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10 de nov. de 2021

A TRAGÉDIA DE MACEIÓ (AL): CORROÍDA POR BAIXO, POR EXPLORAÇÃO DO SAL-GEMA

 


Reproduzido de:

https://www.metropoles.com/materias-especiais/afundamento-de-maceio-provoca-exodo-urbano-de-55-mil-pessoas

Destaque:

Chão da capital de Alagoas está cedendo devido ao colapso de cavernas subterrâneas. O desastre provocou a remoção emergencial de cerca de 55 mil pessoas


7 de nov. de 2021

AMAZÔNIA: ATÉ QUANDO?!

 Reproduzido de:  https://imazon.org.br/imprensa/amazonia-perdeu-area-de-floresta-maior-do-que-4-mil-campos-de-futebol-por-dia-em-setembro/



Destaques:

“A intensificação do desmatamento na Amazônia Legal não favorece a imagem do Brasil na COP-26. É necessário que o país adote urgentemente medidas significativas para combater o desmatamento e, consequentemente, reduzir as emissões dos gases de efeito estufa”, afirma a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim.

“Nos nossos últimos monitoramentos, estamos percebendo um avanço da destruição da floresta na divisa entre Amazonas, Rondônia e Acre, o que indica uma nova fronteira do desmatamento. Isso pode ter relação com a localização de um polo agropecuário na região”, explica Amorim

2 de nov. de 2021

TRAGÉDIA EM ALTINÓPOLIS (SP): DESASTRE NATURAL OU TRAGÉDIA QUE PODERIA SER EVITADA?!

 


Ao lidar com situações inusitadas na Natureza, atitudes preventivas são de fundamental importância.

Esse terrível acontecimento com bombeiros civis no interior de São Paulo, trouxe-me à lembrança um processo introduzido nos Estados Unidos, útil em Gestão Ambiental e que poderia ser utilizado em situações como essa relacionada ao treinamento de resgate, dos bombeiros civis.

Conforme conceituado no GLOSSÁRIO DE ECOLOGIA:

APP – AVALIAÇÃO PRELIMINAR DE PERIGOS

Trata-se de uma metodologia indutiva, introduzida nos Estados Unidos pelos militares, visando identificar possíveis perigos decorrentes de certas condições, numa instalação e que possam causar eventos indesejáveis. É utilizada em Gestão Ambiental, focalizando situações em que possam ocorrer falhas, abrangendo assim os “perigos, eventos causais e suas consequências” (AMARAL E SILVA, 2004). As principais informações necessárias são como se seguem (segundo Laís Alencar de Aguiar, em divulgação no site www.saneamento.poli.ufrj.br/.../APP_e_HAZOP.pdf):

Região: Dados demográficos e Climatológicos.

Instalações: Premissas de projeto; Especificações técnicas de projeto; Especificações de equipamento; Layout da instalação; Descrição dos principais sistemas de proteção e segurança.

Substâncias: Propriedades físicas e químicas; Características de inflamabilidade; Características de toxicidade.

Referência bibliográfica (citada acima):

AMARAL E SILVA, C.C. (2004) Gerenciamento de riscos ambientais. In: Philippi Jr. et al. Curso de Gestão Ambiental. São Paulo, Edit. Manole, pp791-803


Considerações feitas pelos organizadores do treinamento.

Chovia muito na região, mas os instrutores da empresa Real Life Treinamento entenderam que deveriam seguir com a dinâmica. Segundo o próprio dono da empresa, Sebastião Abreu, em declaração dada ao portal G1, os responsáveis deveriam ter avaliado melhor os riscos. 

— Tem que haver uma análise de risco. Você vem ao local, faz a análise de risco. Se houver condição de realizar o treinamento, você faz. Senão, você remarca outro dia e faz o treinamento para ter todas as precauções. Isso acabou não acontecendo — afirmou.