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2 de nov. de 2026

ALERTA FEITO EM 2021

REPRODUZIDO DE: https://ecoa.org.br/eventos-climaticos-extremos-na-america-do-sul/
DESTAQUES: 1) Este Projeto de monitoramento de eventos climáticos extremos, originalmente criado em 2021, visava contribuir para o entendimento das consequências da crise hídrica/climática na bacia do rio Prata dos anos 2020/21. A bacia é o principal território econômico para Bolívia, Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil. 2) No Brasil a bacia do Prata tem como seus territórios principais as bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. A crise hídrica, perceptível com a redução das chuvas entre 2020 e 2021, causou graves impactos ambientais, sociais e econômicos para os países, dentre os quais podemos listar os destrutivos incêndios no Pantanal, as perdas de produção agrícola e a redução de geração elétrica nas represas. De algum modo ela seguiu em 2022/23 provocando perdas de quase 50% na produção de grãos na Argentina, ao tempo em que no território brasileiro a normalização das chuvas enchia as represas para geração de energia e permitia uma safra agrícola dentro do esperado. Agora retomamos o trabalho de monitoramento, mas ampliando para a América do Sul, um grande território interconectado por suas características físicas e biológicas, o que contribui para melhor percepção das mudanças climáticas e a necessidade de medidas preventivas e mitigatórias partilhadas entre os países que a compõem. 3) 24 set. 2024. Maior seca em 60 anos força racionamento de energia no Equador. Apagão se soma a planos do governo equatoriano para cortes noturnos de energia elétrica de oito horas em todo país em quatro dias da semana. 4) 23 ago. 2024. Rios amazônicos registram baixa histórica um mês antes do pico da estiagem No Amazonas, 20 cidades estão em emergência, e 21 na mesma situação no Acre, onde estiagem permite atravessar a pé rio na fronteira com Peru. A seca na Amazônia neste ano vai repetindo situações drásticas registradas em 2023, quando a região viveu uma estiagem histórica. Tudo indica que a falta de chuvas e a baixa dos rios vai ser pior em 2024, com efeitos devastadores para pessoas, fauna e flora, que não se recuperam da tragédia climática do ano passado.

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