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6 de jun. de 2025

NIDOPARASITISMO. AVES QUE SE APROVEITAM DE NINHOS DE OUTRAS ESPÉCIES

REPRODUZIDO DE: https://youtu.be/V5tVjuj6t9o?si=4OCHZdjEUZfkrurS&utm_source=MTQxZ
DESTAQUE: Molothrus bonariensis. O chupim é conhecido por colocar seus ovos nos ninhos de outras espécies aves, para que elas possam chocá-los, criá-los e alimentá-los como se fossem seus próprios filhotes, um processo conhecido como parasitismo de ninhos. Por isso acabou virando sinônimo de aproveitador.

5 de jun. de 2025

ARQUEÓLOGA FRANCO-BRASILEIRA: SUAS DESCOBERTAS E LUTA PELA PRESERVAÇÃO DA NATUREZA

HOJE, 5 DE JUNHO...
DESTAQUES (https://www.brasildefato.com.br/2025/06/04/morre-niede-guidon-arqueologa-que-revolucionou-a-teoria-do-povoamento-das-americas/): 1) A arqueóloga Niède Guidon, que revolucionou a teoria sobre o povoamento do continente americano, morreu nesta quarta-feira (4) aos 92 anos. Nascida em Jaú, no interior de São Paulo, Guidon se formou em história natural pela Universidade de São Paulo (USP) e doutorou na Universidade de Paris. Dedicou sua vida aos estudos e à proteção da Serra da Capivara, no Piauí. Foi ali que encontrou base sólida para contestar a hegemônica teoria arqueológica estadunidense de que a única via pela qual humanos teriam chegado às Américas foi pelo estreito de Bering. A teoria aponta que a passagem, então congelada, conectou a Sibéria e o Alasca há aproximadamente 13 mil anos. 2) Para Guidon, esta tese, bastante sólida, explica uma das formas pelas quais o continente foi ocupado. Mas não todas. Em suas pesquisas na Serra da Capivara, a arqueóloga encontrou vestígios de presença humana que, segundo ela, datam de 60 mil a 100 mil anos. 3) Em 1973, trabalhava no Centre National de La Recherche Scientifique de Paris como assistente da arqueóloga francesa Annete Emperaire, que buscava os indícios mais antigos da presença humana no Brasil. O foco de Emperaire era a região de Lagoa Santa, em Minas Gerais. Guidon preparou a viagem da equipe para os arredores de Belo Horizonte, mas informou que ela mesma iria para o sul do Piauí. A partir daí, Guidon nunca mais saiu da região de São Raimundo Nonato, onde faleceu nesta quarta-feira por questões de saúde ainda não divulgadas. Ali encontrou mais de mil sítios arqueológicos.

1 de jun. de 2025

NOSSO FABULOSO "PLANETA ÁGUA" NA AMAZÔNIA!

FOTO ABAIXO, REPRODUZIDA DE: https://portalamazonia.com/tudo-sobre/aquifero-hamza/
DESTAQUES: 1) O "Rio Hamza" é o nome dado a um aquífero subterrâneo de grande extensão localizado sob a Amazônia. A descoberta do Rio Hamza foi anunciada em 2011 e, segundo os dados disponíveis, ele teria cerca de 6.000 km de comprimento. É um sistema de água subterrânea que se estende por diversos estados, incluindo o Amazonas, Amapá e Pará. WIKIPEDIA: 1) O Hamza é um aquífero localizado na Amazônia brasileira.O nome do aquífero foi dado em homenagem ao chefe da expedição que fez a descoberta, o pesquisador Valiya Hamza. Sua descoberta foi realizada após análise de 241 poços de petróleo desativados da Petrobras, perfurados entre 1970 e 1980. A equipe, da qual fez parte Elizabeth Tavares Pimentel da Universidade Federal do Amazonas, identificou que existe uma grande movimentação de água a 4 000 m sob a superfície de oeste para leste sob as bacias dos rios Solimões, Amazonas e a ilha de Marajó e desaguando nas profundezas do oceano Atlântico, aproximadamente sob a foz do rio Amazonas.
2) O aquífero Hamza ainda está em estudo, mas os pesquisadores afirmam que sua nascente é no estado do Acre e percorre cerca de 6 000 km antes de desaguar no Oceano Atlântico, logo abaixo da foz do Amazonas. É alimentado pela infiltração das águas dos rios da bacia amazônica e das chuvas. Possui vazão de 3 090 m3/s (cerca de 40 vezes menor que a do rio Amazonas), a distância entre uma margem e outra varia de 200 a 400 km. Suas águas correm por via subterrânea a uma velocidade irrisória se comparada aos rios da superfície terrestre (de 10 a 100 metros por ano), enquanto que a velocidade da vazão do Amazonas é da ordem de 2 m/s; o "rio" não corre por um túnel sob o solo mas permeia pelas rochas sedimentares das profundezas terrestres.