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22 de jan. de 2026
PEIXES "LIMPADORES" - NORUEGA E CANADÁ
REPRODUZIDO DE:
https://clickpetroleoegas.com.br/pouca-gente-sabe-mas-milhoes-de-peixes-limpadores-estao-sendo-usados-na-noruega-e-canada-para-comer-piolhos-do-mar-substituir-quimicos-salvar-mais-de-50-milhoes-de-salmoes-por-ano-vml97/
DESTAQUES:
1) Pouca gente sabe, mas milhões de peixes “limpadores” estão sendo usados na Noruega e Canadá para comer piolhos-do-mar, substituir químicos, salvar mais de 50 milhões de salmões por ano e transformar a aquicultura global em um experimento biológico gigantesco.
Milhões de peixes limpadores já substituem químicos na Noruega e Canadá, controlam parasitas e salvam mais de 50 milhões de salmões por ano na aquicultura.
2) A imagem mental que a maior parte das pessoas tem sobre a produção de salmão envolve grandes tanques em mar aberto, tecnologia de ponta e mercados sofisticados distribuindo proteína premium para o mundo inteiro. Tudo isso é verdade — porém, o que quase ninguém imagina é que boa parte desse processo depende de um pequeno grupo de peixes discretos, curiosos e extremamente eficientes, capazes de controlar parasitas de forma biológica e evitar milhões de mortes anuais de salmões. Eles são os chamados “peixes limpadores” – Lumpfish e wrasse.
3) O piolho-do-mar: o parasita que ameaça o salmão e custa milhões aos produtores.
O problema começa com um inimigo quase invisível para o público geral: o piolho-do-mar (Lepeophtheirus salmonis). Trata-se de um crustáceo parasita que se fixa na pele do salmão, perfura sua mucosa e se alimenta de sangue e tecidos. A consequência é um ciclo de estresse crônico, lesões abertas, perda de peso e alta suscetibilidade a infecções bacterianas.
4) Lumpfish e wrasse: os “médicos” de barbatanas que comem parasitas
Os dois grupos mais utilizados são:
Wrasse (Labridae): especialmente Labrus bergylta e Symphodus melops
Lumpfish (Cyclopterus lumpus), popularmente chamados de “peixes-bola”.
Em estado selvagem, esses peixes já se alimentam de pequenos crustáceos e ectoparasitas em peixes maiores. A indústria apenas replicou um comportamento ecológico natural, colocando-os em tanques com salmões infestados para limpar seus “pacientes”.
5) Para alcançar escala, foram necessários três pilares:
Criação em cativeiro de peixes limpadores em volume industrial.
Transporte vivo e logística de distribuição para granjas marinhas.
Treinamento alimentar para que os limpadores se adaptem ao ambiente de produção
Hoje, dezenas de milhões desses peixes circulam entre tanques flutuantes no mar do Norte, atuando de forma biológica e contínua.
19 de jan. de 2026
NOVIDADE NO OCEANO ATLÂNTICO TRAZ PREOCUPAÇÕES
REPRODUZIDO DE:
https://revistaforum.com.br/meio-ambiente-e-sustentabilidade/faixa-de-terra-gigante-surge-novamente-no-atlantico-e-acende-alerta-em-cientistas/
DESTAQUES:
1) A situação acende um alerta nos cientistas porque se trata de um fenômeno relativamente recente, que só começou a ser observado em 2011 e, "desde seu desenvolvimento, [...] parece estar aumentando", conclui a NASA.
2) Entre janeiro e março, todos os anos, pequenas massas de sargaço (o sargassum, um gênero de algas típicas de ambientes tropicais e subtropicais) começam a se formar no Oceano Atlântico.
À medida que a primavera avança, essas massas tendem a crescer até se tornarem uma grande faixa de terra flutuante no meio do mar, conhecida por atingir seu pico de volume entre junho e julho nos territórios do Hemisfério Norte.
A faixa de terra, conhecida como “O Grande Cinturão de Sargaço do Atlântico”, é uma macrofloração de algas que se estende da costa oeste da África até o Golfo do México, segundo o sistema de informações da NASA, a agência espacial norte-americana, e conecta regiões oceânicas distintas entre ecossistemas distantes.
3) O fenômeno começou a ser observado por imagens de satélite da agência a partir de 2011, mas tem aparecido todos os anos desde então, no período entre o final da primavera e o verão.
4) As duas espécies de algas dominantes no fenômeno são a Sargassum natans e a Sargassum fluitans, macroalgas holopelágicas, ou seja, flutuantes e dissociadas dos substratos costeiros.
O cinturão tem milhares de quilômetros de extensão e une o continente africano ao Mar do Caribe, passando pela costa leste dos EUA em alguns anos.
5) Os monitoramentos de imagens capturadas por satélites mostram que, em março de 2025, essa “faixa de terra flutuante” alcançou seu recorde de extensão e massa: foram entre 37 e 38 milhões de toneladas métricas de biomassa de Sargassum, o que supera os maiores registros anteriores (de cerca de 22 milhões de toneladas, em 2022).
A origem do fenômeno está ligada às correntes oceânicas que transportam as algas da região do Mar de Sargaços, onde elas se formam, e do entorno do oceano Atlântico Norte rumo ao Atlântico Tropical.
6) As algas são formadas devido ao acúmulo de nutrientes provenientes de grandes rios, especialmente o Rio Amazonas (principal fonte de nitrogênio e fósforo durante a estação chuvosa) e o Rio Congo, que lança suas descargas ricas em nutrientes na África Ocidental.
Segundo pesquisas conduzidas pela Universidade de São Francisco, nos EUA, o aumento geral das temperaturas globais tem ajudado a intensificar a formação das algas, favorecido por ações antropogênicas.
7) Em mar aberto, essa grande faixa de terra costuma servir como habitat para organismos marinhos, como peixes, tartarugas, aves e animais invertebrados, mas, quando as algas se acumulam perto das costas ou encalham em praias, têm um efeito adverso: sufocam os habitats naturais e são especialmente danosas para barreiras de corais, que servem como proteção a peixes menores e contra fenômenos de erosão costeira.
8)Isso ocorre porque as algas começam a se decompor em matéria orgânica, que afunda e se decompõe no subsolo marinho costeiro, reduzindo a quantidade de luz e oxigênio que alcança o ambiente.
A decomposição, além disso, produz gases danosos ao ambiente e à reprodução natural, como o sulfeto de hidrogênio, que dá o odor característico de “ovo podre” às praias.
16 de jan. de 2026
PÂNTANOS MELHORES DO QUE FLORESTAS COMO CAPTORES DE CARBONO
VAMOS COMEÇAR COM O CONCEITO DE "FONTE E DRENO" (do Glossário de Ecologia-Breno M. Grisi):
FONTE E DRENO (ou CAPTOR)
Referem-se estes termos respectivamente, ao componente ambiental de onde se origina um
nutriente (ou elemento químico participante da biogeociclagem) e ao componente que absorve ou fixa tal nutriente (tirando-o momentaneamente do processo de ciclagem).
As florestas, ao tempo em que atuam como dreno ou captor de carbono, absorvendo-o da atmosfera e fixando-o na sua fitomassa, atuam também como fonte, uma vez que emitem carbono a partir de sua respiração. Além disso, a queima de uma floresta representa uma grande fonte de carbono e outros gases
do efeito estufa. Seu manejo adequado, com replantios constantes, é uma garantia de que uma floresta atue mais como dreno ou captor de carbono do que fonte; além de ser uma grande fonte de oxigênio, quando em
crescimento.
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https://clickpetroleoegas.com.br/europa-esta-derrubando-arvores-e-inundando-campos-agricolas-para-ressuscitar-pantanos-ancestrais-bloquear-emissoes-ocultas-de-co2-mhbb01/
"/>
14 de jan. de 2026
AQUÍFERO: RETIRA-SE MUITO MAIS DO QUE A NATUREZA REPÕE...
...É ESTUPIDEZ!!!
REPRODUZIDO DE:
https://clickpetroleoegas.com.br/o-aquifero-subterraneo-que-sustenta-a-agricultura-dos-estados-unidos-esta-colapsando-e-pode-mudar-o-preco-dos-alimentos-no-mundo-nmb91/
O aquífero subterrâneo que sustenta a agricultura dos Estados Unidos está colapsando e pode mudar o preço dos alimentos no mundo.
DESTAQUES:
1) A base da agricultura moderna no centro dos Estados Unidos depende de um recurso que quase ninguém vê. O High Plains Aquifer abastece fazendas, cidades e sistemas de irrigação que mantêm lavouras produtivas mesmo quando a chuva falha.
2) O problema é que esse reservatório subterrâneo está sendo drenado mais rápido do que consegue se recuperar. Com o nível baixando, o custo para captar água aumenta e áreas inteiras podem perder a capacidade de irrigar como antes, afetando diretamente a produção de alimentos.
Essa mudança não acontece de uma vez, nem com sinais óbvios na superfície. O campo pode continuar verde por um tempo, mas o risco cresce quando a água deixa de chegar na mesma intensidade e o modelo agrícola passa a operar no limite.
3) O que aconteceu com o High Plains Aquifer e por que isso virou um alerta agrícola.
O High Plains Aquifer é um dos maiores sistemas de água subterrânea dos Estados Unidos e cobre partes de oito estados, indo de Dakota do Sul até o Texas. Ele se tornou essencial porque sustenta a irrigação em uma região que concentra produção em larga escala.
Quando a irrigação moderna se expandiu, o aquífero passou a funcionar como um grande amortecedor contra a falta de chuva. A água bombeada do subsolo garantiu colheitas mais estáveis e permitiu que áreas naturalmente secas mantivessem produtividade por décadas.
12 de jan. de 2026
TINHA QUE ACONTECER! BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR COM FIM BENÉFICO!!!
REPRODUZIDO DE:
https://clickpetroleoegas.com.br/com-mais-de-200-milhoes-de-toneladas-de-bagaco-gerados-por-ano-a-cana-de-acucar-virou-materia-prima-para-mdf-e-compensado-substituindo-madeira-e-abastecendo-moveis-e-divisorias-vml97/
DESTAQUES:
1) Bagaço de cana vira MDF e compensado: 200 milhões de toneladas por ano abastecem móveis e divisórias e substituem madeira industrial.
O que pouca gente percebe é que a cana-de-açúcar produz mais do que açúcar e etanol. Nos bastidores das usinas, o ciclo industrial brasileiro revela um subproduto colossal que raramente ganha manchete: o bagaço, um resíduo fibroso que chega a 200 milhões de toneladas por ano, e que começa a ser disputado por setores que vão muito além da energia térmica.
Hoje, esse material está atravessando um ponto de inflexão silencioso: está deixando de ser apenas combustível de usina para se tornar matéria-prima de painéis estruturais usados em móveis, divisórias e arquitetura comercial, substituindo madeira e ganhando espaço em um mercado global que movimenta bilhões de dólares.
2) O tamanho do ciclo industrial.
O Brasil é líder absoluto em cana. Em safras recentes, foram mais de 600 milhões de toneladas colhidas. Na moagem, cerca de um terço vira bagaço — uma biomassa rica em celulose e lignina, dois ingredientes essenciais para a engenharia de materiais.
11 de jan. de 2026
TRÁFICO DE ANIMAIS: ATÉ O CRIME ORGANIZADO (FACÇŐES DO TRÁFICO) PARTICIPA
REPRODUZIDO DE:
https://oeco.org.br/analises/o-preco-invisivel-do-trafico-quem-paga-a-conta-das-serpentes-exoticas-no-brasil/
OBSERVAÇÃO: Nesta publicação são considerados tanto os animais do Brasil que são traficados, como os exóticos provenientes de várias regiões do mundo, que são trazidos para colecionadores aqui no Brasil.
DESTAQUES:
1) Em dezembro de 2025, o Center for Biological Diversity publicou o relatório Exotic Exploitation, revelando que entre 2016 e 2024 os Estados Unidos importaram a incrível quantia de mais de 248 milhões de animais vivos, com uma média de 90 milhões por ano. Répteis representam 5,3 milhões desse total, com cerca de 40% capturados diretamente da natureza. O Brasil figura como o décimo maior fornecedor destes animais, com 3,89 milhões de espécimes exportados no período, saindo da natureza para serem vendidos no mercado estadunidense.
Mas o Brasil não é apenas origem, é também destino. E quando serpentes peçonhentas exóticas chegam aqui, por tráfico, abandono, fuga ou apreensão, alguém precisa cuidar delas. Na maioria das vezes, são instituições públicas como o Instituto Butantan, que arcam com custos invisíveis para o contribuinte brasileiro.
2) Um problema persistente.
O comércio online de répteis e anfíbios não é novidade no Brasil. Em agosto de 2011, a Operação Arapongas, envolvendo policiais federais e fiscais do IBAMA em sete estados, já desarticulava uma quadrilha que vendia “todo e qualquer tipo de animal” através de um site. Répteis, anfíbios, mamíferos e aves, obtidos de criadouros irregulares ou capturados na natureza, atendiam a encomendas inclusive para o exterior.
Enfrentar o problema não é simples, e com o passar do tempo, a escala só se ampliou: em março de 2021, depois de uma investigação que durou 4 anos, a Operação Teia identificou 1.277 animais expostos à venda na internet, resultando em 137 animais resgatados e R$ 518,6 mil em multas aplicadas em 15 estados. Em setembro de 2025, a Operação São Francisco, maior ação contra o tráfico de animais já realizada no Brasil, revelou as ligações entre o comércio ilegal de fauna e facções criminosas, trazendo à tona uma rede cada vez mais sofisticada, baseada principalmente em redes sociais.
3) A sobrecarga das instituições que recebem os animais apreendidos.
Entre 2020 e julho de 2025, os 25 Centros de Triagem/Reabilitação de Animais Silvestres (CETAS/CETRAS) do país receberam cerca de 330 mil animais, sendo 72% aves, 15% répteis e 12% mamíferos. Mas os CETAS, estruturados para fauna nativa, não estão preparados para manejar serpentes peçonhentas exóticas, que exigem instalações especializadas, protocolos de segurança rigorosos e, principalmente, acesso a soros antiofídicos específicos.
4)
7 de jan. de 2026
MÃES ABANDONANDO FILHOTES?! ...
...NOS ELEFANTES (POSTAGEM ANTERIOR)ESTRESSE NA MANADA!
MAS TAMBÉM PODE SER ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA!
É interessante mencionar a estratégia de sobrevivência de uma população de pingüins
(Spheniscus mendiculus) das ilhas Galápagos no Oceano Pacífico, nas costas do Equador. Esses animais perambulam pelos aproximados 1.000 km2 de água e ilhas do arquipélago dos Galápagos. No entanto, a nidificação dá-se somente no lado oeste da ilha Isabela, a mais ocidental do arquipélago. Este lado da ilha é beneficiado pela ressurgência da corrente Crommwell, rica em nutrientes. Mas, como tal ressurgência é imprevisível e se acontecer poderá durar apenas poucos dias, os pingüins põem apenas dois ovos; e são capazes de abandonar os filhotes, caso a fonte de alimento se torne escassa. Ao por dois ovos, a fêmea “joga com a probabilidade” de que algo possa inviabilizar a eclosão de um deles; e uma quantidade maior do que esta, poderia dificultar a manutenção dos filhotes em termos de alimento, nem sempre abundante.
Quando a ressurgência limita a fonte de alimento, a fêmea abandonando os dois filhotes, consegue alimento suficiente apenas para si própria, garantindo-lhe forças para abandonar a ilha e seu retorno no futuro para “nova tentativa reprodutiva”. O “senso maternal” dessas aves é bastante diferente do que conhecemos nos seres humanos e outros mamíferos.
Prioridade à Sobrevivência do Adulto!
Diferente de muitas aves que tentam criar os filhotes a todo custo, os pinguins-das ilhas galápagos priorizam a própria vida.
• Oportunismo: Eles são reprodutores oportunistas. Se a comida é abundante, eles criam os filhotes. Se a comida escasseia, eles abandonam o ninho imediatamente.
• Longevidade vs. Investimento Único: Um pinguim adulto pode viver até 15-20 anos. Para a espécie, é mais vantajoso o adulto sobreviver a um ano de fome para tentar se reproduzir novamente no ano seguinte do que morrer tentando salvar um filhote que provavelmente não sobreviverá sem comida.
6 de jan. de 2026
FILHOTE DE ELEFANTE ABANDONADO PELA MANADA. TORNANDO-SE COMUM?!
REPRODUZIDO DE:
https://www.theguardian.com/environment/2026/jan/02/baby-elephant-abandoned-herds-calves-human-conflict-thailand-assam-aoe
DESTAQUES:
1) O que leva uma elefanta a abandonar seu filhote – e será que esse é um problema crescente?
Uma filhote de elefante indefesa conquistou a simpatia do público tailandês, mas seu caso também lançou luz sobre as pressões enfrentadas por manadas em toda a Ásia.
Khao Tom, uma elefanta de dois meses, brinca com um guarda florestal, cutucando seu rosto e enrolando a tromba em seu pulso. Quando ela levanta a tromba, sinalizando que está com fome, a equipe do centro de resgate parece aliviada – ela não estava se alimentando bem. Um veterinário prepara uma pequena mamadeira com fórmula, que ela engole impacientemente.
2) Khao Tom está sob os cuidados do Segundo Plotnik, “o abandono é muito raro”, mesmo quando um filhote está doente ou ferido. Isso porque as elefantas investem muito em seus filhotes: a gestação dura quase dois anos e os filhotes permanecem dependentes de suas mães por vários anos a mais.
3) No entanto, “as mães e famílias de elefantes às vezes podem rejeitar um filhote”, especialmente se a mãe estiver “sob estresse ou quando as circunstâncias colocarem em risco a segurança do resto da manada”, afirma ele. Os filhotes também podem ficar sozinhos se a mãe for morta.departamento de parques nacionais e vida selvagem da Tailândia desde setembro, quando guardas florestais a resgataram de uma área agrícola dentro do Parque Nacional Lam Khlong Ngu. Nascida com uma doença congênita que afeta seus joelhos, ela tinha dificuldade para acompanhar a manada. Poucos dias após seu nascimento, sua mãe partiu sem ela.
Segundo Plotnik, “o abandono é muito raro”, mesmo quando um filhote está doente ou ferido. Isso porque as elefantas investem muito em seus filhotes: a gestação dura quase dois anos e os filhotes permanecem dependentes de suas mães por vários anos a mais.
4) No entanto, “as mães e famílias de elefantes às vezes podem rejeitar um filhote”, especialmente se a mãe estiver “sob estresse ou quando as circunstâncias colocarem em risco a segurança do resto da manada”, afirma ele. Os filhotes também podem ficar sozinhos se a mãe for morta.
5 de jan. de 2026
ESTADO DO AMAZONAS: O MAIS RICO EM PRIMATAS
REPRODUZIDO DE:
DESTAQUE:
O Brasil é o país com a maior diversidade de primatas do mundo. No momento em que este texto é redigido, há 151 espécies e subespécies reconhecidas oficialmente em território nacional. Esse número pode mudar a qualquer momento com a descoberta de uma nova espécie – a última foi descrita na Amazônia em 2023 – ou com uma eventual revisão taxonômica que agrupe ou separe espécies. Independentemente do número exato, é fato: o Brasil é terra onde reinam os primatas. Há espécies em todos os estados, mas o Amazonas lidera de longe esse ranking, com um total de 95 em seu território, quase a metade de toda a diversidade brasileira. Conheça o ranking na reportagem.
Os dados do número de espécies de macacos por estado foram obtidos inicialmente por ((o))eco na plataforma pública Salve, do ICMBio, e posteriormente validados com auxílio de especialistas do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas (CPB/ICMBio). A lista considera apenas as espécies nativas de cada estado e os primatólogos destacam que ainda são necessários estudos para refinar as distribuições dos primatas no país, em especial na Amazônia.
2 de jan. de 2026
"HARPIA" AVE PREDADORA PODEROSA
Harpia (nome científico: Harpia harpyja), também conhecida como gavião-real, é uma das aves de rapina mais poderosas e imponentes do mundo. Ela habita principalmente as florestas tropicais da América Central e do Sul.
REPRODUZIDO DE:
https://clickpetroleoegas.com.br/com-ate-9-kg-e-garras-de-8-a-12-cm-a-harpia-o-gaviao-real-caca-macacos-e-preguicas-domina-florestas-com-220-m-de-envergadura-e-impressiona-como-predador-topo-ctl01/
DESTAQUES:
1) Com 9 kg e garras de 8 a 12 cm, a harpia impressiona mesmo quem está acostumado com bichos grandes. A fêmea, que é maior que o macho, pode bater na casa dos 9 kg e chegar a registros em torno de 12 kg, carregando na caça presas que chegam perto do próprio peso. É força de onça-pintada com asas, concentrada em um único golpe de garra.
2) Nas aves de rapina, é comum as fêmeas serem maiores que os machos, e aqui isso fica ainda mais evidente. Enquanto uma fêmea pode chegar a 9 kg e garras na faixa de 8 a 12 cm, o macho costuma ter aproximadamente metade do tamanho, o que reforça o papel dela como principal força de ataque do casal na hora de sustentar o ninho.
MAIS INFORMAÇÕES [Gemini-IA]:
. Dieta: Caça principalmente mamíferos que vivem em árvores, como preguiças e macacos. Também pode capturar aves grandes (como araras) e répteis.
• Habilidade: Apesar do seu tamanho, é extremamente ágil em voar entre a vegetação densa da floresta. Ela utiliza a técnica de "caça de espera", permanecendo imóvel por horas até avistar uma presa.
• Reprodução: São monogâmicos e criam apenas um filhote a cada 2 ou 3 anos. O ninho é construído no topo das árvores mais altas da floresta (como a Sumaúma).
Estado de Conservação
Infelizmente, a harpia está classificada como Vulnerável pela IUCN:
• Ameaças: A destruição do habitat (desmatamento) e a caça ilegal são os maiores perigos. Como precisam de grandes áreas de floresta preservada para sobreviver, são as primeiras a desaparecer quando a mata é fragmentada.
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