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6 de set. de 2013

AMAZÔNIA EM IMAGENS

Toda a beleza da Amazônia vista do espaço
[Reproduzido de www.oeco.org.br]

Paulo André Vieira - 01/09/13

Amazônia. A maior floresta tropical do mundo. Com 5.500.000 km² de extensão, ela se espalha pelos terrítórios de nove países da América do Sul. Vista de cima, a Amazônia é uma imensidão de largas copas de árvores, que vistas de baixo estão 30 metros acima do solo. Apesar dos rios e igarapés que cortam a região e formam a Bacia Amazônica, a maior parte da floresta nunca se alaga. O solo é bastante pobre, contendo apenas uma fina camada de nutrientes, o que os deixa produtivos por apenas um curto período de tempo. Isso faz com que os agricultores estejam constantemente mudando-se para novas áreas e desmatando mais florestas. O desmatamento é tão grande que pode ser visto a olho nu do espaço. 91% dessas terras desmatadas desde 1970 é usada para pastagem de gado.
Para celebrar este bioma tão importante, selecionamos algumas imagens de satélite da floresta e de seus rios. Imagens que revelam a beleza que a Amazônia ainda pode oferecer, mesmo tão ameaçada. Aprecie abaixo essas imagens retiradas do Google Earth.
Conheça também o nosso projeto InfoAmazonia, que agrega dados e notícias sobre a Amazônia. O InfoAmazonia permite a participação do público através do compartilhamento de dados e notícias.









4 de set. de 2013

"MAYARO", VÍRUS AMAZÔNICO COM AÇÃO MAIS RÁPIDA DO QUE O DA DENGUE

[Reproduzido de www.amazonia.org.br]

Vírus amazônico tem ação mais rápida que o da dengue, mostra estudo

Um vírus amazônico que causa sintomas parecidos com os da dengue teve parte de seu mecanismo de ação desvendado por pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
A má notícia: ele consegue invadir as células de hospedeiros mais rapidamente que os vírus da gripe ou da dengue.
É mais um sinal indicando que é preciso monitorar com cuidado o vírus Mayaro, o qual, por enquanto, afeta principalmente pessoas que adentram a floresta.
“Pelo que sabemos, ainda não aconteceu um surto urbano, mas existe um perigo real”, disse à Folha o doutorando Carlos Carvalho, do Laboratório de Biologia Estrutural de Vírus da UFRJ.
Carvalho apresentou os novos dados sobre a dinâmica de ataque do Mayaro durante a última reunião da Fesbe (Federação de Sociedades de Biologia Experimental), realizada em Caxambu (MG).
Ele ressalta que o vírus é conhecido desde os anos 1950, com cerca de mil casos confirmados de infecção (o número real deve ser maior por causa da semelhança da doença com a dengue).
RUMO AO AEDES?
Em laboratório, já ficou demonstrado que o Mayaro pode ser transmitido também pelo mosquito Aedes aegypti, famigerado vetor da dengue. Se o vírus evoluir de modo a “colonizar” o A. aegypti com mais frequência e eficiência, estaria armado o cenário para a transmissão urbana do patógeno.
Não seria uma hecatombe –não há casos de mortes causadas pelo Mayaro–, mas o dano ainda seria grave porque o vírus leva a inflamações nas articulações.
Havia pouca informação sobre como o Mayaro chegava às células do hospedeiro, e aí é que entra o trabalho da equipe da UFRJ. Os pesquisadores usaram uma espécie de marcador fluorescente para acompanhar o trajeto do vírus rumo ao interior de células do macaco-verde-africano (Chlorocebus pygerythrus).
O vírus Mayaro toma partido de um processo natural da célula, a endocitose, na qual ela traz para dentro de si produtos que “interessam”. O vírus simplesmente imita uma dessas moléculas e é “endocitado”, como se diz.
O processo leva três minutos para acontecer, contra dez no caso do vírus da dengue.
A pesquisa também achou indícios de que, nesse processo, o vírus se funde a uma membrana de uma das organelas (os “órgãos internos” da célula). O próximo passo é descobrir qual.
“A gente precisa dessas informações para pensar numa estratégia racional contra o vírus. Do contrário, vai ficar sempre tratando apenas os sintomas que ele causa”, explica o pesquisador.
Por: Reinaldo  José Lopes
Fonte: Folha de São Paulo 

3 de set. de 2013

CONTRA A PEC 215

UTILIZANDO O FACEBOOK OU TWITTER, DEMONSTRE SEU PROTESTO

Hoje tem tuitaço contra a PEC 215. Participe!

Com outras instituições parceiras – e já como parte das ações da Mobilização Nacional Indígena – o ISA participa hoje, terça-feira, às 16h, do tuitaço contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215, cuja comissão especial pode ser instalada esta semana (prevista para amanhã, quarta-feira).  Para participar use a hashtag #PEC215Nao.
A PEC 215 pretende transferir da União para o Congresso Nacional a atribuição de demarcar Terras Indígenas, de criar Unidades de Conservação e de titular territórios quilombolas. Na prática, isso significa transformar uma discussão que é técnica em uma discussão política, sujeita a interesses diversos, e em prejuízo dos povos indígenas, quilombolas e do meio ambiente. Saiba mais sobre a PEC 215.
Todos podem participar e utilizar as mensagens que serão enviadas pelos canais de Twitter do ISA (@socioambiental), Povos Indígenas no Brasil (@povosindigenas), Terras Indígenas (@terrasindigenas) e Unidades de Conservação (@UC_Brasil).
Fonte: ISA