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26 de jan. de 2026

CACHORRO-DO-MATO-VINAGRE

Transcrito da IA: Salvem o cachorro-vinagre! | CHC O cachorro-vinagre (Speothos venaticus) tem esse nome devido ao cheiro forte de vinagre que sua urina exala, usado para marcar território, e também pode ser pela cor avermelhada/alaranjada de seu pelo, que lembra o vinagre de vinho. É um canídeo selvagem, pequeno, social e raro nas florestas da América do Sul, conhecido por caçar em matilhas e por suas patas com membranas que o ajudam a nadar. REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/descoberto-primeiro-como-fossil-e-dado-como-extinto-o-misterioso-cachorro-vinagre-reapareceu-vivo-nada-como-lontra-mhbb01/
DESTAQUES: 1) Descoberto primeiro como fóssil e dado como extinto, o misterioso cachorro-vinagre reapareceu vivo, nada como lontra, caça dentro da água, vive em matilhas secretas na América Latina e virou um dos canídeos mais estranhos e enigmáticos já registrados pela ciência. 2) O cachorro-vinagre foi descoberto primeiro por fósseis em cavernas e chegou a ser tratado como extinto, mas reapareceu vivo com hábitos semiaquáticos únicos entre canídeos. Pequeno e recluso, vive em matilhas, usa tocas e troncos como abrigo, caça roedores e até antas, e depende de florestas próximas à água. 3) O cachorro-vinagre é um dos canídeos mais estranhos e enigmáticos já registrados pela ciência, porque reúne duas raridades ao mesmo tempo: uma história de “fóssil-vivo” e um modo de vida semiaquático praticamente exclusivo entre os canídeos. Ele foi descrito primeiro como fóssil, chegou a ser considerado extinto por anos, e só depois reapareceu vivo, revelando que nada com eficiência e pode caçar dentro da água, como se tivesse um pedaço de lontra escondido no corpo de um cão selvagem. 4) A origem do mistério do cachorro-vinagre está ligada a cavernas brasileiras e a um nome central da paleontologia. Em 1842, o paleontólogo Peter Wilhelm Lund descreveu restos mortais de um canídeo encontrados em cavernas no Brasil. 5) O ponto mais intrigante é que esses primeiros registros não eram de um animal vivo, mas de fósseis, o que levou durante anos à interpretação de que se tratava de uma espécie extinta. Esse detalhe muda completamente a narrativa porque, no imaginário científico, o cachorro-vinagre nasceu como um animal do passado, um canídeo “desaparecido”, conhecido só por ossos.

25 de jan. de 2026

SALVANDO O SALMÃO!

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/remocao-barragens-rios-mais-importantes-para-o-salmao-no-oeste-dos-eua-mobiliza-us-500-milhoes-reabre-a-migracao-apos-mais-de-100-anos-e-usa-sonar-para-medir-sinais-do-renascimento-nmb91/
DESTAQUES: 1) Remoção de quatro barragens em um dos rios mais importantes para o salmão no oeste dos EUA mobiliza US$ 500 milhões, reabre a migração após mais de 100 anos e usa sonar para medir sinais do renascimento. 2) Um dos rios mais importantes para o salmão no oeste dos EUA voltou a ter um caminho livre para a espécie em trechos que ficaram inacessíveis por mais de um século. A mudança aconteceu após a remoção de quatro grandes barragens no sistema. 3) A remoção das estruturas devolveu a conectividade do fluxo e reabriu rotas que ficaram interrompidas por décadas. O principal efeito é prático: o salmão volta a avançar para áreas importantes do ciclo de reprodução. 4) O marco de “mais de 100 anos” está ligado ao tempo de bloqueio do corredor migratório, não à idade das barragens. O resultado é a retomada de um trajeto histórico que ficou limitado por muito tempo. Com o caminho reaberto, um dos rios mais importantes para o salmão no oeste dos EUA volta a funcionar como corredor ecológico em uma escala que não se via há gerações.

CRISE HÍDRICA À VISTA (?!)

REPRODUZIDO DE: https://ecoa.org.br/mundo-entrou-em-uma-nova-era-de-falencia-hidrica-mostra-a-onu/
DESTAQUES: 1) Cerca de 4,4 bilhões de pessoas enfrentam escassez de água por pelo menos um mês ao ano; as consequências socioeconômicas e políticas já são sentidas. Os sinais dessa emergência são abundantes: aproximadamente 70% dos aquíferos subterrâneos estão em declínio de longo prazo; metade dos grandes lagos do mundo está encolhendo; secas em grande escala estão se tornando mais frequentes; cerca de 4,4 bilhões de pessoas enfrentam escassez de água durante pelo menos um mês por ano. 2) Metrópoles como Teerã, São Paulo, Cidade do Cabo e Chennai enfrentam crises hídricas do tipo “dia zero” – quando suprimentos de água caem a ponto de secar as torneiras de milhões de pessoas. Ao todo, 75% da população mundial vive em países com insegurança hídrica ou insegurança hídrica crítica, destacam CNN e Reuters. 3) O relatório também mostra que a falência hídrica já está causando estragos econômicos e políticos, como o aumento da migração ilegal do México para os Estados Unidos em meio às secas. Como a Folha destaca, os conflitos por água aumentaram de 20 em 2010 para mais de 400 em 2024.