Para a pesquisadora da Ecoa, Fernanda Cano, “a combinação de estresse hídrico com os fatores de baixa umidade e altas temperaturas, torna-se um cenário preocupante para o Pantanal nos próximos meses”.
A partir do fim de 2024, as águas das chuvas intensas nas sub-bacias do rio Paraguai trouxeram inundação a grande parte da planície pantaneira — quadro que agora se reverte com a chegada da seca.
As análises da Ecoa indicam a necessidade de preparação intensiva para a prevenção de incêndios por parte dos órgãos públicos, das brigadas comunitárias e dos proprietários rurais.


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