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11 de fev. de 2026

QUEIMADAS NA AMAZÔNIA E OUTROS BIOMAS NO BRASIL

REPRODUZIDO DE: https://oeco.org.br/noticias/amazonia-registra-maior-numero-de-queimadas-da-ultima-decada-em-janeiro/
DESTAQUE: A Amazônia registrou, em janeiro, o maior número de queimadas da última década. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), foram computados no último mês 2058 focos no bioma, perdendo somente para janeiro de 2016, quando o órgão registrou 4657 focos. O número de queimadas na Amazônia no período também está cerca de 34% acima da média para o mês – 535 focos. As porções do bioma no Pará e Mato Grosso foram as mais afetadas, ainda segundo dados do INPE. OUTROS BIOMAS: A Caatinga também registrou aumento expressivo no número de queimadas. Em janeiro, foram registrados 980 focos, o maior número desde 2009, quando o INPE contabilizou 1164 focos no período. Para a Caatinga, o número de focos registrados em janeiro está 88,5% acima da média para o mês (520 focos). As porções do bioma no norte do Piauí e Ceará foram as mais afetadas pelo fogo No Cerrado, a quantidade de focos registrados chegou a 904, um aumento de 50% em relação à média para o mês (604 focos). As poções de Cerrado no norte do Maranhão foram as que registraram maior número de queimadas Na Mata Atlântica, foram registrados 538 focos em janeiro, o maior número desde 2019 (608 focos). O valor computado pelo INPE está 21% acima da média para o mês. (444 focos). Porções do bioma Mata Atlântica nos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas, ao norte, e Paraná e Santa Catarina ao sul, foram as mais afetadas pelas chamas. Pantanal e Pampa foram os únicos biomas com registros de queimadas abaixo da média em janeiro.

9 de fev. de 2026

MAIOR USINA NUCLEAR DO MUNDO EM FUNCIONAMENTO NUM DOS PAÍSES MAIS SUSCETÍVEIS A TERREMOTOS?!

SIM: NO JAPĀO!!!
DE ACORDO COM RELATO DO "GEMINI" (GOOGLE): Sim, exatamente. O Japão reativou hoje, 9 de fevereiro de 2026, a usina de Kashiwazaki-Kariwa, considerada a maior central nuclear do mundo em capacidade instalada. Esta é uma notícia histórica para o setor energético japonês por marcar a primeira vez que a TEPCO (operadora da usina e da fatídica usina de Fukushima) volta a operar um reator desde o desastre de 2011. Aqui estão os pontos principais sobre essa retomada: 1. O que aconteceu agora? • Reativação bem-sucedida: Após uma tentativa frustrada em janeiro de 2026 (que foi interrompida devido a um alarme falso no sistema de barras de controle), o reator Unidade 6 foi finalmente reiniciado às 14h (horário local). • Fim do hiato: A usina estava parada há cerca de 15 anos. Embora não tenha sido danificada pelo tsunami de 2011, ela foi desligada para revisões de segurança e enfrentou anos de barreiras regulatórias e técnicas. 2. Por que reativar agora? • Demanda por IA: O Japão enfrenta um aumento drástico no consumo de eletricidade, impulsionado principalmente pela expansão de data centers e pelo desenvolvimento de tecnologias de Inteligência Artificial. • Metas Climáticas: O governo vê a energia nuclear como peça-chave para atingir a neutralidade de carbono e reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados. • Cenário Político: A reativação ocorre logo após a vitória eleitoral da primeira-ministra Sanae Takaichi, que defende abertamente o uso da energia nuclear para fortalecer a economia nacional. IMPORTANTE: Apesar do avanço técnico, a usina ainda enfrenta resistência de parte da população local, preocupada com a segurança sísmica da região e com o histórico da TEPCO. DAÍ ALGUMAS PERGUNTAS INEVITÁVEIS: 1) Governo japonês não teria opçāo menos arriscada para substituir energia de combustíveis fósseis? 2) Outras fontes de energia, solar, eólica, maremotriz combinadas com limitaçōes no uso de combustíveis fósseis. 3) Elaborar eficiente e eficaz plano de contingência caso ocorra tragédia semelhante a da usina de Fukushima.

8 de fev. de 2026

LENTAMENTE ESPANHA E PORTUGAL APROXIMANDO-SE DA ÁFRICA

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/espanha-e-portugal-tem-suas-praias-lentamente-se-deslocando-em-direcao-a-africa-em-um-movimento-geologico-btl96/ DESTAQUES: 1) Espanha e Portugal estão girando no sentido horário por causa da convergência entre placas Eurasiática e Africana, com aproximação de 4 a 6 milímetros por ano. GNSS e dados sísmicos ajudam a mapear limites difusos, apontar falhas ocultas e entender por que o Mediterrâneo tende a fechar em milhões de anos. 2) Espanha e Portugal estão se deslocando em direção à África em um ritmo tão lento que não altera o mapa na vida de ninguém hoje, mas suficiente para reescrever o Mediterrâneo em escala geológica. O movimento acontece em milímetros por ano, e o que parece “só teoria” já é medido com precisão milimétrica.
3) O ponto central é que Espanha e Portugal não acompanham exatamente o mesmo padrão de rotação do restante da Europa. A Península Ibérica gira no sentido horário, e isso é interpretado como efeito de uma convergência tectônica que empurra o sudoeste europeu para um futuro de colisão continental.

7 de fev. de 2026

JÁ SABEMOS SOBRE AS TENDÊNCIAS AOS EXTREMOS CLIMÁTICOS…

...EM EXCESSO: CHUVAS, NEVASCAS, SECAS, TORNADOS, TEMPERATURAS ELEVADAS!!! REPRODUZIDO DE: https://oeco.org.br/colunas/janeiro-de-2026-e-os-sinais-inegaveis-do-colapso-da-natureza/
DESTAQUES: 1) Todo começo de ano as notícias sobre eventos climáticos extremos tomam as mídias e o início de 2026 não foi diferente. Dá pra dizer que foi mais um mês comum no calendário do colapso climático mundial, mas para quem está lendo os sinais foi um alerta urgente. Em diferentes continentes, eventos extremos revelaram, mais uma vez, que estamos vivendo a crise climática em tempo real e que a resposta global precisa ser real, imediata e justa. Na África Austral, inundações devastadoras atingiram países como Moçambique, África do Sul, Zimbábue e Essuatíni, deixando centenas de vidas perdidas e incontáveis outras pessoas desabrigadas. Em alguns lugares do continente, regiões inteiras foram submersas após chuvas intensas em poucos dias, um fenômeno amplificado pelo aquecimento dos oceanos e pela presença do padrão climático La Niña, que intensifica extremos. Especialistas indicam que eventos de chuva extrema como esses se tornaram muito mais prováveis e mais intensos devido ao aquecimento global causado pelas emissões de gases do efeito estufa ampliadas pelo modo de vida humano. Aqui no Brasil tivemos fortes chuvas também, mas chuva por aqui já virou notícia velha, então ninguém fala mais como antes, a não ser que seja uma catástrofe como foi o Rio Grande do Sul. 2) Ao mesmo tempo, tempestades severas e chuvas torrenciais castigaram partes da Europa, incluindo França, Portugal, Espanha e Grécia, com inundações e deslizamentos de terra. A tempestade Kristin matou pelo menos três pessoas e deixou mais de 800.000 moradores do ‍centro e norte de Portugal ‌sem eletricidade. No outro lado do mundo, tempestades na Nova Zelândia causaram deslizamentos de terra após precipitações recordes em diversas localidades da Ilha Norte, até esse momento com 6 pessoas desaparecidas. E não foi apenas chuva. Na América do Norte, a forte tempestade de inverno de janeiro de 2026 trouxe neve recorde, ventos fortes e gelo pesado em grande parte dos Estados Unidos e Canadá, interrompendo voos e deixando milhões sem energia. Ao vivo víamos árvores colapsar pelo frio extremo. Na América do Sul, ainda em janeiro, incêndios florestais no centro-sul do Chile consumiram dezenas de milhares de hectares, forçando mais de 50 mil pessoas a evacuarem e matando dezenas de outras. 3) O diagnóstico é claro, e o prazo para resposta é curto: medidas drásticas de mitigação, redução rápida das emissões de carbono e políticas robustas de adaptação são urgentes, não opcionais. Ações climáticas que considerem justiça social, apoio às populações vulneráveis e resiliência de ecossistemas devem estar no centro das políticas públicas e privadas. DE CRUCIAL IMPORTÂNCIA: Esses eventos intensos acontecem em lugares geograficamente distantes, mas suas causas são profundamente interdependentes. O planeta não respeita fronteiras políticas: a queima de combustíveis fósseis em um país influencia padrões climáticos no outro; as emissões acumuladas em décadas afetam a circulação atmosférica global; as decisões de política energética em um continente reverberam em vidas e ecossistemas do outro lado do mundo. Essa interdependência planetária exige que pensemos a crise climática como um desafio coletivo e integrado. Uma onda de calor ou um evento de chuva extrema em um país é parte de um mesmo sistema climático global desequilibrado e, portanto, parte de uma responsabilidade compartilhada.

5 de fev. de 2026

NOVAMENTE INICIATIVA CHINESA EM EVIDÊNCIA!

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/para-mover-agua-em-escala-continental-a-china-construiu-um-sistema-de-mais-de-2-700-km-de-canais-tuneis-e-aquedutos-fez-a-rota-central-fluir-por-1-400-km-apenas-pela-gravidade-vml97/
DESTAQUES: 1) Para mover água em escala continental, a China construiu um sistema de mais de 2.700 km de canais, túneis e aquedutos, fez a rota central fluir por 1.400 km, cruzou rios gigantes por baixo do leito e passou a transferir bilhões de metros cúbicos de água por ano do sul úmido para o norte árido do país. 2) Segundo documentos técnicos do Ministério dos Recursos Hídricos da China, relatórios de engenharia hidráulica publicados por universidades chinesas e balanços oficiais do próprio projeto, a Transposição Sul–Norte não é apenas a maior obra hídrica do século XXI, mas uma das maiores intervenções territoriais contínuas já realizadas pela engenharia moderna. Diferente de barragens isoladas ou canais regionais, trata-se de um sistema nacional permanente, concebido para redistribuir água em um país onde a geografia hídrica e a distribuição populacional nunca estiveram em equilíbrio. 3) Desde a concepção, o projeto foi pensado como infraestrutura estrutural, não emergencial. Ele parte do princípio de que o norte chinês, onde se concentram megacidades, polos industriais e grande parte da produção agrícola intensiva — simplesmente não possui água suficiente para sustentar seu próprio crescimento sem uma transferência massiva e contínua.

3 de fev. de 2026

SE REDUZIR USO DE PLÁSTICOS TEM SIDO INÚTIL...

...SÓ NOS RESTA COLETAR E RECICLAR! REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/ambicao-dos-estados-unidos-de-limpar-os-oceanos-ganha-forca-afch/
DESTAQUES: 1) Pressão do lixo plástico em rios e mares impulsiona tecnologias de captura e reciclagem em escala industrial, com foco em barreiras flutuantes, triagem e reaproveitamento. A poluição plástica que chega a rios e mares segue em alta no mundo, impulsionada por falhas estruturais na gestão de resíduos. 2) Mesmo diante desse cenário, iniciativas de engenharia ambiental tentam ganhar escala para reduzir o fluxo contínuo de lixo e retirar parte do material já acumulado nos ecossistemas aquáticos. Entre essas iniciativas está a The Ocean Cleanup, fundação criada em 2013 e sediada na Holanda, que ganhou projeção internacional ao apostar em soluções tecnológicas de grande porte. 3) Por meio de sistemas específicos, a organização atua tanto na interceptação de resíduos em rios quanto na remoção de plástico flutuante em áreas de acúmulo no oceano, como o Giro do Pacífico Norte. Dados divulgados pela própria entidade indicam que mais de 45 milhões de quilos de lixo já foram retirados de ambientes aquáticos em diferentes regiões do planeta. 4) Esse volume reúne operações realizadas em rios, zonas costeiras e missões em alto-mar, ao longo de mais de uma década. Em um balanço divulgado no fim de 2025, a organização informou que mais de 25 milhões de quilos foram removidos apenas naquele ano, ampliando significativamente o total acumulado. Embora não seja uma organização americana, os Estados Unidos aparecem com destaque no mapa de parcerias, testes operacionais e projetos em larga escala. 5) Poluição plástica e o caminho até o oceano. Relatórios de organismos internacionais mostram que a maior parte da poluição plástica tem origem em atividades realizadas em terra firme. Antes de chegar ao mar, esse material percorre rios, córregos e sistemas de drenagem urbana, acumulando-se ao longo do trajeto. Estimativas do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apontam que, todos os anos, entre 19 milhões e 23 milhões de toneladas de resíduos plásticos vazam para ecossistemas aquáticos. Como consequência direta, rios, lagos e mares passam a conviver com um fluxo permanente de detritos de difícil degradação.

CERRADO. BIOMA BRASILEIRO DE IMPORTÂNCIA VITAL, EM SEGUNDO PLANO NACIONAL NA CONSERVAÇÃO

REPRODUZIDO DE: https://theconversation.com/mais-de-55-da-vegetacao-nativa-do-cerrado-um-dos-ecodominios-mais-ricos-e-ameacados-do-mundo-ja-foi-perdida-274257
DESTAQUES: 1) Uma revisão detalhada, que sintetiza décadas de pesquisas, alerta que o Cerrado brasileiro, conhecido por suas vastas “florestas invertidas” e considerado um dos Ecodomínios mais ricos da Terra, está sob ameaça intensa. Publicada na Nature Conservation, a revisão mostra que, apesar de o Cerrado sustentar as principais bacias hidrográficas do Brasil, mais de 55% de sua vegetação nativa já foi convertida, principalmente ao longo das últimas cinco décadas. 2) Frequentemente ofuscado pela Amazônia, o Cerrado é o segundo maior Ecodomínio da América do Sul, cobrindo 24% do território nacional e sustentando grande parte das principais bacias hidrográficas do país, mas historicamente tem sido deixado de lado nos diálogos globais sobre conservação. Nossa revisão alerta que esse hotspot de biodiversidade enfrenta atualmente uma crise ecológica massiva e multifacetada. Apesar de sua importância, a região já teve mais de 55% de sua vegetação nativa convertida, uma área que excede 1 milhão de km², sendo que a grande maioria dessa destruição ocorreu nos últimos 50 anos. 3) Floresta invertida e carbono oculto. Uma das características que tornam o Cerrado verdadeiramente único é sua “floresta invertida”. Diferentemente das florestas tropicais úmidas, que armazenam a maior parte de sua biomassa em copas elevadas, o Cerrado alcançou um feito ecológico de sobrevivência ao armazenar aproximadamente 90% de seu carbono abaixo do solo, por meio de sistemas radiculares profundos e maciços. Essa rede subterrânea torna o Ecodomínio um sumidouro de carbono crítico e um regulador fundamental da água.

31 de jan. de 2026

VÍRUS NIPAH. DANDO CONTINUIDADE NA “DÉCADA DOS (NOVOS) VÍRUS”

REPRODUZIDO EM (com opção de versão em português): https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/nipah-virus
DESTAQUES: 1) O vírus Nipah é um vírus encontrado em animais, mas que também pode afetar seres humanos. Pessoas infectadas podem desenvolver febre e sintomas que afetam o cérebro (como dor de cabeça ou confusão mental) e/ou os pulmões (como dificuldade para respirar ou tosse). Os primeiros casos de infecção pelo vírus Nipah foram relatados em 1998 e, desde então, foram registrados em Bangladesh, Índia, Malásia, Filipinas e Singapura. A taxa de letalidade é estimada entre 40% e 75%. Morcegos frugívoros da família Pteropodidae são os hospedeiros naturais do vírus Nipah. O vírus Nipah geralmente é transmitido de morcegos e outros animais infectados para humanos e também pode ser transmitido diretamente entre pessoas. Atualmente, não existe tratamento ou vacina disponível para o vírus Nipah, porém diversos produtos candidatos estão em desenvolvimento. O tratamento intensivo precoce pode aumentar as chances de sobrevivência. 2) Para algumas pessoas, a infecção pelo vírus Nipah pode ser assintomática. No entanto, a maioria desenvolve febre e sintomas que afetam o cérebro (como dor de cabeça ou confusão mental) e/ou os pulmões (como dificuldade para respirar ou tosse). Outros órgãos também podem ser afetados. Sintomas frequentes incluem calafrios, fadiga, sonolência, tontura, vômitos e diarreia. O período de incubação – ou seja, o tempo entre a infecção e o início dos sintomas – varia de 3 a 14 dias. Em alguns casos raros, foram relatados períodos de incubação de até 45 dias. A doença grave pode ocorrer em qualquer paciente, mas está particularmente associada a pessoas que apresentam sintomas neurológicos, com progressão para edema cerebral (encefalite) e, frequentemente, óbito. Cuidados de suporte e monitoramento cuidadosos durante esse período são essenciais. A maioria das pessoas que sobrevivem se recupera completamente, mas sequelas neurológicas de longo prazo foram relatadas em aproximadamente 1 em cada 5 pessoas que se recuperaram da doença. A taxa de letalidade da infecção pelo vírus Nipah é estimada entre 40 e 75%, mas pode variar de acordo com o surto, dependendo da vigilância e do manejo clínico nas áreas afetadas.

30 de jan. de 2026

ESPÉCIE INVASORA : MAIS UMA HISTÓRIA COM CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS

REPRODUZIDO DE: https://wilder.pt/naturalistas/lagostim-vermelho-da-luisiana-este-invasor-ja-anda-por-portugal-ha-mais-de-40-anos No âmbito de uma série sobre espécies aquáticas invasoras, Pedro Anastácio, investigador do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente na Universidade de Évora, ligado ao projecto LIFE Invasaqua, esclarece todas as dúvidas sobre este lagostim que é um grande problema para a biodiversidade, a economia e mesmo a saúde humana. DESTAQUE: O lagostim-vermelho-da-luisiana (Procambarus clarkii) é um lagostim de água doce originário do sudeste da América do Norte, incluindo o estado da Luisiana, nos EUA. Foi esse antigo território francês, batizado em honra do rei Luís XIV, que inspirou o nome comum deste crustáceo. Em Portugal, a espécie está presente praticamente por todo o território. É mais frequente nos braços de rios, em pauis – ou seja, pântanos de água doce – e em arrozais, podendo aí atingir densidades muito elevadas. Esta adaptação a ambientes com seca temporária está particularmente ligada à sua capacidade de construir tocas profundas, onde este crustáceo consegue sobreviver durante semanas no período seco, saindo na altura das primeiras chuvas, geralmente em outubro. É muitas vezes neste período que se podem observar migrações de grandes números destes lagostins através de terra, em zonas de produção de arroz.

29 de jan. de 2026

JÁ FORAM POMBOS-CORREIO. AGORA SURGEM OS "POMBOS-DRONE ESPIÕES"!!!

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/asaf04-asaf04-23/ DESTAQUES: Projeto de neurotecnologia na Rússia propõe uso de pombos com implantes cerebrais para executar tarefas de monitoramento e vigilância, em alternativa aos drones convencionais, segundo informações divulgadas pela própria empresa responsável pelo desenvolvimento da tecnologia. Uma empresa russa do setor de neurotecnologia afirma estar desenvolvendo um sistema que utiliza pombos com implantes cerebrais para executar tarefas semelhantes às de drones.
A iniciativa é da Neiry, que divulgou o projeto no fim de 2025 e sustenta que as aves podem ser orientadas à distância por meio de estímulos neurais, carregando um pequeno conjunto eletrônico acoplado ao corpo e monitorado por GPS. De acordo com a empresa, eletrodos foram implantados no cérebro dos pombos e conectados a um dispositivo de dimensões reduzidas fixado nas costas das aves. Nesse equipamento estariam concentrados os componentes eletrônicos responsáveis por receber comandos, registrar dados de localização e manter comunicação com uma central de controle. A Neiry afirma ainda que o sistema pode ser alimentado por painéis solares instalados no próprio conjunto. DESTAQUE IMPORTANTE: Não foram localizados, nas fontes consultadas, estudos independentes ou relatórios técnicos detalhando metodologia, número de animais testados ou indicadores de bem-estar animal.

28 de jan. de 2026

PENSAVA-SE QUE ESTAVA EXTINTA! A TOUPEIRA APARECE PARA NOS MOSTRAR QUE SABEMOS POUCO SOBRE A VIDA NO NOSSO PLANETA

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/toupeira-dourada-dada-como-extinta-ressurge-apos-87-anos-na-africa-do-sul-reaparece-em-dunas-costeiras-engana-cientistas-por-decadas-btl96/
DESTAQUES: 1) Toupeira dourada dada como extinta ressurge após 87 anos na África do Sul, reaparece em dunas costeiras, engana cientistas por décadas, é confirmada por DNA ambiental e reacende esperança, alerta e corrida para salvar espécie perdida à beira do desaparecimento. 2) No caso de espécies que vivem em areia fofa, como a toupeira dourada de De Winton (Cryptochloris wintoni), até esse sinal pode desaparecer. Os túneis desmoronam na areia, apagando vestígios e transformando a busca em uma tarefa de alta incerteza, especialmente ao longo de dunas extensas e instáveis. 3) A confirmação veio em novembro de 2023, quando uma equipe de conservacionistas e geneticistas do Endangered Wildlife Trust, da Universidade de Stellenbosch e da Universidade de Pretória rastreou DNA ambiental nas dunas costeiras, encontrou evidências genéticas no solo e, além disso, capturou um animal vivo para sequenciar o DNA e confirmar a identidade da espécie.

26 de jan. de 2026

CACHORRO-DO-MATO-VINAGRE

Transcrito da IA: Salvem o cachorro-vinagre! | CHC O cachorro-vinagre (Speothos venaticus) tem esse nome devido ao cheiro forte de vinagre que sua urina exala, usado para marcar território, e também pode ser pela cor avermelhada/alaranjada de seu pelo, que lembra o vinagre de vinho. É um canídeo selvagem, pequeno, social e raro nas florestas da América do Sul, conhecido por caçar em matilhas e por suas patas com membranas que o ajudam a nadar. REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/descoberto-primeiro-como-fossil-e-dado-como-extinto-o-misterioso-cachorro-vinagre-reapareceu-vivo-nada-como-lontra-mhbb01/
DESTAQUES: 1) Descoberto primeiro como fóssil e dado como extinto, o misterioso cachorro-vinagre reapareceu vivo, nada como lontra, caça dentro da água, vive em matilhas secretas na América Latina e virou um dos canídeos mais estranhos e enigmáticos já registrados pela ciência. 2) O cachorro-vinagre foi descoberto primeiro por fósseis em cavernas e chegou a ser tratado como extinto, mas reapareceu vivo com hábitos semiaquáticos únicos entre canídeos. Pequeno e recluso, vive em matilhas, usa tocas e troncos como abrigo, caça roedores e até antas, e depende de florestas próximas à água. 3) O cachorro-vinagre é um dos canídeos mais estranhos e enigmáticos já registrados pela ciência, porque reúne duas raridades ao mesmo tempo: uma história de “fóssil-vivo” e um modo de vida semiaquático praticamente exclusivo entre os canídeos. Ele foi descrito primeiro como fóssil, chegou a ser considerado extinto por anos, e só depois reapareceu vivo, revelando que nada com eficiência e pode caçar dentro da água, como se tivesse um pedaço de lontra escondido no corpo de um cão selvagem. 4) A origem do mistério do cachorro-vinagre está ligada a cavernas brasileiras e a um nome central da paleontologia. Em 1842, o paleontólogo Peter Wilhelm Lund descreveu restos mortais de um canídeo encontrados em cavernas no Brasil. 5) O ponto mais intrigante é que esses primeiros registros não eram de um animal vivo, mas de fósseis, o que levou durante anos à interpretação de que se tratava de uma espécie extinta. Esse detalhe muda completamente a narrativa porque, no imaginário científico, o cachorro-vinagre nasceu como um animal do passado, um canídeo “desaparecido”, conhecido só por ossos.

25 de jan. de 2026

SALVANDO O SALMÃO!

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/remocao-barragens-rios-mais-importantes-para-o-salmao-no-oeste-dos-eua-mobiliza-us-500-milhoes-reabre-a-migracao-apos-mais-de-100-anos-e-usa-sonar-para-medir-sinais-do-renascimento-nmb91/
DESTAQUES: 1) Remoção de quatro barragens em um dos rios mais importantes para o salmão no oeste dos EUA mobiliza US$ 500 milhões, reabre a migração após mais de 100 anos e usa sonar para medir sinais do renascimento. 2) Um dos rios mais importantes para o salmão no oeste dos EUA voltou a ter um caminho livre para a espécie em trechos que ficaram inacessíveis por mais de um século. A mudança aconteceu após a remoção de quatro grandes barragens no sistema. 3) A remoção das estruturas devolveu a conectividade do fluxo e reabriu rotas que ficaram interrompidas por décadas. O principal efeito é prático: o salmão volta a avançar para áreas importantes do ciclo de reprodução. 4) O marco de “mais de 100 anos” está ligado ao tempo de bloqueio do corredor migratório, não à idade das barragens. O resultado é a retomada de um trajeto histórico que ficou limitado por muito tempo. Com o caminho reaberto, um dos rios mais importantes para o salmão no oeste dos EUA volta a funcionar como corredor ecológico em uma escala que não se via há gerações.

CRISE HÍDRICA À VISTA (?!)

REPRODUZIDO DE: https://ecoa.org.br/mundo-entrou-em-uma-nova-era-de-falencia-hidrica-mostra-a-onu/
DESTAQUES: 1) Cerca de 4,4 bilhões de pessoas enfrentam escassez de água por pelo menos um mês ao ano; as consequências socioeconômicas e políticas já são sentidas. Os sinais dessa emergência são abundantes: aproximadamente 70% dos aquíferos subterrâneos estão em declínio de longo prazo; metade dos grandes lagos do mundo está encolhendo; secas em grande escala estão se tornando mais frequentes; cerca de 4,4 bilhões de pessoas enfrentam escassez de água durante pelo menos um mês por ano. 2) Metrópoles como Teerã, São Paulo, Cidade do Cabo e Chennai enfrentam crises hídricas do tipo “dia zero” – quando suprimentos de água caem a ponto de secar as torneiras de milhões de pessoas. Ao todo, 75% da população mundial vive em países com insegurança hídrica ou insegurança hídrica crítica, destacam CNN e Reuters. 3) O relatório também mostra que a falência hídrica já está causando estragos econômicos e políticos, como o aumento da migração ilegal do México para os Estados Unidos em meio às secas. Como a Folha destaca, os conflitos por água aumentaram de 20 em 2010 para mais de 400 em 2024.

24 de jan. de 2026

...E SE OCORRER O DERRETIMENTO DO GELO DA GROENLÂNDIA?!

Para Peter Thomson, enviado especial do secretário-geral da Organização das Nações Unidas para os oceanos, é importante lembrar que isso tem relação direta com as nações insulares do Pacífico. “O derretimento da Groenlândia significa, na prática, o desaparecimento de uma nação do outro lado do mundo”, afirma ele.
DESTAQUE: "Quando alguns países e empresas veem um Ártico livre de gelo, pensam imediatamente na exploração de petróleo, rotas de navegação transpolares e mineração em águas profundas. Minha proposta é simples: uma pausa preventiva nessas atividades”, explica em entrevista à Folha de S.Paulo por videochamada, diretamente dos Alpes Suíços. ACESSAR (para a entrevista completa): https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/mundo/derretimento-da-groenlandia-fara-nacao-do-outro-lado-do-mundo-sumir-diz-enviado-da-onu/

23 de jan. de 2026

SEXO. COMO SURGIU?!

SEXO. COMO SURGIU?! Na minha limitada inteligência de biólogo, só estudando o que existe já pronto na Natureza, eu sempre me fiz uma pergunta que procuro entender, mas até hoje tenho dificuldade: durante milhões de anos todos os organismos se reproduziam assexuadamente. O organismo se dividia em dois. Alguns geravam uma protuberância que se destacava e assim originava um novo organismo idêntico ao que lhe deu origem. A transição da reprodução assexuada para a sexuada é considerada um dos maiores mistérios da vida. Foi uma transição gradual que levou centenas de milhões de anos, movida por pequenas vantagens de sobrevivência. Pouco a pouco os organismos teriam sofrido mutações em seu DNA e daí foram aparecendo organismos com células reprodutoras: gameta masculino e outro similar a ele mas com gameta feminino; o primeiro, com rápida mobilidade e o segundo, maior e com energia armazenada para alimentar o descendente. O mistério maior, para mim, reside no fato de que, mesmo que paulatinamente, tal sistema reprodutivo passou a ser predominante em toda a biota do planeta: em animais e plantas. Por que a evolução escolheu o caminho mais difícil? Pode parecer estranho: a reprodução assexuada é muito mais eficiente (não há necessidade de parceiro e passa 100% dos seus genes adiante). No entanto, o sexo venceu por causa de três grandes vantagens: Reparo de DNA: Ao misturar seu código com o de outro, as células podiam usar a versão "saudável" do parceiro para corrigir erros (mutações) no seu próprio DNA. Variabilidade: Em um mundo que muda o tempo todo (novas doenças, vulcões, eras glaciais), ter filhos ligeiramente diferentes entre si garante que, se um morrer, o outro pode ter a mutação certa para sobreviver. O que é ao acaso na Natureza e o que não é: uma mutação ocorre ao acaso, mas se ela traz alguma vantagem ao organismo que a recebe, como torná-lo mais apto à sobrevivência, então é uma consequência que não é ao acaso. A suposta extinção dos dinossauros após queda de um meteoro foi um acaso. Mas a evolução do olho, ou a primorosa estrutura de uma pena de um pássaro, dentre outras especificidades do ser humano, como destacou Alfred Russel Wallace: o esquecido co-autor da Teoria da Evolução, força-me a perguntar com "ironia": seria a perfeição do tudo ao acaso? Acessar: http://ecologiaemfoco.blogspot.com/2019/03/alfred-russell-wallace-o-esquecido-co.html Recomendo fortemente, a leitura da postagem acima.

22 de jan. de 2026

PEIXES "LIMPADORES" - NORUEGA E CANADÁ

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/pouca-gente-sabe-mas-milhoes-de-peixes-limpadores-estao-sendo-usados-na-noruega-e-canada-para-comer-piolhos-do-mar-substituir-quimicos-salvar-mais-de-50-milhoes-de-salmoes-por-ano-vml97/
DESTAQUES: 1) Pouca gente sabe, mas milhões de peixes “limpadores” estão sendo usados na Noruega e Canadá para comer piolhos-do-mar, substituir químicos, salvar mais de 50 milhões de salmões por ano e transformar a aquicultura global em um experimento biológico gigantesco. Milhões de peixes limpadores já substituem químicos na Noruega e Canadá, controlam parasitas e salvam mais de 50 milhões de salmões por ano na aquicultura. 2) A imagem mental que a maior parte das pessoas tem sobre a produção de salmão envolve grandes tanques em mar aberto, tecnologia de ponta e mercados sofisticados distribuindo proteína premium para o mundo inteiro. Tudo isso é verdade — porém, o que quase ninguém imagina é que boa parte desse processo depende de um pequeno grupo de peixes discretos, curiosos e extremamente eficientes, capazes de controlar parasitas de forma biológica e evitar milhões de mortes anuais de salmões. Eles são os chamados “peixes limpadores” – Lumpfish e wrasse. 3) O piolho-do-mar: o parasita que ameaça o salmão e custa milhões aos produtores. O problema começa com um inimigo quase invisível para o público geral: o piolho-do-mar (Lepeophtheirus salmonis). Trata-se de um crustáceo parasita que se fixa na pele do salmão, perfura sua mucosa e se alimenta de sangue e tecidos. A consequência é um ciclo de estresse crônico, lesões abertas, perda de peso e alta suscetibilidade a infecções bacterianas. 4) Lumpfish e wrasse: os “médicos” de barbatanas que comem parasitas Os dois grupos mais utilizados são: Wrasse (Labridae): especialmente Labrus bergylta e Symphodus melops Lumpfish (Cyclopterus lumpus), popularmente chamados de “peixes-bola”. Em estado selvagem, esses peixes já se alimentam de pequenos crustáceos e ectoparasitas em peixes maiores. A indústria apenas replicou um comportamento ecológico natural, colocando-os em tanques com salmões infestados para limpar seus “pacientes”. 5) Para alcançar escala, foram necessários três pilares: Criação em cativeiro de peixes limpadores em volume industrial. Transporte vivo e logística de distribuição para granjas marinhas. Treinamento alimentar para que os limpadores se adaptem ao ambiente de produção Hoje, dezenas de milhões desses peixes circulam entre tanques flutuantes no mar do Norte, atuando de forma biológica e contínua.

19 de jan. de 2026

NOVIDADE NO OCEANO ATLÂNTICO TRAZ PREOCUPAÇÕES

REPRODUZIDO DE: https://revistaforum.com.br/meio-ambiente-e-sustentabilidade/faixa-de-terra-gigante-surge-novamente-no-atlantico-e-acende-alerta-em-cientistas/
DESTAQUES: 1) A situação acende um alerta nos cientistas porque se trata de um fenômeno relativamente recente, que só começou a ser observado em 2011 e, "desde seu desenvolvimento, [...] parece estar aumentando", conclui a NASA. 2) Entre janeiro e março, todos os anos, pequenas massas de sargaço (o sargassum, um gênero de algas típicas de ambientes tropicais e subtropicais) começam a se formar no Oceano Atlântico. À medida que a primavera avança, essas massas tendem a crescer até se tornarem uma grande faixa de terra flutuante no meio do mar, conhecida por atingir seu pico de volume entre junho e julho nos territórios do Hemisfério Norte. A faixa de terra, conhecida como “O Grande Cinturão de Sargaço do Atlântico”, é uma macrofloração de algas que se estende da costa oeste da África até o Golfo do México, segundo o sistema de informações da NASA, a agência espacial norte-americana, e conecta regiões oceânicas distintas entre ecossistemas distantes. 3) O fenômeno começou a ser observado por imagens de satélite da agência a partir de 2011, mas tem aparecido todos os anos desde então, no período entre o final da primavera e o verão. 4) As duas espécies de algas dominantes no fenômeno são a Sargassum natans e a Sargassum fluitans, macroalgas holopelágicas, ou seja, flutuantes e dissociadas dos substratos costeiros. O cinturão tem milhares de quilômetros de extensão e une o continente africano ao Mar do Caribe, passando pela costa leste dos EUA em alguns anos. 5) Os monitoramentos de imagens capturadas por satélites mostram que, em março de 2025, essa “faixa de terra flutuante” alcançou seu recorde de extensão e massa: foram entre 37 e 38 milhões de toneladas métricas de biomassa de Sargassum, o que supera os maiores registros anteriores (de cerca de 22 milhões de toneladas, em 2022). A origem do fenômeno está ligada às correntes oceânicas que transportam as algas da região do Mar de Sargaços, onde elas se formam, e do entorno do oceano Atlântico Norte rumo ao Atlântico Tropical. 6) As algas são formadas devido ao acúmulo de nutrientes provenientes de grandes rios, especialmente o Rio Amazonas (principal fonte de nitrogênio e fósforo durante a estação chuvosa) e o Rio Congo, que lança suas descargas ricas em nutrientes na África Ocidental. Segundo pesquisas conduzidas pela Universidade de São Francisco, nos EUA, o aumento geral das temperaturas globais tem ajudado a intensificar a formação das algas, favorecido por ações antropogênicas. 7) Em mar aberto, essa grande faixa de terra costuma servir como habitat para organismos marinhos, como peixes, tartarugas, aves e animais invertebrados, mas, quando as algas se acumulam perto das costas ou encalham em praias, têm um efeito adverso: sufocam os habitats naturais e são especialmente danosas para barreiras de corais, que servem como proteção a peixes menores e contra fenômenos de erosão costeira. 8)Isso ocorre porque as algas começam a se decompor em matéria orgânica, que afunda e se decompõe no subsolo marinho costeiro, reduzindo a quantidade de luz e oxigênio que alcança o ambiente. A decomposição, além disso, produz gases danosos ao ambiente e à reprodução natural, como o sulfeto de hidrogênio, que dá o odor característico de “ovo podre” às praias.

16 de jan. de 2026

PÂNTANOS MELHORES DO QUE FLORESTAS COMO CAPTORES DE CARBONO

VAMOS COMEÇAR COM O CONCEITO DE "FONTE E DRENO" (do Glossário de Ecologia-Breno M. Grisi): FONTE E DRENO (ou CAPTOR) Referem-se estes termos respectivamente, ao componente ambiental de onde se origina um nutriente (ou elemento químico participante da biogeociclagem) e ao componente que absorve ou fixa tal nutriente (tirando-o momentaneamente do processo de ciclagem). As florestas, ao tempo em que atuam como dreno ou captor de carbono, absorvendo-o da atmosfera e fixando-o na sua fitomassa, atuam também como fonte, uma vez que emitem carbono a partir de sua respiração. Além disso, a queima de uma floresta representa uma grande fonte de carbono e outros gases do efeito estufa. Seu manejo adequado, com replantios constantes, é uma garantia de que uma floresta atue mais como dreno ou captor de carbono do que fonte; além de ser uma grande fonte de oxigênio, quando em crescimento. REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/europa-esta-derrubando-arvores-e-inundando-campos-agricolas-para-ressuscitar-pantanos-ancestrais-bloquear-emissoes-ocultas-de-co2-mhbb01/
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14 de jan. de 2026

AQUÍFERO: RETIRA-SE MUITO MAIS DO QUE A NATUREZA REPÕE...

...É ESTUPIDEZ!!! REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/o-aquifero-subterraneo-que-sustenta-a-agricultura-dos-estados-unidos-esta-colapsando-e-pode-mudar-o-preco-dos-alimentos-no-mundo-nmb91/
O aquífero subterrâneo que sustenta a agricultura dos Estados Unidos está colapsando e pode mudar o preço dos alimentos no mundo. DESTAQUES: 1) A base da agricultura moderna no centro dos Estados Unidos depende de um recurso que quase ninguém vê. O High Plains Aquifer abastece fazendas, cidades e sistemas de irrigação que mantêm lavouras produtivas mesmo quando a chuva falha. 2) O problema é que esse reservatório subterrâneo está sendo drenado mais rápido do que consegue se recuperar. Com o nível baixando, o custo para captar água aumenta e áreas inteiras podem perder a capacidade de irrigar como antes, afetando diretamente a produção de alimentos. Essa mudança não acontece de uma vez, nem com sinais óbvios na superfície. O campo pode continuar verde por um tempo, mas o risco cresce quando a água deixa de chegar na mesma intensidade e o modelo agrícola passa a operar no limite. 3) O que aconteceu com o High Plains Aquifer e por que isso virou um alerta agrícola. O High Plains Aquifer é um dos maiores sistemas de água subterrânea dos Estados Unidos e cobre partes de oito estados, indo de Dakota do Sul até o Texas. Ele se tornou essencial porque sustenta a irrigação em uma região que concentra produção em larga escala. Quando a irrigação moderna se expandiu, o aquífero passou a funcionar como um grande amortecedor contra a falta de chuva. A água bombeada do subsolo garantiu colheitas mais estáveis e permitiu que áreas naturalmente secas mantivessem produtividade por décadas.

12 de jan. de 2026

TINHA QUE ACONTECER! BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR COM FIM BENÉFICO!!!

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/com-mais-de-200-milhoes-de-toneladas-de-bagaco-gerados-por-ano-a-cana-de-acucar-virou-materia-prima-para-mdf-e-compensado-substituindo-madeira-e-abastecendo-moveis-e-divisorias-vml97/
DESTAQUES: 1) Bagaço de cana vira MDF e compensado: 200 milhões de toneladas por ano abastecem móveis e divisórias e substituem madeira industrial. O que pouca gente percebe é que a cana-de-açúcar produz mais do que açúcar e etanol. Nos bastidores das usinas, o ciclo industrial brasileiro revela um subproduto colossal que raramente ganha manchete: o bagaço, um resíduo fibroso que chega a 200 milhões de toneladas por ano, e que começa a ser disputado por setores que vão muito além da energia térmica. Hoje, esse material está atravessando um ponto de inflexão silencioso: está deixando de ser apenas combustível de usina para se tornar matéria-prima de painéis estruturais usados em móveis, divisórias e arquitetura comercial, substituindo madeira e ganhando espaço em um mercado global que movimenta bilhões de dólares. 2) O tamanho do ciclo industrial. O Brasil é líder absoluto em cana. Em safras recentes, foram mais de 600 milhões de toneladas colhidas. Na moagem, cerca de um terço vira bagaço — uma biomassa rica em celulose e lignina, dois ingredientes essenciais para a engenharia de materiais.

11 de jan. de 2026

TRÁFICO DE ANIMAIS: ATÉ O CRIME ORGANIZADO (FACÇŐES DO TRÁFICO) PARTICIPA

REPRODUZIDO DE: https://oeco.org.br/analises/o-preco-invisivel-do-trafico-quem-paga-a-conta-das-serpentes-exoticas-no-brasil/
OBSERVAÇÃO: Nesta publicação são considerados tanto os animais do Brasil que são traficados, como os exóticos provenientes de várias regiões do mundo, que são trazidos para colecionadores aqui no Brasil.
DESTAQUES: 1) Em dezembro de 2025, o Center for Biological Diversity publicou o relatório Exotic Exploitation, revelando que entre 2016 e 2024 os Estados Unidos importaram a incrível quantia de mais de 248 milhões de animais vivos, com uma média de 90 milhões por ano. Répteis representam 5,3 milhões desse total, com cerca de 40% capturados diretamente da natureza. O Brasil figura como o décimo maior fornecedor destes animais, com 3,89 milhões de espécimes exportados no período, saindo da natureza para serem vendidos no mercado estadunidense. Mas o Brasil não é apenas origem, é também destino. E quando serpentes peçonhentas exóticas chegam aqui, por tráfico, abandono, fuga ou apreensão, alguém precisa cuidar delas. Na maioria das vezes, são instituições públicas como o Instituto Butantan, que arcam com custos invisíveis para o contribuinte brasileiro. 2) Um problema persistente. O comércio online de répteis e anfíbios não é novidade no Brasil. Em agosto de 2011, a Operação Arapongas, envolvendo policiais federais e fiscais do IBAMA em sete estados, já desarticulava uma quadrilha que vendia “todo e qualquer tipo de animal” através de um site. Répteis, anfíbios, mamíferos e aves, obtidos de criadouros irregulares ou capturados na natureza, atendiam a encomendas inclusive para o exterior. Enfrentar o problema não é simples, e com o passar do tempo, a escala só se ampliou: em março de 2021, depois de uma investigação que durou 4 anos, a Operação Teia identificou 1.277 animais expostos à venda na internet, resultando em 137 animais resgatados e R$ 518,6 mil em multas aplicadas em 15 estados. Em setembro de 2025, a Operação São Francisco, maior ação contra o tráfico de animais já realizada no Brasil, revelou as ligações entre o comércio ilegal de fauna e facções criminosas, trazendo à tona uma rede cada vez mais sofisticada, baseada principalmente em redes sociais. 3) A sobrecarga das instituições que recebem os animais apreendidos. Entre 2020 e julho de 2025, os 25 Centros de Triagem/Reabilitação de Animais Silvestres (CETAS/CETRAS) do país receberam cerca de 330 mil animais, sendo 72% aves, 15% répteis e 12% mamíferos. Mas os CETAS, estruturados para fauna nativa, não estão preparados para manejar serpentes peçonhentas exóticas, que exigem instalações especializadas, protocolos de segurança rigorosos e, principalmente, acesso a soros antiofídicos específicos. 4)

7 de jan. de 2026

MÃES ABANDONANDO FILHOTES?! ...

...NOS ELEFANTES (POSTAGEM ANTERIOR)ESTRESSE NA MANADA! MAS TAMBÉM PODE SER ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA!
É interessante mencionar a estratégia de sobrevivência de uma população de pingüins (Spheniscus mendiculus) das ilhas Galápagos no Oceano Pacífico, nas costas do Equador. Esses animais perambulam pelos aproximados 1.000 km2 de água e ilhas do arquipélago dos Galápagos. No entanto, a nidificação dá-se somente no lado oeste da ilha Isabela, a mais ocidental do arquipélago. Este lado da ilha é beneficiado pela ressurgência da corrente Crommwell, rica em nutrientes. Mas, como tal ressurgência é imprevisível e se acontecer poderá durar apenas poucos dias, os pingüins põem apenas dois ovos; e são capazes de abandonar os filhotes, caso a fonte de alimento se torne escassa. Ao por dois ovos, a fêmea “joga com a probabilidade” de que algo possa inviabilizar a eclosão de um deles; e uma quantidade maior do que esta, poderia dificultar a manutenção dos filhotes em termos de alimento, nem sempre abundante. Quando a ressurgência limita a fonte de alimento, a fêmea abandonando os dois filhotes, consegue alimento suficiente apenas para si própria, garantindo-lhe forças para abandonar a ilha e seu retorno no futuro para “nova tentativa reprodutiva”. O “senso maternal” dessas aves é bastante diferente do que conhecemos nos seres humanos e outros mamíferos. Prioridade à Sobrevivência do Adulto! Diferente de muitas aves que tentam criar os filhotes a todo custo, os pinguins-das ilhas galápagos priorizam a própria vida. • Oportunismo: Eles são reprodutores oportunistas. Se a comida é abundante, eles criam os filhotes. Se a comida escasseia, eles abandonam o ninho imediatamente. • Longevidade vs. Investimento Único: Um pinguim adulto pode viver até 15-20 anos. Para a espécie, é mais vantajoso o adulto sobreviver a um ano de fome para tentar se reproduzir novamente no ano seguinte do que morrer tentando salvar um filhote que provavelmente não sobreviverá sem comida.

6 de jan. de 2026

FILHOTE DE ELEFANTE ABANDONADO PELA MANADA. TORNANDO-SE COMUM?!

REPRODUZIDO DE: https://www.theguardian.com/environment/2026/jan/02/baby-elephant-abandoned-herds-calves-human-conflict-thailand-assam-aoe
DESTAQUES: 1) O que leva uma elefanta a abandonar seu filhote – e será que esse é um problema crescente? Uma filhote de elefante indefesa conquistou a simpatia do público tailandês, mas seu caso também lançou luz sobre as pressões enfrentadas por manadas em toda a Ásia. Khao Tom, uma elefanta de dois meses, brinca com um guarda florestal, cutucando seu rosto e enrolando a tromba em seu pulso. Quando ela levanta a tromba, sinalizando que está com fome, a equipe do centro de resgate parece aliviada – ela não estava se alimentando bem. Um veterinário prepara uma pequena mamadeira com fórmula, que ela engole impacientemente. 2) Khao Tom está sob os cuidados do Segundo Plotnik, “o abandono é muito raro”, mesmo quando um filhote está doente ou ferido. Isso porque as elefantas investem muito em seus filhotes: a gestação dura quase dois anos e os filhotes permanecem dependentes de suas mães por vários anos a mais. 3) No entanto, “as mães e famílias de elefantes às vezes podem rejeitar um filhote”, especialmente se a mãe estiver “sob estresse ou quando as circunstâncias colocarem em risco a segurança do resto da manada”, afirma ele. Os filhotes também podem ficar sozinhos se a mãe for morta.departamento de parques nacionais e vida selvagem da Tailândia desde setembro, quando guardas florestais a resgataram de uma área agrícola dentro do Parque Nacional Lam Khlong Ngu. Nascida com uma doença congênita que afeta seus joelhos, ela tinha dificuldade para acompanhar a manada. Poucos dias após seu nascimento, sua mãe partiu sem ela. Segundo Plotnik, “o abandono é muito raro”, mesmo quando um filhote está doente ou ferido. Isso porque as elefantas investem muito em seus filhotes: a gestação dura quase dois anos e os filhotes permanecem dependentes de suas mães por vários anos a mais. 4) No entanto, “as mães e famílias de elefantes às vezes podem rejeitar um filhote”, especialmente se a mãe estiver “sob estresse ou quando as circunstâncias colocarem em risco a segurança do resto da manada”, afirma ele. Os filhotes também podem ficar sozinhos se a mãe for morta.

5 de jan. de 2026

ESTADO DO AMAZONAS: O MAIS RICO EM PRIMATAS

REPRODUZIDO DE:
DESTAQUE: O Brasil é o país com a maior diversidade de primatas do mundo. No momento em que este texto é redigido, há 151 espécies e subespécies reconhecidas oficialmente em território nacional. Esse número pode mudar a qualquer momento com a descoberta de uma nova espécie – a última foi descrita na Amazônia em 2023 – ou com uma eventual revisão taxonômica que agrupe ou separe espécies. Independentemente do número exato, é fato: o Brasil é terra onde reinam os primatas. Há espécies em todos os estados, mas o Amazonas lidera de longe esse ranking, com um total de 95 em seu território, quase a metade de toda a diversidade brasileira. Conheça o ranking na reportagem. Os dados do número de espécies de macacos por estado foram obtidos inicialmente por ((o))eco na plataforma pública Salve, do ICMBio, e posteriormente validados com auxílio de especialistas do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas (CPB/ICMBio). A lista considera apenas as espécies nativas de cada estado e os primatólogos destacam que ainda são necessários estudos para refinar as distribuições dos primatas no país, em especial na Amazônia.

2 de jan. de 2026

"HARPIA" AVE PREDADORA PODEROSA

Harpia (nome científico: Harpia harpyja), também conhecida como gavião-real, é uma das aves de rapina mais poderosas e imponentes do mundo. Ela habita principalmente as florestas tropicais da América Central e do Sul. REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/com-ate-9-kg-e-garras-de-8-a-12-cm-a-harpia-o-gaviao-real-caca-macacos-e-preguicas-domina-florestas-com-220-m-de-envergadura-e-impressiona-como-predador-topo-ctl01/
DESTAQUES: 1) Com 9 kg e garras de 8 a 12 cm, a harpia impressiona mesmo quem está acostumado com bichos grandes. A fêmea, que é maior que o macho, pode bater na casa dos 9 kg e chegar a registros em torno de 12 kg, carregando na caça presas que chegam perto do próprio peso. É força de onça-pintada com asas, concentrada em um único golpe de garra. 2) Nas aves de rapina, é comum as fêmeas serem maiores que os machos, e aqui isso fica ainda mais evidente. Enquanto uma fêmea pode chegar a 9 kg e garras na faixa de 8 a 12 cm, o macho costuma ter aproximadamente metade do tamanho, o que reforça o papel dela como principal força de ataque do casal na hora de sustentar o ninho. MAIS INFORMAÇÕES [Gemini-IA]: . Dieta: Caça principalmente mamíferos que vivem em árvores, como preguiças e macacos. Também pode capturar aves grandes (como araras) e répteis. • Habilidade: Apesar do seu tamanho, é extremamente ágil em voar entre a vegetação densa da floresta. Ela utiliza a técnica de "caça de espera", permanecendo imóvel por horas até avistar uma presa. • Reprodução: São monogâmicos e criam apenas um filhote a cada 2 ou 3 anos. O ninho é construído no topo das árvores mais altas da floresta (como a Sumaúma). Estado de Conservação Infelizmente, a harpia está classificada como Vulnerável pela IUCN: • Ameaças: A destruição do habitat (desmatamento) e a caça ilegal são os maiores perigos. Como precisam de grandes áreas de floresta preservada para sobreviver, são as primeiras a desaparecer quando a mata é fragmentada.