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4 de set. de 2026

UM VASTO BIOMA BRASILEIRO SENDO REDUZIDO EM SUA ESSÊNCIA!

REPRODUZIDO DE: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/pampa-perde-21-das-pastagens-naturais-em-quatro-decadas/
DESTAQUES: 1) A região dos Pampas perdeu 11,3 milhões de hectares de vegetação nativa entre 1985 e 2024, aponta um novo levantamento do MapBiomas divulgado nesta sexta-feira (04). Segundo a análise da rede colaborativa que produz mapas e dados anuais sobre a cobertura e o uso da terra no Brasil, a redução atingiu principalmente os chamados campos naturais, vegetação característica dessa parte da América do Sul. 2) No mesmo período, a área destinada a cultivos anuais aumentou em 9,8 milhões de hectares, enquanto as plantações florestais cresceram 2,2 milhões de hectares. A pesquisa, realizada pelo MapBiomas, revelou que a vegetação nativa, que antes cobria toda a região pampeana, atualmente ocupa apenas metade de seu território. 3) Da área remanescente, 71% correspondem à vegetação campestre, utilizada para a pecuária e que ainda conserva uma alta biodiversidade. Nos últimos 40 anos, metade da área originalmente coberta por vegetação nativa foi convertida, principalmente, em áreas destinadas ao cultivo de grãos.

3 de set. de 2026

VIDA EM OUTRO(S) PLANETA(S)??? NEM CONHECEMOS COM PERFEIÇÃO O QUE TEMOS NO NOSSO!!!

GOOGLE-Gemini: A Caverna dos Cristais (Cueva de los Cristales) é um complexo subterrâneo situado a 300 metros de profundidade sob a Mina de Naica, no estado de Chihuahua, México. É famosa por abrigar alguns dos maiores cristais naturais de gesso do planeta. A Caverna dos Cristais (Cueva de los Cristales) é um complexo subterrâneo situado a 300 metros de profundidade sob a Mina de Naica, no estado de Chihuahua, México. É famosa por abrigar alguns dos maiores cristais naturais de gesso do planeta.
MICRO-ORGANISMOS EXTREMÓFILOS: Os micro-organismos extremófilos da Caverna dos Cristais, em Naica, são um dos maiores objetos de estudo da astrobiologia. Isolados do mundo exterior e sem qualquer acesso à luz solar, esses organismos desenvolveram mecanismos de sobrevivência únicos no subsolo profundo. Destaques da Descoberta. Idade e Animação Suspensa: Em 2017, pesquisadores liderados pelo Instituto de Astrobiologia da NASA identificaram micróbios presos em bolsões de fluido no interior dos cristais por períodos estimados entre 10.000 e 50.000 anos. Metabolismo Quimiolitotrófico: Sem fotossíntese, eles extraem energia metabolizando minerais inorgânicos presentes na água e nas rochas, como ferro, enxofre, cobalto e manganês. Genética Inédita: Cerca de 90% dos micróbios e vírus detectados nessas amostras eram completamente desconhecidos para a ciência e não possuíam parentes próximos nos bancos de dados genéticos. Resistência Térmica: Sobrevivem e se multiplicam em temperaturas contínuas entre 45 °C e 60 °C e sob umidade relativa do ar acima de 90%. Implicações Astrobiológicas. A capacidade desses organismos de permanecerem viáveis por milênios dentro de estruturas minerais serve como modelo para a busca de vida extraterrestre. A NASA utiliza os dados de Naica para projetar instrumentos de busca por fósseis de biossegunaturas ou vida microbiana sob a superfície de Marte e nas luas congeladas Europa (Júpiter) e Encélado (Saturno).

SE CONSERVAR O MANGUEZAL, ESTA BELA AVE SOBREVIVERÁ

REPRODUZIDO DE: https://oeco.org.br/reportagens/guaras-do-reconcavo-revelam-a-importancia-dos-manguezais/ DESTAQUES: 1) No Porto do Cajá, a paisagem muda junto com a maré. Quando a água começa a recuar, o espelho que cobre parte do estuário desaparece lentamente e revela um solo escuro, recortado pelas raízes do mangue. Estamos em Maragogipe, Recôncavo Baiano, onde durante o amanhecer e os finais de tarde os guarás costumam fazer suas revoadas. O guará (do tupi-guarani) é identificado também pelo nome científico "Eudocimus ruber" (um misto de grego e latim) que significa “ave de coloração vermelha gloriosa”. Mais do que uma joia da biodiversidade, fora do risco de extinção, os guarás são indicadores da complexidade ecológica dos grandes estuários tropicais. A história conhecida dessa espécie acompanha as transformações dos manguezais ao longo do litoral atlântico, com ocorrência em diferentes países da América do Sul. A presença deles depende da disponibilidade de alimento, da dinâmica das marés e da existência de extensas áreas de manguezal capazes de manter uma cadeia de relações ecológicas que envolve peixes, crustáceos, moluscos, microorganismos e inúmeras outras espécies. 2) É justamente esse conjunto de fatores que faz do Recôncavo um habitat singular entre centenas de quilômetros do litoral do estado da Bahia. Enquanto muitos trechos do litoral brasileiro perderam parte de seus manguezais para a expansão urbana, atividades industriais e outras formas de ocupação costeira, a Baía de Todos os Santos ainda conserva um dos maiores sistemas estuarinos do País. Com cerca de mil quilômetros quadrados de espelho d’água, a Baía de Todos os Santos ocupa uma posição singular na costa brasileira. Em suas margens distribuem-se dezenas de municípios, comunidades pesqueiras, áreas protegidas e remanescentes de manguezais que são a base de uma intensa produtividade biológica. No mapa, essa rede de manguezais e apicuns revela um território contínuo, moldado pelo encontro entre as águas doces que descendem do interior da Bahia com o Rio Paraguaçu e a influência diária do Oceano Atlântico, formando o lagamar da Baía do Iguape.