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31 de ago. de 2026

MUITA ÁGUA RETIRADA DO SUBSOLO: SUPERFÍCIE PODE AFUNDAR (?!)

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/o-chao-desce-ate-42-cm-por-ano-sob-uma-das-maiores-capitais-do-mundo-bombeamento-de-agua-comprime-o-subsolo-desnivela-bairros-vml97/
DESTAQUES: 1) O chão desce até 42 cm por ano sob uma das maiores capitais do mundo: bombeamento de água comprime o subsolo, desnivela bairros e transforma poucos centímetros em rachaduras acumuladas durante décadas. 2) O chão sob a Cidade do México está afundando até 42 cm por ano, enquanto a retirada de água subterrânea comprime o subsolo e amplia rachaduras em ruas, prédios, tubulações e bairros inteiros. O chão sob a Cidade do México está descendo em velocidades que chegam a 42 centímetros por ano em partes da região metropolitana, enquanto diferenças de apenas alguns centímetros entre bairros se acumulam e acabam fraturando ruas, edifícios e tubulações. Segundo a NASA, novos dados do satélite NISAR mostraram áreas afundando mais de 2 centímetros por mês entre outubro de 2025 e janeiro de 2026, resultado de um processo associado principalmente à retirada de água subterrânea e à compactação dos sedimentos do antigo leito de lago sobre o qual a metrópole cresceu. 3) O fenômeno não começou agora. A subsidência é documentada há mais de um século e tornou-se um problema estrutural para uma região onde vivem cerca de 20 milhões de pessoas. O mais preocupante é que o terreno não baixa de maneira uniforme: enquanto algumas áreas permanecem relativamente estáveis, outras descem dezenas de centímetros por ano. É justamente essa diferença que pode desnivelar bairros, abrir fraturas e colocar sob tensão fundações, vias, redes hidráulicas e outras estruturas urbanas. 4) Satélites agora conseguem enxergar o chão descendo centímetro por centímetro Em abril de 2026, a NASA divulgou um novo mapa produzido a partir do NISAR, missão conjunta da agência americana com a Organização Indiana de Pesquisa Espacial, a ISRO. As medições preliminares foram realizadas entre 25 de outubro de 2025 e 17 de janeiro de 2026.

29 de ago. de 2026

ÁGUA E DNA - AS DUAS MOLÉCULAS QUE SUSTENTAM A VIDA

ATENDENDO PEDIDO DE DIVULGAÇÃO PARA AQUISIÇÃO. ABAIXO, PARA COMPRA DO LIVRO IMPRESSO, NA amazon.com.br
VISÃO GERAL DO LIVRO: Há quatro bilhões de anos, duas moléculas se encontraram na Terra primitiva e tornaram possível tudo o que existe. A água, líquido universal capaz de dissolver, transportar e sustentar reações químicas. O DNA, arquivo molecular que carrega a memória de todas as espécies que já viveram. Sem uma, a outra não sobrevive. Juntas, construíram a vida. Água e DNA: As Duas Moléculas que Sustentam a Vida é uma obra científica escrita por três pesquisadores brasileiros com trajetórias publicadas nas áreas de genética, engenharia ambiental e saúde pública. Em 18 capítulos organizados em cinco partes, o livro percorre a origem da água no cosmos, a biologia molecular das células humanas, a epigenética, as doenças ligadas à água contaminada, a crise hídrica global e o futuro da gestão da água no planeta. Escrito para ser lido por qualquer pessoa, independentemente de formação acadêmica, sem abrir mão do rigor científico que o tema exige. Uma obra para quem quer entender a ciência que sustenta a vida, a saúde e o futuro do planeta. O que você vai encontrar neste livro: A origem cósmica da água e do DNA e como eles tornaram possível a vida na Terra Como a água age diretamente no funcionamento do genoma humano Epigenética: como a água e o ambiente ligam e desligam genes Doenças causadas por água contaminada e o que a ciência diz sobre prevenção Saneamento básico como direito humano e questão de saúde pública A crise hídrica global: geopolítica, escassez e o papel de cada cidadão Tecnologias de tratamento e reuso de água Florestas, aquíferos e serviços ambientais: o elo entre ecossistemas e água limpa O futuro da água: inovação, governança e sobrevivência da espécie.

ROBÔS E CAPTURA DE PITONS NA FLÓRIDA!

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DESTAQUES: 1) As cobras da espécie Píton-birmanesa são um problema para a região dos Everglades, no sul da Flórida. Por se alimentarem de espécies nativas, como mamíferos, aves e répteis, esses animais causam um desbalanceamento no ecossistema. Para controlar o ambiente, cientistas locais, com financiamento do Distrito de Gestão de Águas do estado, implantaram "coelhos robôs" para reduzir os ataques às presas. 2) 120 coelhos robôs com movimentos naturais e até cheiro; eles funcionam por meio de energia solar e monitoramento por câmaras e utilizando energia solar. 3) Eles atuam como isca, imitando os coelhos de verdade, e quando uma píton ataca, os rastreadores podem localizar o predador e removê-lo antes que se reproduza. 4) As pítons birmanesas foram avistadas pela primeira vez nos Everglades na década de 1970. Esses animais chegaram à região devido ao comércio de animais de estimação ou até peças de exibição para colecionadores de animais exóticos.