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23 de jun. de 2026

MAIS UM HABITANTE SEVAGEM ESQUIVO DA AMAZÔNIA REVELADO

REPRODUZIDO DE: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/historia-hoje/pesquisa-cachorro-fantasma-amazonia.phtml
DESTAQUES: 1) O cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas (Atelocynus microtis), popularmente apelidado de cachorro fantasma devido ao seu comportamento esquivo, teve sua ecologia detalhada em um levantamento científico sem precedentes. Após 23 anos de monitoramento contínuo na Amazônia, pesquisadores consolidaram um acervo de 4.635 imagens capturadas por armadilhas fotográficas escondidas na selva. O estudo, que representa a maior coleção de registros já reunida para a espécie, revela hábitos diurnos e a dependência absoluta de matas virgens para a sobrevivência deste que é um dos canídeos mais raros do planeta. 2) Registros de décadas. Conforme o estudo publicado na revista científica Neotropical Biology and Conservation, a análise foi liderada pelo biólogo Robert Wallace, da Wildlife Conservation Society. Entre os anos de 2001 e 2024, a equipe realizou 34 levantamentos intensivos que resultaram em 594 aparições independentes do animal em áreas remotas da Bolívia e do Peru. Robert Wallace explica que o uso de tecnologia remota foi essencial para coletar dados substanciais sobre uma espécie que até então era cercada por mitos e avistamentos esporádicos, permitindo mapear sua distribuição com precisão inédita. 3) Adaptações na selva. As fotografias confirmam características físicas singulares, como as patas parcialmente palmadas, uma adaptação única entre canídeos amazônicos que facilita o deslocamento em áreas úmidas e margens de rios. Outra revelação importante diz respeito ao padrão de atividade, pois os dados mostram que o animal é predominantemente diurno, com 72% dos registros ocorrendo durante o dia.

22 de jun. de 2026

MAIS OBSERVADORES...MAIOR É O REGISTRO DA BIODIVERSIDADE

REPRODUZIDO DE: https://jornal.usp.br/atualidades/mais-observadores-participacao-da-populacao-aumenta-registros-da-biodiversidade-no-brasil/
DESTAQUE: Luís Fábio Silveira, diretor do Museu de Zoologia da USP, explica que esse registro do IBGE dos dados coletados pela população traz diversos benefícios à preservação da natureza. “Há mais pessoas interessadas na observação da natureza, isso é um fato. Essas pessoas que são, muitas vezes, não especialistas, mas que têm um bom conhecimento sobre a identificação das espécies e têm a própria observação da vida silvestre como um hobby ou hábito, acabam respondendo por uma parcela significativa, porque são pessoas que durante o seu tempo livre estão registrando as espécies. O registro que o IBGE faz retrata bem este momento que a gente está vivendo, onde a gente tem uma série de pessoas bastante interessadas na observação da vida silvestre, o que é muito importante e é muito benéfico para a conservação.”

20 de jun. de 2026

IA-INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: DE GRANDE UTILIDADE PARA A PRESERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE MUNDIAL

REPRODUZIDO DE: https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/tecnologia-promete-combater-extincao-de-plantas-e-proteger-biodiversidade-do-planeta-17062026/ Por meio de inteligência artificial e da digitalização em massa, os pesquisadores conseguem acessar um banco global com cerca de 145 milhões de registros históricos de maneira remota — o próprio Jardim Botânico britânico já digitalizou mais de 7 milhões de espécimes.
DESTAQUE: A pesquisa envolveu mais de 400 cientistas oriundos de 40 países. Entre as descobertas da IA está a mudança nos períodos de floração das plantas devido às alterações climáticas. A variação pode impactar interações ecológicas entre plantas e polinizadores, como abelhas.

19 de jun. de 2026

MERCÚRIO EM PENA DE URUBU NA AMAZÔNIA

REPRODUZIDO DE: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2026/06/18/mercurio-e-encontrado-em-penas-de-urubu-de-cabeca-vermelha-na-amazonia.ghtml
DESTAQUES: 1) Um dos contaminantes mais preocupantes para a saúde ambiental e humana, o mercúrio foi detectado em todas as amostras de penas de urubus-de-cabeça-vermelha (Cathartes aura) analisadas por pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal do Pará (UFPA) e de outras instituições associadas. 2) O estudo avaliou 38 aves capturadas na região do Aeroporto Internacional de Belém (PA). O manejo e a captura da fauna no local ocorrem originalmente com o objetivo de translocar os animais para evitar colisões com aeronaves. As análises revelaram que 100% dos indivíduos apresentaram diferentes níveis de contaminação pelo metal. Embora ainda não seja possível determinar exatamente onde ocorreu a exposição, o fato de todos os indivíduos apresentarem mercúrio indica que a contaminação está amplamente distribuída no ambiente. 3) "Por estarmos em uma área com intensa pressão humana, fez sentido realizarmos essa investigação, mas a princípio não sabíamos se iríamos ou o quanto iríamos encontrar desse contaminante", diz o médico veterinário Nailson de Andrade Neri Júnior, um dos responsáveis pela pesquisa. 4) Por serem aves necrófagas — que se alimentam de animais mortos —, os urubus-de-cabeça-vermelha ocupam uma posição estratégica para esse tipo de monitoramento. Eles consomem organismos de diferentes ambientes e acumulam contaminantes presentes na cadeia alimentar por meio de um fenômeno natural chamado bioacumulação. 5) Nas aves, os impactos são diversos. Segundo o médico-veterinário, a exposição ao metal está associada à redução do sucesso reprodutivo, alterações neurológicas, comprometimento do sistema imunológico, danos hepáticos e problemas na gestação.

18 de jun. de 2026

17 de jun. de 2026

NOSSAS ABELHAS E AS AMEAÇAS A SUA EXISTÊNCIA

REPRODUZIDO DE: https://jornal.usp.br/ciencias/consequencias-de-pesticidas-sao-mais-dramaticas-para-as-abelhas-tropicais/
DESTAQUES: 1) A polinização é um processo fundamental para a reprodução das plantas, influenciando diretamente no equilíbrio ambiental e na produção agrícola. Mesmo assim, o Brasil ainda tem pouco conhecimento do efeito de agrotóxicos sobre seus principais agentes polinizadores – organismos responsáveis por levar o grão de pólen até o local onde está o gameta feminino, o que resulta na formação de frutos e sementes. É o caso de espécies nativas de abelhas sem ferrão que, segundo recente publicação na revista Science of The Total Environment, sofrem mais que as abelhas europeias quando expostas a pesticidas. 2) A informação vem de estudo inédito no Brasil em que foram testadas as habilidades inatas desses polinizadores para encontrar alimentos. Responsável pela pesquisa, o cientista João Marcelo Robazzi Bignelli Valente Aguiar, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, avaliou o comportamento de abelhas sem ferrão e de africanizadas, após exposição ao imidacloprido, o agrotóxico mais utilizado no mundo. Como resultado, verificou-se que o produto prejudica a capacidade de aprendizagem e memória das duas espécies, mas com consequências “mais dramáticas para as sem ferrão”. 3) Para o estudo, Aguiar escolheu a Melipona quadrifasciata, mais comum em regiões da Mata Atlântica. Além da importância para os ecossistemas em que está presente, a Melipona é responsável pela polinização de várias culturas, como a do café. Com fins de comparação, o pesquisador testou também os efeitos do imidacloprido sobre a abelha africanizada Apis mellifera, híbrida de europeias com africanas, muito importante para toda a produção agrícola nacional. As africanizadas foram a escolha de base para comparação também por pertencerem à mesma espécie das abelhas europeias, para as quais existem vários estudos mostrando os efeitos deste agrotóxico. 4) Quanto maior a dosagem, maiores são os danos cognitivos. Imidacloprido tem uso indiscriminado no Brasil. O desaparecimento de abelhas virou preocupação global há alguns anos e tem como potencial vilão os agrotóxicos. O imidacloprido pertence a um grupo de pesticidas chamado neonicotinoides, que, segundo João Marcelo Aguiar, são considerados muito agressivos e já estão praticamente banidos dos países europeus de clima temperado. E são agressivos “não só com as pragas que querem eliminar, mas com os insetos em geral: as abelhas e borboletas que ocorrem naturalmente na área”.

15 de jun. de 2026

AGRICULTURA EM LARGA ESCALA SEM RESPONSABILIDADE NA PRESERVAÇÃO DAS ABELHAS?!

REPRODUZIDO DE: https://www.theguardian.com/commentisfree/2026/jun/10/agriculture-bees-environment A agricultura em larga escala está matando nossas abelhas. Todos nós pagaremos o preço.
DESTAQUES: 1) No inverno passado, os apicultores comerciais perderam mais de 60% de suas colônias – as piores perdas já registradas. Tendemos a atribuir as perdas de abelhas a ameaças isoladas: pragas, pesticidas, perda de habitat ou condições climáticas extremas. Mas temos encarado as perdas de abelhas de forma equivocada. 2) As abelhas melíferas criadas em cativeiro são, na prática, trabalhadoras autônomas, as menores trabalhadoras contratadas na agricultura. Elas contribuem com mais de US$ 15 bilhões para o sistema alimentar dos EUA e, juntamente com as abelhas nativas e outros polinizadores, ajudam a polinizar mais de 130 tipos de frutas, nozes e vegetais nos EUA. Para realizar esse feito a cada ano, as abelhas são transportadas de caminhão pelo país de uma plantação para outra, alimentadas constantemente com suplementos, criadas para produtividade, expostas a pesticidas e forçadas a polinizar seguindo um cronograma. Esse tipo de manejo é exaustivo para os apicultores e, enquanto celebramos a Semana Nacional dos Polinizadores, está levando as abelhas à beira da extinção. OBSERVAÇÃO: esse é um exemplo relatado nos Estados Unidos. Certamente válido para várias outras regiões do mundo.

MANGUEZAIS EM RECUPERAÇÃO

REPRODUZIDO DE: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2020g92xk4o
DESTAQUES: 1) Os manguezais presentes nas zonas litorâneas do planeta protegem milhões de pessoas contra tempestades e absorvem imensos volumes de gases do efeito estufa. E, agora, eles estão revertendo seu declínio de forma inesperada, segundo os cientistas. As árvores dos mangues vinham sofrendo rápido declínio há décadas. Elas foram cortadas para a construção de casas e a instalação de fazendas de criação de peixes. Mas um novo estudo demonstra que, desde 2010, o crescimento dos mangues pelo mundo vem superando as perdas anuais. Isso se deve ao fortalecimento das proteções legais em diversos países e ao aumento da consciência das pessoas sobre a sua importância, especialmente após desastres como o tsunami de 2004 no Oceano Índico. 2) Mas o principal fator, segundo os pesquisadores, é a notável capacidade natural de regeneração desses ambientes, quando os seres humanos deixam de destruí-los. 3) Eles armazenam até cinco vezes mais dióxido de carbono por área que as florestas terrestres. E suas raízes emaranhadas também podem reduzir a velocidade das ondas e proteger comunidades litorâneas contra marés de tempestade e tsunamis. As mesmas raízes oferecem um berçário perfeito para muitas espécies de peixes e outros animais marinhos, protegendo-os contra os predadores e fornecendo enormes quantidades de alimento. Mas todos estes benefícios ficaram seriamente ameaçados no século passado. O aumento da criação de peixes, da agricultura e a expansão das cidades litorâneas levaram muitos manguezais a serem derrubados e rapidamente removidos.

14 de jun. de 2026

INDICADOR DE POLUIÇÃO POR "CARBONO NEGRO" EM MICROCRUSTÁCEO

REPRODUZIDO DE: http://www.saocarlosagora.com.br/noticia/amp/195996/pesquisadores-brasileiros-e-franceses-desenvolvem-tecnica-inedita-para/
DESTAQUES: 1) Um estudo internacional liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), entre eles cientistas do IFSC/USP, e de instituições francesas revelou, pela primeira vez, como partículas de carbono negro — um dos principais poluentes gerados pela queima incompleta de combustíveis fósseis — são ingeridas e transformadas dentro de organismos marinhos microscópicos. 2) Publicado na revista científica Environmental Science & Technology, o trabalho utilizou uma avançada técnica de microscopia de dois fótons para acompanhar, em tempo real e sem o uso de marcadores químicos, o comportamento do chamado “black carbon” em copépodes do gênero Acartia, pequenos crustáceos que compõem grande parte do zooplâncton oceânico. O carbono negro é considerado um importante agente de aquecimento climático e um contaminante amplamente presente nos oceanos. Apesar disso, pouco se sabia sobre a forma como ele interage biologicamente com organismos marinhos. 3) A pesquisa mostrou que os copépodes ingerem partículas provenientes da fuligem de motores a diesel e que essas partículas sofrem alterações estruturais ao longo do trato digestivo. Segundo os cientistas, o ambiente intestinal dos animais modifica o arranjo molecular do material poluente, transformando agregados sólidos em estruturas mais dispersas e potencialmente mais reativas.

12 de jun. de 2026

PEQUENOS FRAGMENTOS FLORESTAIS PODEM SER ÚTEIS À CONSERVAÇÃO (?!)

OBSERVAÇÃO PRELIMINAR (EFEITO DE BORDA E O FORMATO DE FRAGMENTO FLORESTAL): Fragmento florestal (tamanho adequado). O efeito de borda é objeto de estudo importante sobre fragmentos florestais ou relitos. Há evidências experimentais de que os efeitos de borda estendem-se até cerca de 100 m no interior da reserva, a partir da borda. Há diferenças de umidade relativa do ar de 5% (de manhã) a 20% (ao meio-dia) entre as bordas e no interior da ilha a 100 m da borda. A temperatura do ar (na sombra) difere de até 4,5°C entre a borda e o interior a 100 m da borda. Estas reações indicam que reservas naturais pequenas estarão mais sujeitas aos efeitos de borda de maneira comprometedora à sua preservação. A forma do fragmento é relevante quando se considera o efeito de borda. Nas figuras que se seguem, observam-se as diferenças entre os fragmentos florestais com as formas quadrada, retangular e circular.
REPRODUZIDO DE: https://theconversation.com/pequenos-fragmentos-florestais-podem-conservar-mais-aves-quando-o-entorno-e-favoravel-283861 DESTAQUES: 1) "Áreas maiores possuem mais espécies”. Essa é uma das leis mais inquestionáveis da ecologia, que justifica por que grandes áreas naturais costumam receber maior prioridade em estratégias de conservação. Em paisagens fragmentadas, essa lógica também levou os pequenos fragmentos florestais a serem vistos como ambientes de menor valor para a biodiversidade. Mas seria possível aumentar o número de espécies em um fragmento florestal sem aumentar o seu tamanho? Nosso estudo, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, mostra que sim. Quando o entorno é favorável, pequenos fragmentos florestais podem abrigar muito mais espécies de aves do que seria esperado com base apenas no seu tamanho. 2) Paisagens florestais fragmentadas As paisagens florestais modificadas por atividades humanas são formadas por fragmentos florestais de diferentes tamanhos cercados por outros tipos de ambientes, coletivamente chamados de matriz. Essa matriz pode ser terrestre, como pastagens para gado, lavouras e áreas urbanas, ou aquática, como os reservatórios de usinas hidrelétricas. Além da matriz, o entorno dos fragmentos também pode incluir vegetação arbórea, como árvores espalhadas, mata ciliar e outros fragmentos próximos. Juntos, a matriz e a vegetação arbórea formam o entorno dos fragmentos florestais. 3) A contribuição do entorno Para entender o papel do entorno, reunimos dados de quase 2 mil espécies de aves registradas em mais de mil remanescentes florestais tropicais e subtropicais, distribuídos por 50 paisagens em 17 países nas Américas, África e Ásia. O estudo comparou fragmentos florestais cercados por matrizes terrestres modificadas pela pecuária, agricultura e urbanização com ilhas florestais formadas por reservatórios de hidrelétricas.

10 de jun. de 2026

AQUECIMENTO GLOBAL: POLVOS COMO INDICADORES?!

REPRODUZIDO DE: https://umsoplaneta.globo.com/clima/noticia/2026/06/08/explosao-populacional-de-polvos-no-reino-unido-transforma-ecossistemas-e-pode-estar-associada-ao-aquecimento-dos-mares.ghtml DESTAQUES: 1) Uma explosão populacional de polvos registrada inicialmente no sudoeste da Inglaterra se espalhou por diferentes regiões do Reino Unido e já está provocando mudanças na pesca e nos ecossistemas marinhos. É o que conta uma reportagem publicada no site inglês The Guardian. Segundo um estudo conduzido por pesquisadores da Marine Biological Association (Associação de Biologia Marinha), o fenômeno pode estar relacionado ao aumento da temperatura das águas e a alterações mais amplas no ambiente marinho. 2) Os primeiros registros do aumento expressivo da população ocorreram em 2025, na costa sul dos condados de Devon e Cornualha. Agora, observações científicas e relatos de mergulhadores e praticantes de snorkel indicam que os animais avançaram também para o norte dessas regiões, além de serem avistados no País de Gales, Dorset, East Sussex e até na Escócia. O estudo analisou levantamentos científicos, monitoramento subaquático e contribuições de cidadãos que ajudam a registrar a presença dos animais no litoral britânico.

7 de jun. de 2026

ALIMENTAÇÃO PERIGOSA! ANTIBIÓTICOS EM USO PARA AUMENTAR PRODUÇÃO DE CARNE

Há anos que a prática para engordar e não somente "prevenir" doenças no gado bovino principalmente, vem sendo utilizada no Brasil e agora a União Europeia faz restrições à importação de carne brasileira! E nós aqui, consumidores brasileiros, devemos acreditar que está havendo substituição de antibióticos por probióticos para engordar o gado?! INFORMAÇÕES GERAIS (GEMINI-GOOGLE): https://g.co/gemini/share/3e5b1b0c8869 DESTAQUES: 1) Pressão Externa: O Brasil é um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo. Mercados exigentes, como a União Europeia, impõem restrições severas a resíduos de medicamentos e carne produzida com promotores de crescimento. 2) A grande preocupação por trás dessas restrições não é apenas a presença de resíduos do medicamento na carne que chega ao prato, mas sim o risco global da resistência bacteriana (superbactérias). 3) A tendência clara da pecuária moderna é a substituição desses produtos por aditivos biológicos, probióticos e melhorias de manejo e bem-estar animal, focando em produtividade sustentável. 4) Probióticos: São microrganismos vivos (bactérias benéficas e leveduras, como as do gênero Saccharomyces) adicionados à ração. Eles colonizam o trato digestivo do gado, competindo por espaço e alimento com as bactérias causadoras de doenças (como a Salmonella e a E. coli). 5) Prebióticos: Não são vivos, mas sim fibras e carboidratos complexos (como os Mananoligossacarídeos - MOS) que servem de "alimento exclusivo" para as bactérias boas que já moram no intestino do animal. Eles ajudam a multiplicar a microbiota saudável.

6 de jun. de 2026

"EL NIÑO" APRONTANDO SURPRESA (?)

REPRODUZIDO DE: https://www.bbc.com/portuguese/resources/idt-54f4e985-a7fb-48b2-8246-f3be0d699402
A ONU alertou que um novo evento do padrão climático natural El Niño poderá começar em questão de semanas, aumentando as temperaturas em um planeta que já está sob pressão, devido às mudanças climáticas.
O El Niño se forma quando uma mudança dos padrões do vento permite que águas mais quentes se espalhem pela região tropical do oceano Pacífico. O evento El Niño já estava previsto, mas muitos cientistas acreditam que este poderá ser mais forte que o normal. "Temos bastante certeza de que um grande evento está por vir", segundo o professor Adam Scaife, chefe de previsões de médio e longo prazo do Serviço Nacional de Meteorologia do Reino Unido. "Pode até ser um evento recorde."

5 de jun. de 2026

5 DE JUNHO: DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

RESUMO SOBRE ESTA DATA: https://g.co/gemini/share/de06265d0376 TEMAS EM EVIDÊNCIA (VARIANDO ENTRE OS PAÍSES, DESENVOLVIDOS E EM DESENVOLVIMENTO): Aquecimento global e mudanças climáticas Escassez de água Saneamento insuficiente Fome Desmatamento Poluição ambiental Agrotóxicos
Conhecido como a "Terra do Fogo", destaca-se por sua rica reserva de petróleo e gás natural.

4 de jun. de 2026

...E DESCOBERTAS DE NOVAS ESPÉCIES CONTINUA...

...AGORA UMA ARANHA NA ÁFRICA! REPRODUZIDO DE: https://conexaoplaneta.com.br/blog/aranha-fluorescente-esta-entre-dezenas-de-novas-especies-descobertas-em-hotspot-de-biodiversidade-da-africa/
DESTAQUES: 1) Um grilo-predador-encouraçado, uma lagarta-cobre e uma incrível aranha-caranguejo-coroada fluorescente são algumas das novas espécies encontradas durante uma expedição científica ao Planalto de Lisima, em Angola, região que abriga nascentes de quatro dos maiores sistemas fluviais da África: o Congo, o Okavango, o Zambeze e o Cuanza – e considerada um hotspot mundial de biodiversidade, até agora, pouquíssimo estudado. Além das espécies acimas, foram descobertas ainda oito de libélulas, três de gafanhotos e aproximadamente 60 de mariposas e borboletas que eram desconhecidas para a ciência. 2) Embora seja tão importante em termos de conservação, durante décadas conflitos armados e minas terrestres fizeram com que pesquisadores se mantivessem distantes dessa área remota. Mas em fevereiro de 2026, um grupo de 16 especialistas angolanos e de outros países iniciaram um levantamento da fauna e flora da região – o Cassai Life Atlas, promovido pelo The Wilderness Project.
3) A espetacular biodiversidade de Lisima. O foco principal do levantamento eram animais de pequeno porte, como insetos, répteis, anfíbios e mamíferos, como morcegos, além de plantas. “O planalto arenoso de Lisima libera algumas das águas doces mais límpidas ​​da África, o que se reflete nas libélulas e donzelinhas da região, com várias espécies altamente especializadas que não são encontradas em nenhum outro lugar”, revela Klaas-Douwe Dijkstra, especialista em libélulas e pesquisador do Centro de Biodiversidade Naturalis, da Holanda.

3 de jun. de 2026

MAIS UMA ESPÉCIE INVASORA NAS ÁGUAS FLÚVIO-MARINHAS TROPICAIS...

DESTAQUES: 1) Apresenta uma coloração acastanhada ou por vezes esverdeada na parte de cima da carapaça e branca por baixo e nas pinças. Na carapaça ostenta quatro saliências laterais. A largura da carapaça é ligeiramente maior do que o seu comprimento e as pernas são quase duas vezes a largura da carapaça, podendo atingir os 10 cm. Os juvenis são muito pequenos e não apresentam praticamente nenhuns pelos nas patas dianteiras. 2) Espécie invasora em território nacional. É nativa do leste asiático e tem causado um enorme impacto em diversos países onde foi introduzida, sendo por isso considerada invasora. Atualmente, a distribuição da espécie inclui o Mar do Norte, o Mar Báltico e, na Península Ibérica, nomeadamente nas bacias hidrográficas do Tejo e do Minho, em Portugal, e na bacia do rio Guadalquivir em Espanha. Apresenta um ciclo de vida catádromo, reproduz-se em águas salobras, mas passam a maior parte do seu ciclo de vida em ambiente dulciaquícola. 3) Alimenta-se de uma grande variedade de alimentos, é uma espécie oportunista com hábitos omnívoros. Geralmente, conforme a disponibilidade alimentar do habitat, a sua dieta poderá incorporar tanto plantas como animais.

2 de jun. de 2026

IMPOR LIMITES AO DESERTO DO SAARA: ANTES TARDE DO QUE NUNCA!!!

REPRODUZIDO DE: https://clickpetroleoegas.com.br/11-paises-africanos-correm-contra-o-avanco-do-saara-com-uma-muralha-verde-de-8-mil-km-bilhoes-de-dolares-em-apoio-internacional-e-a-missao-quase-impossivel-de-restaurar-100-milhoes-de-asaf04/
DESTAQUES: 1) Iniciativa africana de restauração ecológica reúne países do Sahel, recursos internacionais e técnicas adaptadas ao clima seco em uma tentativa de recuperar terras degradadas e reduzir impactos da desertificação sobre comunidades rurais. A Grande Muralha Verde é uma iniciativa de restauração ambiental em andamento na faixa do Sahel, região semiárida situada ao sul do deserto do Saara. 2) SAHEL. Visão geral criada por IA. O Sahel é uma vasta faixa semiárida de aproximadamente (5.400km) que se estende de leste a oeste na África, servindo como uma zona de transição ecológica entre o deserto do Saara, ao norte, e as savanas da África subsaariana, ao sul. Atualmente, a região é considerada um dos epicentros mundiais de crises geopolíticas e humanitárias. 3) Criado pela União Africana em 2007, o projeto busca recuperar áreas degradadas, fortalecer comunidades rurais e reduzir os efeitos da desertificação em uma zona que se estende do Senegal, no Atlântico, até Djibuti, no Chifre da África. Embora tenha ficado conhecida pela imagem de uma barreira de árvores, a iniciativa passou a reunir ações mais amplas de recuperação do solo, manejo da água, agricultura sustentável e geração de renda. 4) A estrutura oficial da Agência Pan-Africana da Grande Muralha Verde reúne 11 países: Burkina Faso, Chade, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal e Sudão. 5) Hoje, segundo organismos ligados à ONU, a Grande Muralha Verde funciona como um conjunto de paisagens restauradas, adaptadas às condições de cada território e às necessidades das comunidades locais. Na prática, as ações combinam árvores nativas, arbustos resistentes à seca, áreas de pastagem, sistemas agroflorestais, recuperação de nascentes e técnicas de retenção de água no solo.