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3 de fev. de 2026

SE REDUZIR USO DE PLÁSTICOS TEM SIDO INÚTIL...

...SÓ NOS RESTA COLETAR E RECICLAR! REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/ambicao-dos-estados-unidos-de-limpar-os-oceanos-ganha-forca-afch/
DESTAQUES: 1) Pressão do lixo plástico em rios e mares impulsiona tecnologias de captura e reciclagem em escala industrial, com foco em barreiras flutuantes, triagem e reaproveitamento. A poluição plástica que chega a rios e mares segue em alta no mundo, impulsionada por falhas estruturais na gestão de resíduos. 2) Mesmo diante desse cenário, iniciativas de engenharia ambiental tentam ganhar escala para reduzir o fluxo contínuo de lixo e retirar parte do material já acumulado nos ecossistemas aquáticos. Entre essas iniciativas está a The Ocean Cleanup, fundação criada em 2013 e sediada na Holanda, que ganhou projeção internacional ao apostar em soluções tecnológicas de grande porte. 3) Por meio de sistemas específicos, a organização atua tanto na interceptação de resíduos em rios quanto na remoção de plástico flutuante em áreas de acúmulo no oceano, como o Giro do Pacífico Norte. Dados divulgados pela própria entidade indicam que mais de 45 milhões de quilos de lixo já foram retirados de ambientes aquáticos em diferentes regiões do planeta. 4) Esse volume reúne operações realizadas em rios, zonas costeiras e missões em alto-mar, ao longo de mais de uma década. Em um balanço divulgado no fim de 2025, a organização informou que mais de 25 milhões de quilos foram removidos apenas naquele ano, ampliando significativamente o total acumulado. Embora não seja uma organização americana, os Estados Unidos aparecem com destaque no mapa de parcerias, testes operacionais e projetos em larga escala. 5) Poluição plástica e o caminho até o oceano. Relatórios de organismos internacionais mostram que a maior parte da poluição plástica tem origem em atividades realizadas em terra firme. Antes de chegar ao mar, esse material percorre rios, córregos e sistemas de drenagem urbana, acumulando-se ao longo do trajeto. Estimativas do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apontam que, todos os anos, entre 19 milhões e 23 milhões de toneladas de resíduos plásticos vazam para ecossistemas aquáticos. Como consequência direta, rios, lagos e mares passam a conviver com um fluxo permanente de detritos de difícil degradação.

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