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31 de jan. de 2026
VÍRUS NIPAH. DANDO CONTINUIDADE NA “DÉCADA DOS (NOVOS) VÍRUS”
REPRODUZIDO EM (com opção de versão em português):
https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/nipah-virus
DESTAQUES:
1) O vírus Nipah é um vírus encontrado em animais, mas que também pode afetar seres humanos.
Pessoas infectadas podem desenvolver febre e sintomas que afetam o cérebro (como dor de cabeça ou confusão mental) e/ou os pulmões (como dificuldade para respirar ou tosse).
Os primeiros casos de infecção pelo vírus Nipah foram relatados em 1998 e, desde então, foram registrados em Bangladesh, Índia, Malásia, Filipinas e Singapura. A taxa de letalidade é estimada entre 40% e 75%.
Morcegos frugívoros da família Pteropodidae são os hospedeiros naturais do vírus Nipah. O vírus Nipah geralmente é transmitido de morcegos e outros animais infectados para humanos e também pode ser transmitido diretamente entre pessoas.
Atualmente, não existe tratamento ou vacina disponível para o vírus Nipah, porém diversos produtos candidatos estão em desenvolvimento. O tratamento intensivo precoce pode aumentar as chances de sobrevivência.
2) Para algumas pessoas, a infecção pelo vírus Nipah pode ser assintomática. No entanto, a maioria desenvolve febre e sintomas que afetam o cérebro (como dor de cabeça ou confusão mental) e/ou os pulmões (como dificuldade para respirar ou tosse). Outros órgãos também podem ser afetados. Sintomas frequentes incluem calafrios, fadiga, sonolência, tontura, vômitos e diarreia.
O período de incubação – ou seja, o tempo entre a infecção e o início dos sintomas – varia de 3 a 14 dias. Em alguns casos raros, foram relatados períodos de incubação de até 45 dias. A doença grave pode ocorrer em qualquer paciente, mas está particularmente associada a pessoas que apresentam sintomas neurológicos, com progressão para edema cerebral (encefalite) e, frequentemente, óbito. Cuidados de suporte e monitoramento cuidadosos durante esse período são essenciais.
A maioria das pessoas que sobrevivem se recupera completamente, mas sequelas neurológicas de longo prazo foram relatadas em aproximadamente 1 em cada 5 pessoas que se recuperaram da doença.
A taxa de letalidade da infecção pelo vírus Nipah é estimada entre 40 e 75%, mas pode variar de acordo com o surto, dependendo da vigilância e do manejo clínico nas áreas afetadas.
30 de jan. de 2026
ESPÉCIE INVASORA : MAIS UMA HISTÓRIA COM CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS
REPRODUZIDO DE:
https://wilder.pt/naturalistas/lagostim-vermelho-da-luisiana-este-invasor-ja-anda-por-portugal-ha-mais-de-40-anos
No âmbito de uma série sobre espécies aquáticas invasoras, Pedro Anastácio, investigador do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente na Universidade de Évora, ligado ao projecto LIFE Invasaqua, esclarece todas as dúvidas sobre este lagostim que é um grande problema para a biodiversidade, a economia e mesmo a saúde humana.
DESTAQUE:
O lagostim-vermelho-da-luisiana (Procambarus clarkii) é um lagostim de água doce originário do sudeste da América do Norte, incluindo o estado da Luisiana, nos EUA. Foi esse antigo território francês, batizado em honra do rei Luís XIV, que inspirou o nome comum deste crustáceo. Em Portugal, a espécie está presente praticamente por todo o território.
É mais frequente nos braços de rios, em pauis – ou seja, pântanos de água doce – e em arrozais, podendo aí atingir densidades muito elevadas. Esta adaptação a ambientes com seca temporária está particularmente ligada à sua capacidade de construir tocas profundas, onde este crustáceo consegue sobreviver durante semanas no período seco, saindo na altura das primeiras chuvas, geralmente em outubro. É muitas vezes neste período que se podem observar migrações de grandes números destes lagostins através de terra, em zonas de produção de arroz.
29 de jan. de 2026
JÁ FORAM POMBOS-CORREIO. AGORA SURGEM OS "POMBOS-DRONE ESPIÕES"!!!
REPRODUZIDO DE:
https://clickpetroleoegas.com.br/asaf04-asaf04-23/
DESTAQUES:
Projeto de neurotecnologia na Rússia propõe uso de pombos com implantes cerebrais para executar tarefas de monitoramento e vigilância, em alternativa aos drones convencionais, segundo informações divulgadas pela própria empresa responsável pelo desenvolvimento da tecnologia.
Uma empresa russa do setor de neurotecnologia afirma estar desenvolvendo um sistema que utiliza pombos com implantes cerebrais para executar tarefas semelhantes às de drones.
A iniciativa é da Neiry, que divulgou o projeto no fim de 2025 e sustenta que as aves podem ser orientadas à distância por meio de estímulos neurais, carregando um pequeno conjunto eletrônico acoplado ao corpo e monitorado por GPS.
De acordo com a empresa, eletrodos foram implantados no cérebro dos pombos e conectados a um dispositivo de dimensões reduzidas fixado nas costas das aves.
Nesse equipamento estariam concentrados os componentes eletrônicos responsáveis por receber comandos, registrar dados de localização e manter comunicação com uma central de controle.
A Neiry afirma ainda que o sistema pode ser alimentado por painéis solares instalados no próprio conjunto.
DESTAQUE IMPORTANTE:
Não foram localizados, nas fontes consultadas, estudos independentes ou relatórios técnicos detalhando metodologia, número de animais testados ou indicadores de bem-estar animal.
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