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8 de set. de 2023
BACTÉRIAS COM PROPRIEDADES MAGNÉTICAS
https://revistapesquisa.fapesp.br/o-que-e-o-que-e-7/
MAGNETOSSOMOS:
As bactérias magnéticas são seres unicelulares ou pluricelulares que usam o campo magnético da Terra para se orientar. Isso porque elas produzem e mantêm dentro de si cristais nanométricos chamados magnetossomos
que funcionam como ímãs comuns, do mineral magnetita.
Elas se movimentam
usando flagelos – estruturas que funcionam como nadadeiras – e, geralmente, nadam na direção do fundo do local onde vivem. Essas bactérias não crescem em ambientes com muito oxigênio e consomem carbono e nitrogênio.
DESTAQUES:
1) Até hoje não há indícios de que causem danos à saúde. Esses microrganismos têm despertado interesse de pesquisadores, principalmente da área da computação e da biomedicina. Há tentativas de aplicá-los na criação de superfície magnética para computadores ou em meios de contraste usados em exames médicos. Essas propriedades, porém, ainda não são exploradas comercialmente. Outra curiosidade, com interesse para a indústria, é que esse ímã é permanente, ou seja, não se desmagnetiza.
Foto reproduzida de:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bact%C3%A9ria_magnetot%C3%A1tica
7 de set. de 2023
É CLARO QUE NÓS BRASILEIROS É QUE DETERMINAMOS O FIM DO DESMATAMENTO ILEGAL ZERO! MAS...
...E O DESMATAMENTO "LEGAL"? TEMOS QUE ESTABELECER REGRAS E FISCALIZAÇÕES EFICIENTES E HONESTAS!!!
Reproduzido de: https://www.jornalopcao.com.br/meio-ambiente/caiado-sobre-pacto-de-desmatamento-ilegal-zero-europeu-nao-vai-impor-data-para-nos-528031/
DESTAQUES
1) Ao Jornal Opção, Caiado frisou que organizações internacionais têm imposto o debate acerca do tema ambiental em outros países em relação ao Brasil. “Elas influenciaram a União Europeia, que agora, para poder fazer o acordo comercial com o Brasil estão determinando e exigindo que qualquer desmatamento, a partir do dia 30 de dezembro de 2020, mesmo com autorização dos órgãos estaduais, não só Goiás, mas todos os Estados, que eles não consideram como desmatamento legal, classificando isso como ilegal”, explicou.
2) O governador criticou ainda, sem citar nomes, a atitude de frigoríficos e grandes indústrias que assinam “acordos internacionais com ONGs”. “Não vai ser europeu que vai dizer que as prerrogativas de Goiás acabaram no dia 30 de dezembro de 2020. Isso é interferência, isso é afronta à soberania, isso é desrespeito com o Congresso Nacional,” enfatizou. “Quem são eles para tachar data a nós? Sendo que nós temos uma legislação que diz os critérios para que se possa fazer um desmatamento”, arrematou.
3) Para Caiado, na questão ambiental o Brasil “nunca foi réu nesse processo, o Brasil é vítima de uma narrativa de países que destruíram os seus recursos naturais e quem tem hoje somos nós”. Para tanto, ele sugere que o país determine valor aos produtos exportados em consideração à conservação ambiental. “E para isso vamos precificar esse valor, para que eles tenham que repor a nós também, o que eles consumiram internacionalmente e nós somos hoje dotados desta reserva, que nenhum outro país tem. Então isso, agora tem que ser monetizado,” destaca.
6 de set. de 2023
ÁGUA-PÉ E OUTRAS PLANTAS INVASORAS E SEUS PREJUÍZOS
REPRODUZIDO DE:
https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2023/09/04/introduzidas-por-humanos-35-mil-especies-invasoras-causam-extincoes-e-prejuizo-anual-de-r-2-trilhoes.ghtml
DESTAQUES
1) Até mesmo o exército teve de ser mobilizado para combater o jacinto d'água — também conhecido como aguapé — nos rios da Espanha. Essa planta, que se espalha tão rápido quanto o fogo e é extremamente difícil de erradicar, toma de centenas de quilômetros de água nas bacias do Guadiana e do Guadalquivir. O jacinto d'água comum está no topo da lista das 10 espécies exóticas invasoras mais difundidas no planeta e é a ponta de lança da invasão biológica que provoca danos significativos à natureza e perdas econômicas trilionárias.
2) A invasão custa ao mundo US$ 423 bilhões (mais de R$ 2 trilhões) por ano, incluindo perdas econômicas e esforços de erradicação, e está entre as cinco principais causas da crise de perda de biodiversidade que está varrendo o planeta, de acordo com o Relatório de Avaliação sobre Espécies Exóticas Invasoras e seu Controle divulgado nesta segunda-feira (4/setembro).
3) O relatório apresenta uma visão do cenário abrangente produzida pela Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), ligada à ONU. Os cientistas da IPBES argumentam que essas espécies são as únicas responsáveis por 16% das extinções globais documentadas.
4) Há 37 mil espécies exóticas no mundo, das quais 3.500 — pouco menos de 10% — podem ser consideradas "invasoras" e "prejudiciais", devido aos efeitos "negativos", ou mesmo "irreversíveis", que apresentam nos ecossistemas e na qualidade de vida na Terra, segundo o relatório.
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