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28 de abr. de 2015

PESQUISADORES ESTIMAM QUE NA AMAZÔNIA HÁ 182 ESPÉCIES DE ÁRVORES, DENTRE 16.000 REPORTADAS, QUE SÃO RESPONSÁVEIS POR ARMAZENAREM 50 POR CENTO DO CARBONO


Reportado em BBC News

Análise divulgada no periódico NATURE COMMUNICATIONS, por pesquisadores da University of Leeds (Inglaterra), fundamentada em estudos publicados em SCIENCE (outubro de 2013). Nesse estudo estimaram-se haver 390 bilhões de árvores, com "hiperdominância" de  227 espécies. Destas, 182 dominariam o processo de absorção e armazenamento do carbono. São árvores de grande porte.


Os autores dessa estimativa observaram no entanto, que uma vez que a Amazônia vem sendo explotada intensamente, as espécies mais atuantes na absorção do carbono poderão "passar a ser outras". Por outro lado, a presença das demais espécies (que absorvem menos carbono) pode ser fundamental a uma que tenha grande capacidade de absorção do carbono. Como por exemplo a castanha-do-pará (agora denominada de castanha-da-amazônia, Bertholletia excelsa, que atinge 48 m de altura e só sobrevive na floresta densa. Tal densidade favorece a existência da cotia, que se alimenta dessa castanha enterrando algumas e ao "esquecer onde as enterrou", contribui para a proliferação dessa fabulosa árvore!

Há que se observar também, conforme aponta a líder da equipe de estudos, Dr. Marion Pfeiffer (Imperial College, Londres), que a matéria orgânica morta é responsável por até 64% da biomassa da floresta.




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