seu papel na degradação desse tipo de plástico.
2) O estudo foi liderado por cientistas do Laboratório de Biologia Molecular da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que tem uma linha de pesquisa já bem consolidada sobre bactérias presentes nos intestinos de insetos, em colaboração com pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro. Eles identificaram quatro fungos presentes no intestino de lagartas da espécie Helicoverpa armigera e demonstraram o potencial de cada um deles de degradar o poliestireno expandido (nome técnico do isopor), um polímero derivado do petróleo, que não se degrada naturalmente no ambiente – e por isso é uma fonte de poluição plástica.
3) “Os estudos publicados por nosso grupo são provavelmente os primeiros do Brasil sobre fungos da microbiota intestinal de insetos envolvidos na degradação de poliestireno”, afirma o biólogo Flavio Henrique Silva, professor do Departamento de Genética e Evolução da UFSCar, autor correspondente do artigo e orientador do trabalho de iniciação científica de Gabrieli Seiscentos Cardenas, apoiado pela FAPESP, que deu origem à publicação. A pesquisa foi realizada no âmbito do projeto de Auxílio à Pesquisa Regular “Sphenophorus levis e Helicoverpa armigera como fontes de microrganismos degradadores de poliestireno”.
4) Os pesquisadores isolaram quatro fungos da microbiota intestinal das lagartas: Aspergillus sp., Talaromyces sp. e duas espécies de Penicillium. Os cientistas então colocaram os esporos desses fungos sobre uma película superfina de poliestireno por 60 dias. Análise por microscopia eletrônica de varredura revelou que os fungos cresceram, interagiram e alteraram a superfície do polímero. “Se o fungo foi capaz de crescer sobre esse filme, é porque ele usou essa película como fonte de carbono, ou seja, fonte de alimento. Dois deles são mais eficientes [Aspergillus e Talaromyces], enquanto os outros dois realizam modificações mais sutis nos filmes”, comenta Silva.
5) O artigo Helicoverpa armigera (Lepidoptera, Noctuidae) as a reservoir of potential polystyrene-degrading fungi pode ser lido em link.springer.com/article/10.1186/s12866-026-05021-8
28 de jul. de 2026
AGROTÓXICO E DOENÇA DE PARKINSON
UMA AVALIAÇÃO DO PROBLEMA ABORDADA NO GOOGLE-GEMINI
https://share.gemini.google/BEr77Yvch9RE
PUBLICAÇÃO IMPORTANTE NO "pubmed":
https://share.google/OxYmJArKnSxcp43eL
NESTA POSTAGEM, REPRODUZIDO DE:
https://www.tuasaude.com/news/2026/07/27/um-trabalho-cientifico-mostra-que-pacientes-com-parkinson-apresentam-niveis-mais-elevados-de-pesticidas-organofosforados-no-organismo/
DESTAQUES:
1)Um trabalho científico encontrou metabólitos de pesticidas organofosforados com maior frequência na urina de pacientes com Parkinson do que em pessoas sem a doença. O resultado reforça a possível relação entre exposição prolongada a agrotóxicos e risco neurológico, especialmente entre trabalhadores agrícolas. Entretanto, não demonstra que o contato com essas substâncias seja a causa única do Parkinson, condição que envolve idade, predisposição genética e diferentes fatores ambientais.
2) O que o estudo encontrou nos pacientes.
Os pesquisadores compararam pessoas com doença de Parkinson com pessoas saudáveis com histórico de possível exposição a pesticidas. Entre as amostras urinárias válidas, metabólitos dialquilfosfatos, formados após o organismo processar muitos organofosforados, foram detectados em 91,9% dos pacientes e em 24,2% dos controles.
3) Um trabalho científico encontrou metabólitos de pesticidas organofosforados com maior frequência na urina de pacientes com Parkinson do que em pessoas sem a doença. O resultado reforça a possível relação entre exposição prolongada a agrotóxicos e risco neurológico, especialmente entre trabalhadores agrícolas. Entretanto, não demonstra que o contato com essas substâncias seja a causa única do Parkinson, condição que envolve idade, predisposição genética e diferentes fatores ambientais.
26 de jul. de 2026
COMPONENTES VEGETAIS NOVOS EM FLORESTA CLÍMAX...
...AMEAÇAM MAS NÃO VENCEM!
OBSERVAÇÃO INICIAL (EXTRAÍDA DO "GLOSSÁRIO DE ECOLOGIA"- Breno M. Grisi):
COMUNIDADE CLÍMAX
Forma estabilizada, da interação seres vivos-ambiente, em que esses componentes mantêm-se em harmonia e equilíbrio. Neste estádio clímax a composição em espécies é mantida razoavelmente constante no tempo. Tal estabilidade reflete uma situação dinâmica e nunca estática, de circunstâncias.
(Ver CLÍMAX CLIMÁTICO; CLÍMAX EDÁFICO; CLÍMAX DE FOGO; CLÍMAX TOPOGRÁFICO; e CLÍMAX ZOÓTICO)
REPRODUZIDO DE:
https://www.esalq.usp.br/boletim/node/12800
DESTAQUES:
1) Espécies de árvores não nativas e invasoras são comuns em florestas tropicais em regeneração, especialmente nos primeiros anos após o abandono de áreas agrícolas. No entanto, um amplo estudo internacional liderado por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), mostra que a própria dinâmica natural dessas florestas é capaz de reduzir significativamente essa presença ao longo do tempo.
2) O grupo que finalizou o artigo publicado na Nature foi formado por pesquisadores da Esalq e da Universidade de Wageningen, na Holanda.
Na prática, os pesquisadores analisaram dados de 1.561 áreas florestais em dez países da região neotropical, distribuídas em 58 cronossequências, ou seja, locais com diferentes idades de regeneração que funcionam como uma “linha do tempo” da floresta, permitindo entender como ela se desenvolve ao longo dos anos. Ao todo, foram avaliadas 3.735 espécies lenhosas, classificadas de acordo com sua origem e potencial invasor.
3) Os resultados indicam que espécies não nativas estão presentes em 81% das áreas estudadas, com maior ocorrência em florestas úmidas. Nos estágios iniciais da regeneração — entre 10 e 20 anos — essas espécies podem representar até 28% dos indivíduos e 22% da diversidade em florestas úmidas, evidenciando sua forte capacidade de colonização em ambientes abertos e perturbados.
“Essas espécies são muito comuns no início da sucessão porque, em geral, são pioneiras, crescem rápido e se beneficiam de condições de alta luminosidade e distúrbio”, explica Resende. “Mas observamos que essa dominância diminui de forma consistente à medida que a floresta amadurece.”
25 de jul. de 2026
MAIS UM PROBLEMA NA BIODIVERSIDADE NA AMAZÔNIA...
REPRODUZIDO DE:
https://midia-cdn.nexojornal.com.br/story/onca-pintada-femeas-amazonia-queda-da-populacao/
DESTAQUES:
1) Um dos principais refúgios para onça-pintada na Amazônia está sob uma ameaça silenciosa e ainda inexplicada: a redução do número de fêmeas. É o que revelam os dados de 17 anos de monitoramento com armadilhas fotográficas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas. O estudo, conduzido por pesquisadores do Instituto Mamirauá e da Panthera, aponta uma queda de 77% na densidade de fêmeas dentro da área protegida entre 2005 e 2022. Do outro lado, o número de machos aumentou, o que manteve estável o tamanho total da população do felino ao mesmo tempo em que mascara o problema que paira sobre o futuro da espécie.
2) "À primeira vista, a população parecia relativamente estável. Porém, de forma quase silenciosa, o número de fêmeas caiu drasticamente ao longo do tempo, enquanto o de machos aumentou, sendo a maioria deles provenientes de populações externas”, resume a pesquisadora Raíssa Sepulvida, da Panthera Brasil, uma das autoras do estudo.
Essa mudança na dinâmica populacional compromete a renovação da população local, uma vez que são as fêmeas residentes que garantem a reprodução, explica a bióloga, e se as fêmeas e seus filhotes não forem devidamente protegidos, pode virar um quadro irreversível, alerta.
3) A Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá ocupa 1,1 milhão de hectares e integra um mosaico de áreas protegidas crítico para manutenção da biodiversidade. As florestas inundáveis de várzea da Amazônia, um dos principais ecossistemas protegidos pela RDS, são consideradas um dos principais refúgios para onça-pintada (Panthera onca) no país, com algumas das maiores densidades populacionais já registradas para a espécie.
24 de jul. de 2026
EXTREMO (?) DE CALOR NA ÁFRICA: ATÉ CAMELOS SOFREM!
REPRODUZIDO DE:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yd7gye10yo
DESTAQUES:
1) Os camelos são conhecidos como os "navios do deserto", mas nem mesmo esses animais resistentes estão escapando dos efeitos das temperaturas cada vez mais altas na África.
A região de Afar, no nordeste da Etiópia, é um dos lugares mais quentes e secos do planeta. Ali, nômades conduzem caravanas de camelos que transportam sal pelo deserto.
"Eu vejo os meus camelos sofrendo com o calor extremo", disse Ali Umer, à BBC, criador de camelos da cidade de Semera, em Afar.
"Eles ficam com bolhas nas patas, os olhos lacrimejam, e a areia escaldante queima a pele e faz o pelo cair quando eles se sentam", afirmou Umer, de 40 anos, que tem cerca de 500 camelos.
2) Umer disse: "Só no último mês, perdi oito filhotes de camelo por causa do calor extremo. A situação ficou muito mais intensa e difícil".
3) "Até o vento, que antes trazia um pouco de frescor, agora vem quente", disse Umer, acrescentando que tem percebido essas mudanças drásticas na temperatura nos últimos anos.
Umer não é o único a fazer esse relato. Cientistas, profissionais que atuam no segmento de bem-estar animal e diversos estudos apontam o estresse, a exaustão, a desidratação e o aumento da incidência de doenças como efeitos diretos do calor extremo.
As temperaturas mais altas também afetam os camelos de forma indireta, ao provocar escassez de água, redução da vegetação e diminuição das áreas de sombra.
23 de jul. de 2026
TRAGÉDIA DAS ENCHENTES NO RIO GRANDE DO SUL...
...AÇÕES PREVENTIVAS (?) OU MESMO, PALIATIVAS (?!)
NESTA PUBLICAÇÃO ABAIXO, OS AUTORES DESTACAM A IMPORTÂNCIA DE SE CUIDAR DOS CURSOS DOS RIOS (Combatendo o assoreamento) E MANTENDO VIVA A VEGETAÇÃO DE SUAS MARGENS
AVES MIGRATÓRIAS: UM "MISTÉRIO" DA NATUREZA EM TERMOS DE EFICIÊNCIA!
REPRODUZIDO DE:
https://share.google/0UkGaAVS2WeSrBhP1
DESTAQUES:
1) De um lado, a maior laguna da América do Sul. Do outro, o oceano aberto. No meio dessa faixa estreita de terra do litoral médio gaúcho está Mostardas, cidade açoriana fundada em 1773 que virou refúgio de flamingos vindos do Chile e de maçaricos que voam do Alasca à Terra do Fogo todos os anos.
2) Por que a Lagoa do Peixe virou parada obrigatória para aves migratórias?
A geografia responde. A laguna tem apenas 60 centímetros de profundidade média e cerca de 35 km de extensão, formando o ambiente ideal de alimentação e descanso para milhares de aves que cruzam o continente.
A unidade protege mais de 36 mil hectares entre Mostardas, Tavares e São José do Norte. O parque já catalogou 349 espécies de aves, sendo 74 migratórias e 13 ameaçadas de extinção. Flamingos, cisnes, maçaricos e biguás dividem o mesmo espelho d’água. Entre julho e outubro, é possível avistar baleias-francas na costa oceânica, em rota para Santa Catarina.
22 de jul. de 2026
NOVA FERRAMENTA, TECNOLÓGICA, PARA FISCALIZAR EXTRAÇÃO DE MADEIRA NA AMAZÔNIA
OBSERVAÇÃO INICIAL:
A (heterogênea) diversificação de ecossistemas florestais do bioma Amazônia!
REPRODUZIDO DE:
https://ods.fapesp.br/analise-isotopica-pode-auxiliar-a-policia-no-combate-ao-comercio-ilegal-de-madeira-da-amazonia/13852
DESTAQUES:
1) O grupo do professor Luiz Antonio Martinelli, professor titular no Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena-USP), em Piracicaba, está aperfeiçoando um novo instrumento que pode auxiliar nessa tarefa. Ele se baseia no uso dos isótopos – átomos de um mesmo elemento químico que possuem o mesmo número de prótons, mas um número diferente de nêutrons – para restringir a área de onde a madeira foi extraída. O grupo está criando um mapa da distribuição desses diferentes isótopos na madeira das árvores da floresta amazônica com o qual a polícia possa comparar a composição da madeira investigada.
2) A principal vantagem da abordagem é que não existe uma forma de falsificar a composição da madeira. “Pensamos em prover a PF com um método que seja inviolável. Não tem como falsificar isótopos estáveis”, explica Martinelli. Além disso, a partir do momento em que o mapa, chamado de isoscape, estiver pronto, a metodologia é facilmente aplicável por peritos fora dos laboratórios de pesquisa. O grupo de Martinelli já possui parcerias com peritos da PF para empregar a metodologia nas investigações.
3) A base da metodologia está no cálculo da razão entre dois pesos diferentes de um mesmo átomo, como o oxigênio-18 e o oxigênio-16, na celulose que compõe a madeira (os números se referem à quantidade de nêutrons em cada átomo). Em artigo publicado em maio no periódico Molecules, a equipe demonstra que existe um gradiente sudoeste-noroeste da razão das duas formas – sendo que a forma mais leve predomina no oeste. Ou seja, na madeira proveniente do oeste da floresta existe mais oxigênio-16 e menos oxigênio-18 em comparação com a madeira proveniente do leste.
4) No estágio atual do projeto, a ferramenta ainda apresenta algumas limitações. “O nosso melhor modelo consegue excluir 80% da área florestal da Amazônia, que são 3,2 milhões de quilômetros quadrados. O problema é que 20% ainda é muito. Para se ter uma ideia, dá mais ou menos 640 mil quilômetros quadrados [uma área equivalente a duas vezes e meia o Estado de São Paulo]”, diz Martinelli.
5) Outra dificuldade enfrentada é o fato de que existe uma variabilidade maior nos resultados de árvores provenientes do arco do desmatamento, a faixa geográfica que demarca a fronteira do avanço da destruição do bioma. Isso acontece porque a retirada ilegal de madeira acaba por reduzir o número de amostras disponíveis para coleta pelos pesquisadores, dificultando a aplicação do método na madeira proveniente justamente da região onde ocorre mais extração.
20 de jul. de 2026
PLANTIO EXTENSIVO DE EUCALIPTOS E SEUS MALEFÍCIOS SOCIO-AMBIENTAIS
REPRODUZIDO DE:
https://www.campograndenews.com.br/economia/exodo-rural-fauna-e-abelhas-sentem-avanco-dos-eucaliptais-em-mato-grosso-do-sul
DESTAQUES:
1) Êxodo rural, fauna e abelhas sentem avanço dos eucaliptais em Mato Grosso do Sul.
O fenômeno aparece de forma recorrente nas entrevistas de campo realizadas desde 2019.
2) A expansão dos eucaliptais também provocou uma mudança silenciosa no campo. Segundo Marine Dubos-Raoul, trabalhadores rurais perderam espaço à medida que fazendas de pecuária foram arrendadas para o cultivo de eucalipto, impulsionando um fluxo de famílias para as cidades da região e, em alguns casos, para Campo Grande. Embora a pesquisadora afirme não haver um levantamento estatístico capaz de dimensionar esse êxodo, ela diz que o fenômeno aparece de forma recorrente nas entrevistas de campo realizadas desde 2019. Além dos assentamentos, a equipe identificou ex-moradores de fazendas vivendo nas periferias urbanas, muitos deles expulsos pela mudança no uso da terra e em busca de novas oportunidades de trabalho.
3) É um êxodo muito visível", afirma a pesquisadora, citando casos de famílias que deixaram propriedades rurais depois que fazendas foram arrendadas para o eucalipto, enquanto outras migraram para ocupações urbanas ou permaneceram nas cidades à espera de trabalho em áreas onde a pecuária ainda resiste.
4) A preocupação com a disponibilidade de água também aparece dentro da própria cadeia da celulose. Durante reuniões e debates acompanhados pela pesquisadora, representantes do setor mencionaram investimentos em programas de melhoramento genético para desenvolver clones de eucalipto com menor demanda hídrica, iniciativa interpretada por pesquisadores como um indicativo de que, ainda que com um atraso, o tema passou a integrar as preocupações técnicas da atividade.
5) Outro mérito da pesquisa é ampliar o olhar para além da água. O estudo identifica impactos em cadeia sobre o funcionamento do ecossistema. O primeiro sinal é a fauna silvestre: animais passaram a buscar alimento em quintais, lavouras familiares e áreas urbanas, indicando perda de habitat e escassez de recursos naturais.
A degradação também se manifesta no aumento dos atropelamentos de animais nas rodovias cercadas por maciços de eucalipto, na redução de frutos típicos do Cerrado, como guavira e marolo, e na alteração do comportamento de diversas espécies observadas durante o trabalho de campo.
19 de jul. de 2026
AMAZÔNIA COM REDUÇÃO DE SUA CAPACIDADE DE ABSORVER CO2
REPRODUZIDO DE:
https://theconversation.com/florestas-tropicais-podem-deixar-de-atuar-como-sumidouros-de-carbono-durante-o-el-nino-287453
DESTAQUES:
1) As florestas tropicais absorvem e armazenam grandes quantidades de CO₂ da atmosfera. A Floresta Amazônica, por exemplo, armazena aproximadamente 123 bilhões de toneladas de carbono — mais do que qualquer outro ecossistema terrestre do mundo. Mas essas florestas enfrentam um desafio crítico.
Uma pesquisa de 2023, realizada por mim e mais de 100 colegas, constatou que as florestas tropicais da América do Sul são vulneráveis a extremos climáticos. Descobrimos que, durante um evento de El Niño — a fase quente de uma flutuação natural no sistema climático da Terra —, as florestas tropicais da América do Sul podem deixar de atuar como sumidouros de carbono.
2) Essa constatação se torna ainda mais alarmante quando consideramos a crescente frequência e intensidade dos eventos de El Niño. Houve o dobro de El Niños “muito fortes” nos últimos 60 anos do que nos 60 anos anteriores. E a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA) confirmou recentemente que um El Niño desse tipo está em curso.
As florestas tropicais absorvem CO₂ por meio do processo de fotossíntese e o convertem em biomassa. Mas o equilíbrio entre fotossíntese e respiração é delicado e depende de dois fatores: temperatura e disponibilidade de água.
3) Em condições mais quentes e secas, as plantas fecham os poros de suas folhas para evitar a perda de água. Mas fechá-los efetivamente corta o suprimento de combustível da planta, pois é por meio desses poros que elas absorvem CO₂. Isso priva as plantas do carbono necessário para a fotossíntese e para o crescimento.
Durante os anos do El Niño, caracterizados por anomalias de alta temperatura, o estresse climático prolongado leva à redução do crescimento florestal e ao aumento da mortalidade das árvores. Os efeitos disso são sentidos por décadas, pois o carbono é liberado de volta à atmosfera quando as árvores mortas se decompõem.
4) Nossas descobertas revelaram que, durante o El Niño de 2015-2016, quando as temperaturas terrestres estavam, em média, pelo menos um grau acima das condições habituais, algumas florestas tropicais da América do Sul efetivamente deixaram de absorver carbono. Isso suscita preocupações sobre o possível impacto do atual El Niño na Amazônia e no clima global.
18 de jul. de 2026
BESOUROS COPRÓFAGOS (OS NOSSOS ROLA-BOSTA) E SEU IMPORTANTE PAPEL ECOSSISTÊMICO...
...EM DESTAQUE COM NOVAS PESQUISAS.
OBS.: INTRODODUÇÃO, POR INFORMAÇÃO DO GOOGLE-GEMINI:
https://gemini.google.com/share/b1e991e82e04?hl=pt
PUBLICAÇÃO DE:
https://www.ecycle.com.br/besouros-rola-bosta-consomem-grandes-quantidades-de-metano-e-reforcam-o-papel-da-biodiversidade-na-pecuaria/
A pesquisa concentrou-se em quatro espécies introduzidas na Austrália: Euoniticellus intermedius, Euoniticellus africanus, Euoniticellus fulvus e Onthophagus granulatus.
DESTAQUES:
1) Os besouros rola-bosta, conhecidos por reciclar matéria orgânica e melhorar a fertilidade do solo, acabam de ganhar destaque por outro serviço ecossistêmico de grande relevância. Um estudo conduzido por pesquisadores da Southern Cross University e da University of New England, na Austrália, constatou que esses insetos podem reduzir em até 85% as emissões de metano liberadas pelo esterco bovino, além de diminuir em 18% a pegada de carbono associada ao processo de decomposição. Os resultados ampliam a compreensão sobre a contribuição da biodiversidade para o enfrentamento das mudanças climáticas na agropecuária.
2) O experimento acompanhou, durante 90 dias, a decomposição de fezes bovinas em câmaras experimentais conhecidas como mesocosmos. Os pesquisadores compararam amostras colonizadas por quatro espécies de besouros coprófagos introduzidas no país com amostras mantidas livres desses insetos. Foram avaliadas as emissões de metano (CH₄), dióxido de carbono (CO₂) e óxido nitroso (N₂O), principais gases relacionados ao aquecimento global na atividade pecuária.
3) As análises revelaram que o esterco sem besouros apresentou picos significativos de emissão de metano nos dias 6 e 16 do experimento. Já as amostras ocupadas pelos insetos mantiveram fluxos próximos de zero durante praticamente todo o período de observação.
4)
17 de jul. de 2026
TUBARÕES NO LITORAL DO ESTADO DE PERNAMBUCO, NORDESTE DO BRASIL
OBSERVAÇÕES:
1) Foi criado pelo governo do estado de Pernambuco o CEMIT- Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões.
2) Tubarão-cabeça-chata: Cacharhinus leucas.
3) Tubarão-tigre: Galeocerdo cuvier.
Vídeo: https://youtu.be/ZOdqc2aZL4E?is=otXHN6Rke7eQDMYn
Nesse vídeo são importantes os registros de todos os fatos ocorridos, no tempo e no espaço.
Quanto às causas reais das ocorrências (incidentes, muitas com mortes) recomenda-se que se acompanhe os estudos que estão sendo realizados pelo CEMIT. Possíveis depoimentos de especialistas também são importantes para se ter uma avaliação segura sobre as ocorrências.
FURAR, PERFURAR, ATACAR, PROTEGER-SE: FUNÇÕES QUE EVOLUÍRAM NA NATUREZA COM GRANDE EFICIÊNCIA
FURAR E PERFURAR: Ambos os verbos significam fazer um orifício, mas furar é o ato genérico (e geralmente mais simples) de abrir uma passagem. Perfurar, por outro lado, indica uma ação mais profunda, técnica ou contínua.
REPRODUZIDO DE:
https://theconversation.com/do-espinho-ao-ferrao-as-ferramentas-de-perfuracao-da-natureza-287282
DESTAQUES:
1) A maioria das pessoas provavelmente não pensa na complexidade da natureza quando leva uma picada de abelha ou espeta o dedo em uma rosa. O ato perfurar algo com uma ferramenta afiada é incrivelmente comum no mundo natural. Exemplos de ferramentas de perfuração podem ser encontrados em toda parte: em mamíferos, cobras, pássaros, peixes, insetos, caracóis, águas-vivas, plantas, fungos, bactérias e até em vírus. Sua proliferação leva a uma contradição: se todas essas ferramentas de perfuração fazem essencialmente a mesma coisa, por que elas têm aparências, e às vezes comportamentos, tão diferentes?
2)É essa contradição que despertou minha curiosidade como cientista que estuda biomecânica, um campo que utiliza a física para compreender a diversidade biológica. Nos últimos 10 anos, os integrantes do meu laboratório e eu examinamos a física da perfuração na tentativa de compreender a ampla diversidade de ferramentas de perfuração que aparecem no mundo natural.
Em um artigo recente, analisamos 143 espécies e descobrimos uma relação maravilhosamente complexa entre a forma de uma ferramenta de perfuração e a finalidade para a qual ela é utilizada.
3) Nem todas as ferramentas de perfuração, no entanto, querem ser removidas.
O cholla saltador (Cylindropuntia fulgida) é um cacto que se reproduz por meio da disseminação de clones. Quando os animais roçam no cacto, parte dele fica presa neles, se desprende da planta principal e pega carona. Por fim, o cacto “passageiro” eventualmente cai e se torna um novo indivíduo. A razão pela qual o cholla consegue se agarrar tão bem é que seus espinhos são cobertos por farpas voltadas para trás, que garantem que eles fiquem presos na pele de quem os carrega.
16 de jul. de 2026
REGISTROS DE MAMÍFEROS: DESIGUALDADES DE ORIGEM GEOPOLÍTICA...SÓ PREJUDICA A CIÊNCIA!
REPRODUZIDO DE :
https://agencia.fapesp.br/maioria-das-especies-de-mamiferos-descobertas-no-sul-desde-1990-esta-depositada-no-norte/58688
DESTAQUES:
1) André Julião | Agência FAPESP – A maioria das novas espécies de mamíferos que foram descritas nos últimos 35 anos está depositada em instituições de países do chamado Norte Global, apesar de a imensa maioria delas ter sido descoberta em países pobres ou em desenvolvimento do hemisfério Sul, segundo um levantamento realizado por cientistas brasileiros e publicado na revista NPJ Biodiversity.
2) A pesquisa analisou 1.116 novas espécies de mamíferos descritas entre 1990 e 2025 e concluiu que 95% delas eram nativas de países do chamado Sul Global – conjunto de países emergentes da América Latina, África, Ásia e Caribe, com características socioeconômicas semelhantes, incluindo o Brasil –, apesar de 60% dos seus holótipos (nome dado aos exemplares que servem de referência para a descrição científica da espécie) estarem depositados em países ricos da Europa e da América do Norte, principalmente. Por outro lado, apenas 22% das espécies nativas do Norte descritas nesse mesmo período têm seus holótipos guardados fora do país de origem – ainda assim em instituições desse mesmo domínio geopolítico, que pode englobar países como Austrália e Nova Zelândia.
Segundo os autores, os resultados mostram como desigualdades geopolíticas e socioeconômicas impactam a atividade científica e o conhecimento da biodiversidade.
3) Mais de 90% de todos os holótipos de mamíferos armazenados no Norte Global são de espécimes coletados em um país diferente daquele onde está atualmente depositado. No Sul Global, por sua vez, menos de 8% dos holótipos de mamíferos estão depositados em países diferentes de onde foram coletados.
4) "Os números para mamíferos nos surpreenderam. Mesmo que antigos colonizadores tivessem o costume de extrair material biológico de suas ex-colônias, nós não esperávamos observar valores tão altos nas décadas recentes. O problema do "neocolonialismo científico" [ASPAS DO REPONSÁVEL POR ESTE BLOG] é mais acentuado nos mamíferos do que em outros grupos de animais”, avalia Mario Moura, professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e primeiro autor do estudo.
OBS.: ESSE TAL "NEOCOLONIALISMO CIENTÍFICO" EU INTERPRETO COMO RESULTADO DE UM MAIOR DESENVOLVIMENTO DAS INSTITUIÇÕES DE PESQUISA NOS PAÍSES DO HEMISFÉRIO NORTE.
15 de jul. de 2026
"EL NIÑO" COM MAIOR INTENSIDADE GERANDO ATITUDES PREVENTIVAS. TEORIA E PRÁTICA (?!)
NO BRASIL É ASSIM: NO ANO DE ELEIÇÕES, PLANOS GRANDIOSOS E BENÉFICOS A TODOS E EM TUDO... SÃO PROMETIDOS!
REPRODUZIDO DE:
https://oeco.org.br/salada-verde/coalizao-brasil-aponta-adaptacao-e-uso-sustentavel-da-terra-como-resposta-ao-super-el-nino/
DESTAQUES:
1) Com a previsão da chegada de um novo el niño forte, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura publicou um documento direcionado aos candidatos às eleições de 2026 defendendo o uso sustentável da terra, com a adoção, pelo agronegócio brasileiro, de boas práticas produtivas, ampliação da recuperação de áreas degradadas e o fortalecimento da adaptação climática.
2) De acordo com a Coalizão, o cenário crítico reforçado com a nova análise da Administração Atmosférica e Oceânica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) – que indica que há 81% de chances de o El Niño se tornar muito forte entre outubro e dezembro –, deve impulsionar a agenda a adaptação climática, focando em uma direção estratégica que reduza as vulnerabilidades do setor produtivo.
14 de jul. de 2026
DIFERENTES TRAGÉDIAS COM UMA MESMA ORIGEM: FALTA DE AÇÕES PREVENTIVAS
EUROPA: Onda de calor extremo no oeste da Europa causou mais de 10 mil mortes adicionais entre os dias 22 e 28 de junho. A EuroMOMO, rede europeia de monitoramento de mortalidade, relata que mais de 90% das vítimas tinham 65 anos ou mais, com óbitos concentrados em países como França, Espanha, Alemanha e Reino Unido.
Mais de 90% das vítimas tinham 65 anos ou mais, idosos vulneráveis à insolação e ao agravamento de doenças respiratórias ou cardiovasculares. Somente a Alemanha registrou pelo menos 5.120 óbitos relacionados.
VENEZUELA: Número de mortos por terremotos na Venezuela chega a 4.490.
INCENDIOS FLORESTAIS:
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