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10 de set. de 2026

NOVA ORDEM NA AGRICULTURA (?!)

REPRODUZIDO DE: https://farmnews.com.br/inovacao/agronomo-do-futuro-e-a-ia-por-que-a-transformacao-no-campo-e-80-negocio-e-20-tecnologia/
DESTAQUES: 1) Sempre comento em minhas mentorias e palestras que estamos diante da verdadeira Quarta Revolução Industrial. A Inteligência Artificial não é apenas mais uma inovação passageira; ela é a tecnologia mais rápida e democratizada que já presenciamos, adotada do dia para a noite em todas as camadas da sociedade. 2) Em um episódio recente do podcast da McKinsey, o Chairman da América do Norte, Eric Kutcher, classificou o cenário atual como o “momento de re-imaginação” e o “momento de legado” para os líderes de negócios. O alerta dele é contundente e binário: quem assumir o protagonismo da IA levará seus resultados a um novo patamar. Quem se sentar e esperar, simplesmente deixará de ser relevante. 3) Para o agrônomo, a Inteligência Artificial representa a maior oportunidade da nossa geração para darmos um salto sem precedentes em eficiência e relevância. Durante anos, gastamos um tempo precioso cruzando dados climáticos, analisando históricos de pragas e preenchendo planilhas de visitas. A IA agora faz esse trabalho pesado e analítico em segundos. Isso nos devolve o ativo mais valioso que temos: “O tempo para estarmos ao lado do produtor, focando na estratégia, na rentabilidade e na construção de confiança”. 4) O Agrônomo do Futuro: o profissional do agro precisa falar de ROI a todo o momento. [ROI: Retorno sobre o Investimento (do inglês "Return on Investment")]. Para o agrônomo, a Inteligência Artificial representa a maior oportunidade da nossa geração para darmos um salto sem precedentes em eficiência e relevância. Durante anos, gastamos um tempo precioso cruzando dados climáticos, analisando históricos de pragas e preenchendo planilhas de visitas. A IA agora faz esse trabalho pesado e analítico em segundos. Isso nos devolve o ativo mais valioso que temos: “O tempo para estarmos ao lado do produtor, focando na estratégia, na rentabilidade e na construção de confiança”.

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